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vinheta-clipping-navalNo dia 13 de maio de 2013, foram encerradas as 2ª e 3ª fases da Operação “TROPICALEX-2013”. A 2ª fase da Operação abrangeu a área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro/RJ e Natal/RN. Durante essa fase, foram realizados exercícios que visaram a elevar o nível de adestramento dos meios da nossa Marinha e contribuir para a manutenção da segurança da nossa Amazônia Azul, destacando-se: problema de batalha, exercício de guerra submarina, trânsito com oposição de submarino, tiro sobre alvo rebocado, transferência de carga leve (diurna e noturna), transferência de óleo no mar sob múltiplas ameaças e proteção de navio-plataforma nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

A 3ª fase da Operação teve início com a atracação dos navios do Grupo-Tarefa (GT) nos portos de Natal/RN e Cabedelo/PB, onde foram realizados exercícios de sabotagem (SABOTEX) e adestramento de combate e prevenção à poluição hídrica. Além disso, os navios foram abertos para visitação pública nos dias 11 e 12 de maio, totalizando 5.490 visitas aos meios navais. Os navios suspenderam no dia 13 de maio, iniciando a 4ª fase da Operação, com novos exercícios no mar.

Sob o comando da 1ª Divisão da Esquadra, a Operação teve início no dia 2 de maio e conta com a participação dos seguintes meios Navais e Aeronavais: Fragata “Liberal” – Capitânia da Operação, Fragata “Bosísio”, Navio-Tanque “Marajó”, Corveta “Barroso”, Aeronave AH-11A “Super Lynx” e Aeronave UH-13 “Esquilo”.

FONTE: Nomar

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A Avaliação Operacional (AO) dos novos helicópteros MH-16 “Seahawk”, da Marinha do Brasil utilizará o Sistema de Previsão do Ambiente Acústico para o Planejamento das Operações Navais (SISPRES 5.0), como ferramenta de auxílio ao planejamento e testes iniciais dos sistemas de guerra antissubmarina da aeronave.

O Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) foi incumbido da instalação do SISPRES 5.0. Tal sistema tem a finalidade de auxiliar na previsão do ambiente acústico em uma determinada área e época do ano. Seu uso capacita a Marinha a otimizar o planejamento e o emprego dos meios navais nas operações navais, interferindo de modo decisivo na tomada de decisão em operações antissubmarino. Além disso, realiza cálculos de nascer e pôr do Sol, de nascer e pôr da Lua, de crepúsculos náutico e civil, bem como da previsão de maré, cujas aplicações estendem-se às operações anfíbias.

FONTE: Nomar

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Brasileiros que trabalham em locais isolados e de acesso difícil foram tema do documentário “Nos confins do Brasil e do mundo”, lançado ontem à noite no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O vídeo traz depoimentos de homens e mulheres – militares e civis – que se dedicam em missões na Base Comandante Ferraz, na Antártica, e na Ilha da Trindade, a 1,2 mil quilômetros da costa do estado do Espírito Santo.

Na plateia, o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, dividiram espaço com intelectuais, jornalistas e fotógrafos. No palco, antes de exibir a fita, a diretora e produtora Glaucia Camargos explicou que o filme deixaria o público muito melhor do que quando chegou ao espaço cultural.

O diretor, Marco Schiavon, assegurou que há uma parceria em curso com a Marinha para divulgar à sociedade as atividades da Força Naval. “Iniciamos o trabalho em 2004. Esse documentário é resultado daquilo que estamos produzindo”, contou Schiavon.

O filme

“Nos confins do Brasil e do mundo” intercala informações do projeto antártico e da ocupação da ilha. No vídeo, destacam-se as estórias de militares e pesquisadores que deixaram suas famílias no Brasil e assumiram o desafio do embarque para regiões inóspitas. Os depoimentos, que revelam estórias de amor à causa de projetos apoiados pelo governo brasileiro, arrancaram lágrimas dos depoentes e da plateia.

Entre as situações apresentadas, o documentário mostra as manobras feitas pela Marinha no sentido de embarcar e desembarcar tropas e suprimentos nas duas regiões. O filme resgata também as imagens do incêndio da base antártica e os escombros que sobraram após serem debeladas as chamas.

A sequência de imagens mostra a retirada dos destroços e o embarque dos contêineres para o Brasil. Ao final, nos créditos, os produtores dedicam o documentário aos dois militares mortos quando tentavam controlar o fogo.

Após a exibição do filme, o ministro Amorim conversou com o diretor Schiavon, a produtora Gláucia e o almirante Moura Neto. Para o ministro, o documentário ilustra o trabalho realizado pela Marinha e a dedicação da tropa e dos pesquisadores. “Todos estão de parabéns. Quero me congratular com os produtores por essa iniciativa”, disse.

FONTE: Ministério da Defesa

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DESTAQUE

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Órgão de direção geral da Marinha e segundo mais importante da Força Naval, o Estado-Maior da Armada (EMA) está sob novo comando. Trata-se do almirante Eduardo Monteiro Lopes, que substitui o almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer. A troca de função foi presidida pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, na manhã de hoje, no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (DF).

