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O terceiro navio de comando e projeção de força da Marinha Francesa BPC Dixmude, da classe “Mistral”, foi entregue à agência francesa de compras de defesa (DGA) três meses antes do cronograma inicial do contrato.

A DGA teve a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012. Este sucesso é o resultado de extraordinária cooperação entre as indústrias parceiras DCNS e STX France. A concepção, construção e testes do navio foram realizados em estreita parceria com a DGA e equipes da Marinha Francesa.

Gérard Longuet, o ministro francês da Defesa e Assuntos dos Veteranos, elogiou esta conquista depois du uma vista ao BPC Dixmude em Toulon, no sábado, dia 14 de janeiro de 2012.

A DGA encomendou o BPC Dixmude em abril de 2009, no âmbito do pacote do governo francês de estímulo econômico. A entrega à DGA foi marcada para o final do primeiro trimestre de 2012 e a entrada em serviço ativo na Marinha francesa no final do ano. No entanto, a DGA foi capaz de aceitar a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012, três meses antes do prazo do contrato.

O BPC Dixmude, terceiro navio de comando e projeção de força (BPC) da Marinha Francesa, se beneficiou das lições aprendidas durante a construção dos dois primeiros navios da classe “Mistral” e uma cooperação eficaz entre o construtor naval STX France e a DCNS, que tem a responsabilidade pelo sistema de combate e apoio logística.

A STX France coordenou as operações industriais e construiu o sistema de plataforma e de propulsão, bem como a instalação de equipamentos de bordo. Depois de testes no mar bem sucedidos, o BPC Dixmude voltou a Toulon em julho de 2011. A DCNS, em seguida, integrou e testou o sistema de combate, incluindo sistemas de comunicação, navegação e capacidades de gerenciamento de combate.

Entre abril de 2009, quando o primeiro aço foi cortado, e julho de 2011, quando a plataforma foi entregue, a STX France ultrapassou consistentemente o cronograma de produção. A DCNS também foi capaz de validar o sistema de combate com apenas três testes no mar, em vez dos seis programados no âmbito do contrato.

O compromisso e a disponibilidade dos participantes da DGA e equipes da Marinha e o pronto apoio naval e aéreo garantiu que os ensaios fossem bem sucedidos.

O fato da tripulação do BPC Dixmude da Marinha ter sido capaz de trabalhar a bordo e familiarizar-se com o novo navio a partir de de junho 2011 contribuiu ainda mais para o sucesso dos ensaios.

Em 2012, o BPC Dixmude será utilizado como navio de treinamento para a missão Jeanne d’Arc da Marinha Francesa . Nesta capacidade, ele vai hospedar um novo grupo de cadetes para a instrução e exercícios no mar, bem como um destacamento de pessoal do Exército Francês.

Os dois primeiros navios da classe “Mistral”, BPC Mistral e BPC Tonnerre, foram co-projetados pela DCNS e STX France e entregues à Marinha Francesa em 2006 e 2007, respectivamente.

De 19 a 27 de setembro, o Navio-Patrulha (NPa) Pampeiro (P 12) e o Navio-Patrulha Parati (P 13), ambos subordinados ao Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), participaram de duas Operações. O primeiro realizou Patrulha Naval no Rio Oiapoque (PATNAV “OIAPOQUE”) e o segundo participou da Operação “Dupla Face”.

A Patrulha Naval no Rio Oiapoque, executada pelo NPa Pampeiro, ocorreu no limite setentrional do litoral brasileiro, alcançando a cidade de Clevelândia do Norte (AP), distante 40 milhas à montante da foz do Rio Oiapoque.

Na Baía do Oiapoque, fronteira com a Guiana Francesa, houve o encontro do NPa Pampeiro com a Lancha Patrulha francesa Mahury (P 623), que realizava patrulha na região fronteiriça entre os dois países.

A ação coordenada entre as duas Marinhas foi realizada em proveito das PATNAV “Oiapoque” e “Atlântico Norte”, por meio dos Navios-Patrulha subordinados ao Com4ºDN, de forma a coibir a pesca ilegal praticada por embarcações pesqueiras nacionais e estrangeiras que, ao serem perseguidas pelos navios, atravessam a fronteira marítimo-fluvial entre os países, dificultando a perseguição.

Aproveitando o período de trânsito, o NPa Pampeiro realizou um exercício de tiro real com armamento fixo de munição de 12,7mm, além de atividades de Inspeção Naval nas embarcações que navegavam pelos Rio Amazonas, Rio Pará e pela região dos estreitos na Ilha de Marajó (PA).

Durante a Comissão, foram interrogadas 84 embarcações, das quais 45 foram inspecionadas pelo Grupo de Visita e Inspeção, tendo como resultado oito embarcações notificadas e duas apreendidas por descumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, contribuindo para a salvaguarda da vida humana nos mares e rios e para a segurança da navegação.

