QG Airsoft

A Corveta Barroso foi designada para representar a Marinha do Brasil, no período de 30 de agosto a 17 de outubro, nas comemorações do Bicentenário da Independência do Chile. Serão visitados os portos Mar Del Plata (Argentina), Valparaíso (Chile), Punta Arenas (Chile), Montevideo (Uruguai) e Rio Grande do Sul (Brasil).

Na ocasião da permanência nos portos, o Navio será aberto a visitação pública, simbolizando o nosso País no exterior, e servirá como importante meio para estreitar os laços de amizade com as Marinhas amigas e nações visitadas.

Durante a Comissão, o Navio, comandado pelo Capitão-de-Fragata Alexander Reis Leite, contará com uma tripulação de, aproximadamente, 150 militares.

Projeto que contribui para o desenvolvimento da capacidade de construção naval militar brasileira, a Corveta “Barroso” decorre do projeto das Corvetas Classe Inhaúma, construídas anteriormente no Brasil, e incorporou melhorias e desenvolvimentos tecnológicos que aprimoraram o desempenho do navio.

Com uma autonomia de 30 dias e raio de ação de 8.000 km, o mais novo escolta da Esquadra Brasileira, vem a contribuir para a constituição do nosso poder naval, inaugurando uma perspectiva de renovação dos nossos meios de superfície.

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Jornal traz reportagem sobre incidentes que vão de avarias no sistema hidráulico e de geradores, à explosão de compressor de ar condicionado e diz que ‘situação pressiona que debate sobre reaparelhamento das Forças Armadas seja feito na sucessão presidencial’

POR MARCO AURÉLIO REIS

Rio – A Corveta Frontin da Marinha, com 145 militares a bordo, três canhões e seis lançadores de mísseis, reúne uma série de incidentes recentes que forçarão que o reaparelhamento das Forças Armadas seja discutido abertamente na sucessão presidencial. Os casos vão de avaria no sistema hidráulico e de geradores até explosão de um compressor de ar condicionado. Os problemas tiram o sono de esposas de militares embarcados e preocupam alguns praças e oficiais.

A Coluna reuniu relatos de episódios ocorridos na Corveta Frontin. Todos dizem respeito a ocorrências vividas ao longo dos últimos 12 meses, notadamente nas manobras militares de defesa da plataformas de petróleo do litoral brasileiro, batizadas de Operação Atlântico I e II (setembro de 2008 e julho passado). Pediu e recebeu explicações para cada um deles (confira abaixo). O quadro descrito sublinha a necessidade de a proposta de reaparelhamento da Força Naval ser discutida abertamente durante a campanha eleitoral deste ano.

Cabe destacar que a Frontin, quarta e última de quatro corvetas da classe Inhaúma (projeto de aparelhamento dos anos 80) entrou em serviço em 1994. Fez 16 anos em março passado.

Comentando os relatos, todos mantidos no anonimato pela Coluna, a Marinha, em nota assinada pelo comandante-em-chefe da Esquadra, vice-almirante Eduardo Monteiro Lopes, afirmou que parece claro para a Força “que algumas pessoas, motivadas por interesses que desconhecemos, procuram trazer à baila assuntos e aspectos com evidente interesse de denegrir a nossa Instituição”.

TAMPA CHEGOU ATINGIR BRAÇO DE MILITAR: EDUARDO M. LOPES – COMANDANTE DA ESQUADRA

— Leitores informam que nenhum navio da Esquadra possuiria Epirb (equipamento responsável por enviar mensagem de socorro aos satélites, em caso de sinistro ou afundamento) com revisão em dia. A denúncia procede?
— Os navios da Esquadra possuem os meios necessários e previstos nas normas da Marinha para comunicação em caso de emergência, que são outros além do Epirb.

— No caso da Frontin, todos falam que o Epirb não está operando. Procede?
— Sim.