Na ocasião, o chefe substituído, almirante Wiemer, discursou despedindo-se do serviço ativo da Marinha, o qual permaneceu por 46 anos. Relembrou os tempos de aspirante da turma Barão de Tefé e definiu sua jornada em duas palavras: carreira e aventura. “A carreira repleta de responsabilidades. A aventura, o prazer de vivê-la”, explicou.

Destacou, também, que pôde “participar da evolução de uma Marinha romântica para uma Marinha profissional que goza de prestígio junto à nossa sociedade”. O almirante lembrou, ainda, cargos já exercidos, como o de comandante da Escola Naval e o de comandante de Operações Navais, além de diretor-geral de Navegação.

E encerrou: “É tempo de desembarcar (…) Passo o timão às firmes e competentes mãos do almirante Monteiro Lopes”. Wiemer agora vai atuar como conselheiro militar da missão permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU).

Em ordem de serviço lida na solenidade, o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, enfatizou as principais realizações do almirante substituído, que encerra o período de cerca de um ano à frente do EMA.

“Conduziu com notável competência as desafiantes tarefas do EMA, trazendo uma marcante contribuição para o processo de desenvolvimento e aprimoramento contínuo da nossa instituição”, afirmou o comandante da Marinha. Moura Neto completou dizendo que um dos feitos da administração de Wiemer foi “o estudo sobre a importância político-estratégica do Atlântico Sul, apontando as possibilidades de operação com os países da África Ocidental”, diretriz reiterada pelo ministro da Defesa em sua gestão.

Novo chefe

INTERNA IVComo palavras iniciais na função que agora ocupa, o almirante Eduardo Monteiro Lopes disse que estava assumindo o cargo mais importante de sua carreira e afirmou estar ciente das responsabilidades a ele atribuídas.

Entre as “profundas operações” em realização na Força Naval, citou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear da Marinha. Sobre este último, disse que pode ser chamado de “Programa Nuclear do Brasil”.

Com relação aos investimentos em andamento na Força, alertou para o enfrentamento das novidades. “Devemos ser capazes de absorver as novas tecnologias (…) Procurar novas e modernas formas de gestão. Temos que enfrentar o novo e não podemos temer as mudanças.” O almirante Monteiro Lopes ocupava o cargo de secretário-geral da Marinha.

A cerimônia foi encerrada com desfile militar. Estiveram presentes os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito, além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e o chefe do gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira.

Sobre o EMA

interna IO Estado-Maior da Armada tem como missões planejar a mobilização marítima e a logística naval; assessorar o comandante da Marinha; coordenar e controlar a participação da Força Naval em grupos de trabalhos no âmbito do Ministério da Defesa, entre outros.

FONTE: Ministério da Defesa

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A Marinha do Brasil (MB) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) premiam, no dia 7 de maio, os projetos selecionados no concurso público de arquitetura para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), lançado, no dia 28 de janeiro, na sede do IAB.

O Termo de Referência, que orientou os 74 arquitetos que participaram do Concurso, foi elaborado com base nas informações obtidas em dois Seminários. No primeiro, a comunidade científica antártica especificou os laboratórios internos e remotos da nova EACF. No segundo, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), os Consultores Técnicos da Marinha, da Petrobras e de diversas Universidades estabeleceram: sistemas construtivos, materiais e técnica; conforto ambiental; água e sistema hidráulico; esgoto e sistema sanitário; resíduos sólidos; energia; qualidade do ar; segurança; logística; e rede de dados e voz.

Em 22 de fevereiro, foi conduzido um Seminário, na sede do IAB, com o propósito de levar ao conhecimento de todos os concorrentes alguns aspectos técnicos do objeto do Concurso. Foram proferidas palestras por representantes dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Meio Ambiente, da Marinha e de Consultores Técnicos, que trabalharam no Termo de Referência.

A divulgação do resultado do Concurso ocorreu no dia 15 de abril, onde estavam expostos os 74 projetos concorrentes. O Projeto de Estudo no Nível Preliminar vencedor foi idealizado pelo Arquiteto e Urbanista FÁBIO HENRIQUE FARIA, do Estúdio 41, de Curitiba.

Segundo a Comissão julgadora, composta por cinco arquitetos, “O projeto apresenta uma composição formal singela e ao mesmo tempo marcante. A proposta é compacta, sem deixar de responder à setorização funcional esperada. Destaca-se a adequação à topografia, potencializando visuais a partir dos volumes implantados em níveis diferenciados, a modulação e o sistema construtivo, que favorece a racionalidade da execução.”

Na proposta vitoriosa para a Estação Ferraz, os setores funcionais estão organizados em blocos que distribuem os usos. O bloco superior, a ser construído a 9,10 metros de altitude, abrigará os camarotes, áreas de serviço de jantar/estar. Ao bloco inferior, a 5,95 metros, serão incorporados os laboratórios e as áreas de operação e manutenção. Este mesmo bloco contemplará as garagens e o paiol central, localizados a 2,50 metros de altitude.
Um bloco transversal reunirá os usos social e de trabalho. Neste trecho serão posicionados a sala de vídeo/auditório, a lan house, a sala de reuniões/videoconferência, a biblioteca, e o estar.

