COLABOROU: Ezequiel Ferreira Leite
Em meio a disputas marítimas e territoriais com países vizinhos, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China (LP) comissionou hoje a primeira de uma “nova geração” de fragatas stealth.
Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, a fragata tipo 56, antes conhecida apenas pelo número 582, foi batizada de Bengbu durante a cerimônia realizada no porto de Zhoushan, na província de Zhejiang, no leste da China.
O modelo tipo 56, desenvolvido totalmente com tecnologia nacional, a princípio será empregado em missões de escolta e operações anti-submarino.
FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)
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A fragata francesa FREMM Aquitaine suspendeu hoje do porto do Rio de Janeiro para realizar exercícios com navios da Marinha do Brasil. A fragata Aquitaine, com 104 tripulantes a bordo, está em missão de avaliação de três meses no Atlântico Sul e Norte.
A classe FREMM é a peça chave da proposta francesa para o projeto PROSUPER da Marinha do Brasil, para modernizar a frota de superfície brasileira. Sua viagem pelo Atlântico Norte e Sul vai qualificar o navio como ‘sea proven’ (clique nas imagens para ampliar).
A China lançou ontem (25) a primeira embarcação da nova classe de fragatas stealth equipadas com mísseis para substituir modelos mais antigos e aumentar a capacidade do país em realizar patrulhas e escoltar navios e submarinos em águas em disputa nos mares do Sul da China e da China Oriental.
A primeira embarcação do grupo foi entregue anteriormente à Marinha na segunda-feira em Xangai, que abriga um dos maiores complexos de estaleiros navais, de acordo com um agência de notícias Xinhua e o site da Marinha.
Recém-promovido comandante da Marinha, o almirante Wu Shengli participou da cerimônia de entrega da fragata, afirmou a Xinhua, uma indicação da importância dada a missão dos novos navios.
Os navios, que também conseguem transportar helicópteros, apresentam um design sofisticado para serem mais silenciosos e mais difíceis de serem detectar por radar. Além disso, as embarcações estão armadas com mísseis antinavio e explosivos antiaéreos. Eles também precisam de uma tripulação de apenas 60 pessoas, dois terços a menos que os navios mais antigos, uma grande vantagem que deve aumentar a eficiência e aliviar custos de treinamento e recrutamento.
Até agora, a Marinha permaneceu distante das ilha disputadas pela China com outros países, a fim de evitar novas tensões. No entanto, a China não esconde seu desejo de ampliar o alcance de sua capacidade naval. A Marinha tem recebido atenção considerável em modernização militar da China. As informações são da Associated Press.
FONTE: O Estado de S. Paulo
FOTOS: China Defense Blog
22 de junho de 2012 – A Navantia e a Armada Espanhola começaram as provas de mar finais da fragata “Cristóbal Colón” (F-105), em Ferrol (norte da Espanha), programadas para durar uma semana.
Durante os testes, o estaleiro testa a integração correta do sistema de combate na plataforma, incluindo testes de de todos os sensores e armamentos de bordo, incluindo os antiaéreos, antissubmarino, guerra eletrônica e exercícios de comunicações.
Para criar diversos cenários de combate, a Navantia contou com a colaboração de diversas unidades de superfície, incluindo uma outra fragata da class F-100, bem como estações de rádio em terra e satélites de comunicação.
A Navantia integrou o sistema de combate SPY-1D (V) a bordo, tornando a fragata F-105 a mais avançada de todas da classe F-100. Também, incorporou o mais alto nível de nacionalização em sensores e armamento, o que foi um grande desafio para o estaleiro.
As provas de mar contaram com 300 pessoas a bordo, incluindo o staff da Navantia, pessoal da Armada Espanhola e auxiliares da indústria. Espera-se também receber o pessoal australiano, como parte do programa de treinamento que a Navantia está oferecendo no contrato do AWD, o projeto do destróier australiano baseado no F-105.
