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Sobre o vazamento de óleo na Bacia de Santos que ocorreu ontem, 31 de janeiro, a Marinha do Brasil informa que um helicóptero decolou da Fragata Niterói e realizou sobrevoo da área do incidente hoje, das 06h50 às 08h30.

Durante o sobrevôo, foram avistadas manchas dispersas, em uma área aproximada de 70 km², compostas de uma fina camada de óleo, deslocando-se para sudoeste, confirmando a indicação de baixa possibilidade do óleo alcançar o continente. Na ocasião, foi possível acompanhar o trabalho de três embarcações da Petrobras que realizam ações de resposta à emergência.
O Grupo de Acompanhamento instituído pela Marinha continua monitorando e avaliando este incidente, mantendo um navio 24 horas na área.

A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação para apurar as causas do incidente, com prazo de conclusão de até 90 dias.

FONTE: Comando de Operações Navais

No dia 14 de janeiro, os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação “ASPIRANTEX”, participaram de exercícios com o Submarino “Timbira” (S-32).

Foram realizados dois tipos de atividades. Na primeira, o Submarino “Timbira” permaneceu navegando próximo à superfície (cota periscópica), cumprindo uma programação de exposição dos seus mastros a fim de familiarizar os aspirantes, as equipes de vigilância e o pessoal de serviço no passadiço, com o aspecto visual apresentado pelo submarino quando navegando nestas condições.

No segundo exercício, os Aspirantes puderam observar a realização de ataques coordenados simulados pelos navios contra o submarino mergulhado a uma maior profundidade, com o emprego de seus sonares.
Os Aspirantes demonstraram um grande interesse pelos exercícios, onde puderam observar as formas utilizadas e a dificuldade para detecção de um submarino, além das manobras realizadas pelos navios para executarem os ataques. Os navios da Esquadra, participantes da Operação “ASPIRANTEX”, atracam nas cidades de Mar Del Plata, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, em 19 de janeiro.

FONTE: MB

Com propósito de aumentar a eficiência operativa do Binômio Navio-Aeronave durante a Comissão UNIFIL, no dia 24 de novembro a aeronave N-4011 realizou adestramento de armar e desarmar com 02 MAS “Sea Skua” de combate, a bordo da Fragata “União”.
Este fato somente foi possível devido aos diversos adestramentos similares realizados com armamento de manejo, desde o suspender da F-45 para as Comissões TROPICALEX e UNIFIL, em 06 de outubro, que tiveram início com o armar e desarmar estáticos, evoluindo para adestramentos com o motor acionado e, posteriormente, com a aeronave engrazada, tanto no período diurno quanto noturno.
“Os Olhos e Ouvidos da Esquadra”.

FONTE: Comando da Força Aeronaval

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Assumiu no dia 14 de dezembro de 2011, em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral de Material da Marinha, o cargo de Diretor de Aeronáutica da Marinha, o Contra-Almirante Hermann Iberê Santos Boehmer Junior.

O Cargo foi a ele transmitido pelo Contra-Almirante Victor Cardoso Gomes, que o exercia desde 16 de dezembro de 2010, cumulativamente com a Chefia do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha.

Estavam presentes à cerimônia vários ex-Diretores de Aeronáutica da Marinha, autoridades militares, amigos, parentes e colegas de turma do CA Cardoso Gomes e do CA Iberê.

Após a cerimônia militar, o CA Iberê recebeu os cumprimentos no salão nobre do Edifício Barão de Ladário.

O Submarino Tikuna (S 34), ex-Tamandaré, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro e ao povo indígena Tikuna, que habita a região do Alto-Solimões, no oeste do estado do Amazonas.

Em junho de 1996, foi assinado contrato com a NUCLEP – NUCLEBRÁS EQUIPAMENTOS PESADOS S.A., para a construção das seções do casco resistente do navio, tendo sua quilha batida em dezembro de 1998.