O primeiro colocado, além do prêmio de 100 mil reais, será contratado para realizar adaptações nos Estudos Preliminares, fazer o Anteprojeto e os Projetos Executivo e Complementares, além de acompanhar todo o processo licitatório da obra de construção da nova EACF. Este contrato custará cerca de 5 milhões de reais. Em paralelo, será contratada uma empresa especializada para fazer o Estudo de Avaliação Preliminar de Impacto Ambiental da nova EACF.

Após a finalização dos trabalhos, será realizada uma licitação para contratação da obra, com previsão de início no verão de 2013/14.

Foram também premiados os seguintes arquitetos:
2º lugar, com uma premiação de 50 mil reais,
Luiz Adriano Trindade de Almeida (São Paulo);

3º lugar, com uma premiação de 30 mil reais,
Igor Soares Campos (Brasília)

E os projetos dos arquitetos abaixo foram agraciados com Menções Honrosas:
Anália Maria de Carvalho Amorim (São Paulo)
Mário Biselli (São Paulo)
Ricardo Jorge Pessôa de Mello (Recife)
Vera Magiano Hazan (Rio de Janeiro).

DIVULGAÇÃO: Centro de Comunicação Social da Marinha

vinheta-clipping-navalDecisão da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte determinou a imediata suspensão do processo seletivo à categoria de praticante de prático da Marinha, cujo edital foi lançado em novembro de 2012.

A ação acata pedido do Ministério Público Federal que questiona a necessidade de comprovação da habilitação de aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a quatro, prático ou praticamente de prático, bem como de mestre-amardor, em datas distintas.

De acordo com o edital, aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4, pratica ou praticante de prático deveriam comprovar a habilitação até o dia 28 de agosto de 2013, enquanto o grupo de armadores no mínimo na categoria de mestre-armador, precisam comprovar a habilitação até o encerramento das inscrições, em 26 de novembro de 2012.

Segundo a decisão, o edital criou uma distinção indevida entre os candidatos e que se para o ingresso no estágio de praticante de prático qualquer uma das categorias já mencionadas atende à exigência, não caberia haver datas distintas para a comprovação da qualificação em uma ou outra categoria.

Dessa forma, o cronograma previsto no calendário de eventos está suspenso. De acordo com comunicado da Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha, os candidatos que estavam agendados para o período em que permanecer a suspensão, a partir de 25 de abril, serão oportunamente reagendados para outras datas.

O comunicado ainda informa que o DPC está elaborando as informações necessárias para subsidiar a Advocacia-Geral da União para recurso na defesa do ato administrativo. Segundo a nota, os candidatos devem acompanhar o andamento da seleção no site da Marinha.

Recursos
Leitores enviaram e-mails ao G1 questionando o conteúdo da prova. Os candidatos, que pediram para não serem identificados, informaram que foram enviados cerca de 1.300 recursos questionando a prova e que nenhum foi atendido. A Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha informou que não pretendia alterar os gabaritos da prova escrita do processo seletivo para praticante de prático, realizada em janeiro deste ano.

O processo seletivo é para habilitar praticantes de prático. Depois de passar na seleção, os praticantes fazem um treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 meses e máxima de 15 meses. Segue-se então o exame de habilitação conduzido pela Capitania dos Portos. Com a aprovação nesse exame, o praticante é certificado como prático, que exerce atividade privada, individualmente, em sociedade ou contratado por empresa de praticagem. A remuneração é variável e pode chegar a R$ 130 mil mensais, caso o porto seja bastante movimentado. O prático assessora os comandantes de navios nacionais e estrangeiros, sendo responsável pelas manobras realizadas em portos brasileiros.

A Marinha esclarece que o processo seletivo à Categoria de Praticante de Prático (PSCPP) não é concurso público, pois não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. Os práticos exercem atividade privada, sendo remunerados pelos tomadores de seus serviços. O praticante de prático é uma categoria dos aquaviários, conforme previsto no Decreto nº 2.596, de 18/05/1998, o qual regulamenta a Lei nº 9537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta).

No concurso, cujo edital foi lançado em novembro do ano passado, inscreveram-se 2.141 candidatos, e à prova escrita realizada em 5 de janeiro compareceram 1.834 candidatos, segundo a Marinha. Com a divulgação do resultado da prova escrita em 22 de fevereiro, a primeira etapa foi concluída. Já foi realizada a convocação dos 250 candidatos melhor classificados para a 2ª etapa, que engloba apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física (provas de barra, natação e permanência na água).

Além de curso de nível superior, o candidato precisa ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas, prático ou praticante de prático; ou, alternativamente, pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestre-amador.

Questionamentos

Os candidatos questionaram a mudança no número de questões, que neste ano foi de 50. A mudança, segundo a Marinha, atendeu à orientação pedagógica da Diretoria de Ensino. As provas anteriores, desde 2006, tiveram a duração de 4 horas e 70 questões. Avaliação pedagógica recente indicou que, mantido o tempo de duração, a prova deveria se resumir a 50 questões.

