No último sábado, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China comissionou sua nova fragata de vigilância. A cerimônia aconteceu na cidade de Sanya, no sul da província de Hainan. O navio deve reforçar a presença do país no Mar Meridional.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, o O Yueyang é capacitado para operações de vigilância de longa distância, defesa antiaérea e operações antissubmarinos.
FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Após quatro meses em missões de escolta de navios civis e mercantes no Golfo de Aden, a força-tarefa da Marinha do Exéricito de Libertação Popular da China chegou hoje à Grande Baía de Malta, na cidade de Valleta. A flotilha, composta pelas fragatas tipo 054A Huangshan e Hengyang, e pelo navio de reabastecimento Qinghaihu estão na ilha a convite das Forças Armadas maltesas, e foram recebeidas com festa pela comunidade chinesa no país.

O embaixador da China na ilha, Cai Jinbiao, declarou que a presença dos navios é “uma visita de boa fé, e esperamos que o povo (maltês) corresponda”. A força-tarefa ficará em Malta até sábado, e entre as atividades de intercâmbio com as forças maltesas, estão previstos seminários sobre combate à pirataria, e demonstrações dos sistemas de defesa das fragatas.

A flotilha ainda passará pela Argélia, Marrocos, Portugal e França antes de voltar para casa.

FONTE: timesofmalta.com via Naval open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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De acordo com informações do jornal South China Morning Post, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China participará  pela primeira vez do Rim of The Pacific (RIMPAC) – o maior exercício naval multinacional na atualidade. Porém, a atuação chinesa deve se restringir a atividades não ligadas ao combate, como treinos de alívio em caso de desastres. As manobras do RIMPAC do ano passado, no Havaí, envolveram Marinhas de 22 países e mais de 40 navios de superfície e submarinos.

A confirmação da presença da China nos exercícios conjuntos, que acontecerão em 2014, vem em um momento de tensão entre o país, os Estados Unidos e o Japão devido às disputas em torno das ilhas Senkaku/Dayou, além do desconforto de Washington diante do potencial crescente de Pequim em termos de armamentos e guerra cibernética. Nem todos os países que participam do RIMPAC são aliados dos EUA. No ano passado estiveram presentes a Rússia e a Índia. E segundo o Pentágono, Pequim se limitou a enviar observadores ao exercício em 1998.

O vice-secretário de defesa americano, Ashton Carter confirmou que a China participará do RIMPAC de 2014 durante discurso feito na última quarta-feira (20) em Jacarta. Carter declarou que estava “satisfeito por eles terem aceito” o convite estadunidense, feito ano passado pelo então secretário de defesa, Leon Panetta. Na época, Panetta afirmou ter convidado Pequim a enviar um navio para as manobras, e as autoridades chinesas responderam que iriam “considerar positivamente” a proposta. No portal do Departamento de Defesa norte-americano, consta a declaração de Carter: “nós buscamos fortalecer e aumentar nossas relações militares com a China, acompanhando o crescimento das nossas relações políticas e econômicas”.

Porém, a legislação americana proíbe o Pentágono de firmar contratos militares com o Exército de Libertação Popular, caso esses acordos “venham a criar riscos à segurança nacional por conta de exposição inapropriada” a atividades como operações conjuntas de combate. Mas há exceção para operações e manobras de busca e salvamento ou ajuda humanitária, e a China já participou de exercícios de combate à pirataria com os EUA no ano passado.

A tenente-coronel e porta-voz do Pentágono, Catherine Wilkinson, reforçou que a Marinha americana está tomando as devidas precauções para não revelar informações sigilosas durante as manobras. “A US Navy possui salvaguardas operacionais para proteger dados sobre tecnologia, estratégias, técnicas e procedimentos empregados pelos Estados Unidos”, declarou Wilkinson. A porta-voz preferiu não comentar acerca de qual será exatamente a participação chinesa no RIMPAC. “As inteações militares entre a China e os EUA podem incluir uma série de atividades em áreas de interesse mútuo, como segurança marítima, medicina militar, assistência humanitária e alívio em sutuação de desastre”.

