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vinheta-clipping-navalO Corpo de Fuzileiros Navais adquiriu 195 viaturas não-especializadas de 5 toneladas 4×4 1725/42 da Mercedes Benz do Brasil. As aquisições fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, para o fortalecimento da Indústria Nacional de Defesa.

Em abril, o Comando do Material de Fuzileiros Navais realizou a entrega técnica de 34 dessas viaturas, sendo três para o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (RJ), 14 para o Grupamento de Fuzileiros Navais de Rio Grande (RS), uma para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ), uma para o Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (RJ) e 15 para o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (RJ).

FONTE: Nomar

Partnership of the Americas 2009

vinheta-clipping-navalQuem diria que ter mais de dois metros poderia ser problema para um homem defender seu país? Pois, no concurso para o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, tamanho é documento, e pode impedir a entrada de novos componentes para a corporação. Está lá no edital: entre as exigências para concorrer a uma das 1.620 vagas do curso de formação de soldados fuzileiros é que o candidato seja do sexo masculino e tenha altura entre 1,54m e 2m. De acordo com o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais, a utilização de limites de altura para ingresso na corporação está relacionada a determinados requisitos técnico operativos para o desempenho de atividades profissionais típicas da carreira.

Por exemplo: um soldado com mais de dois metros não consegue passar pelas escotilhas e por outros compartimentos da embarcação, nem abaixando. E, pior ainda, na hora do merecido descanso, ele não cabe nos beliches ou nas barracas usadas pelos fuzileiros em terra. (Clique aqui e saiba mais sobre o concurso)

Em nota, o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais explica que, para que sejam cumpridas, adequadamente e com segurança, as tarefas ligadas ao emprego dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, “faz-se necessário estabelecer uma relação de interdependência entre os meios e equipamentos operativos (suas dimensões e características) e a estatura (máxima e mínima) do pessoal que os opera ou utiliza. (…) São, portanto, as características dos principais equipamentos, equipagens e sistemas desses meios, além daqueles de uso na proteção individual, que devem condicionar os limites aceitáveis de altura a serem adotados nos concursos públicos para ingresso na Marinha do Brasil”, acrescenta a assessoria de Comunicação Social.

Agora, se você não é baixo nem alto demais e está interessado em entrar para o Corpo de Fuzileiros Navais, é hora de preparar a documentação. As inscrições começam no dia 18 deste mês e podem ser feitas no site do Comando do Corpo de Fuzileiros Navais, no link Concursos, até 18 de abril. A taxa é de R$ 20. Durante o curso, é oferecida bolsa de R$ 590 para despesas pessoais. Após conclusão do mesmo, o aluno é nomeado soldado fuzileiro naval, com remuneração inicial de R$ 1.250. Para participar, além do limite de altura, os candidatos devem ter idade entre 18 anos e máxima de 21 anos completados em 1º de janeiro de 2014, além de ensino fundamental completo.

Confira abaixo algumas das características dos equipamentos, equipagens e sistemas que afetam diretamente o limite máximo do pessoal que os opera ou utiliza:

— Os pés-direitos dos passadiços, Centros de Operação de Combate e de inúmeros outros compartimentos dos navios, no teto dos quais são fixadas calhas de iluminação, dutos de ventilação e outros obstáculos;

— A dimensão vertical das escotilhas dos corredores internos dos navios, pelas quais se deve passar fletindo a cabeça e elevando o pé, muitas vezes correndo;

— O comprimento dos beliches;

— A dimensão máxima horizontal das barracas de campanha do tipo “iglu”, empregados pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN);

— A altura máxima do pessoal que pode ser transportado por viaturas blindadas de transporte de pessoal, empregadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais.

FONTE: O Globo

Fuzileiros em ação no ES

Nesta quarta-feira (11) foi um dia intenso para os bravos Fuzileiros Navais que tiveram que dormir em barracas e cedo já estavam vivenciando novas atividades de apoio logístico.

Às 07h da manhã, durante o deslocamento dos Carros-Lagarta Anfíbios (CLAnf) que transportavam as tropas, a primeira dificuldade do dia se apresentou. Imensos fossos anti-carros barravam sua progressão, sinalizando que o dia não seria nada fácil. Embates se sucederam e muitos militares da tropa amiga tiveram que ser evacuados, alguns por ferimentos, outros contaminados por agente químico e poucos mortos.

Apesar dessas simuladas perdas causadas nas tropas amigas, tivemos do lado inimigo alguns combatentes capturados e feitos de prisioneiros de guerra. Todas essas atividades desenvolvidas proporcionaram um eficaz treinamento por parte dos militares da Tropa de Reforço, que adestram nesta região, levando-os à execução de procedimentos para evacuação de feridos, mortos em combate, descontaminação de pessoal, tratamento para com prisioneiros de guerra, além da constante necessidade de reabastecimento de comida, munição, entre outras coisas.