Foi batizado e lançado ao mar às 10:30h do dia 9 de março de 2005, tendo como madrinha a Sra. Ângela Maria de Sousa da Silveira Carvalho, em cerimônia que contou com a presença do Sr. Presidente da Republica, Luis Ignácio Lula da Silva, do Vice-Presidente e Ministro da Defesa, José Alencar da Silva e do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho.

Às 10:00hs do dia 16 de dezembro de 2005, foi realizada, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), a Cerimônia de Mostra de Armamento e Incorporação a Armada, em cumprimento a Portaria N.º 313 de 05/12/2005 do CM e a OD N.º5/2005 do CEMA, e contou com as presenças do próprio Chefe do Estado-Maior da Armada, AE Euclides Duncan Janot de Matos, do Diretor-Geral do Material da Marinha, AE Carlos Augusto V. Saraiva Ribeiro, além de outras autoridades civis e militares.

Nesta ocasião assumiu o primeiro comando o Capitão-de-Fragata Francisco Antônio de Oliveira Júnior.

Seu atual Comandante é o CF Eduardo Antonio Pires Martins.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do S. Tikuna, acessando o NGB.

O Submarino Timbira (S 32), foi o terceiro navio e o segundo submarino a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro Timbira da nação indígena do Maranhão.

Foi ordenado junto ao Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), tendo sua quilha batida (casco 116) em 15 de setembro de 1987.

No inicio de 1995 foi formado o Grupo de Recebimento, assumindo as funções de Encarregado o Capitão-de-Fragata Juaçaba.

Em janeiro, recebeu a visita de inspeção do Ministro das Marinha, AE Mauro César Rodrigues Pereira e foi lançado ao mar em 5 de janeiro de 1996, com admissão de água do mar no Dique Flutuante Alte. Schieck, tendo como madrinha a Primeira Dama Sra. Ruth Leite Correa Cardoso, em cerimônia presidida pelo então Ministro da Marinha, Almirante-Esquadra Mauro César Rodrigues Pereira, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sr. Israel Vargas e a Srº Célia Alencar, esposa e representante do então Governador do Rio de Janeiro, Marcelo Alencar.

Em 14 de novembro de 1996, realizou a primeira saída para o mar para testes de maquinas, realizados ao largo da praia de Copacabana no Rio de Janeiro.

Em 22 de novembro, suspendeu para testes de imersão estática, atingindo a cota de 30 metros e finalmente, em 16 de dezembro de 1996, foi submetido a Mostra de Armamento, assumindou o primeiro comando o Capitão-de-Fragata José Carlos Juaçaba Teixeira.

Seu atual Comandante é o CF Thadeu Marcos Orosco Coelho Lobo.

NOTA do EDITOR:
Conheça mais sobre a história do S. Timbira, acessando o NGB.

Homenagem do Poder Naval aos nossos Marinheiros

A Corveta Inhaúma (V 30), ex-Almirante Inhaúma, é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Joaquim José Inácio, o Visconde de Inhaúma.

A Inhaúma é a primeira unidade de uma série de 4 corvetas da mesma classe, teve sua construção autorizada em novembro de 1981 e o contrato foi assinado em 15 de fevereiro de 1982, sendo construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

Teve sua quilha batida em 23 de setembro de 1983, foi batizada e lançada às 14:00h do dia 13 de dezembro de 1986, tendo como madrinha a Primeira Dama Sra. Marly Macieira Sarney, em cerimônia presidida pelo Presidente da República José Sarney, que contou ainda com a presença do Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia.

Depois de realizar as provas de mar, foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada à Armada em 12 de dezembro de 1989.

Seu atual Comandante é o CF Christiano Alves Ferreira dos Santos.

FOTO: CMG Calmon Bahia

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da Cv Inhaúma acessando o NGB.

