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	<title>Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante &#187; Marinha Mercante</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>A cabotagem brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 16:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Cabotagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Estrangeiros já servem a costa com navegação de longo curso. Temos de permitir que eles também façam cabotagem. Todos os que militam no transporte e na logística no País conhecem nossas dificuldades, que não são poucas. É sabido que temos uma matriz de transporte inadequada às nossas necessidades, em que o modo rodoviário é predominante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="size-full wp-image-19668 alignleft" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="103" height="28" /></a>Estrangeiros já servem a costa com navegação de longo curso. Temos de permitir que eles também façam cabotagem.<br />
Todos os que militam no transporte e na logística no País conhecem nossas dificuldades, que não são poucas. É sabido que temos uma matriz de transporte inadequada às nossas necessidades, em que o modo rodoviário é predominante no transporte interno de mercadorias &#8211; o que faz da nossa logística um item extremamente caro.</p>
<p>Para isso, algumas ações têm sido implementadas nos últimos anos, desde a abertura econômica introduzida em 1990. Tivemos uma nova abertura dos portos, bem como de aeroportos e de pontos de fronteira, de forma a permitir uma mudança da estrutura logística brasileira.</p>
<p>Uma delas foi a transferência das operações portuárias à iniciativa privada, através da Lei número 8.630, de 1993. Com isso, tivemos um aumento da nossa capacidade de operação, bem como de produtividade. Passamos de 5 a 8 operações de contêineres por hora para 40 movimentos em média. E com o Tecon-Santos com capacidade de 55 operações, a caminho de 90.</p>
<p>Em que já se fizeram 110 em embarques isolados. E com redução do custo de operação de US$ 600.00 para cerca de US$ 250.00 por movimento. Em relação ao mundo, ainda há muito que melhorar. Isso permitiu o renascimento da cabotagem em águas brasileiras. Com custos operacionais menores, e com a agilização dos embarques e desembarques, o transporte de mercadorias pela costa marítima brasileira foi viabilizado.</p>
<p>Em especial, que os portos podem cobrar menos do que no transporte de longo curso, aquele feito entre países. Tudo para incentivá-lo, porque, além de mais barato que o rodoviário, ainda compete com ele na capacidade, na poluição e nos congestionamentos. E a cabotagem não decepcionou. As empresas brasileiras entenderam o &#8220;novo&#8221; transporte e o incentivaram. Por isso tornou-se o modo que mais cresce no setor.</p>
<p>Em meados da década de 90 não se embarcavam contêineres. Em 1999 o total situou-se em 20.000 TEU (twenty-foot equivalent unit, ou unidade de 20 pés, equivalente a 6,09 m). Em 2009, esse número já tinha saltado para algo como 500.000 TEU. Mas precisamos incentivar ainda mais a cabotagem. É preciso que façamos a substituição do veículo rodoviário. Que este se situe na sua faixa lógica de operação. Que é a de distribuição de carga. E o transporte em pequenas distâncias, de máximo uns 500 quilômetros.</p>
<p>É necessário também mudar a posição de vedete do transporte, como auxiliar dos demais modos nas operações de intermodalidade e multimodalidade. Mas, para que isso aconteça, entendemos que precisamos ter fretes ainda mais baratos do que os atuais. A diferença com o rodoviário precisa ser contundente: ela precisa chamar a atenção dos empresários.</p>
<p>O frete precisa ser de tal forma vantajoso que estabeleça um novo padrão para nossa matriz de transporte. Ela tem de se tornar de padrão internacional. Com menores custos, toda a economia sai ganhando. Com produtos mais baratos, teremos mais consumo, mais produção, mais emprego etc. Além da criação de mais empresas brasileiras de navegação, ou então com o crescimento da oferta das atuais, entendemos que temos à mão um instrumento extra para utilização, que são as empresas estrangeiras de navegação.</p>
<p>Se as empresas estrangeiras já servem a costa brasileira com a navegação de longo curso, o que estamos esperando? Temos de permitir que essas companhias também façam cabotagem, embarcando e desembarcando carga nos portos que operam normalmente. Como as empresas já existem, como os navios já estão no tráfego, e como, certamente, existe espaço, teríamos dessa forma um barateamento dos fretes.</p>
<p>Portanto, só temos de utilizar a estrutura que já existe. Certamente teríamos o argumento de que estaríamos nas mãos de empresas estrangeiras. Quanto a isso, não seria nenhuma novidade para ninguém. Essa situação já existe hoje com as empresas que são chamadas de &#8220;nacionais&#8221;. E isso ocorre em toda economia brasileira.</p>
<p>Que elas poderiam sair do País ou deixar de fazer a operação, achamos que é um argumento falho. Há quantos anos todas essas empresas estrangeiras estão no País, sem deixá-lo? Ninguém vai deixar o que é considerado como vantajoso. Alguém poderia argumentar que isso não existe em nenhuma parte do mundo.</p>
<p>Ok, argumento válido, porém falacioso. Temos muitas coisas que o Brasil faz que não existem em nenhuma parte. Seria apenas mais uma, com ampla vantagem. Se o Brasil costumasse seguir o restante do mundo, teríamos uma matriz de transporte completamente diferente. Com o predomínio do transporte aquaviário e ferroviário teríamos taxa de juros como no restante do planeta, sem tê-la como a mais alta do mundo, bem distante das demais existentes. Teríamos uma carga tributária condizente com nosso desenvolvimento, em que a renda disponível permitiria mais consumo. Teríamos investimentos bem maiores do que o que temos. Portanto, se já somos diferentes em tudo, isso seria apenas mais uma diferença. E para melhor.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: DCI/Samir Keedi, via <em>Portos e Navios</em></p>
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		<item>
