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Representantes da Marinha, da UFF e convidados conhecem o Núcleo do Escritório de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Marinha do Brasil junto à  UFF

A Marinha do Brasil, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), assinou no dia 18 de março um Acordo de Cooperação Acadêmica, Técnica e Científica com a Universidade Federal Fluminense (UFF). O objetivo da parceria é conferir maior eficiência, eficácia e efetividade à gestão pública, maximizar os resultados institucionais, unir esforços visando definir as formas de incentivar e facilitar a integração entre a SecCTM e a UFF, prestar apoio mútuo às atividades de pesquisa e prospecção tecnológica, bem como tarefas administrativas decorrentes dessas atividades. O Acordo também prevê programas conjuntos de atividades anuais, incluindo parcerias em bolsas de estudos, abertura de oportunidades para o corpo discente da UFF e pesquisas técnicas alusivas à projetos de interesses comuns.

Na ocasião, foi inaugurado o Núcleo do Escritório de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Marinha do Brasil junto à UFF, coordenado pelo Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV). O Núcleo está localizado dentro da Escola de Engenharia da Federal Fluminense e conta com infraestrutura moderna e equipe especializada, integrada ao corpo docente e discente da Universidade.

O evento contou com a presença de autoridades militares, representantes da UFF e da Prefeitura Municipal de Niterói. O Secretário Municipal de Ciência e Tecnologia, José Raymundo Martins Romêo destacou em seu discurso que o trabalho da SecCTM em conjunto com a UFF será um marco para o avanço tecnológico nacional.
O Reitor da UFF, professor Roberto de Souza Salles, durante discurso na cerimônia de abertura, disse que deseja ampliar as parcerias estratégicas nos próximos anos. O Reitor enfatiza que, pensando no futuro, há investimentos na Inovação Tecnológica. “Queremos uma universidade que possa ajudar nosso país a desenvolver. Esse é um acordo especial, que me deixa muito feliz e, com a competência da MB e da equipe da UFF, vamos dar uma alavancada em vários graus na pesquisa. Vamos juntar a experiência da tecnologia da Marinha com a academia.” De acordo com o Diretor da Escola de Engenharia da UFF, professor Hermano José Oliveira Cavalcanti, será a oportunidade de fabricar conhecimento.

Inauguração do  Núcleo do Escritório de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Marinha do Brasil junto à  UFF

Fazendo parte da mesa, o Ex-Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Mauro César Rodrigues Pereira destacou a necessidade de estreitar laços com universidades brasileiras. Segundo ele, esse acordo dará um salto muito grande para o futuro do Brasil, permitindo a consolidação de uma relação já existente, que vai reunir conhecimentos, competências e ótimos resultados.

O Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da MB, Vice-Almirante Ilques Barbosa Junior ressaltou que essa parceria é muito importante por permitir que os recursos humanos sejam ampliados com a inserção de professores doutores, mestres e graduandos da UFF nos projetos da Marinha. “Nós pretendemos ampliar a capacidade da MB de receber tecnologias, aprimorar o tempo de entrega dos nossos projetos para que possamos atender à tempo e à hora as demandas da Marinha, especialmente nas atividades relacionadas com os programas de construção de submarinos e de navios de superfície. Existem projetos que estamos desenvolvendo com a UFF de longas datas. Alguns deles estão recebendo maior dinâmica em função desse acordo. Já existem projetos concretos com recursos alocados para que essa parceria produza cada vez mais soluções eficazes. Dentre eles o Simulador de Passadiço, do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha e o Aprimoramento do Simulador de Passadiço, do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão.”

Para o Diretor do CASNAV, Contra-Almirante Antonio Reginaldo Pontes Lima Junior esse Núcleo vai permitir uma oxigenação na capacitação do Centro. “Vamos trabalhar com pesquisadores da UFF em diversos projetos que são de interesse da Marinha e do país. Esse acordo vai render ótimos resultados.”

Um novo Acordo de Cooperação da MB com a UFRJ será assinado no dia 24 de março. Essas parcerias vão abrir as portas para a integração das universidades com as Instituições de Ciência e Tecnologia da Marinha, que são o CASNAV, o Instituto de Estudos Almirante Paulo Moreira, o Instituto de Pesquisas da Marinha, o Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo e o Centro de Hidrografia da Marinha.

Assinatura do Acordo de Cooperação Acadêmica, Técnica e Científica com a Universidade Federal Fluminense (UFF)

Esquadrão HU-5 presta apoio no Sul

Nos dias 10, 11 e 12 de março, o 5° Esquadrãode Helicópteros de Emprego Geral (HU-5), prestou apoio às vítimas das chuvas que assolaram as cidades de Rio Grande, São Lourenço e Turuçu, nas quais milhares de pessoas ficaram desabrigadas e algumas outras, infelizmente, perderam suas vidas.

Foram realizados sobrevoos das áreas afetadas, identificando locais que necessitavam de auxílio mais urgente, translado de pessoas necessitando de assistência médica e transporte administrativo, entre as cidades de Porto Alegre e São Lourenço do Sul.

Na ocasião foram evidenciados a prontidão e o profissionalismo do Esquadrão “Albatroz” e a presença da Marinha do Brasil no sul do país.