As provas escritas aplicadas em 2006 e 2008 contiveram algumas questões em inglês. A prova de 2011 e a deste ano tiveram somente questões em português. De acordo com a Marinha, o edital prevê que a prova escrita poderá ter textos e questões redigidos em português e/ou inglês. Portanto, não é obrigatório que as provas tenham sempre questões em inglês.

Os candidatos questionaram o curto espaço de tempo entre o anúncio do concurso e o lançamento do edital. De acordo com a Marinha, a intenção de realizar o processo seletivo foi anunciada em 25 de outubro de 2012, embora a divulgação não seja obrigatória. O edital foi publicado no “Diário Oficial da União” em 6 de novembro e a prova escrita foi aplicada em 5 de janeiro deste ano.

Em relação aos recursos questionando a prova, a Marinha informou que “todos foram repetidamente e exaustivamente analisados pela banca examinadora e que não foram identificados argumentos sólidos que justificassem alterações no gabarito preliminar”.

De acordo com a Marinha, o gabarito definitivo levou 47 dias para ser publicado após a divulgação do gabarito preliminar, conforme previa o edital. O período decorrido é necessário para o recebimento, processamento e análise dos inúmeros recursos tradicionalmente recebidos.

Os candidatos alegaram que o nível de dificuldade das questões foi muito baixo, o que fez com que as notas de todos ficassem muito próximas, beneficiando as pessoas que são da Marinha, devido à prova de títulos. A Marinha rebateu informando que o rigor da prova foi o normal de sempre, sendo que, dos 1834 candidatos que a realizaram, 819, ou seja, 45%,  obtiveram nota menor do que 35 pontos, inferior à necessária para a classificação.

“Ocorre que são os candidatos que vêm cada vez melhor se instruindo, inclusive estudando em inúmeros cursos privados que hoje existem”, informou a Diretoria de Portos e Costas (DPC).

Segundo a Marinha, a prova de títulos busca contribuir para a seleção dos candidatos mais bem preparados para a habilitação como praticante de prático, valendo apenas 10% do grau final de classificação. Devido às especificidades das atividades de praticagem, a Diretoria Técnica Especializada entende que deva se dar preferência aos candidatos que detenham superiores conhecimentos e experiência na atividade náutica (ciência e arte de navegação sobre a água) profissional.

“A prova de títulos, portanto, não beneficia ninguém e, ademais, permite pontuação não somente por parte de pessoal da Marinha do Brasil como da Marinha Mercante, inclusive daqueles que já são práticos, muitos deles que não tiveram antes qualquer vínculo com as duas Instituições”, diz a DPC.

A Marinha ressalta que apenas metade dos 250 classificados para a 2ª fase do processo seletivo pertence ou pertenceu a uma das duas Marinhas, “este sim um resultado surpreendente”.

A Marinha informou ainda que as provas escritas nunca podem ser iguais, que o peso de cada assunto pode mudar a cada ano e a dimensão do conteúdo programático não permite que sejam abrangidos todos os tópicos do edital nas provas.

FONTE: G1

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vinheta-clipping-navalO contra-almirante Carlos Alberto Matias assumiu o comando da Força Aeronaval em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A cerimônia começou por volta das 10h30 e contou com a presença de autoridades e convidades civis e militares, além de ex-comandantes da Força Aeronaval. A cerimônia militar teve início com o Hino Nacional Brasileiro. Logo depois o contra-almirante, Victor Cardoso Gomes, que está deixando o comando, discursou. Dentro os assuntos abordados, ele disse que estava muito satisfeito em saber que muita coisa foi realizada durante os 16 meses que ficou no controle.

”Foi realmente um privilégio ter sido comandante dessa grande parcela naval. Satisfação muito grande. Desejo ao novo almirante Matias uma boa sorte, contando que Deus continue nos abençoando”, declarou.

Militares dos esquadrões da Base Aerea Naval de São Pedro da Aldeia ficaram formados durante toda a cerimônia. O novo comandante tem uma tripulação de 3.500 homens e mulheres, que treinam continuamente para qualquer conflito, dentro ou fora do país. Apoiar à base brasileira na Antártica, coordenar de projeto de modernização das aeronaves da marinha e dar continuidade as missões, estão entre os desafios que o novo  almirante, Carlos Alberto Matias, terá que lidar. Ele se formou oficial na própria Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia.

“Passei minha maior parte de carreira oficial aqui. Minha paixão pelo mar foi descoberta na adolescência. Uma grande Marinha é construída a cada dia com o bom empenho da corporação”, disse.

Militares passaram mal durante cerimônia 

Dois militares passaram mal durante a solenidade. A ambulância que estava de plantão no local teve que entrar no lugar onde a cerimônia acontecia para resgatar os homens. Por causa do grande tempo parado em baixo do sol, fardados, alguns militares podem sentir um mal estar. Os homens que não se sentiram bem foram atendidos pela equipe médica e foram liberados.

FONTE: G1

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Em novembro de 2012 foram realizadas simulações de escoamento no IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) sobre a corveta da classe “Inhaúma”, da Marinha do Brasil.