No mesmo período, o NPa Parati participou da Operação “Dupla Face”, em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e ao Ministério da Pesca e Agricultura, a fim de fiscalizar e coibir a pesca irregular na Ilha de Marajó (PA) e o cumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

A bordo do navio, estavam dois fiscais do IBAMA com a tarefa de identificar as espécies de pescado existentes nas embarcações em trânsito, de modo a certificar a legalidade da atividade pesqueira nas proximidades das cidades de Soure, Salvaterra, Vigia, Curuçá e na reserva ambiental da Ilha do Machadinho, todas no Estado do Pará.

Durante as atividades de Inspeção Naval, foram interrogados navios mercantes e inspecionados empurradores e outras embarcações quanto à regularidade da documentação da embarcação e da tripulação.

A Operação resultou em 44 embarcações inspecionadas, das quais 23 foram notificadas, 15 apreendidas e uma apresada, por descumprimento das leis e regulamentos nas águas jurisdicionais brasileiras.

Durante as operações, os navios realizaram a colocação de coberturas de eixo em embarcações que apresentavam esta irregularidade. O NPa Pampeiro colocou duas coberturas de eixo e o NPa Parati sete.

As ações apoiaram a campanha contra o escalpelamento realizada pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental.

FONTE e FOTOS: MB

Belas fotos do porta-aviões francês Charles de Gaulle quando estava na operação Harmattan no Mediterrâneo, na costa da Líbia. Agora o navio ficará alguns meses no porto, para reparos e descanso da tripulação.

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O navio-aeródromo Charles de Gaulle chegou ao porto de Toulon na sexta-feira, dia 12/8, depois de 9 meses no mar.

A tripulação foi recebida pelo Presidente Nicolas Sarkozy e o Ministro da Defesa Gerard Longuet.

As estatísticas do grupo aéreo (10 Rafale, 6 Super Etendard, 2 hawkeye e helicópteros “Pedro”) do navio são impressionantes.

Desde 20 de março, quando esteve engajado em missões na Líbia, o CdG registrou:

  • 138 dias de mar (4,5 meses), com um período sem paradas de 63 dias de mar ininterruptos;
  • 40.000 milhas náuticas (mais de 70.000 km, quase duas vezes a circunferência da Terra)
  • 120 dias de atividades aeronáuticas
  • 1.590 surtidas (13,25 surtidas por dia)
  • Missões de ataque : 840 (Rafale e Super Etendard)
  • Reconhecimento : 390 (Rafale)
  • Reabastecimento : 240 (Rafale)
  • AEW : 120 (E-2C Hawkeye)
  • 2.380 lançamentos por catapulta e pousos
  • 3.600 horas de voo

FONTE: Rafale News Blog

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‘Charles de Gaulle’ deixará costa da Líbia

Porta-aviões francês receberá manutenção de rotina

A França anunciou hoje (quinta-feira) a retirada do seu porta-aviões Charles de Gaulle das operações da OTAN na Líbia, forçado a regressar ao seu porto de origem para a manutenção, mas afirma que não fracassará no seu esforço de guerra.

O Charles de Gaulle, com 2.000 pessoas a bordo, “permanecerá na Líbia, pelo menos até 10 de Agosto. Os marinheiros devem regressar a Toulon antes de 15 de Agosto”, declarou o ministro francês da Defesa, Gérard Longuet, numa entrevista ao jornal regional Var-Matin publicada hoje (quinta-feira).

Trata-se do maior navio de guerra a participar em operações militares na Líbia. Possui a bordo aviões – bombardeiros Rafale e Super – Etendard, bem como aeronaves de vigilância aérea Hawkeye.

“Após quatro meses de missao no Oceano Índico, o porta-aviões ficou apenas um mês em Toulon neste Inverno, antes de partir para Líbia a 20 de Março. Não temos necessidade de usar os homens e o material”, explicou Gérard Longuet.

“Regressará com o grupo aéreo a bordo e estará imobilizado durante vários meses para permitir a sua actualização técnica e a reposição da tripulação antes de um eventual reforço operacional”, precisa no seu site internet o ministério francês da Defesa.

Maior navio de guerra europeu, o Charles de Gaulle é o único porta-aviões da Marinha francesa e não pode ser substituído por um navio do mesmo tipo.

No entanto, assegurou Gérard Longuet, “vamos manter o esforço de França, que garante um quarto dos voos e um terço dos ataques” contra o regime de Muammar Kadhafi.

“A rendição será garantida pela Força Aérea”, acrescentou, precisando que seis aviões Rafale seriam enviados inicialmente à base aérea italiana de Sigonella, na Sicília, onde o ministro esteve na semana passada. Estes aparelhos juntar-se-ão aos cinco aviões do mesmo tipo já presentes nesta base.