FONTE e FOTO: ComForAerNav

 

Esquadrão HU-2 apoia o estado do Paraná

O helicóptero UH-14 Super Puma N-7071, do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) e cedido pela Marinha do Brasil, por determinação da presidente da República, Dilma Roussef, chegou em Paranáguá no dia 17.03 e após o voo de reconhecimento da região, realizou o transporte da draga do manancial do Ribeirão para o Miranda, num trajeto de aproximadamente 5 quilômetros.

O trabalho ocorreu em duas etapas, sendo a primeira com o transporte da balsa e a segunda do motor.

Com isso será possível fazer a dragagem do rio, o que também vai agilizar o abastecimento.

A aeronave tem capacidade para transportar até 4 toneladas e os equipamentos, juntos, pesam cerca de 3 toneladas.

FONTE e FOTOS: Esquadrão HU-2

Redação vencedora da Operação “Cisne Branco” 2010 do 5º Distrito Naval

A cada ano que se passa, a Marinha do Brasil vem desenvolvendo um ótimo trabalho, onde muitos brasileiros dedicam suas vidas para proteger a nossa tão preciosa Amazônia Azul como também a nossa pátria. O grandioso trabalho que nossa Marinha e seus valentes marinheiros realizam é fiscalizar a nossa valiosa costa, nossos lagos, rios e afluentes contra seus predadores.

Nisso, cada distrito e base desenvolve seu papel de acordo com a sua região predominante. Ao todo são nove distritos, que vão da cidade de Rio Grande a cidade de Manaus. Existem distritos que realizam operações comuns, como: fiscalização da pesca, patrulha costeira e/ou fluvial, sinalização náutica, acompanhamento do trafego marítimo, salvamento a embarcações e tantos outros trabalhos. Também à distritos e principalmente bases que efetuam operações especiais,como:apoio as populações ribeirinhas,ajuda hospitalar as classes menos favorecidas,formação de novos marinheiros,entre outras realizações.

Para realizar estas operações é necessário embarcações com capacidades especiais, como: Navios Oceanográficos, Polares, Hidrográficos, Faroleiros, Balizadores, Patrulhas, Corvetas, Fragatas, Porta-Aviões, Rebocadores, Monitores, Hospitalares, Navios-Escola, Navios Tanque, Submarinos, Desembarque de Carros de Combate, Desembarque de Doca, Varredores, Socorro Submarino, Transporte de Tropas, Apoio Logístico, e outros.

Imagine se não houvesse uma força armada especial para cuidar de nossa Amazônia Azul, a desordem iria tomar conta de nossas águas como acontece em outros países que não contam com esse recurso. Seria muito triste ver nossas águas desprotegidas com pessoas de outras nações roubando o que é nosso por direito, como: Frutos-do-mar, petróleo, sais-minerais, alem de largar lixo em nossas lindas e maravilhosas águas.

A Marinha não faria falta somente por causa dos ataques internacionais, mais também iria ocorrer um grande caos em nossas águas internas, porque como, por exemplo: com a falta de sinalização náutica poderiam ocorrer grandes acidentes fatais, a pesca fora de época causando a extinção de algumas espécies de peixes e muitos outros problemas, fazendo nosso país entrar em colapso.

Muitos países queriam ter uma rica costa como a nossa grande e gloriosa Amazônia Azul que em recompensa é muito bem tratada pela maioria dos brasileiros, porque ela praticamente nos dá a vida, pois 98% das nossas importações e exportações ocorrem por ela, por isso devemos cuidar cada vez mais dela para que ela continue assim, bem preservada, nos ajudando a levar uma vida cada vez melhor.

Endel da Fonseca Pereira

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No dia 24 de fevereiro, o Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli assumiu o Comando da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). A cerimônia ocorreu a bordo da Fragata Turca “Yildirim”, atracada na Base Naval de Beirute.

A solenidade foi presidida pelo Comandante da UNIFIL, Major-General Alberto Asarta Cuevas, e contou com a presença do Embaixador do Brasil em Beirute, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, dos Embaixadores latino-americanos (Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e de países com navios na FTM (Alemanha, Turquia e Indonésia), além de Oficiais-Generais da UNIFIL, do Comandante da Marinha libanesa e de Adidos Militares de diversas nacionalidades.

Na manhã do dia 25 de fevereiro, como parte da programação de assunção do Comando da FTM, o Contra-Almirante Caroli, acompanhado dos Oficiais brasileiros do Estado-Maior da Força-Tarefa, suspendeu com os navios da Força-Tarefa Marítima para a realização do exercício FOTEX.

A UNIFIL foi criada em 1978 para monitorar a retirada das Forças israelenses do território libanês. Já a FTM surgiu em 2006 sob o mandato da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas e em atendimento à solicitação do Governo libanês. Ela tem como tarefas principais impedir a entrada ilegal nos portos do Líbano de armas e materiais afins e treinar a Marinha libanesa para que, no futuro, possa assumir o controle de suas águas jurisdicionais. Atualmente, a Força tem sob seu comando cerca de 800 militares e oito navios de cinco nacionalidades (Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia).