Estas análises fazem parte de um projeto em que o IAE participa como parceiro do CASNAV – Centro de Análises de Sistemas Navais, um órgão do Primeiro Distrito Naval no Rio de Janeiro. Este projeto contempla o estudo das condições de escoamento sobre o convés de voo, uma vez que esta embarcação está apta a receber pousos e decolagens de helicópteros.

O estudo determinará as condições em que o pouso poderá ser feito com maior segurança. Juntamente com os estudos de Dinâmica dos Fluidos Computacional foram realizados ensaios no túnel de vento TA-2 da ALA, para uma completa caracterização do escoamento aerodinâmico nesta parte da embarcação.

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Nas figuras anexas, a velocidade simulada do navio foi de 10m/s, para malha computacional de 8 milhões de elementos. Esta simulação exigiu sete dias de trabalho para a geração da malha e mais de 16 horas de processamento de oito computadores da Divisão, trabalhando em paralelo.

As figuras mostram a distribuição de pressão do ar sobre a superestrutura, e magnitudes da velocidade do escoamento ao redor do navio. Estão previstas mais simulações e ensaios em diferentes condições de velocidade e direção do vento, para que no final possam ser determinadas condições seguras de operações de pouso de aeronaves sobre o convés deste tipo de navio.

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FONTE: www.iae.cta.br

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Iniciada na terça-feira (23), prossegue o exercício de Defesa de Porto – “DEPORTEX” no porto de Mucuripe, no Ceará. A operação visa treinar os militares da Marinha e demais órgãos participantes no tocante à segurança do Porto, em proveito da Copa das Confederações-2013 e da Copa do Mundo-2014. A realização do exercício não afeta o funcionamento normal do porto.

A operação mobiliza 223 homens, 12 viaturas operativas e 3 embarcações da Marinha e realiza o patrulhamento de todos os acessos ao Porto do Mucuripe, durante 24 horas.

A Marinha realizará nesta quinta-feira (25), às 10h00, no Porto do Mucuripe uma demonstração de abordagem e exposição das viaturas utilizadas no exercício.

Os órgãos da mídia interessados em acompanhar a demonstração poderão se credenciar junto à Assessoria de Comunicação Social da CPCE, Primeiro-Tenente Daniele Jucá Silveira Xavier, por meio do telefone: (85) 3133-5123, ou por e-mail: [email protected]

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DIVULGAÇÃO: Assessora de Comunicação Social da CPCE / Comando do 3º Distrito Naval

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brvant2vinheta-clipping-navalA Marinha adquiriu nove drones, aviões não tripulados e remotamente controlados (vants, na sigla em português), para usar em testes como alvo aéreo no Rio de Janeiro.

Segundo o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (Casop), os aviões-robô foram adquiridos através de um processo de licitação vencido em novembro de 2012 pela empresa BRVant.

As aeronaves, que custaram R$ 22 mil cada uma, foram entregues à Marinha durante a Laad, a maior feira de defesa e segurança da América Latina realizada no Rio de Janeiro entre 9 e 12 de abril.

O modelo é chamado de Cardeal e tem 2,2 metros de envergadura, com peso variando entre 8 kg e 18 kg. É movido a gasolina e pode levar câmeras e outros equipamentos acoplados.

O Casop informou que o Cardeal será usado para treinamento de tiro dos fuzileiros navais na restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, uma área restrita militar em que o voo de drones é permitido. A princípio, ele será manipulado para que os soldados façam testes focando alvos aéreos com canhões e misseis portáteis.

Entre as ideias avaliadas está colocar birutas ou sinalizadores nos aviões-robô. O objetivo é não destruir o vant. Segundo a Marinha, os aviões eram adquiridos até o ano passado de uma empresa britânica, porque não havia um brasileiro similar.

O projeto do avião foi desenvolvido em uma parceria da empresa com a Marinha e os militares pediram algumas mudanças durante os testes de avaliação do drone, que funciona por meio de rádio controlado em um raio de até 2 km e, por rádio semiautomático, em uma distância de 10 km.

Como são vants militares e atuam em espaços aéreos restritos militares de baixa altitude, sem avião civil, não precisam de autorização para voar, informou o Casop. Um décimo avião, feito para testes de aperfeiçoamento pela BRVant, também está à disposição da Marinha.

Em março, um balanço inédito do G1 divulgou que mais de 200 drones estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para o uso civil e comercial destas aeronaves. O número foi obtido a partir de levantamento realizado com fabricantes, importadores, empresas e órgãos de governos estaduais.

No Brasil, ele começa a ser usado por agricultores, polícias, órgãos de defesa civil e companhias de energia elétrica, dentre outros órgãos, para monitoramento e vigilância.

Apenas dois vants civis, os da Polícia Federal, são autorizados a voar. A indústria nacional de defesa pressiona a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a construir uma legislação que embase o uso comercial de vants de pequeno porte no país. A agência diz que os estudos para regular o setor ainda estão em andamento.

