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	<title>Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante &#187; Emprego</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Petrobras abre inscrições para novo processo seletivo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 12:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
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		<description><![CDATA[A Petrobras abre amanhã as inscrições para novo processo seletivo público. As inscrições estarão abertas até o dia 29 de janeiro de 2010 e poderão ser feitas através do site da Fundação Cesgranrio. O concurso é destinado ao preenchimento de 622 vagas para 56 cargos de nível médio e superior. Para nível médio, a taxa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-19669 alignleft" title="vinheta-destaque" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-destaque.jpg" alt="vinheta-destaque" width="103" height="28" />A Petrobras abre amanhã as inscrições para novo processo seletivo público. As inscrições estarão abertas até o dia 29 de janeiro de 2010 e poderão ser feitas através do site da Fundação Cesgranrio. O  concurso é destinado ao preenchimento de 622 vagas para 56 cargos de nível médio e superior. Para nível médio, a taxa de inscrição é de R$ 27,00. Para nível superior, R$ 40,00.</p>
<p>Podem concorrer candidatos de nível técnico/médio para os cargos de inspetor de segurança interna júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de estabilidade júnior, técnico de exploração de petróleo júnior (eletrônica, geodésia e geologia), técnico de informática júnior, técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior, técnico de logística de transporte júnior (controle e operação), técnico de manutenção júnior (elétrica, eletrônica, instrumentação e mecânica), técnico de operação júnior, técnico de projetos, construção e montagem júnior (edificações, elétrica, eletrônica, estruturas navais, instrumentação, máquinas navais e mecânica), técnico de segurança júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior (administração, elétrica e mecânica), técnico de telecomunicações júnior e técnico químico de petróleo júnior.</p>
<p>Os candidatos de nível superior podem concorrer aos cargos de advogado júnior, analista ambiental júnior (biologia e oceanografia), analista de sistemas júnior (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), auditor júnior, bibliotecário júnior, contador júnior, dentista júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro civil júnior, engenheiro de equipamentos júnior (elétrica, eletrônica, inspeção, terminais e dutos), engenheiro de meio ambiente júnior, engenheiro de produção júnior, engenheiro de segurança júnior, engenheiro de telecomunicações júnior, engenheiro naval júnior, estatístico júnior, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, nutricionista júnior, psicólogo júnior e químico de petróleo júnior.</p>
<p>As provas serão realizadas em 21 cidades do país. As datas das provas e das demais etapas do concurso podem ser consultadas no edital.</p>
<p>A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Entre os benefícios, a Petrobras oferece previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros<br />
Os processos seletivos da Petrobras seguem a política de ingresso sistemático de novos empregados.</p>
<p>Até 2013, a empresa deve admitir cerca de 9 mil pessoas, com objetivo de atender às demandas do Plano de Negócios 2009-2013, que prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões nesse período.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Portos e Navios</p>
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		<title>Indústria naval renasce e já é 6ª do mundo</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/30/industria-naval-renasce-e-ja-e-6%c2%aa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Setor tem R$ 55 bilhões em investimento e encomendas, segundo o BNDES; com pré-sal, futuro é ainda mais promissor Em nove anos, empregos sobem de 2.000 para 45 mil; 5 estaleiros se somarão aos 25 já existentes e cada um pode ter até 3.500 funcionários Impulsionada pelas encomendas crescentes da Petrobras desde 2001 e especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/Eisa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21420" title="Eisa" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/Eisa.jpg" alt="Eisa" width="500" /></a></h2>