“Cristóbal Colón” F-105
Principais características:
- Comprimento na linha d’água ………………………. 133,20 m
- Deslocamento à plena carga ………………………… 6.041 t
- Calado com carga total ……………………………….. 5,00 m
- Velocidade máxima …………………………………… 28,5 nós
- Velocidade de cruzeiro ……………………………….. 18 nós
- Autonomia à velocidade de cruzeiro ……………… 4.500 milhas
- Tripulação …………………………………………………. 234 pessoas
Significativos dados de construção naval:
- Número de compartimentos: 573
- Toneladas de casco de aço: 2.450 t.
- Metros de cabo: 315.000 m.
- Metros de tubulação: 37.000 m.
FONTE/FOTOS: Navantia
Poucas semanas depois dos testes do primeiro helicóptero embarcado a bordo da fragata FREMM Aquitaine, a DCNS, a Marinha Francesa e da Agência de Aquisições Defesa Francesa (DGA) concluíram com êxito uma nova série de ensaios de pouso na plataforma, desta vez com o novo helicóptero pesado Caiman Marine (NH90), que recentemente entrou em serviço operacional com a Marinha Francesa.
Depois de ter conduzido com sucesso a aterragem no convoo em janeiro para qualificar o convés de voo da FREMM Aquitaine com um helicóptero Lynx da classe de cinco toneladas, a DCNS, a Marinha francesa e a DGA organizaram os primeiros pousos no deck de um helicóptero Caiman Marine da classe de 10 toneladas a bordo da fragata. Como nos ensaios anteriores com o Lynx, os pilotos navais franceses apreciaram a ausência de turbulência acima do convés de voo em todas as posições de pouso.
“Este primeiro pouso no deck com o novo helicóptero Caiman é um marco importante no programa FREMM: o helicóptero, juntamente com o sistema de combate projetado e desenvolvido pela DCNS, trará às fragatas FREMM recursos sem precedentes para um navio de guerra”, disse Vincent Martinot-Lagarde, gerente do programa FREMM da DCNS. “O pessoal da DCNS, Marinha francesa e da DGA intensificaram os seus esforços para garantir o sucesso destes ensaios.”
Os ensaios de pouso na plataforma, realizados à luz do dia e à noite, fazem parte dos procedimentos necessários para qualificar as fragatas FREMM para a operação de helicópteros de classe de 10 toneladas. Além disso, a campanha foi uma oportunidade para testar a manutenção a bordo e as instalações de armazenagem de um helicóptero Caiman.
O Caiman Marine (NH90) é um dos carros-chefe da indústria europeia de helicópteros. Ele é projetado para todos os tipos de missões navais e marítimas (guerra antissubmarina, guerra anti-superfície e anti-terrorismo) e será operado por navios da Marinha Francesa.
A fragata FREMM Aquitaine vai deixar o porto de novo em poucos dias para os ensaios do sistema de combate. A entrega do navio à Marinha Francesa está prevista para o terceiro trimestre de 2012.
FREMM, um importante programa para a DCNS e parceiros
O programa francês FREMM prevê 12 navios – 11 para a marinha francesa e um para a Marinha Real Marroquina.
As fragatas FREMM estão entre os mais avançados tecnologicamente e com preços competitivos no mercado mundial. Estes navios de guerra fortemente armados estão sendo construídos pela DCNS como contratada principal para transportar armas e sistemas no estado-da-arte, incluindo o radar multifunção Herakles, mísseis de cruzeiro MdCN, mísseis antiaéreos Aster, mísseis antinavio Exocet MM40 e torpedos MU90.
Eles são inerentemente versáteis para fornecer uma resposta a todos os tipos de ameaças. Líder mundial em inovação garante que eles ofereçam níveis inigualáveis de interoperabilidade e disponibilidade. O contrato para construir uma fragata FREMM para a Marinha Real Marroquina demonstra que o tipo também atende às necessidades e expectativas de marinhas clientes internacionais.
Dados técnicos da FREMM
• Comprimento: 142 m
• Largura: 20 m
• Deslocamento: 6.000 toneladas
• Velocidade máx: 27 nós
• Tripulação: 108 (incluindo tripulação do helicóptero)
• Alojamento: 145 homens e mulheres
• Alcance: 6000 milhas náuticas (a 15 nós)
Na segunda-feira, 9 de janeiro de 2012, a fragata F-105 “Cristóbal Colón” (Cristóvão Colombo), em construção para a Marinha Espanhola no Estaleiro Fene-Ferrol da Navantia, realizou a manobra de saída da doca n º 2 do estaleiro, após um período de docagem para o condicionamento do casco para as provas de mar dos sistemas da plataforma, que estão agendadas para março de 2012.