FONTE: G1

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Marinha faz projeto piloto com foco no Grande ABC

vinheta-clipping-navalA Marinha brasileira está iniciando projeto piloto, em parceria com a Prefeitura de São Bernardo, para ampliar a nacionalização de peças de equipamentos usados por essa área da Defesa e, ao mesmo tempo, fomentar o desenvolvimento de fornecedores provenientes do Grande ABC. Dentro dessa experiência, a Força Armada relacionou 300 componentes utilizados na fabricação de uma embarcação, que são importados e poderiam ser adquiridos de indústrias brasileiras. “Selecionamos os itens, que serão encaminhados à Prefeitura dentro de duas semanas”, disse o almirante Paulo de Moraes Pedrosa, após reunião do projeto APL (Arranjo Produtivo Local) de Defesa do Grande ABC, ontem no auditório da Câmara do município. Participaram do encontro cerca de 80 executivos de indústrias da região que querem fortalecer atuação nessa atividade.

O almirante adianta que, na lista, constam desde fusíveis, pistões, juntas de vedação, camisas de cilindros etc. A partir dessas informações, a ideia é que as empresas do Grande ABC interessadas e com condições de fazer os produtos sejam incluídas no sistema militar de catalogação de material, para que os estaleiros (que fazem os navios) possam contratar essas firmas. Esses 300 componentes são parte pequena perto do potencial de fornecimento para a área. “Na Marinha, são 450 mil itens e cerca de 90% são materiais importados”, acrescenta.

As perspectivas dos empresários são promissoras. “Vamos esperar a lista, para explorar isso, temos interesse em participar”, disse José Santana, gerente da fabricante de máquinas-ferramentas Sanches Blanes, de Ribeirão Pires, integrante do APL.

INOVA DEFESA – A Finep Agência Brasileira de Inovação, vinculada ao governo federal, lança até o fim do mês o programa Inova Defesa, que terá R$ 2,9 bilhões em recursos para financiar projetos de pesquisas relacionadas a essa indústria. Um dos focos é viabilizar compras estratégicas de produtos nacionais, como veículos balísticos e propulsão espacial.


FONTE:
Diário do Grande ABC

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vinheta-clipping-navalProjeto assinado pelo arquiteto Fábio Faria, de Curitiba, é o vencedor do Concurso Estação Antártica Comandante Ferraz, para a construção da nova base brasileira no continente gelado. A antiga foi destruída por um incêndio em fevereiro de 2012, quando morreram duas pessoas que tentavam controlar as chamas. O anúncio do projeto escolhido foi feito na noite desta segunda-feira (15), na Casa do Arquiteto Oscar Niemeyer e sede do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), no Rio.

Os vencedores ganham, além de terem o projeto contratado para execução, um prêmio de R$ 100 mil. Promovido pela Marinha do Brasil, a competição teve 74 projetos inscritos. A nova estação terá 19 laboratórios e capacidade para 64 pessoas no verão e 34 no inverno.

Mesmo local
A previsão é que a construção da nova estação comece até o fim deste ano. Ela será erguida no mesmo lugar da anterior. O presidente da IAB, Sérgio Magalhaes, diz que a ideia é que o Brasil se torne uma referência em projetos de inovação.

“Esse concurso é uma resposta belíssima que os arquitetos ofereceram para um problema muito difícil, mas que foi muito bem encaminhado. Temos que levar em consideração as condições adversas que vigoram na Antártica. É uma resposta importante porque considera os aspectos tecnológicos de economia de energia, de conforto técnico, de espaço adequado aos pesquisadores, e também porque construtivamente precisamos ter uma resposta que permita erguer a estação num prazo muito curto de verão na Antártica”, diz.

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Investimento de R$ 72 milhões
A Marinha estima um investimento de R$ 72 milhões para as novas instalações de 3,2 mil m², que  deverão ter uma complexa infraestrutura. O material exposto na sede do IAB, no Rio, explica que a energia para abastecer a estação, por exemplo, deverá ter fonte eólica, solar fotovoltaica e a partir de queima de etanol.

“A presente proposta para a Estação Ferraz parte da interpretação do território e das condições geográficas da região. Sendo assim, a implantação dos edifícios propostos leva em consideração a topografia da Península Keller e as necessidades de preservação das áreas de vida animal e vegetal do entorno, entre outros fatores”, explica o memorial descritivo do projeto vencedor.

O memorial informa ainda que a estação está organizada em um bloco superior, que abriga camarotes, áreas de serviço e salas de jantar e estar; um bloco inferior com laboratórios e áreas de operação; e um bloco transversal para uso social e de convívio, onde ficam sala de vídeo/auditório, lan house, sala de reuniões, e biblioteca.

“Há 32 anos o Brasil está na Antártica. Os estrangeiros que estiveram na estação ficaram impressionados com a logística e a resposta com que rapidamente iremos criar uma estação definitiva”, disse o contra-almirante Marcos Silva Rodrigues.

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FONTE: G1

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Stefannie Schmidt

vinheta-clipping-navalA Marinha do Brasil inaugura, nesta segunda-feira (15), a nova escola de formação de pilotos fluviais em Manaus (AM), na rua Marquês de Santa Cruz, Centro, antiga sede do 9º comando do Distrito Naval. As novas instalações permitirão a formação de cinco vezes mais profissionais do que a média atual de 140 alunos.