		<title>Informação sobre o nome dos dois próximos N/T´s da Transpetro</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2010/05/10/informacao-sobre-o-nome-dos-dois-proximos-nt%c2%b4s-da-transpetro/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2010/05/10/informacao-sobre-o-nome-dos-dois-proximos-nt%c2%b4s-da-transpetro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 00:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>
		<category><![CDATA[Transpetro]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo informações, os dois próximos navios a serem construídos serão batizados de: Estaleiro Mauá: 40.000 dwt,  produtos claros N/T &#8216;Celso Furtado&#8217;,  e aparentemente todos desta classe terão o nome de economistas. Celso Furtado, Economista, foi o primeiro Superintendente da Sudene Estaleiro EAS: Casco EAS 002 &#8211; Suezmax, o segundo navio da classe JC, possivelmente se chamará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/celso-furtado.jpg"><img class="size-full wp-image-27977 alignright" title="celso-furtado" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/celso-furtado.jpg" alt="celso-furtado" width="220" height="286" /></a>Segundo informações, os dois próximos navios a serem construídos serão batizados de:</p>
<ul>
<li>Estaleiro Mauá: 40.000 dwt,  produtos claros N/T <em>&#8216;Celso Furtado&#8217;</em>,  e aparentemente todos desta classe terão o nome de economistas. Celso Furtado, Economista, foi o primeiro Superintendente da Sudene</li>
</ul>
<ul>
<li>Estaleiro EAS: Casco EAS 002 &#8211; Suezmax, o segundo navio da classe JC, possivelmente se chamará N/T<em> &#8216; Zumbi dos Palmares&#8217;</em></li>
</ul>
<p>Segundo fontes os navios do Mauá deverão ter nomes de economistas e os suezmax do EAS deverão ter nomes de negros que se destacaram na história do Brasil  e que os nomes são escolhidos pelo Presidente Lula.</p>
<p>Os navios do EAS estão sendo chamados no meio marítimo de classe Remo ou classe Lula.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Blogmercante &#8211; <a href="http://www.blogmercante.com/2010/05/ele-escolhe-os-nomes/">http://www.blogmercante.com/2010/05/ele-escolhe-os-nomes/</a></p>
<p><strong>Nota do Blog:</strong> Um tanto atípico um Presidente da República escolher nomes de navios mercantes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Navios Mercantes: F/C M/S &#8216;CMA CGM L´Astrolabe&#8217;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2010/05/07/fc-ms-cma-cgm-l%c2%b4astrolabe/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2010/05/07/fc-ms-cma-cgm-l%c2%b4astrolabe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 21:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>
		<category><![CDATA[E.R Calais]]></category>
		<category><![CDATA[L´Astrolabe]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os &#8220;Vaporzeiros&#8221; e Ship Lovers afins. Não é francês e nem de propriedade liberiana, é alemão e sua construção é sul coreana de 2005, transporta nominalmente 2.500 teus, desenvolve 21 nós de velocidade máxima, com 210 m de comprimento total e 34.567 dwt. 3o + 1 navios da classe em operação (Nomes atualizados o L´Astrolabe foi renomeado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/cma-cgm-l-astrolabe-9301445-A8GA2-ml-311209.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27827" title="cma-cgm-l-astrolabe-9301445- A8GA2-ml-311209" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/cma-cgm-l-astrolabe-9301445-A8GA2-ml-311209-580x435.jpg" alt="cma-cgm-l-astrolabe-9301445- A8GA2-ml-311209" width="580" height="435" /></a></p>
<p>Para os &#8220;Vaporzeiros&#8221; e Ship Lovers afins. Não é francês e nem de propriedade liberiana, é alemão e sua construção é sul coreana de 2005, transporta nominalmente 2.500 teus, desenvolve 21 nós de velocidade máxima, com 210 m de comprimento total e 34.567 dwt.</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/cma-cgm-l-astrolabe-9301445-A8GA2-ml-311209-21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27831" title="cma-cgm-l-astrolabe-9301445- A8GA2-ml-311209-2" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/cma-cgm-l-astrolabe-9301445-A8GA2-ml-311209-21-580x435.jpg" alt="cma-cgm-l-astrolabe-9301445- A8GA2-ml-311209-2" width="580" height="435" /></a></p>
<p>3o + 1 navios da classe em operação (Nomes atualizados o L´Astrolabe foi renomeado E.R Calais em janeiro de 2010). a foto é de sua última partida de Santos com o nome do afretador!</p>
<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center">LR/IMO Ship No</p>
</td>
<td>
<p align="center">Vessel Name</p>
</td>
<td width="40">
<p align="center">Built</p>
</td>
<td width="48">
<p align="center">DWT</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">Operator</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9215878</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>ANNA SCHULTE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,717</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9231470</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>CAP BISTI</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,662</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Hamburg Sud</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9222120</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>CAP BRETON</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,871</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Hamburg Sud</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9301457</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>CMA CGM LA BOUSSOLE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2005</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,243</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>CMA CGM The French Line</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9301469</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>CMA CGM L&#8217;ETOILE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2005</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,252</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>CMA CGM The French