A França enviou também aviões de combate Mirage 2000 à base Sul de Creta e um porta -helicópteros Mistral ao largo da Líbia.

“Estamos em condições de reenviar os nossos meios para assegurar até ao fim a missão confiada pela OTAN. Kadhafi não deve contar com nenhuma trégua”, sublinhou o ministro.

A decisão francesa de repatriar o Charles de Gaulle ocorre após a retirada das operações líbias do porta-aviões italiano Garibaldi e o fim da participação da Noruega nos ataques aéreos da OTAN. Os últimos quatro caças F-16 noruegueses tiveram as suas últimas saídas no passado fim-de-semana.

FONTE: Angola press

NOTA DO EDITOR: quem tem um, não tem nenhum

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Como é tradição em operações prolongadas de navios-aeródromo, os tripulantes do Charles De Gaulle formaram para fotos o nome da operação HARMATTAN no convoo, em letras gigantes.

O CdG já alcançou a marca de 220 dias de mar em 9 meses de operação, o que representa 80% do tempo desde que voltou a operar em outubro de 2010.

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Segundo jornais ingleses, cinco pilotos da Royal Navy já estão tendo aulas de francês com esse objetivo

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Pilotos ‘top gun’ da Marinha Real britânica estão sendo forçados a tomar aulas de francês, de modo a voar caças Rafale a partir do navio aeródromo Charles de Gaulle, da Marinha Francesa. As informações são dos jornais ingleses Daily Mail e The Telegraph.

Os pilotos da Royal Navy deverão se comunicar em francês com suas contrapartes da Marine Nationale, tanto no ar quanto a bordo do Charles de Gaulle, em treinamentos conjuntos com o caça Rafale, enquanto aguardam pela entrega de seus novos F-35, que não deverão estar prontos antes de 2020.

Os primeiros cinco pilotos navais britânicos, de um total que deverá chegar a trinta, já estão recebendo aulas de francês no Collège Interarmées de Défense (CID), em Paris. Serão 16 semanas aprendendo a língua, antes de iniciarem um período de três anos treinando no grupo aéreo embarcado do Charles de Gaulle, de modo a ganhar experiência no Rafale, cujos melhores pilotos, ou ’top guns’, são conhecidos como  ‘les chevaliers du ciel’ - cavaleiros do céu.

Um alto oficial da Marinha Real disse: ‘Quem diria que, mais de 200 anos após a Batalha de Trafalgar, estaríamos pedindo aos franceses para treinar nossos pilotos navais de caça? Nossa relação com os franceses sempre foi um pouquinho tensa, então esse será um grande teste de cooperação. Por décadas. nossa percepção dos franceses sempre foi de que eles chegam quando a batalha já acabou. Agora  David Cameron (primeiro-ministro inglês) nos forçou a unir forças, ter aulas de francês, e comer sua comida.’

Falando em comida, ao invés dos ovos com bacon do café da manhã dos navios britânicos, os ingleses terão que se acostumar a croissants com café. Quanto à qualidade da comida, esse não deverá ser um problema: quem já embarcou em navios franceses afirma que as refeições a bordo têm qualidade muito superior às servidas nos navios britânicos, com o jantar sendo o ponto alto de cada dia.  Queijos e vinhos finos também estão no cardápio, estes últimos e o vermute substituindo a cerveja  e o gin tônica e tradicionalmente consumidos por oficiais britâncos nas folgas do serviço.

O Reino Unido já enviou pilotos para treinar com a Marinha dos EUA (U.S. Navy), mas é a primeira vez que os franceses foram solicitados para treinar pilotos navais britânicos.

Segundo o capitão Jock Alexander, a frota britânica precisará contar com um grupo experimentado de pilotos navais de caça antes que a Marinha Real receba seus dois novos navios aeródromo de grande porte, ao final desta década.

Segundo um porta voz do Ministério da Defesa do Reino Unido, ‘o relacionamento com a França tem importância estratégica, e as discussões estão em andamento para que pessoal da Marinha Real seja baseado no Charles de Gaulle, como parte do acordo bilateral entre os dois países. Isso permitirá que mantenhamos nossas habilidades e ajudará a desenvolver uma capacidade superior de ataque a partir de navios aeródromo no futuro.’

FONTES: The Telegraph e Daily Mail

FOTOS: Marinha Francesa (Marine Nationale)

VEJA TAMBÉM:

PAN ‘Charles De Gaulle’

Clique na imagem para ver em tamanho maior esta bela foto do porta-aviões nuclear francês Charles De Gaulle, que participada das operações aéreas na Líbia.

Em 18 de maio de 2001, o PA Charles de Gaulle entrava em serviço na Marinha francesa e, nestes dez anos, desempenhou um papel fundamental na prevenção e gestão de conflitos e crises.