A escola é uma parceria inédita, estimada em R$ 2,2 milhões, entre 21 empresas privadas do ramo de navegação, dois escritórios de arquitetura e a Marinha do Brasil. As empresas caberá fornecer a estrutura, e a Marinha fará a gestão da escola de pilotos. O plano de trazer formação especializada na área para Manaus surgiu de conversas com os empresários do ramo. Até então, a capacitação de profissionais era restrita a Belém e ao Rio de Janeiro.

De acordo com o comandante do 9º Distrito Naval, vice-almirante Antônio Carlos Frade Carneiro, os cursos oferecidos na capital amazonense eram limitados e, por isso, as empresas locais eram obrigadas a mandar os funcionários se especializarem em outras cidades, e em alguns casos a capacitação pode levar até seis meses. Além do custo financeiro, segundo o comandante, há o custo emocional, uma vez que o funcionário passava muito tempo longe da família.

Através de edital que deverá ser publicado nos próximos dias, a escola contratará para oferecer cursos específicos de consertos e manutenção de máquinas e motores, de eletricidade e refrigeração, e até mesmo de primeiros socorros.

“Isso nos permite contratar o que há de melhor no mercado para a formação de nossos alunos, além de mantermos uma estrutura flexível de professores, reduzindo nosso custo”, explicou o vice-almirante Antonio Carlos Frade. O ganho, segundo ele, é imensurável: mais segurança na navegação dos rios da Amazônia brasileira, profissionais do ramo com perspectiva de melhor remuneração e formação educacional para ribeirinhos, já que serão oferecidos cursos da base do ensino fundamental também.

Nessa terça feira (16), o vice-almirante Antonio Carlos Frade Carneiro passará o comando do 9º Distrito Naval para o vice-almirante Domingos Sávio. Frade ocupará novo cargo em Brasília.

FONTE: Jornal A Crítica via Resenha do Exército (edição e adaptação do Poder Naval) Título original “Formação de pilotos agora

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No dia 10 de abril, a Marinha do Brasil, representada pelo Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), assinou um Acordo de Cooperação Técnica e Científica com a empresa ARES. A parceria que será desenvolvida com o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) permitirá a substituição das passadeiras flutuantes, utilizadas pelos Fuzileiros Navais para transposição de córregos e rios, por tropa, assim como, em situações de calamidade pública.

Para o Diretor da ARES, Ricardo Campello da Silveira, a parceria com  a Marinha do Brasil, aumentará a capacidade operativa da Força, ao mesmo tempo em que servirá de alavanca para o crescimento da ARES.

FONTE: Marinha do Brasil (Nomar)

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vinheta-clipping-navalA Marinha do Brasil finalizou na última semana de março a construção de um complexo provisório na Antártica que vai abrigar cientistas e militares na Estação Comandante Ferraz. Os chamados Módulos Antárticos Emergenciais (MAEs) substituem a infraestrutura destruída por um incêndio em fevereiro de 2012 que causou a morte de dois militares (veja fotos ao lado).

O início da construção foi acompanhado pelo G1, que acompanhou uma expedição da Marinha feita entre 03 e 12 de fevereiro rumo ao continente gelado. A viagem integrava a 31ª edição da Operação Antártica (Operantar).

Segundo a instituição, os módulos são compostos por seis dormitórios, uma enfermaria, uma cozinha, além de refeitório, escritório e um laboratório. Há ainda dois contêineres destinados para o tratamento de esgoto, três para geração e distribuição de energia e mais um para o fornecimento de água potável.

Direto da Antártica, o comandante Paulo César Galdino de Souza, chefe da Estação Comandante Ferraz, disse ao G1 por telefone que ele e mais um grupo de 14 militares já estão abrigados na construção, que foi finalizada em 25 de março.

Galdino está na estação desde novembro passado, quando foi iniciada a remoção dos destroços, e deve permanecer até novembro de 2013. Segundo a Marinha, foram retiradas cerca de 800 toneladas de material afetado pelo incêndio do ano passado, que foram trazidos ao Brasil pelo navio Germânia para ser descartados.

“Durante o tempo que ficarmos aqui, vamos fazer a manutenção dos módulos, monitorar a geração de energia, de água, e fazer parte da presença do Brasil na Antártica. Neste período [o chamado inverno antártico], nenhum navio virá aqui, já que o mar congela. Os suprimentos são lançados de paraquedas com a ajuda de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB)”, explicou o militar.

Reconstrução
Entre novembro de 2012 e março de 2013, cerca de duzentos homens, sendo cem em terra, trabalharam diariamente no processo de desmontagem da antiga estação e construção do MAE. O conjunto de contêineres abrigará pesquisadores e militares por um período mínimo de cinco anos, até que saia do papel o projeto do novo complexo brasileiro no continente.

A obra foi realizada onde funcionava o heliporto da estação. De fabricação canadense, os módulos foram adquiridos por licitação emergencial e custaram R$ 14 milhões, montante que serviu para cobrir os produtos e a operação logística.