—Na Frontin, após os consertos feitos na última semana de julho, teria ocorrido avarias no sistema hidráulico do hélice (tecnicamente no ângulo das pás de boreste). Isso com derramamento de mais de 700 litros de óleo no mar.
— De fato ocorreu avaria (tecnicamente no sistema de passo do eixo de BE — HPC), quando o navio estava no mar, antes de iniciar a aterragem para o porto de Vitória. A avaria consistiu de ruptura de conexão da rede hidráulica (do HPC), gerando perda momentânea de controle do passo e vazamento de óleo para o porão (piso da Praça de Máquinas). O reparo foi realizado antes de o navio entrar no porto e o óleo foi retirado após atracação, por caminhão.

— Já em Vitória, a tripulação da Frontin teria constado avaria no gerador numero 2. Foi quando uma rede de resfriamento se rompeu (por desgaste de material e atraso no reparo programado). Foi tentado reparo, mas o gerador teria se incendiado. O próprio chefe de máquinas é que teria apagado o incêndio, com ajuda de três homens. Isso teria ocorrido num momento crítico uma vez que, em junho, o único grupo gerador que funcionava (o número 1) também teria sofrido avaria (água no motor). Para a operação Atlântico teriam sido reparados os números 3 e 2. Ou seja, a corverta teria viajado só com metade dos geradores. A situação é normal em tempos de paz?
— Durante o teste de funcionamento, após reparo da avaria no gerador citado, ocorreu centelhamento (do relé de proteção), gerando fumaça. O chefe de máquinas, estava presente ao teste, participou da contenção da avaria. Admite-se o emprego do navio com apenas dois geradores em determinadas missões, onde se espera não necessitar da máxima disponibilidade de energia e em áreas próximas ao porto sede.

— Já de volta ao Rio, a Frontin teria apresentado avaria no grupo gerador número 3. Motivo teria sido a entrada de água no motor. A corveta teria ficado apenas com o gerador número um, pois quatro estariam desmontado há mais de um ano. A informação procede?
— Sim. Essa avaria aconteceu no motor gerador número 1, quando o selo da bomba de água salgada para resfriamento se rompeu.

— Sobre o episódio que noticiado pelo DIA em 20 de março, (dando conta que havia água dentro do navio) procede a informação que aquele problema teria sido fruto da explosão de um compressor de ar condicionado, que quase teria vitimado o cabo Constâncio. A tampa de aço do compressor teria sido ejetada, raspando a testa do cabo e destruindo a rede?
— A tampa se chocou com a rede de incêndio, rompendo-a, atingindo o braço do referido militar, que foi atendido na enfermaria.

NOTA DO PODER NAVAL, por Alexandre Galante: a corveta Frontin ainda não passou pelo PMG e “MOD” de meia-vida, programado para os navios da classe “Inhaúma”. Todos os navios estão sujeitos a problemas técnicos, mesmo os novos e que saem do estaleiro, pois são plataformas complexas.

A chamada do jornal que diz “situação pressiona que debate sobre reaparelhamento das Forças Armadas seja feito na sucessão presidencial” infelizmente não é verdadeira. A Defesa do Brasil não dá voto, por isso os candidatos à Presidência não dão a devida atenção à questão.

Como disse o comandante-em-chefe da Esquadra ao jornal, vice-almirante Eduardo Monteiro Lopes, “algumas pessoas, motivadas por interesses que desconhecemos, procuram trazer à baila assuntos e aspectos com evidente interesse de denegrir a nossa Instituição”.

FONTE: O Dia Online

SAIBA MAIS SOBRE AS CORVETAS CLASSE INHAÚMA:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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Com 96 metros de comprimento e 2.100 toneladas, a Corveta Frontin atracou na manhã desta quinta-feira no Cais da Marinha, no Porto de Santos.

O navio, que veio para apoiar a realização da 59ª Regata de Santos – Rio nesta sexta-feira, estará aberto para visitação pública neste domingo, das 14 às 18 horas.

A Corveta Frontin tem como Comandante o Capitão-de-Fragata Marcio Tadeu Francisco das Neves e permanecerá em Santos até a próxima segunda-feira, quando suspenderá às 9 horas.