Da mesma forma, e durante todo este mês, ocorrerá a integração completa de testes funcionais de subsistemas do sistema de combate, cujas provas de mar terão lugar no mês de maio. A construção da fragata está agora em fase final de conclusão e teste de armas, com a entrega final esperada pela Armada Espanhola em julho deste ano.
Apesar da fragata F-105 ser uma continuação das quatro irmãs da série F-100, o novo navio incorpora soluções de design e aplicações de tecnologia no século atual. O resultado é um novo projeto, comparado aos navios mais avançados do mundo, capaz de enfrentar os desafios mais exigentes às ameaças presentes e futuras, especialmente os pontos a seguir:
- Desempenho multifunção excelente em todos os estados de mar.
- Escolta oceânica de grande capacidade.
- Otimizado para funcionar como navio de comando e controle em um ambiente de conflito, capaz de operar integrado com uma frota aliada e fornecer cobertura para forças expedicionárias.
- Pronto para operar em áreas costeiras e em alto mar de forma flexível, de acordo com as exigências de cada situação de conflito.
- Elevada capacidade antiaérea.
Também são dignas de nota as seguintes melhorias para o F-100 série:
- Sistema Aegis da Lockheed Martin em torno do Radar SPY-1D (V).
- Integração do Sistemas Aegis a novos sensores e armas através de uma nova versão nacional de sistemas de CDS desenvolvido pela Navantia Faba.
- Sistema de Controle de Nova Plataforma Integrada desenvolvido pela Navantia Faba.
- Atualização do Sistema de Rede de Distribuição de Dados de Navegação.
- Motores propulsores Navantia / Caterpillar Bravo 16V.
- Novo sistema para “abastecimento no mar”.
- Propulsor retrátil propulsor para manobras e emergências.
Vale ressaltar que a excelência da fragata F-105 tem encontrado o seu melhor respaldo na eleição da Navantia, pela exigente Marinha Australiana, como projetista dos seus destróieres AWD, atualmente em construção, cujo projeto se baseia na F- 105.
Fragata F-105 ”Cristóbal Colón”
Principais Características:
- Comprimento: 133,20 m.
- Deslocamento de carga total: 6.041 t.
- Calado com carga total: 5,00 m.
- Velocidade máxima: 28,5 nós
- Velocidade de cruzeiro: 18 nós
- Alcance em velocidade de cruzeiro: 4.500 milhas
- Tripulação: 234 pessoas
Destaques da construção:
- Número de compartimentos …………………….. 573
- Toneladas de aço de casco ………………… 2.450 t.
- Metros de cabos ……………………………….. 315.000 m.
- Metros de tubulações ………………………………. 37.000 m.
Com a presença de inúmeros convidados e representantes da Política, Marinha e Indústria, bem como da força de trabalho da Blohm + Voss, ocorreu a cerimônia de batimento de quilha da primeira fragata classe 125, no edifício doca 12 no estaleiro de Hamburgo.
A cerimônia foi organizada pelo Grupo de Trabalho F125 (ARGE F125), que consiste da ThyssenKrupp Marine Systems AG – que contratou a Blohm + Voss GmbH Naval para completar a encomenda – e Friedrich Lürssen Werft GmbH & Co.
Depois do projeto e fase de gestão de três anos, e seis meses após o início da produção da primeira seção, a celebração da primeira seção do casco marca a continuação da construção da fragata de 125, de acordo com o cronograma.
Na execução do programa da fragata F125, a indústria naval alemã vai mais uma vez demonstrar a sua capacidade de inovar e sua força inata. Concebidas e equipadas para emprego como parte de missões de defesa aliadas e prevenção de crises, bem como para apoiar missões de resgate humanitário, guerra contra o terrorismo e a guerra assimétrica, a classe 125 é uma das fragatas mais avançadas do mundo.