Line</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9301433</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>E. R. CAEN</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,289</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>ER Schiffahrt GmbH &amp; Cie KG</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9222118</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>ESTHER SCHULTE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,871</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9326835</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>LIBRA COPACABANA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2006</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,253</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>CSAV</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9326823</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>LIBRA IPANEMA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2006</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,248</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>CSAV</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9231494</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NAIROBI</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,649</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9434905</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NIAGARA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2008</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,460</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9434917</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NIAMEY</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2009</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,413</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9446104</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NIENBURG</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2010</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,460</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Delphis NV</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9434929</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NIJMEGEN</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2009</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,451</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9434931</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NIMES</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2009</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,448</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9434943</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NITEROI</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2009</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,460</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9286774</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NOLANVILLE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,287</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9275050</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NOTTINGHAM</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,300</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9231482</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MAERSK NOUMEA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,717</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9215907</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>MARIANNE SCHULTE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,643</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9275024</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD ADRIANA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2003</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,567</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9286786</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD EVITA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,282</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9275036</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD JULIANA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2003</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,273</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9275048</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD MARITA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2003</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,295</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9283708</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD MAXIMA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,314</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9283693</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD TESLIN</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,567</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9275062</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>NEDLLOYD VALENTINA</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2004</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,315</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9215892</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>OCEAN PROMISE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>33,871</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9215880</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>SUSANNE SCHULTE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,717</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9215919</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>THEKLA SCHULTE</strong></p>
</td>
<td width="40">
<p align="center"><strong>2001</strong></p>
</td>
<td width="48">
<p align="center"><strong>34,677</strong></p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><strong>Maersk A/S</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/hyundai-libra-houston-34500-dwt.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27888" title="hyundai-libra-houston-34500-dwt" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/hyundai-libra-houston-34500-dwt-580x165.jpg" alt="hyundai-libra-houston-34500-dwt" width="580" height="165" /></a></div>