FONTE:  A Tribuna de Santos / FOTO: http://naviosemriogrande.blogspot.com

SAIBA MAIS:

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Vídeo da V-32 Júlio de Noronha de

Para conhecer mais sobre a corveta Júlio de Noronha (V32), clique aqui.

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Recentemente modernizado, o “Chico Bento” teve participação de destaque nas buscas às vítimas e destroços do voo AF 447 da AIR FRANCE, acidentado ao largo do litoral nordestino. Depois da modernização, que incluiu a substituição das máquinas principais e auxiliares (o que proporcionou o aumento do “bollard pull” do navio) e melhorias nos compartimentos habitáveis, a Caboclo está pronta para permanecer em serviço ativo por muitos anos ainda.

Demonstrou, apesar da idade e dos “malhos” a que foi submetida, o verdadeiro valor de um navio de resgate e o propósito ao qual ele serve. Sem substitutos à altura, a classe Imperial Marinheiro continua com duas unidades em serviço (Imperial Marinheiro e Caboclo).

No próximo dia 16 de julho, a Caboclo completará 54 anos de sua Incorporação à Armada e muitos de nós, ao invés de mostrar preocupação sobre opções para substituí-la em todas as suas capacidades, preferem “meter o pau”.

Como curiosidade e demonstração de como tratamos com pouca seriedade o assunto, fica a lembrança de que hoje deveríamos estar discutindo a substituição de suas substitutas, pois a classe Imperial Marinheiro deveria ter saído de serviço já nos anos 80.

Últimas peripécias

  • No período de 2 de março a 13 de maio de 2009, a Corveta Caboclo participou da importante Comissão de Apoio à Marinha da Namíbia, quando escoltou e proveu apoio logístico ao Navio-Patrulha Namibiano Brendan Simbwaye, durante o seu trânsito do Brasil ao país africano. O Navio-Patrulha, do mesmo projeto da classe “Grajaú” da Marinha MB, com atualizações, foi construído pela Indústria Naval do Ceará (INACE) e, por não possuir autonomia para a travessia do Atlântico, foi reabastecido pela cinqüentenária Caboclo, que realizou duas fainas de Transferência de Óleo no Mar pela popa. Foram visitados os portos de Natal, Fortaleza, Ilha de Ascensão, Ilha de Santa Helena, Walvis Bay e Vitória.
  • A Corveta Caboclo participou das buscas à aeronave comercial “AIRBUS A-330-200 AIR FRANCE”, voo nº 447, que partiu do Rio de Janeiro em 31 de maio de 2009 com destino a Paris e caiu no mar, com 216 passageiros e 12 tripulantes a bordo.
  • No dia 1 de junho, às 10h15, a Corveta Caboclo desatracou de Maceió com destino ao ponto estimado do desaparecimento da aeronave, localizado a 680 milhas náuticas (1.260 km) de Natal e a 233 milhas náuticas (430 km) do Arquipélago de São Pedro e São Paulo.
  • Em 6 de junho, a Corveta Caboclo localizou e recolheu os 2 primeiros corpos, além de objetos que puderam ser identificados positivamente como sendo do voo 447 da AIR FRANCE, fato este que só foi informado à mídia após ter sido levado ao conhecimento dos familiares das vítimas, pelos representantes dos Centros de Comunicação Social da MB e da FAB. Este foi um cuidado observado em toda a operação, em respeito à angústia e dor desses familiares.

Ao todo, a Caboclo localizou e recolheu 133 destroços e 9 dos 51 corpos encontrados. Proveu, ainda, apoio logístico a outros meios, realizando três fainas de transferência de óleo diesel com Navios Patrulha da Classe Grajaú e uma faina de transferência de aguada para a Corveta Jaceguai. O Navio atracou no dia 19 de junho de 2009 em Recife-PE, onde os destroços foram desembarcados.