A FTM é o primeiro componente naval de uma missão de paz da ONU e pela primeira vez será comandada por um país não integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FONTE: MB

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Brasil, Rússia, Índia e China (Bric) são países em desenvolvimento que têm se destacado no cenário mundial pelo rápido crescimento das suas economias. Além da aproximação política e comercial entre os Bric nos últimos anos, parcerias no campo da defesa também vêm sendo estabelecidas. É o caso das Marinhas do Brasil e da Índia. Há três anos as Forças realizam exercícios operativos entre seus militares e meios navais.

Em 2010, uma comitiva naval brasileira foi à Índia conhecer a Marinha daquele país. E esse ano, os indianos vieram ao Brasil. Entre os dias 7 e 11 de fevereiro de 2011, o Chefe do Estado-Maior da Marinha da República da Índia, Almirante-de-Esquadra Nirmal Verma, e comitiva, visitaram Organizações Militares da Marinha, nas cidades de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

“Brasil e Índia têm muito em comum: a semelhança entre as Marinhas, o tamanho dos países e a economia. Existem inúmeras lições a serem aprendidas por ambos”, avaliou o Almirante indiano. “Nesses dias que estou aqui, pude ver que a Marinha do Brasil é muito forte e poderosa”, completou.

Além de reuniões no Ministério da Defesa e no Comando da Marinha, em Brasília (DF), a programação dos militares da Índia contemplou visitas ao Centro Experimental Aramar, em Iperó (SP); e no Rio de Janeiro, ao Navio-Aeródromo “São Paulo”, ao Centro de Instrução Almirante Átilla Monteiro Aché, ao Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry”, ao Submarino “Timbira”, à Corveta “Barroso” e ao Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

Da mesma forma que o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro constroi, mantém e repara seus meios navais há 247 anos, a Marinha da Índia possui uma vasta experiência no campo da construção naval. “Isso mostra que, mais do que nunca, estamos aumentando nossa interoperabilidade”, expressou o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto. “Estou seguro de que juntos daremos passos concretos, estabelecendo uma parceria”, enfatizou.

FONTE / FOTOS: Marinha do Brasil (Nomar Online)

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A Marinha do Brasil nas redes sociais

A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Comunicação Social da Marinha, disponibiliza, a partir de hoje (16/02), suas páginas nas Redes Sociais Youtube, Twitter, Facebook e Flickr.

O propósito é ampliar a divulgação das atividades da Marinha junto aos públicos Interno e Externo.

Acompanhe a Marinha do Brasil nos endereços abaixo:

Marinha do Brasil (Oficial)

Marinha do Brasil (Oficial)

@marmilbr

Marinha do Brasil (Oficial)

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O Cruzador Barroso (C 11), ex-Almirante Barroso, ex-USS Philadelphia (CL 41), foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas.


O Cruzador Tamandaré (C 12), ex-Almirante Tamandaré, ex-USS St. Louis (CL 49), foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha.

O Barroso foi construído pelo estaleiro Philadelphia Navy Yard, na Philadelphia e o Tamandaré pelo estaleiro Newport News Shipbuilding & Drydock Co., em Bremerton, Washington.

Ambos foram transferidos sob os Termos da Lei de Assistência Mútua, sendo submetidos a Mostra de Armamento em 29 de janeiro de 1951.

O Barroso foi incorporado em 21 de agosto de 1951, em cerimônia presidida pelo Dr. Maurício Nabuco, Embaixador do Brasil em Washington e  contou ainda com a presença do Contra-Almirante Gérson de Macedo Soares, presidente da Comissão de Recebimento dos Cruzadores e representantes do Departamento de Estado e da Marinha dos EUA.

Em 6 de fevereiro de 1952 foi a vez doTamandaré, também realizada na Base Naval da Philadelphia.

Assumiram o comando do Barroso e do Tamandaré, respectivamente, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Raul Reis Gonçalves de Sousa e o Capitão-de-Mar-e-Guerra Paulo Bosísio .

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história dos dois Cruzadores, acessando o site Navios de Guerra Basileiros.

O Hospital de Campanha da Marinha (HCamp) em Nova Friburgo abriu as portas neste sábado (15/01), quando começou a funcionar em plena capacidade, e já soma 486 atendimentos realizados. Os atendimentos foram iniciados ainda na fase de instalação do hospital, na tarde de sexta-feira (14/01). O HCamp está funcionando 24h, sendo de 08h às 20h em pleno funcionamento e de 20h às 08h com plantonista por especialidade. Entre os atendimentos, 75 por cento foram casos de clínica médica, 20 por cento de ortopedia e 5 por cento de pediatria.

O Hospital conta com seis ambulâncias, duas delas UTI completas, e vinte e dois médicos e profissionais da área de saúde. No efetivo médico estão oito clínicos gerais, três ortopedistas, cinco cirurgiões, três pediatras e três anestesistas, além de outros profissionais da área. Quinze voluntários pertencentes à Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais atuarão em serviços de organização interna do HCamp.

A Marinha do Brasil continua prestando apoio de transporte ao Pessoal da Força Nacional de Segurança e do Corpo de Bombeiros com o helicóptero UH-14 Super Puma, e apoio de resgate às vítimas com uma aeronave UH-12 Esquilo. Na tarde deste sábado (15/01), as aeronaves transportaram profissionais da área de saúde da Marinha para trabalharem no Hospital de Campanha, bem como 35 kg de medicamentos. Também foi realizado transporte de gêneros para o município de Sumidouro.