Foi realizada no dia 06 de dezembro, na sede do Comando do 8° Distrito Naval (8 DN, São Paulo-SP), a formatura de quarenta e um Marinheiros Recrutas (MN-RC), componentes da Turma II/2011 que concluíram o Estágio de Instrução e Adaptação (EIA).

A formação do MN-RC se faz em duas fases distintas: Estágio de Instrução e Adaptação (EIA), com duração de três meses; e Estágio de Instrução e Serviço (EIS), com duração de nove meses, cumprido nas diversas Organizações Militares da área do Comando do 8 DN.

Durante o EIA os alunos receberam aulas sobre organização básica da Marinha; primeiros socorros; noções de armamento; noções de combate a incêndio; instrução militar naval; comunicações; fatos e tradições da Marinha do Brasil; noções do serviço geral de taifa; e documentos.

Na cerimônia de formatura, após o canto do Hino Nacional, foi realizada a premiação aos militares que mais se destacaram no curso. Finalizando a cerimônia, os MN-RC procederam o juramento e desfile em continência à Bandeira. Esses atos, dentre outros simbolismos, representam o compromisso assumido pelos militares de se dedicarem inteiramente ao serviço da Pátria.

BRAVO ZULU aos novos marinheiros do Brasil!

 

O Poder Naval mostra com exclusividade as primeiras fotos do AH-11A Super Lynx N-4011 (Lince 11), pertencente ao 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), já com a identificação que utilizará durante o período em que participar das operações aéreas pela Força Interina da ONU no Líbano (UNIFIL), cujo Comando da Força Tarefa Marítima (MTF) está a cargo do Brasil desde fevereiro.

O Lince 11 compõe o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) da Fragata União (F 45), capitânea da MTF, e proverá apoio aéreo durante as patrulhas na Operação Líbano I, afim de impedir a entrada de armas ou material conexo por via marítima para o Líbano.

O Super Lynx pode ser armado com até quatro MAS Sea Skua, para missões ASuW, além de realizar operações de VBSS (Visit, Board, Search and Seizure), MIO (Maritime Interdiction Operations) e SAR (Search and Rescue).

O Lince 11 foi a primeira aeronave a receber o imageador térmico (FLIR) Star SAFIRE III, sensor passivo muito útil na identificação positiva de alvos, tanto no período noturno como diurno, gerando imagens com o máximo de detalhamento a uma distância segura para a aeronave, além de possuir equipamento de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE/ESM – Electronic Support Measures) Orange Crop/Racal MIR II e o potente radar 360° Seaspray 3000.

FOTOS: CT Raphael Estrella Nogueira

NOTA do EDITOR: Bravo Zulu DAE UNIFIL!

No mesmo dia do aniversário da Esquadra (10 de novembro), foi inaugurado o Centro de Operações da Esquadra (COE), em cerimônia presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

O COE é um projeto moderno e inovador onde foram utilizados os mais avançados recursos tecnológicos no apoio às atividades de Comando e Controle.

O monitoramento em tempo real, a realização de videoconferência com outros Centros e o compartilhamento de dados, imagens e informações permitirão à Esquadra ter o pleno controle e acompanhamento de seus meios navais e aeronavais.

Com a sua operacionalização, a Esquadra garantirá a agilidade do processo de Tomada de Decisão, extremamente necessária no mundo moderno, onde a velocidade da informação requer reações e decisões rápidas.

Além do enfoque tático, o COE foi concebido para atuar, adicionalmente, em nível operacional, com tecnologia, material e pessoal que lhe capacita a assumir, em caráter contingente, as atribuições do Centro de Comando do Teatro de Operações Marítimas (CCTOM), tema de uma das matérias da segunda edição da Revista Forças de Defesa.

O novo Centro de Comando e Controle dispõe de avançados recursos e nasce para acelerar e enriquecer a consciência situacional marítima, contribuindo, de forma decisiva, para a consecução dos propósitos da Estratégia Nacional de Defesa (END).

FONTE e FOTOS: MB

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