<h2>Setor tem R$ 55 bilhões em investimento e encomendas, segundo o BNDES; com pré-sal, futuro é ainda mais promissor</h2>
<p><strong>Em nove anos, empregos sobem de 2.000 para 45 mil; 5 estaleiros se somarão aos 25 já existentes e cada um pode ter até 3.500 funcionários</strong></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="size-full wp-image-19668 alignleft" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="103" height="28" /></a>Impulsionada pelas encomendas crescentes da Petrobras desde 2001 e especialmente pela exigência de compras de fornecedores locais introduzidas pelo governo Lula em 2003, a indústria naval brasileira renasceu nesta década e já é a sexta maior do mundo.</p>
<p><strong>As encomendas aos estaleiros e os novos investimentos somam R$ 55 bilhões, pelos cálculos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). São 195 embarcações já contratadas ou com a construção anunciada.</strong></p>
<p>A cifra coloca o país atrás de China, Coreia, Japão, União Europeia e Índia, mas à frente dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Em 2000, a indústria tinha menos de 2.000 empregados. Hoje, são 45 mil soldadores, mecânicos, entre outros trabalhadores</strong>. O número deve aumentar nos próximos anos com a instalação prevista de cinco novos estaleiros -cada um pode ter até 3.500 funcionários. <strong>Existem 25 estaleiros no país &#8211; todos privados, mas 2 foram arrendados à Petrobras.</strong></p>
<p>Cada nova unidade receberá investimentos de até R$ 1 bilhão e serão erguidas nos Estados de Alagoas, Bahia (duas, possivelmente), Espírito Santo e Rio -polo histórico da indústria naval e onde está a maior parte dos estaleiros do país.</p>
<p>Diferentemente da China &#8211; que se especializou e investiu pesado nos últimos cinco anos -, o motor da indústria naval brasileira não é o transporte marítimo de <em>commodities</em>, mas sim a exploração marítima de petróleo.</p>
<p>Esse segmento produz um volume menor de embarcações, mas faz unidades mais sofisticadas e caras. Nele, a liderança global é de Cingapura e da Coreia -líderes mundiais em tecnologia e com altos subsídios governamentais.</p>
<h2>Tempo e dinheiro</h2>
<p><strong>Cada plataforma de produção de petróleo pode custar mais de US$ 2 bilhões e consumir até dois anos de trabalho. Uma sonda de perfuração &#8211; usada na exploração dos campos marítimos &#8211; não sai por menos de US$ 1 bilhão.</strong> Já um petroleiro varia de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões, de acordo com o porte da embarcação, e leva pelo menos oito meses para ficar pronto.</p>
<p>No Brasil, a indústria ressurgiu na esteira das encomendas da Petrobras e tem um estímulo adicional graças à descoberta do pré-sal. Mas começam a aparecer também novos clientes: a estatal Venezuelana PDSVA encomendou dez petroleiros ao estaleiro Eisa &#8211; já recebeu o primeiro -, e a Vale vai fazer uma concorrência para a construção de quatro navios de grande porte para o transporte de minério de ferro.</p>
<p>Com o advento do pré-sal, grupos nacionais -como o Sinergy (estaleiros Eisa e Mauá); Camargo Corrêa e Queiroz Galvão; OAS e Setal- e internacionais -STX (Coreia) e Jurong (Cingapura)- já decidiram ou estudam instalar novos estaleiros. Outros três farão ampliações de suas instalações.</p>
<p>Waldemiro Arantes Filho, presidente do STX no Brasil, diz que a unidade será construída no Ceará em duas etapas: a primeira com investimento de US$ 100 milhões (barcos menores de apoio à exploração de petróleo); a segunda custará US$ 500 milhões (plataformas e petroleiros).</p>
<p>Localizado em Pernambuco, no porto de Suape, o estaleiro Atlântico Sul é hoje o mais moderno do país e conta como uma área em seu entorno que permite ampliação para deixá-lo do porte dos estaleiros gigantes sul-coreanos Hyundai, STX e Samsung. Os demais precisam de atualização tecnológica.</p>