Cerca de 160 militares estão em Nova Friburgo e apóiam o Governo do Estado na ajuda às vítimas das chuvas. Além da equipe médica, fuzileiros navais e 54 viaturas foram empregados e estão sendo utilizadas como apoio logístico de transporte e para entrega de mantimentos aos desabrigados.

FONTE: COMANDO DO 1º DISTRITO NAVAL – SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Nas Asas a Força e a Virtude

2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) em apoio as vítimas da enchente na região serrana do Rio

No dia 12 de janeiro de 2011, a aeronave UH-14 Super Puma N-7071 (Pégasus 71) do HU-2 foi acionada com a missão de apoiar às vítimas da enchente na região serrana do Rio.

Foram realizadas diversas tarefas de ação humanitária, destacando-se o transporte de pessoal (bombeiros militares) e de material (geradores, holofotes e outros equipamentos de apoio).

Em seguida, o Pégasus foi acionado para transporte de enfermos em estado grave na localidade de Campo Coelho. Os três enfermos, uma senhora com fratura na perna e parada cardíaca, outra grávida com ferimentos e um senhor com fraturas múltiplas, foram levados de Campo Redondo para o Batalhão da Polícia Militar de Nova Friburgo.

Nos dias 13 e 14 de janeiro, a aeronave UH-14 Super-Puma decolou para o transporte de militares da Força Nacional de Segurança para Nova Friburgo.

Mais uma vez, a “Força e a Virtude” do HU-2 esteve presente em um momento crítico, demonstrando prontidão e eficiência da nossa Marinha.

FONTE e FOTOS: Esquadrão HU-2

O Comando do 1º Distrito Naval informa que, em atendimento à solicitação do Governo do Estado por conta das fortes chuvas dos últimos dias, a Marinha do Brasil, autorizada pela Ministério da Defesa, disponibilizou duas aeronaves, um helicóptero de grande porte e outro de pequeno porte da Força Aeronaval, para o transporte de pessoal e equipamentos do Corpo de Bombeiros para a região serrana do Rio de Janeiro.

FONTE: COMANDO DO 1º DISTRITO NAVAL – SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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O Brasil planeja enviar no ano que vem navios militares para o Oriente Médio, uma das regiões mais tensas do planeta. Junto, embarcariam ao menos 200 militares.

Este é o plano da Marinha, segundo revelou à Folha o contra-almirante Luiz Henrique Caroli, 52, indicado pelo Brasil para chefiar a força naval da Unifil, missão de paz da ONU no sul do Líbano cujo objetivo é evitar conflitos entre Israel e a milícia xiita do Hizbollah.

A incursão será a mais importante missão militar do país no exterior depois do Haiti, onde o Brasil comanda a força de paz da ONU (Organização das Nações Unidas). É parte da estratégia do governo Lula de aumentar a projeção global do Brasil.

O plano deve continuar no governo Dilma Rousseff. Para o envio da tropa e dos navios, é preciso aprovação do Congresso. A Marinha está confiante de que não haverá problemas, dada a maioria folgada que a presidente terá no Legislativo.

Veja os principais trechos de sua entrevista.

Folha – Quando o sr. assumirá o comando da força?

Luiz Henrique Caroli – Faltam um decreto presidencial e uma portaria do Ministério da Defesa. Eu imagino que isso vá acontecer em janeiro do ano que vem.

O que essa força faz?

Cada navio vai para uma área de patrulha e, quando vê uma embarcação, se identifica como navio da ONU, pergunta se está indo para águas libanesas, a carga, o rumo, a velocidade, de onde veio e orienta uma rota para o porto. Quando há suspeita de que ele carrega armas, a Marinha libanesa é acionada para fazer uma inspeção.

Como foi a recepção dos governos libanês e israelense à participação do Brasil?

Nosso país tem tradição de tolerância e convivência pacífica. Todos viram de forma positiva. A Indonésia se candidatou a assumir a força, mas Israel não quis porque era um país muçulmano. O Itamaraty consultou o governo israelense, que se posicionou favoravelmente, e o governo libanês também.

A missão aumenta o prestígio do Brasil no Oriente Médio?

Acredito que sim. O Brasil não usa missão de paz para sustentar as Forças Armadas, usa como instrumento de política. O país quer se sentar à mesa que vai criar as normas para os outros. Para isso, tem que participar. E uma forma positiva de participação são as operações de paz. Nós, militares, vemos tudo isso de forma positiva, porque permite termos a experiência real que enriquece as pessoas e a instituição.

Inicialmente o Ministério da Defesa não autorizou o envio de um navio brasileiro para a missão, mas essa possibilidade ainda existe?

Existe sim, a gente fez um estudo que foi aprovado pelo comandante em chefe da esquadra, onde a Marinha está estudando a possibilidade de enviar um navio para compor a força marítima.

Qual seria a embarcação enviada?

Uma fragata, por ser um navio com mais capacidade de permanência. O comandante da Marinha vai decidir e vai conversar com o Ministério da Defesa. Sob as condições colocadas inicialmente pela ONU, de um longo tempo [de permanência], a gente achou que não daria para sustentar um navio lá, pela logística complicada de manter um navio no Oriente Médio. Mas, com a proposta do navio ficar menos tempo, a gente visualizou a possibilidade disso ocorrer.