Clique aqui e acesse a página da Caboclo no NGB – Navios de Guerra Brasileiros, hospedado no Poder Naval Online.

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Foto de cima (Corveta Caboclo em faina de transferência de combustível para o Navio-Patrulha Namibiano Brendan Simbwaye): MB

Foto de baixo: Corveta Caboclo logo após o término da Inspeção Operativa pós-modernização, fotografada em Aratu.

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vinheta-destaqueO belo navio das fotos é a Baynunah, corveta de 1.500 toneladas, lançada ao mar pelo estaleiro CMN francês no dia 27.06, em Cherbourg,  para os Emirados Árabes Unidos. O contrato foi assinado em 2003 e prevê 4 navios, com opção de mais 2.

A construção do primeiro navio ocorreu na França e os demais da classe construídos nos Emirados, no Abu Dhabi Ship Building (ADSB), com transferência de tecnologia e supervisão técnica da CMN. O contrato de construção inclui o treinamento e o apoio logístico.

A Baynunah é baseada no projeto BR70 da CMN. Apesar do pequeno deslocamento, é um navio muito bem armado, com uma combinação de sensores de última geração, canhões e mísseis, capazes de enfrentar ameaças aéreas e de superfície.

O projeto do navio objetivou o cumprimento de missões multi-propósito no Golfo Pérsico, incluindo a proteção da ZEE, missões de paz, inteligência e minagem. (Clicar nas fotos para ampliar).

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FICHA TÉCNICA

baynunah

Comprimento: 72,00 m
Boca: 11,00 m
Calado: 2,80 m
Deslocamento básico: 770 t
Deslocamento carregada: 1.500 t
Velocidade máxima: 32 nós
Raio de ação: 2.400 milhas náuticas a 15 nós
Autonomia: 14 dias
Propulsão: 4 Diesel MTU 12V595 TE90, com 3 waterjets
Tripulação: 45 pessoas
Armamento:
8 x MM40 Block 3 Exocet
4 x MK56 oito células VLS para mísseis ESSM
1 x lançador Mk 49 RAM bloco 1A CIWS
1 x Oto Melara 76/62mm Super Rapide
2 x Rheinmetall MLG 27 milímetros
1 helicóptero

NOTA do BLOG: A Baynunah vai patrulhar um dos pontos mais críticos para o escoamento do petróleo no mundo, o Estreito de Hormuz, o que justifica seu armamento pesado.

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Esse é um novo projeto russo muito parecido, em termos de dimensões e armamento, com a corveta Barroso brasileira. Clicar nas fotos para ampliar e observar as características:

Comprimento : 105m
Boca: 13m
Deslocamento: 2.000t
Propulsão : CODAG
Potência: 27,500kWt
Velocidade: 27 nós
Autonomia : 4.000 milhas a 14 nós
Armamento: Um canhão A190 100mm, CADS-N-1 Kashtan CIWS, mísseis antinavio 3M24 Uran (SS-N-25) e um helicóptero Ka-27

rfs-steregushy2.jpg rfs-steregushy3.jpgrfs-steregushy4.jpg

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O navio da ilustração 3D é a BAYNUNAH, corveta de 72m que está sendo construída pela CMN francesa para os Emirados Árabes Unidos. O contrato foi assinado em 2003 e previa 4 navios, com opção de mais 2.

A construção do primeiro navio ocorre na França e os demais da classe serão construídos nos Emirados, no Abu Dhabi Ship Building (ADSB), com supervisão técnica da CMN.

O projeto inclui uma convôo para operar um helicóptero da classe do Panther, com um moderno sistema de auxílio a pousos com mar agitado, bem como um hangar.
As BAYNUNAH serão equipadas com um sistema de propulsão com três waterjets, acionados por 4 motores diesel, possibilitando uma velocidade máxima de 30 nós.

Há quem diga que o projeto do NaPaOc de 1.000t que a MB pretende construir será baseado nessa classe, já que os dois navios-patrulha de 500t que a Marinha está construindo também são projeto da CMN francesa. Será?

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