A versatilidade de missão da fragata classe 125 é alcançada graças a um modelo de tripulação inovador e uma implementação sistemática e técnica do princípio da utilização intensiva de capacidades: apesar do número de tripulantes consideravelmente reduzido, esta abordagem significa que a duração da missão pode ser estendida de forma significativa além do limite típico para fragatas.
O contrato de construção assinado em junho de 2007 estipula a produção de um total de quatro fragatas da classe 125, que devem ser entregues pelo consórcio entre a primavera de 2016 e 2018. O programa da Marinha Alemã de fragatas tem um papel fundamental a desempenhar, não só para garantir a retenção do conhecimento e inovação da construção naval alemã e dos fornecedores deste setor, mas também na manutenção da segurança no emprego, pois é uma das principais indústrias da Alemanha.
FONTE: ThyssenKrupp
Empresa de dragagem do Rio arrematou em leilão a fragata Dodsworth, que a Marinha comprou da Inglaterra em 1996 e baixou ao estaleiro em 2004, por falta de verba para manutenção. Estava toda ok.
FONTE: www.claudiohumberto.com.br / FOTO: Poder Naval
Nota do Editor: Segue extrato do DOU referente ao leilão do casco da Dodsworth
LEILÃO N EGPN-044/2011
Por ordem do Diretor-Presidente da EMGEPRON faço público que será publicado o Resultado da Licitação EGPN N 044/2011, modalidade Leilão, conforme segue: 1.Objeto – Alienação por venda, de 01 (um) casco da Ex-Draga Ipanema, pertencente à Base Hidrográfica da Marinha em Niterói – BHMN e 01 (um) casco Ex- Fragata Dodsworth, pertencente ao Comando do 2º Esquadrão de Escolta – COMESQDE-2; 2.Vencedor do lote 01: Empresa COROA GRANDE DRAGAGEM LTDA., CNPJ n 42.426.007/0001-10, no valor total de R$ 1.380.000,00 (um milhão, trezentos e oitenta mil reais).
LUIS ANGELO DE CARVALHO FILIPPO
Presidente da Comissão de Licitação
Em 6 de outubro, nas águas ao largo do Golfo de La Spezia, foi realizado o primeiro cruzeiro da fragata da classe “FREMM” Carlo Bergamini, da Marina Militare Italiana. Os testes realizados no mar foram satisfatórios, devido ao profissionalismo dos trabalhadores e tripulação da unidade, que tem participado ativamente em todos os ensaios realizados.
A FREMM italiana concorre com outras fragatas ao Prosuper, Programa de Navios de Superfície, que visa equipar a Esquadra Brasileira com navios de escolta de 6.000 toneladas.
NOTA DO EDITOR: Caramba, esse navio ficou bonito! Só podia ser italiano…
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Leia matéria completa sobre a missão da fragata União que partiu hoje para o Líbano no site da Alide, clicando aqui.
Navio da Marinha participará de missão de paz da ONU para auxiliar no controle das fronteiras e evitar a entrada ilegal de armas no país árabe
Roberto Godoy, de O Estado de S.Paulo
A fragata F-45 União, da Marinha do Brasil, parte na quinta-feira, 6, da Base Naval de Mocanguê, em Niterói, levando 300 militares para participar da Força-Tarefa Naval das Nações Unidas no Líbano. A missão é complexa: garantir a paz e a segurança no sul do país e “auxiliar no controle das fronteiras de modo a evitar a entrada ilegal de armas e materiais correlatos”, de acordo com o almirante Sávio Nogueira, comandante da Força de Superfície.
A possibilidade de um confronto é grande. Desde 2006, a Força-Tarefa inspecionou 28,2 mil embarcações e encaminhou 400 delas para inspeção do governo do Líbano. Foram disparados 69 tiros de advertência, destinados a intimidar navios que não obedeceram à ordem de verificação. Segundo o assessor da Unifil, Jean D’Escragnole, “até agora não foi necessário adotar nenhuma medida mais forte”.