O capitão-de-mar-e-guerra e porta-voz da Marinha dos Estados Unidos, Charles Brown, declarou que a primeira conferência para o planejamento do RIMPAC acontecerá em maio deste ano.

FONTE: South China Morning Post via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

Imagens recentes surgiram em sites chineses, e mostram o H/PJ-14 – sistema de defesa antiaérea aproximada (CIWS) do porta-aviões Liaoning.

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FONTE: Navy Recognition

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Uma publicação recente no site da corporação naval chinesa China Shipbuilding Industry Corporation (CSIC) informou pela primeira vez sobre o programa para o desenvolvimento e construção de um reator atômico experimental para navios de superfície na China. A construção de um porta-aviões atômico significaria uma nova etapa no desenvolvimento da estratégia militar naval do país.

Durante décadas, Pequim desenvolveu sua Marinha de guerra, passando gradualmente da conceção da lógica de defesa ativa do litoral para a de conquista da primazia marítima dentro de primeira cadeia de ilhas (Ilhas do Japão – Taiwan – Filipinas). A próxima meta para a Força Naval passou a ser a conquista da soberania dentro de segunda cadeia de ilhas, que começa perto da costa nordeste do Japão e passa pelas Ilhas Marianas do Norte, Guam, Palau até o litoral noroeste da Nova Guiné.

A construção de um navio-aeródromo nuclear é razoável, se a China pretende enviar para mares distantes grandes unidades navais militares, capazes de efetuar ofensivas de forma independente. A própria formação dessas grandes unidades será um acontecimento importante na política mundial. Tanto que a direção chinesa já aprovou as respectivas decisões, – falta definir quando essas medidas acontecerão.

Conforme o documento publicado no site da CSIC, o projeto de reator experimental para naves de superfície passou a ser financiado recentemente, possivelmente, no ano passado. A China já é capaz de produzir instalações de energia atômica para submarinos, mas as instalações energéticas para navios-aeródromos têm caraterísticas específicas. Não são tão limitadas pelo peso, dimensões e ruído, mas devem ser muito mais potentes, para fornecer energia a todos os sistemas de uma embarcação de porte tão grande.

Trata-se de um projeto tecnicamente complexo, que deve levar pelo menos até o fim da década para ser concluído. Levando em consideração que nos últimos anos a China dispensa especial atenção em relação à segurança nuclear, a construção de um reator experimental para navios de superfície incluirá um longo período de testes, observações e revisões. Sendo assim, é pouco provável que um porta-aviões atômico chinês entre na composição da Força Naval antes de 2020.

Até lá, Pequim, segundo os dados disponíveis, pretende construir, no mínimo, mais um porta-aviões de propulsão convencional. Esse navio, embora imite alguns elementos da estrutura do antigo navio-aeródromo soviético Varyag, será um projeto chinês independente, e a construção começou ou começará em 2013. Esses dois navios permitirão à China ganhar a  experiência necessária na exploração do potencial desse tipo de embarcação, e elevarão o poder ofensivo da Marinha de Guerra chinesa nas águas próximas. O convoo dessas embarcações será ocupado principalmente pelos caças J-15 – já em fase final de testes. Podemos considerar que estes navios constituirão a primeira geração de futuros porta-aviões chineses, enquanto a segunda geração já será de propulsão nuclear.

Para essa segunda geração de porta-aviões, o país começaria a produzir em série caças de quinta geração J-31- cujos testes de voo começaram no ano passado. Pela perspectiva mais otimista, os J-31, concebidos sob a evidente influência de caças americanos F-35 Lightning, poderão encontrar-se com seus protótipos norte-americanos no mar dentro de dez anos. Esta perspectiva pode exigir que os Estados Unidos invistam mais na modernização de seu parque de aviação, para manter a superioridade tecnológica em relação à China.