Quanto tempo ele ficaria?

Dois a três meses e aí teria que ser substituído.

Mandariam um navio de cada vez para treinamento e depois o substituiriam?

Exato. Isso passa, antes da Marinha e da Defesa, pela aprovação do Congresso.

Quando isso aconteceria?

Eu diria que para o final do primeiro semestre de 2011. É bem exequível.

O Brasil não ficaria desguarnecido?

Não. Os distritos navais têm meios para fazer a patrulha do litoral. Um navio [a menos] não traria prejuízo.

FONTE: Folha de São Paulo

FOTO: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

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13 de Dezembro: Dia do Marinheiro

Homenagem do Poder Naval aos nossos Marinheiros

O encarregado da Divisão de Operações e Inteligência, do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo (COMCONTRAM), da Marinha do Brasil, capitão de fragata Guilherme Guedes Pereira, apresentou hoje e apresentará amanhã (30) o Sistema de Informações sobre o Tráfego Marítimo (SISTRAM) para os servidores das áreas de portos e navegação interior da Agência.

O SISTRAM é um sistema utilizado pela Marinha do Brasil para acompanhar, em forma gráfica e em tempo real, as embarcações nacionais e estrangeiras navegando no longo curso, na cabotagem, na navegação interior e no apoio marítimo.

Com informações de várias fontes de dados, o sistema apresenta um panorama de superfície mais atual da navegação na costa e águas interiores brasileiras, contemplando a movimentação de embarcações e navios mercantes, barcos de pesca e petroleiros.

O sistema está disponível para consulta pela ANTAQ e pode fornecer informações relevantes para as ações de fiscalização e regulação da Agência. Os técnicos da Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio da autarquia já utilizam o sistema.

O encarregado da Divisão de Operações e Inteligência do COMCONTRAM explicou que o sistema permite, num primeiro momento, localizar navios, conhecer sua origem e destino, verificar distâncias entre diferentes embarcações e, ainda, entre estas e os portos. Contudo, afirmou que também é possível obter informações mais aprofundadas sobre as embarcações em navegação, contatando o banco de dados administrativo do sistema.

O SISTRAM integra uma rede que é alimentada pelos navios, por meio de equipamentos ligados a satélite, e por questionários, que são acessados e encaminhados ao sistema via internet pelas embarcações. Há ainda uma série de outros dados que são fornecidos pelas capitanias dos portos e unidades da Marinha, trazendo maior confiabilidade às informações.

Entre os sistemas integrados estão o CRT-AMAS, que reúne informações das marinhas do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, e o LRIT (Long Range Identification and Tracking), que é um instrumento do acordo multilateral para compartilhamento de informação sobre posicionamento de navios da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS), para atendimento de requisitos de segurança marítima e do meio ambiente.

A informação LRIT é composta pela identificação do navio e sua posição geográfica (latitude e longitude) em determinado momento. Essa informação é recebida por um centro de dados, designado pelo respectivo governo contratante, e redistribuída a outros governos signatários do SOLAS, segundo um plano de distribuição de informações coordenado pela Organização Marítima Internacional (IMO).

SISTRAM IV

O capitão informou que em dois anos a Marinha irá investir cerca de R$ 2 milhões na implementação do SISTRAM IV. A nova geração, que substituirá o SISTRAM III, permitirá a consulta através da internet, garantindo um acesso mais rápido, abrangente e intensivo das informações.

Além disso, o militar acredita que, com a nova versão do sistema, instituições que hoje já integram a rede, como a ANTAQ, o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Agência Nacional de Petróleo (ANP), deverão agregar novas demandas de informações.

Uma oportunidade para avaliar as perspectivas em relação ao novo sistema ocorrerá já nos próximos dias 14 e 15 de dezembro, durante a realização de um workshop no Rio de Janeiro. O encontro será na sede do 1º Distrito Naval, e contará com a participação dessas três instituições.

FONTE: ANTAQ

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Por CC(CA) Roger Pinesso da Silva, artigo publicado na Revista de Villegagnon 2009.


Em uso desde a década de 1930, o radar ainda pode ser considerado um dos instrumentos que mais ampliam os sentidos humanos. Com um radar pode se enxergar na escuridão, medir com precisão a posição e a velocidade de objetos e tempestades, prevenir colisões, obter alarme antecipado sobre ameaças a longas distâncias e muito mais. Em poucas palavras, os radares permitem ao homem aumentar o alcance de sua visão, a partir da manipulação das ondas eletromagnéticas.

Consequentemente, os radares tem largo emprego em quase todo o mundo, constituindo uma extensão da nossa capacidade de perceber situações complexas. São ferramentas tão poderosas que sua utilidade não pode ser ignorada, principalmente no meio militar.

Sun Tzu, General Chinês, que viveu em 500AC, afirmou que “aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, ainda que em cem batalhas, nunca correrá perigo [...] aquele que não conhece o inimigo nem a si mesmo correrá perigo em todas as batalhas.” Certamente ele teria tirado muito proveito do radar, caso dispusesse de um naquela época.

O radar representa bem o significado da expressão “Conhecer é Poder”. Em primeiro lugar, o radar integra vasta gama de conhecimento tecnológico em seu projeto, construção, manutenção e operação.