<p>Fernando Tourinho, conselheiro do Atlântico Sul, diz que o grupo negocia uma participação acionária minoritária da coreana Samsung e estuda instalar um novo estaleiro, além de ampliar as instalações em Suape. &#8220;Com o pré-sal, temos um horizonte promissor.&#8221;</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Pré-sal estimula criação de cinco novos estaleiros</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/25/pre-sal-estimula-criacao-de-cinco-novos-estaleiros/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo menos cinco estaleiros estão prestes a nascer por causa das bilionárias encomendas do setor de petróleo e gás, principalmente das áreas do pré-sal. Os novos empreendimentos e alguns estaleiros já existentes apresentaram onze projetos à Marinha Mercante, com o objetivo de obter financiamento que pode chegar a cerca de R$ 8 bilhões ao longo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="size-full wp-image-19668 alignleft" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="103" height="28" /></a>Pelo menos cinco estaleiros estão prestes a nascer por causa das bilionárias encomendas do setor de petróleo e gás, principalmente das áreas do pré-sal. Os novos empreendimentos e alguns estaleiros já existentes apresentaram onze projetos à Marinha Mercante, com o objetivo de obter financiamento que pode chegar a cerca de R$ 8 bilhões ao longo dos próximos anos.</p>
<p>O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) estima que o setor fechará este ano com 46 mil empregos, aumento da ordem de 10% em relação a 2008.</p>
<p>&#8220;O pré-sal vai dar um trabalho enorme para a indústria brasileira&#8221;, diz Sérgio Leal, secretário-executivo do Sinaval. Os investimentos de R$ 121 bilhões para explorar as reservas do país, entre as quais as localizadas nos blocos do pólo de Santos, preveem encomendas de sondas de perfuração, barcos de apoio e plataformas. O país possui hoje 28 estaleiros e serão necessários &#8220;30 e tantos para absorver tantas encomendas&#8221;, segundo Leal.</p>
<p>&#8220;O Brasil possui hoje a quinta maior carteira de petroleiros do mundo, sem contar o pré-sal&#8221;, acrescentou Leal, referindo-se a compra de 46 navios pela Transpetro, braço da Petrobras para a área de transportes.</p>
<p>Cerca de 60% de todo o investimento da indústria brasileira nos próximos três anos partirão do setor de petróleo e gás, de acordo com Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). O especialista alerta para a necessidade de investimentos maiores em pesquisa e desenvolvimento pelas empresas que fazem parte da cadeia produtiva. Renault também afirma que os fornecedores precisam de incentivos diferenciados como isenção de impostos para dar conta da demanda da Petrobras.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Último Segundo &#8211; São Paulo,SP/Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro</p>
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		<title>Mais 240 mil empregos com o pré-sal</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 18:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente da Petrobras prevê a abertura dessas vagas em oito anos para suprir toda a cadeia produtiva da exploração de petróleo A exploração de petróleo da camada pré-sal vai gerar mais de 240 mil empregos até 2016. A previsão é do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que participou ontem, em Brasília, de um debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Presidente da Petrobras prevê a abertura dessas vagas em oito anos para suprir toda a cadeia produtiva da exploração de petróleo</h2>
<p><img class="size-full wp-image-12293 alignleft" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="100" height="25" />A exploração de petróleo da camada pré-sal vai gerar mais de 240 mil empregos até 2016. A previsão é do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que participou ontem, em Brasília, de um debate sobre a proposta do novo marco regulatório do petróleo e os desafios tecnológicos para a exploração do petróleo em águas ultraprofundas. “Essas pessoas serão treinadas não para a Petrobras, mas para a cadeia de suprimentos que irá nos atender”, explicou Gabrielli. Segundo o executivo, o treinamento desses profissionais envolve instituições de ensino brasileiras com 29 redes temáticas e mais de 500 pesquisadores. A iniciativa da Petrobras de capacitar mão de obra para o pré-sal está alinhada ao pacote de incentivos que governo está preparando para a indústria nacional.</p>
<p>“Isso cria, fora da Petrobras, laboratórios de alto nível, capacitação de análise e interpretação e capacitação das áreas de ciência básica e aplicada, tendo um impacto não somente sobre a Petrobras, mas também sobre a engenharia brasileira, sobre o desenvolvimento dos projetos e a pesquisa em geral do nosso país”, definiu Gabrielli.</p>
