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O navio de transporte anfíbio San Marco, da classe San Giorgio da Marinha italiana, e o contratorpedeiro Severromorsk, da classe Udaloy da Marinha russa, realizaram nessa semana exercícios de combate à pirataria no Golfo de Aden. Durante a operação Ocean Shield as forças de ambos os países praticaram a retomada de uma embarcação sequestrada, prisão de piratas e libertação de reféns.

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FONTE: Militaryphotos.net

Um destacamento especial de navios da Marinha russa foi estabelecido no sábado nas águas do Mar Mediterrâneo, informou hoje o serviço de imprensa do Distrito Militar Ocidental da Frota do Norte.

O grande navio antissubmarino da Frota do Norte, “Vitse-admiral Kulakov”, encabeçou o deslocamento, do que participam navios de abastecimento da Frota do Mar Negro – petroleiro “Ivan Bubnov” e rebocador marítimo MB-304.

Nos próximos dias o destacamento da Marinha russa realizará uma navegação para o Mar Vermelho através do Canal de Suez, e depois destinar-se-á para o Golfo de Aden, onde cumprirá sua tarefa de proteção de navios civis.

FONTE: Voz da Rússia

A maneira russa de lidar com piratas somalis

COLABOROU: João Henrique

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Partiu do porto de Vladivostok nesta segunda-feira, 29, o destróier Almirante Panteleyev, para se juntar às outras unidades de guerra russas em operação nas águas do golfo de Aden, no oceano Índico.

Com esse destróier, a força naval da Rússia naquela área é composta por oito navios de guerra, um navio-tanque e um rebocador de resgate.

A missão dessa esquadra russa é de proteger os comboios mercantes nas águas do golfo de Aden, do mar da Arábia e, de forma mais ampla, do restante do oceano Índico, regiões assoladas pela ação de navios piratas procedentes da costa africana.

FONTE: Diário da Russia

‘Big E’ no Golfo de Aden

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) fotografado no dia 7 de junho, no Golfo de Aden. O navio realiza operações de segurança marítima na área de responsabilidade da 5ª Frota.

O Enterprise foi o primeiro porta-aviões nuclear do mundo e entrou em serviço em 25  de Novembro de 1961.

FOTOS: US Navy

A China enviou na quarta-feira passada (30.06) sua sexta flotilha de escolta para o Golfo de Áden e águas somalis.

A flotilha leva mais de 1.000 homens, incluindo forças especiais da Marinha, que irão substituir a quinta flotilha, que esteve naquelas águas por mais de 3 meses.

A navio de assalto anfíbio Kunlunshan (998), o destróier Lanzhou e o navio de suprimentos Weishanhu são os navios enviados.

Este é o primeiro deslocamento de um LPD chinês da classe “Yuzhao” (071), de 18.500 toneladas, para uma missão dessa natureza. Clique no gráfico abaixo para ver detalhes do navio.

Os navios de guerra chineses já escoltaram 2.248 navios mercantes chineses e estrangeiros na região, infestada por ataques piratas, desde dezembro de 2008.

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Marshal Shaposhnikov

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Fuzileiros navais do destróier russo Marshal Shaposhnikov, classe Udaloy (fotos deste post), invadiram o petroleiro liberiano  MoskowUniversity, sequestrado por piratas no Golfo de Aden, liberando sua tripulação de 23 homens e sua carga de óleo, que pode valer até US$ 50 milhões, informaram oficiais da Marinha Russa.

Ninguém da tripulação ficou ferido na operação de resgate na madrugada de quinta-feira. O Ministério Público russo disse que um pirata foi morto e alguns feridos. Dez piratas foram levados em custódia.

Sob a lei russa, os piratas somalis capturados terão de enfrentar acusações de pirataria com o uso da violência e armas, um crime passível de uma pena máxima de até 15 anos de prisão, de acordo com Vladimir Markin, porta-voz do Comitê de Investigação da Procuradoria Geral da República.

Mais ao sul da costa da Tanzânia, piratas fracassaram na quarta-feira na tentativa de sequestrar um navio de bandeira sul-coreana.

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Mapa: Lloyds MIU – Maritime Intelligence Unity