Podemos citar cronologicamente alguns dos famosos nomes da ciência, cujas criações convergiram para o surgimento do radar:

(a) Descartes – Geometria Analítica;

(b) Fourier – Decomposição de Sinal;

(c) Newton – Cálculo e Dinâmica;

(d) Doppler – Relação entre Frequência e Velocidade Relativa;

(e) Maxwell – Eletromagnetismo;

(f) Marconi – Rádio; e

(g) Watt – Radar Meteorológico.

A consagração do radar viria com o sucesso da rede de radares e de comunicações, organizada pelo Marechal Dowding, que muito contribuiu para salvar a Grã-Bretanha da tentativa de invasão alemã na Segunda Guerra Mundial.

O radar pode fornecer os dados de posicionamento necessários ao desempenho de uma vasta gama de atividades que vão desde a navegação e a segurança de voo até a monitoração ou o engajamento de alvos como aeronaves, navios, viaturas, estruturas de terra, mísseis e satélites. Pode ainda ser usado no acompanhamento de tempestades e no sensoriamento remoto de grandes áreas a partir de satélites. Portanto, o radar constitui peça fundamental de vários sistemas relevantes para sociedade atual, empregado desde a defesa militar até a prevenção de acidentes em aeroportos, rodovias e hidrovias.

O emprego de tão valioso instrumento não poderia deixar de ser entendido detalhadamente por aqueles que virão a usá-lo, seja em projetos, seja em operações militares ou mesmo no cotidiano. Tal fato torna muito oportuna a aquisição pela Escola Naval (EN) de um radar de treinamento. Equipamento esse especificamente desenvolvido para o estudo, em laboratório, do funcionamento e da aplicação de diversos sistemas de radar e de Guerra Eletrônica.

O Radar e a Guerra Eletrônica

A palavra radar vem do termo “RADIO DETECTION AND RANGING”, cujo significado é a detecção e determinação da distância por intermédio das ondas de rádio do espectro eletromagnético. As principais informações fornecidas pelo radar são a distância, a direção (marcação), a altitude e a velocidade de alvos acima d’água, no ar e em terra, ou até mesmo no espaço, caso o radar seja adequado. O seu funcionamento baseia-se na reflexão das ondas eletromagnéticas nas superfícies dos objetos. Seu transmissor emite periodicamente um conjunto de ondas, denominado pulso, para a direção em que está apontada sua antena.

A antena do radar gira para que seja possível determinar a marcação do alvo, ou seja, sua direção. No instante em que a antena alinha-se com esse alvo, ela pode percebê-lo pela recepção do eco do pulso de ondas eletromagnéticas emitidas originalmente pelo radar.

Por sua vez, a distância do alvo (D) é obtida a partir da medição do período de tempo (T) que esse pulso de ondas leva para viajar até o alvo e voltar para a antena do radar, bastando aplicar a fórmula: D = T x V/2, onde D é a distância radar-alvo, T é o tempo de ida e volta do pulso e V é a velocidade das ondas eletromagnéticas.

O processo de medida da distância é praticamente instantâneo, pois essas ondas se propagam simplesmente na exorbitante velocidade da luz. Uma chave seletora dos circuitos do radar permite que a antena transmita e receba tais pulsos, bloqueando o receptor enquanto transmite e inibindo a transmissão enquanto recebe.

Entre várias classificações, podemos distinguir dois tipos básicos de radares militares: busca e direção de tiro.

Os radares de busca destinam-se principalmente à apresentação das informações de posição de alvos acima d’água para a compreensão da situação tática e disseminação antecipada de ameaças, ampliando as capacidades humanas naturais de observação e vigilância.

Os radares de direção de tiro têm por objetivo transmitir, em tempo real, os dados precisos de posição dos alvos aos demais componentes do sistema de armas, contribuindo para a solução do problema de tiro.

Os radares podem ter seu funcionamento perturbado ou mesmo impedido por meio de específicas ações de Guerra Eletrônica, denominadas Medidas de Ataque Eletrônico (MAE), executadas a partir das mais diversas plataformas como navios, aeronaves, submarinos, foguetes, mísseis, satélites, veículos terrestres e até mesmo equipamentos portáteis das tropas.

As MAE abrangem tanto técnicas destrutivas, denominadas “hardkill”, quanto as não destrutivas, “softkill”. As técnicas destrutivas implicam letalidade e capacidade de infligir danos ao material, podendo envolver:

(a) Mísseis Antirradiação – HARM, “Highspeed Anti-Radiation Missiles”, criados para se dirigirem velozmente sobre fontes de energia eletromagnética dos sistemas de radar alvejados;

(b) Armas de Energia Direcional – DEW, “Directed-Energy Weapons” representadas por canhões LASER (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation), canhões de micro-ondas ou de feixe de partículas, disponíveis nos arsenais de alta tecnologia. São armas que emitem energia na direção apontada e não empregam munição de projétil. Muitas das Armas de Energia Direcional são efetivamente reais ou estão em desenvolvimento.