FONTE: Voz da Rússia (adaptação e edição do Poder Naval a partir de original em portugês)

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Segundo pesquisa divulgada hoje, os investimentos da China na área de defesa devem se igualar aos dos Estados Unidos ainda na próxima década.

As despesas militares chinesas aumentaram, em média, 15% ao ano, segundo análise do International Institute of Strategic Studies (IISS), baseado em Londres. Essa taxa de crescimento, somada a investimentos ainda a serem integrados ao orçamento do Exército de Libertação Popular, farão com que os gastos do país em defesa se equiparem aos dos EUA por volta de 2023.

“A capacidade da China para produzir equipamentos avançados com tecnologia nacional está aos poucos transformando o ELP”, declarou a repórteres o diretor do IISS, general John Chipman. “Atualmente, o país investe mais em defesa do que seus vizinhos Japão, Coreia do Sul e Taiwan juntos”.

A Marinha do ELP comissionou seu primeiro navio-aeródromo em setembro do ano passado, e, segundo o general Chipman, os novos contradotpedeiros  tipo 052D e fragatas tipo 56, aeronaves de patrulha marítima e sistemas de mísseis também sinalizam a ascenção naval da China.

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FONTE: Bloomberg.com (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Em meio a disputas marítimas e territoriais com países vizinhos, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China (LP) comissionou hoje a primeira de uma “nova geração” de fragatas stealth.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, a fragata tipo 56, antes conhecida apenas pelo número 582, foi batizada de Bengbu durante a cerimônia realizada no porto de Zhoushan, na província de Zhejiang, no leste da China.

O modelo tipo 56, desenvolvido totalmente com tecnologia nacional, a princípio será empregado em missões de escolta e operações anti-submarino.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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A 14ª Frota de Escolta da Marinha do Exército de Libertação Popular da China está realizando treinamentos de combate em condições adversas. As manobras acontecem no Oceano Índico, com a finalidade de testar a capacidade de resposta das tropas em situações de emergência.


FONTE: Navy Recognition

Liaoning será baseado no porto de Qingdao

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O Liaoning, primeiro navio-aeródromo da Marinha do Exército de Libertação Popular da China, será baseado permanentemente em Qingdao, no norrte do país, onde realizará operações em águas próximas ao Japão e à Península da Coreia.

Quingdao é a base da Frota do Norte da Marinha chinesa, responsável pela segurança no Mar Amarelo, Mar do Japão, partes do Mar do Leste e no Golfo de Bohai, a cerca de 150 quilômetros de Pequim. O porto tem o maior quebra-mar do país para conter ondas e tempestades, e permanece sem gelo o ano todo.

O Liaoning foi reformado a partir de um navio-aeródromo adquirido da Ucrânia, e é descrito pela Marinha chinesa como um modelo experimental. O navio foi comissionado em setembro do ano passado, em meio a disputas marinhas da China com países vizinhos – notadamente o Japão, em torno das ilhas Senkak/Dayou.

Acredita-se que a Marinha do ELP planeja construir mais quatro porta-aviões, e que um ou mais venham a ser baseados na província de Sanya, próxima ao Mar do Sul – região de litígio com o Vietnã, as Filipinas, Brunei e Malásia.

Apesar de ainda não levar aeronaves, o Liaoning é o elemento mais notável do programa de construção naval da China, que inclui também submarinos lançadores de mísseis balísticos, contratorpedeiros e uma nova geração de fragatas stealth lançadoras de mísseis – a primeira delas foi lançada na última segunda-feira (25) em Xangai.

A Marinha também vem realizando testes de decolagem e pouso no convoo porta-aviões. As aeronaves usadas são os J-15, desenvolvidos a partir do modelo Su-33 da Rússia.

FONTE: ABC News via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Clique na imagem para visualizar as principais classes de navios da PLA Navy.

Os destróieres da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) avançaram muito no design e no poder de fogo em 30 anos. Será que o leitor do Poder Naval consegue identificar as classes?

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