O novo abrigo foi montado na África do Sul e no Canadá, sendo unificado posteriormente em Buenos Aires, na Argentina. De lá, foi levado de caminhão até Punta Arenas, no Chile, onde embarcou no navio San Blás até a estação brasileira no continente gelado.

De acordo com a Marinha, a nova construção tem um sistema mais eficaz contra incêndio.

O comandante Paulo César Galdino de Souza, chefe da Estação Comandante Ferraz, explica que, além de portas corta-incêndio, foram instalados na cozinha do módulo e na casa de máquinas, onde estão os geradores que funcionam com um diesel especial para uso no frio, dispositivos para extinção de incêndio que podem ser acionados remotamente. Há ainda no local conexão à internet, acesso à telefonia móvel e à TV a cabo.

Os MAEs poderão ser reaproveitados pelo governo brasileiro na Antártica após a construção do novo complexo, que substituirá a estação destruída.

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O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), que com a Marinha organiza um concurso público para escolher o melhor projeto de arquitetura destinado à construção da nova estação militar e científica do país no Polo Sul, divulgou nesta semana que contabiliza o envio de 74 projetos. O vencedor deve ser anunciado ainda este mês.

Segundo a Marinha, a reconstrução está prevista para começar no verão de 2013/2014. A nova infraestrutura destinada aos militares e cientistas brasileiros deve ter cerca de 3.300 m² de área construída e capacidade para abrigar até 65 pessoas por vez. O investimento será de R$ 100 milhões.

Incêndio destruiu parte de pesquisas
De acordo com o coordenador de projetos científicos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), Jefferson Simões, 40% das investigações brasileiras realizadas na estação foram destruídas pelo incêndio.

Com o fim da construção da instalação provisória, é provável que as pesquisas sejam integralmente retomadas no próximo verão, de 2013 para 2014.

As investigações científicas realizadas pelo Brasil na Antártica podem ajudar no serviço de meteorologia, na previsão de frentes frias e no impacto que elas causam em atividades agropecuárias do país.

Ao mesmo tempo, os estudos ajudam a entender os efeitos da mudança climática global, provocada pelo excessivo lançamento de gases causadores do efeito estufa, responsáveis por aquecer o planeta e provocar um acelerado degelo da região.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), são atendidos atualmente 21 projetos de pesquisa. Entre 2000 e 2012, foram destinados ao Proantar pela pasta de ciência o montante de R$ 144 milhões.

FONTE: G1

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vinheta-clipping-navalComeçou ontem (09), no Riocentro, Rio de Janeiro, a 9ª edição da LAAD Defense & Security, a maior Feira de Defesa e Segurança da América Latina.

A abertura oficial do evento foi presidida pelo Vice-Presidente da República, Michel Temer que destacou a importância  do investimento em Defesa, mesmo em tempos de paz. Também estiveram presentes o Ministro da Defesa, Embaixador Celso Amorim e autoridades civis e militares de diversos países.

Participam da LAAD empresas nacionais e estrangeiras que expõem seus equipamentos e serviços, dentre os quais, aqueles utilizados pelas Forças Armadas, Polícias e Forças Especiais.

Participação da Marinha na Feira

A Marinha do Brasil participa com um estande próprio, localizado no pavilhão 2, do Centro de Convenções, onde, de acordo com o Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), apresenta aos visitantes o tema “Amazônia Azul – Patrimônio brasileiro no mar” e  projetos estratégicos da Força, como o Programa Nuclear da Marinha (PNM); o Sistema de Gerenciamento da “Amazônia Azul” (SisGAAz); e a construção do Núcleo do Poder Naval, que contempla o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), a construção de Navios-Patrulha de 500 toneladas, a construção de Corvetas Classe “Barroso”, o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER), o Programa de Obtenção de Navios-Aeródromos (PRONAe) e o Programa de Obtenção de Navios Anfíbios (PRONAnf).

O evento permite o estabelecimento de um saudável ambiente de negócios, além do intercâmbio com representantes das delegações das Forças Armadas estrangeiras, contribuindo para o fortalecimento da indústria nacional de Defesa.

A novidade deste ano fica por conta do Simulador de Navegação, desenvolvido pelo Centro de Análise de Sistemas Navais (CASNAV), em parceria com universidades brasileiras, e que encontra-se à disposição do público para familiarização com a manobra de um navio de guerra, em ambiente virtual.

FONTE: Nomar (adaptação do Poder Naval)

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Marinha do Brasil na LAAD 2013

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A Marinha do Brasil e demais empresas brasileiras e internacionais, do ramo de Defesa e Segurança, participarão,
de 9 a 12 de abril, no Riocentro, da 9ª edição da LAAD Defence & Security, considerada a maior exposição internacional de fabricantes e fornecedores de tecnologia, equipamentos e serviços da América Latina.

No estande da Marinha, localizado no pavilhão 2 do Riocentro, os visitantes poderão conhecer os projetos
estratégicos da Força, entre eles, o Programa Nuclear da Marinha (PNM), que complementa o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).

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