Os treinamentos continuarão por mais dois dias, prometendo trazer ainda algumas novidades para nossas tropas que não descansarão em quanto a sua missão não for cumprida.

ADSUMUS!
VIVA A MARINHA!

FONTE: Redação Maratimba.com

NOTA DO EDITOR: as fotos são de outro exercício, realizado recentemente na Marambaia, para efeito ilustrativo.

Leia esta notícia no site ForTe (Forças Terrestres), clicando aqui.

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No dia 29 de novembro, o segundo-tenente Ronald Cadar Martins de Oliveira, lotado no Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro e integrante da operação que culminou com a prisão do traficante Antônio Bomfim Lopes, o “Nem” da Rocinha, visitou o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Marco Antonio Corrêa Guimarães.

O Tenente Cadar, que serviu ao Corpo de Fuzileiros Navais no período entre 2005 e 2008, deu um exemplo marcante de profissionalismo, durante a citada operação, ao recusar proposta de suborno no valor de um milhão de reais, oferecida pelos comparsas do traficante Nem.

Durante a visita, o Tenente Cadar explicou que sua conduta é decorrente de sua formação familiar e da formação que recebeu no Corpo de Fuzileiros Navais e na Polícia Militar do Rio de Janeiro. Segundo ele, “a formação familiar determina o que você é, mas essas instituições potencializam o que você tem de bom e diminuem o que você possa ter de ruim”.

Cadar recordou das amizades forjadas nas Unidades em que serviu, e dos marcantes momentos nelas vividos. Disse ele: “a Marinha teve uma grande importância em minha vida e é uma grande oportunidade para quem quer ser militar. É um verdadeiro diferencial na vida de um homem”. Logo após, agradeceu aos colegas da turma de soldados Fuzileiros Navais I-2005 e aos militares que com ele serviram no Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro pelo incentivo e apoio de sempre.

Ao final, se despediu com o inesquecível e vibrante lema dos Fuzileiros Navais: ADSUMUS!

Para o CFN, a retidão de caráter demonstrada por um dos seus ex-integrantes é motivo de grande orgulho e satisfação. Parabéns Tenente Cadar! Pela Honra, Competência e Determinação.

FONTE: Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais

A Marinha do Brasil, representada pela Força Naval Componente Solimões (FNC 100), tem utilizado o Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) durante a Operação “Amazônia 2011”, exercício conjunto entre a Marinha, o Exército e a Aeronáutica, que acontece até o dia 3 de junho.

O emprego do VANT, denominado “Carcará”, tem o propósito de aprimorar o adestramento das tropas na Operação “Amazônia”, auxiliando no reconhecimento de áreas de difícil acesso, compilação do quadro tático e indicação de possíveis alvos de forma silenciosa e sutil.

Dentre outros recursos, o aparelho é equipado com uma câmera de 360º, que permite acompanhar o movimento de alvos. O modelo utilizado pode voar durante uma hora e meia, num raio de, aproximadamente, oito quilômetros. Chega a 3 mil metros de altura e tem velocidade máxima de 75 quilômetros por hora.

A utilização desse modelo, fabricado por uma empresa nacional, com a mais moderna tecnologia conhecida, permite incursões de tropas de maneira segura e eficaz, poupando custos relativos a material, bem como vidas humanas.

A Operação “Amazônia” é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, envolvendo, este ano, aproximadamente 4.500 militares, e tendo o propósito de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Iniciada no dia 23 de maio, a Operação Amazônia 2011 envolve meios e militares da Marinha, Exército e Aeronáutica em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia, que visa manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais, a ser realizada até o dia 3 de junho, o exercício envolve aproximadamente 4.500 militares.

Este é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o propósito de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Este ano, a operação conjunta será desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo os municípios de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.

Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê.

Nessas ações, serão empregados Navios de Assistência Hospitalar da Marinha, além de militares dos Corpos de Saúde das três Forças, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação “Amazônia” começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.

Além da Operação “Amazônia”, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país.

Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.

Participação da Marinha:

  • Navio-Patrulha Fluvial Pedro Teixeira (P20)
  • Navio-Patrulha Fluvial Rondônia (P31)
  • Navio-Patrulha Fluvial Amapá (P32)
  • Navio-Patrulha Pampeiro (P12)
  • Navio-Patrulha Bocaina (P62)
  • Navio Auxiliar Pará (U15)
  • Navio de Assistância Hospitalar Oswaldo Cruz (U18)
  • 02 Helicópteros UH-12 Esquilo do 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3)

Aproximadamente 400 militares formam o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, composto por militares do Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra (com sede no Rio de Janeiro), do Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém e do Batalhão de Operações Ribeirinhas (com sede em Manaus).

NOTA do EDITOR: Acompanhe as notícias sobre a Operação Amazônia 2011 no ForTe.