Realizou sua primeira missão operacional na guerra contra o terrorismo no Oceano Índico (Heracles-Enduring Freedom) durante 7 meses, de dezembro de 2001 a julho de 2002, com seus aviões realizando cerca de 800 missões no Afeganistão. Em março de 2011, foi destacado para participar da Operação Harmattan, na costa da Líbia.

Com um comprimento de 261,5m e altura de 75m, acomoda uma tripulação de cerca de 2.000 homens. Seu convoo de 12.000m² (equivalente a 3 campos de futebol) e seus 4.600m² de hangar, acomodam até 40 aeronaves, entre Rafale, SEM, Hawkeye e helicópteros.

Este ano, o PA Charles de Gaulle atingiu os marcos simbólicos de 25.000 catrapos e de 100.000 milhas náuticas, totalizando mais de 342.000 milhas náuticas navegadas.

FONTE e FOTO: Marine Nationale

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O Rebocador de Alto-Mar Triunfo e o Navio-Patrulha Grajaú, subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, participaram, até o dia 11 de maio, do Grupo de Adestramento “Caribe”, acompanhados dos Navios-Patrulha Bracuí e Guanabara.

A primeira atividade da Comissão “Caribex-2011” foi a execução de exercícios operativos com o Navio-Patrulha francês La Capricieuse que, além de contribuírem para o aumento do nível de adestramento dos meios e a interoperabilidade entre as forças, estreitam, ainda mais, os laços da Marinha do Brasil com a Marinha francesa.

Os navios fizeram visitas operativas a diversos portos da costa das Américas Latina e Central. De 14 a 16 de abril, eles estiveram no porto de Georgetown, na Guiana, onde receberam as visitas do Chefe de Estado-Maior das Forças de Defesa da Guiana, Comodoro Gary Anthony Rodwell Best, e do Comandante da Guarda Costeira, Coronel Jullian Brewster Lovell, além de 233 alunos da rede escolar da cidade.

Ainda nesse porto, dois militares da Guarda Costeira embarcaram no Rebocador de Alto-Mar Triunfo, com o propósito de participar da comissão até Paramaribo, no Suriname.

De 21 a 25 de abril, os navios atracaram no porto de San Juan, em Porto Rico. Durante a estadia na cidade, os militares dos navios brasileiros visitaram a base da Guarda Costeira dos Estados Unidos, no intuito de ampliarem os conhecimentos sobre as tarefas executadas por aquela Força, já que suas atividades se assemelham às desempenhadas pelos navios distritais da Marinha do Brasil.

Na noite de 26 de abril, quando atracaram no porto de St. John’s, os navios participantes da Comissão “Caribex-2011” se tornaram as primeiras embarcações da Marinha do Brasil a visitarem a nação caribenha de Antígua e Barbuda.

Os navios foram recebidos pelo embaixador brasileiro no País, Brian Michael Fraser Neele, que promoveu diversos eventos para a tripulação.

Em retribuição à acolhida, o Rebocador de Alto-Mar Triunfo ofereceu um almoço às autoridades militares antiguanas e o Navio-Patrulha Grajaú recebeu a visita do Primeiro-Ministro de Antígua e Barbuda, Sr. Baldwin Spencer.

A Comissão “Caribex-2011” visitou, ainda, os portos de Fort-de-France, em Martinica, e Paramaribo, no Suriname, e realizou vários exercícios operativos no mar.

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Na noite de 28 a 29 de abril, uma aeronave Atlantic 2 da Marine Nationale detectou vários barcos em alta velocidade em direção ao porto de Misratah. A fragata francesa Courbet, envolvida na operação “Unified Protector” da NATO, guiada por aeronaves de patrulha marítima, interceptou as embarcações.

Suspeitando uma ameaça, sua tripulação deu ordem para que os barcos parassem e deram vários tiros de advertência.

Diversas embarcações deram meia-volta e os marinheiros franceses, ao se aproximarem da área, descobriram uma mina flutuante. Após uma investigação mais aprofundada, duas outras minas foram descobertas. Outras investigações estão sendo conduzidas.

Esta operação interrompida pela fragata Courbet foi, provavelmente, levada a efeito pelas forças do coronel Kadafi para minar o porto de Misratah e, assim, impedir a entrega de suprimentos humanitários em benefício da população civil.

FONTE: www.defense.gouv.fr / FOTO: Marine Nationale

NOTA DO EDITOR: Neste mês de maio de 2011, a Força de Minagem e Varredura da Marinha do Brasil fará 50 anos. As minas navais podem ser usadas contra e a favor de qualquer país, pois é o meio mais barato de negação do uso do mar. É importante que notícias como essa lembrem nossos tomadores de decisão que o Brasil não pode prescindir de uma Força de Minagem e Varredura moderna e eficiente, pois nosso País respira pelo mar.

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