<p><strong>A previsão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), encarregado de elaborar a política industrial para a cadeia produtiva do pré-sal, é de que dois terços dos equipamentos para extrair o pré-sal sejam produzidos no Brasil no período de três anos</strong>. Para isso, será necessário oferecer condições de financiamento e tributação semelhantes aos principais concorrentes do Brasil nessa área, em especial, a Coreia do Sul, líder na indústria naval. <strong>A estimativa é de investimento de US$ 80 bilhões em 10 anos. Fora isso, a Petrobras tem um plano de investimentos de US$ 174 bilhões para os próximos cinco anos.</strong></p>
<p>Para que o pacote de incentivos tenha os resultados esperados, Alberto Machado, diretor executivo da área de petróleo e gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), defende que as isenções tributárias e condições de financiamento especiais sejam estendidas para todos os elos da cadeia produtiva. <strong>“As empresas brasileiras têm uma grande produtividade, mas, em alguns casos, acabam perdendo. Primeiro porque, quando tem uma concorrência em que participam empresas brasileiras e estrangeiras, as estrangeiras são exportadoras, e todo país quando exporta incentiva suas empresas com redução de impostos e taxas de juros às vezes até subsidiadas”</strong>, justifica.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>Segundo Machado, além dos subsídios, as companhias internacionais têm ainda outra série de vantagens sobre as concorrentes nacionais exatamente porque as brasileiras operam no mercado interno. Segundo ele, mesmo quando há mais incentivos às empresas locais, eles não abrangem todo o setor produtivo no qual atua uma organização. “Esse setor não tem, em muitos casos, o incentivo permeando toda a cadeia. Às vezes, esse incentivo fica só no primeiro ou no segundo nível”, explica. E exemplifica: <strong>“O fundo de marinha mercante empresta para o armador, o armador compra no estaleiro, mas nem sempre os benefícios do empréstimo do Fundo de Marinha Mercante, que têm condições especiais e até compatíveis com as condições existentes no mundo, migram para a cadeia produtiva. Então, o fornecedor dos equipamentos, o fornecedor das partes e peças que vão para os equipamentos acabam não tendo competitividade para participar desse crescimento”.</strong></p>
<p>Questiona-se, obedecidas essas condições, a indústria nacional tem condições de atender à demanda do pré-sal, Machado é assertivo. “Sem dúvida alguma. Não é nenhum problema para a indústria atender à demanda. É claro que nenhum país do mundo é autossuficiente. Nenhum país do mundo quer vender 100%, mas ter uma participação representativa, significativa dos montantes que a Petrobras e as outras empresas de petróleo vão adquirir é muito importante”, ressaltou. Em 2008, as vendas dos associados da Abimaq para o setor de petróleo e gás somaram cerca de R$ 9 bilhões, entre 10% e 15% de faturamento de R$ 72 bilhões do segmento. Machado estima que esse percentual pode, no mínimo, dobrar.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>Alguns setores já têm participação expressiva da indústria nacional, a exemplo da área de materiais submarinos (75%) e da fabricação de navios (65%). O executivo pondera que alguns equipamentos têm uma complexidade tecnológica restrita a poucos fornecedores e continuarão sendo importados. “Mas aquilo que puder ser feito no Brasil e tiver condições, vai ser feito. E o que o empresário precisa, de alguma forma, é ter uma noção de que forma esses investimentos vão ser distribuídos no tempo. Se tem uma possibilidade e uma probabilidade clara de o investimento existir, aí é risco do negócio investir ou não. E eu não tenho dúvida que o empresário vai investir.”<br />
&#8220;Essas pessoas serão treinadas não para a Petrobras, mas para a cadeia de suprimentos que irá nos atender”<br />
José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras</p>
<h2>R$ 80 bilhões&#8230;</h2>
<p>&#8230; é o valor necessário, segundo o BNDES, para desenvolver a cadeia produtiva do pré-sal em 10 anos.<br />
<strong><br />
FONTE</strong>: Correio Braziliense &#8211; 26/09/2009</p>
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