A bordo da União seguem fuzileiros navais e mergulhadores de combate, os Grumec, time de forças especiais da Marinha. A fragata é a mais nova das seis – ou sete, se considerada a “Brasil”, convertida em navio-escola – compradas no estaleiro inglês Vosper Thornycroft.
Quatro foram construídas em Portsmouth. As três últimas saíram do Arsenal da Marinha, no Rio. A União é a mais nova, recebida em 1980. Revitalizada entre 1997 e 2003, a frota ganhou recursos eletrônicos atualizados, como um radar com alcance na faixa de 200 quilômetros e um sistema de combate que dá prioridade à ação antissubmarino. Um helicóptero armado Super Lynx é orgânico da F-45.
A fragata volta ao Brasil só em junho de 2012. “Se houver necessidade, o meio poderá ser substituído”, diz Sávio. A Força-Tarefa (FTM) é formada por oito navios – três da Alemanha, mais dois de Bangladesh, um da Turquia, um da Grécia e um do Brasil. O governo de Beirute dispõe apenas de embarcações leves, para patrulha em águas rasas.
O comandante da FTM é o contra-almirante brasileiro Luiz Caroli, apoiado por quatro oficiais e quatro praças, também do Brasil, o seu estado-maior.
Pelo telefone, Caroli disse ao Estado que “o objetivo da missão é colaborar com a paz e dar projeção e protagonismo internacional ao País”. Para o oficial, “trata-se de um trabalho delicado em uma região de grande tensão, uma experiência profissional única, engrandecedora”.
FONTE: Estadão / FOTO: www.naviosbrasileiros.com.br
O Plenário aprovou nesta terça-feira a Mensagem 402/11, do Executivo, que autoriza a Marinha brasileira a enviar um navio com aeronave e até 300 militares para integrar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), cuja Força-Tarefa Marítima (FTM) é comandada por um militar brasileiro. A mensagem, transformada no Projeto de Decreto Legislativo 443/11, será enviada para votação no Senado.
A urgência para a votação da mensagem decorre da proximidade da data de saída do navio, marcada para 4 de outubro.
Atualmente, a Unifil conta com a participação de 35 países, incluído o Brasil, e mobiliza cerca de 12 mil militares e policiais, além de mil funcionários civis. O orçamento anual da missão é de 545 milhões de dólares (cerca de R$ 900 milhões).
O navio brasileiro que será enviado ao Líbano servirá como navio capitânia da frota aportada na região, que é composta ainda de três navios alemães, dois de Blangadesh, um da Grécia, um da Indonésia e um da Turquia.
FONTE: Agência Câmara / FOTO: Silvio Roberto Smera
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A Marina Nacional do México é ainda a feliz proprietária de quatro fragatas da classe Knox, que são conhecidas como classe “Allende”:
- ARM Ignacio Allende (F-211) – ex-Stein FF-1065
- ARM Mariano Abasolo (F-212) – ex-Marvin Shields FF-1066
- ARM Guadalupe Victoria (F-213) – Pharris FF-1094
- ARM Almirante Francisco Javier Mina (F-214) – ex-Whipple FF-1062
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A Marinha de Taiwan (Republic of China Navy – ROCN) recebeu 8 fragatas da classe “Knox” (classe “Chin Yang”) e as equipou com mísseis Standard SM-1 em contêineres, dando aos navios uma capacidade de defesa antiaérea de área limitada.
Os mísseis Standard, o sistema de combate modular H-930 e os radares de busca foram retirados dos destróieres da classe Gearing descomissionados.
A principal função das Knox na ROCN é a guerra antissubmarino e já demonstraram sua eficácia no rastreamento de submarinos chineses ao longo da costa.
ARTE: Shipbucket
Na foto histórica de 1 de outubro de 1987, cinco navios do USS Midway (CV41) Battle Group navegando lado a lado. Da esquerda para a direita, as fragatas USS Kirk (FF 1087), USS Francis Hammond (FF 1067), USS Lockwood (FF 1064) e USS Knox (FF 1052) e o destróier de mísseis guiados USS Towers (DDG 9).












































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