As técnicas não destrutivas, embora mais antigas, têm ainda grande importância, pois permitem explorar eficientemente o fator surpresa, geralmente a custos mais baixos. Dentre as MAE não destrutivas destacam-se a Supressão por Bloqueio Mecânico e por Bloqueio Eletrônico, o Despistamento Mecânico, o Despistamento Eletrônico e a Furtividade, as quais podem ser simuladas e estudadas no laboratório de radar da Escola Naval.

A Supressão é feita por interferência lançada sobre as ondas eletromagnéticas irradiadas pelo oponente.

Pode ser realizada por intermédio do Bloqueio Eletrônico que emprega a deliberada irradiação, reirradiação ou reflexão de energia eletromagnética, com o propósito de restringir ou anular o desempenho de sistemas eletrônicos em uso pelo inimigo. O outro tipo de Supressão, o Bloqueio Mecânico, usa a nuvem “chaff”, formada por leves tiras de metal que podem ser lançadas por aeronaves, navios, granadas, ou foguetes especialmente preparados. Funcionam como refletores, produzindo na tela do radar-vítima uma confusão de ecos e a negação do acompanhamento de alvos.

A Supressão tem como efeitos desejados:

(a) o impedimento da solução de tiro;

(b) a dificuldade do controle tático;

(c) a perturbação da direção e do controle de mísseis;

(d) o comprometimento da confiabilidade do controle aéreo inimigo.

Entretanto, apresenta importantes limitações a serem consideradas:

(a) a possibilidade de detecção por equipamentos passivos de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE);

(b) a proteção eletrônica nos equipamentos inimigos;

(c) a possibilidade de interferência em equipamentos de unidades amigas;

(d) a difícil comprovação de sua eficácia por quem emprega a supressão.

O Despistamento engloba tanto técnicas ativas,  quanto passivas, e visa a levar o oponente a interpretar incorretamente os sinais eletromagnéticos recebidos. É realizado por irradiação, reirradiação, alteração, absorção ou reflexão de energia eletromagnética com o propósito de induzir o inimigo ao erro na interpretação ou no uso da informação recebida.

Pode empregar despistadores constituídos ou por refletores mecânicos ou por circuitos eletrônicos.

A Tecnologia Furtiva, “Stealth Technology” em inglês, trata da capacidade de ocultação de alvos ao radar.

É intimamente ligada ao desenvolvimento e à construção de plataformas tais como navios e aviões. Explora dois princípios básicos: a absorção de ondas eletromagnéticas por materiais e o uso de geometria apropriada para espalhar tais ondas. A absorção e o espalhamento das ondas eletromagnéticas evitam que o eco eletromagnético chegue ao receptor do radar adversário com força suficiente. Assim, o alvo torna-se invisível ao radar a distâncias suficientes.

As Medidas de Proteção Eletrônica (MPE) foram desenvolvidas para se contrapor às Medidas de Ataque Eletrônico na contínua evolução dos meios e das táticas de combate.

As MPE podem ser:

(a) evasivas, cuja execução visa a manobrar a unidade, mantendo-a fora do alcance de detecção do inimigo ou aproveitando a presença de outros alvos para esconder-se;

(b) de controle de irradiações, para evitar ações inimigas; e

(c) pela integração de sistemas eletrônicos aos radares especialmente criados para garantir que sua operação não sofra interferências.

As MAE e MPE de Guerra Eletrônica apresentadas podem anular pesados esforços e gastos em sistemas de radares defensivos ou mesmo ofensivos, e devem ser muito bem conhecidas para que possam ser evitadas ou praticadas com sucesso.

O Laboratório de Radar na Escola Naval

As ondas emitidas pelo radar viajam na velocidade da luz, 300.000 km/seg, exigindo extrema rapidez para perceber o efeito do retorno do sinal refletido pelos alvos. Ao mesmo tempo, o radar deve irradiar grande quantidade de energia, a fim de detectar objetos distantes.

Esses dois pontos requerem um sistema especialmente projetado para a prática de ensino com radar na escala de laboratório.

Dada a importância do domínio do conhecimento envolvido na Guerra Eletrônica, a Escola Naval adquiriu um Sistema de Treinamento Radar de fabricação canadense (LABVOLT, 2006).

O objetivo é dinamizar a formação dos Aspirantes nesta área. Mostra-se também um instrumento de grande utilidade para a pesquisa tecnológica. Em operação normal, os níveis de radiação deste sistema de treinamento radar são muito baixos para serem considerados perigosos. A potência irradiada no modo CW, “continuous wave”, é normalmente de 2mW.

Muito menor que os 60W das lâmpadas caseiras e os 700W dos fornos de micro-ondas domésticos.

Além disso, esse radar de laboratório trabalha em frequências na faixa de 8 a 10 GHz, bastante fora da banda de cozimento de alimentos. A máxima densidade de potência produzida pelo treinador radar da EN é 0,08 mW/cm².

De qualquer modo, mesmo com sistemas considerados seguros, é muito importante desenvolver hábitos de segurança ao estudar sistemas de radar, pois o radar de laboratório é apenas um modelo dos potentes radares de uso comum. Embora as micro-ondas sejam invisíveis, elas podem ser perigosas a altas potências ou por longo tempo de exposição. A regra mais importante ao manipular as micro-ondas é evitar a exposição a níveis perigosos de radiação. Muitas avarias em equipamentos e acidentes são causadas por má condução. Assim, antes de ligar o treinador radar ou qualquer outro radar, os procedimentos de operação e manutenção, previstos em manual, deverão ser observados cuidadosamente.

Capaz de demonstrar desde os princípios de funcionamento dos radares até as modernas medidas de proteção e ataque eletrônicos (MPE e MAE), nosso novo radar de laboratório pode prover experiências valiosas de ensino e simulação aos Aspirantes, Professores e Instrutores. A precisão e a quantidade de recursos desse sistema ampliam sobremaneira seu potencial, tornando-o também plenamente aplicável aos cursos mais avançados e às pesquisas de cunho tecnológico.

O Laboratório Radar e seus equipamentos também são excelentes instrumentos de demonstração e estudo do emprego da eletrônica em ações táticas consagradas, servindo como ferramenta para despertar a motivação dos Aspirantes tanto para os estudos técnicos, quanto para as Operações Navais.

Um conjunto de sete publicações detalham muitos aspectos técnicos e servem de apoio ao Professor, contribuindo para melhor preparação das aulas, demonstrações, simulações, pesquisas e apresentações.

Diversas ilustrações facilitam a conexão dos módulos pelo professor e ajudam a orientar as observações dos estudantes. Ao longo do procedimento, questões guiam a atenção e o raciocínio dos estudantes e auxiliam a compreensão dos princípios envolvidos.

Acompanha o radar um conjunto de doze alvos em diferentes formatos. O laboratório dispõe de dois projetores, telas de monitoração e apresentação, duas antenas, mesa de alvos, módulo de guerra eletrônica, controle remoto, maquete “stealth” e simulador de “chaff”.

Conclusão

Os estudos, com tal disponibilidade de recursos e métodos, certamente tornam as práticas educacionais empolgantes e muito proveitosas. Além disso, abrem-se possibilidades de parcerias com instituições e centros de desenvolvimento de tecnologia para emprego do sistema. Nas primeiras apresentações e aulas no laboratório de radar, pôde-se verificar que o uso deste ambiente de ensino técnico e científico enriquecerá sobremaneira a formação dos Oficiais de Marinha.O domínio de tal conhecimento contribuirá decisivamente para a garantia da maior eficiência possível do sistema de vigilância de áreas de interesse nacional.

Navios e aeronaves da MB

Clique na imagem para ampliar. (Atualizado em maio de 2009).

NOTA DO PODER NAVAL: Quais os novos meios que foram incorporados à MB de maio de 2009 até a presente data?

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O Ministério da Defesa autorizou nesta quarta-feira a Marinha a dar apoio logístico à Polícia Militar do Rio de Janeiro nas operações contra a atual onda violência, que já deixou pelo menos 23 mortos desde segunda-feira.

O governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou em entrevista à “Rede Globo” que pediu o suporte de veículos e equipamentos da Marinha, mas não de tropas.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, respondeu por fax autorizando o envio de meios de transporte e do que for necessário para a operação e manutenção dos veículos, cuja natureza não foi detalhada.

Cabral explicou que os veículos vão ser usados em operações especiais nas favelas, especialmente na Vila Cruzeiro, uma das mais violentas da capital fluminense.

O dia mais violento foi esta quarta-feira, com 15 mortes registradas, com a intensificação das operações policiais, que se estenderam a 27 favelas do Rio.

A Polícia advertiu que vai “intensificar” as operações nesta quinta-feira, para as quais mobilizou 17.500 agentes, parte deles correspondentes ao pessoal de escritório.

FONTE: Terra

SAIBA MAIS:

COMANDO DA MARINHA

ESTADO-MAIOR DA ARMADA

EXTRATO DE TERMO DE COOPERAÇÃO No- 3/EMAER/2010
a) Espécie: Termo de Cooperação que entre si celebram os Comandos da Marinha e da Aeronáutica; b) Objeto: A qualificação operacional de pilotos da Marinha do Brasil, em aeronaves multimotor turboélice, em unidade da Força Aérea Brasileira; c) Data da Assinatura: 18/11/2010; d) Vigência: O presente Termo entrará em vigor a partir da assinatura dos partícipes e terá vigência até o dia 31 de dezembro de 2013, de acordo com o Plano de Trabalho; e) Assinam: Almirante-de- Esquadra MARCUS VINICIUS OLIVEIRA DOS SANTOS, Chefe do Estado-Maior da Armada e Tenente-Brigadeiro-do-Ar CLEONILSON NICÁCIO SILVA, Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

EXTRATO DE TERMO DE COOPERAÇÃO No- 4/EMAER/2010
a) Espécie: Termo de Cooperação que entre si celebram os Comandos da Marinha e da Aeronáutica; b) Objeto: A qualificação em Líder de Esquadrilha de pilotos de caça da Marinha do Brasil, em unidade aérea de A-29 da Força Aérea Brasileira; c) Data da Assinatura: 18/11/2010; d) Vigência: O presente Termo entrará em vigor na data da assinatura dos partícipes e terá vigência até o dia 31 de dezembro de 2013, de acordo com o Plano de Trabalho; e) Assinam: Almirantede-Esquadra MARCUS VINICIUS OLIVEIRA DOS SANTOS, Chefe do Estado-Maior da Armada e Tenente-Brigadeiro-do-Ar CLEONILSON NICÁCIO SILVA, Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

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