<p><strong>FOTOS</strong>: Marcelo <strong>&#8216;Ostra&#8217; </strong>Lopes &#8211; Santos Shiplovers &#8211; 31.12.09  &#8211; V(n)AW 69/2 <strong>&#8220;The Olheitors&#8221;</strong></p>
<p><strong>General Arrangement:</strong> J. <strong>&#8216; Zé Jacahead&#8217;</strong> da Silva &#8211; Santos Shiplovers &#8211; V(n)AW 69/2 <strong>&#8220;The Olheitors&#8221;</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pré-sal estimula criação de cinco novos estaleiros</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/25/pre-sal-estimula-criacao-de-cinco-novos-estaleiros/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Petrolífera]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>
		<category><![CDATA[Novos estaleiros]]></category>
		<category><![CDATA[Onip]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Sinaval]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo menos cinco estaleiros estão prestes a nascer por causa das bilionárias encomendas do setor de petróleo e gás, principalmente das áreas do pré-sal. Os novos empreendimentos e alguns estaleiros já existentes apresentaram onze projetos à Marinha Mercante, com o objetivo de obter financiamento que pode chegar a cerca de R$ 8 bilhões ao longo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="size-full wp-image-19668 alignleft" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="103" height="28" /></a>Pelo menos cinco estaleiros estão prestes a nascer por causa das bilionárias encomendas do setor de petróleo e gás, principalmente das áreas do pré-sal. Os novos empreendimentos e alguns estaleiros já existentes apresentaram onze projetos à Marinha Mercante, com o objetivo de obter financiamento que pode chegar a cerca de R$ 8 bilhões ao longo dos próximos anos.</p>
<p>O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) estima que o setor fechará este ano com 46 mil empregos, aumento da ordem de 10% em relação a 2008.</p>
<p>&#8220;O pré-sal vai dar um trabalho enorme para a indústria brasileira&#8221;, diz Sérgio Leal, secretário-executivo do Sinaval. Os investimentos de R$ 121 bilhões para explorar as reservas do país, entre as quais as localizadas nos blocos do pólo de Santos, preveem encomendas de sondas de perfuração, barcos de apoio e plataformas. O país possui hoje 28 estaleiros e serão necessários &#8220;30 e tantos para absorver tantas encomendas&#8221;, segundo Leal.</p>
<p>&#8220;O Brasil possui hoje a quinta maior carteira de petroleiros do mundo, sem contar o pré-sal&#8221;, acrescentou Leal, referindo-se a compra de 46 navios pela Transpetro, braço da Petrobras para a área de transportes.</p>
<p>Cerca de 60% de todo o investimento da indústria brasileira nos próximos três anos partirão do setor de petróleo e gás, de acordo com Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). O especialista alerta para a necessidade de investimentos maiores em pesquisa e desenvolvimento pelas empresas que fazem parte da cadeia produtiva. Renault também afirma que os fornecedores precisam de incentivos diferenciados como isenção de impostos para dar conta da demanda da Petrobras.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Último Segundo &#8211; São Paulo,SP/Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro</p>
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		<title>O adeus a um veterano, escola de velhos lobos dos mares</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/22/o-adeus-a-um-professor-de-velhos-lobos-dos-mares/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/22/o-adeus-a-um-professor-de-velhos-lobos-dos-mares/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[N/T Presidente Floriano]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 49 anos de serviços prestados à Marinha Mercante nacional, com muitas histórias de oficiais e subalternos formados em seu convés, foi vendido para demolição o N/T Presidente Floriano, da classe 15 &#8211; &#8220;Presidente Wenceslau&#8221;, mas conhecidos no meio marítimo nacional como &#8220;super tanques&#8221;. Segundo navio de uma série de três construídos pelo estaleiro Nippon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano.JPG"></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano2.JPG"></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano3.JPG"><img class="alignnone size-large wp-image-20994" title="a-floriano" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano3-1023x248.jpg" alt="a-floriano" width="498" height="121" /></a></p>
<p>Após 49 anos de serviços prestados à Marinha Mercante nacional, com muitas histórias de oficiais e subalternos formados em seu convés, foi vendido para demolição o N/T <em>Presidente Flo</em>riano, da classe 15 &#8211; &#8220;Presidente Wenceslau&#8221;, mas conhecidos no meio marítimo nacional como &#8220;super tanques&#8221;.</p>
<p>Segundo navio de uma série de três construídos pelo estaleiro Nippon Kokan, em Yokohama, Japão, fez parte de um grupo de 9 navios com características semelhantes, divididos em 3 classes distintas, construídos na Holanda (4), Japão (30 e Iuguslávia (2). Foram os maiores navios de bandeira brasileira na época de sua construção, <em>status</em> que durou até 1970, com a chegada dos mineraleiros (Ore Oil) gigantes da Docenave, <em>Docema</em>r e <em>Docevale</em>.</p>
<p>Reproduzimos abaixo cópia do boletim informativo da Fronape, de março de 1960, relativa à chegada do <em>Floriano</em> ao Brasil.</p>
<p><strong>“FRONAPE – Boletim Informativo Nº 101 – Março de 1960</strong></p>
<p><strong> Chegada do <em>PRESIDENTE FLORIANO</em> a Santos – sob o comando do CLC Oswin Adolpho Gropp, deixou Yokohama 30/01/60 para Ras at Tanura (Golfo Pérsico) onde carregou 32.500 toneladas de óleo cru para a refinaria de Cubatão. Chegou a Santos em 10/03/60, após ter aliviado em São Sebastião para o MATO GROSSO. Na barra embarcou o Superintendente da FNP, CMG Leopoldo Paiva. A 13/03/60 chegou ao Rio de Janeiro e atracou no píer Mauá para a visitação dos funcionários da Fronape e Petrobras.”</strong></p>
<p>O <em>Floriano</em>, na metade dos anos 80 foi desativado, permanecendo fundeado na Baia de Guanabara e em 1992 foi reativado e transferido para Manaus, aonde foi utilizado com cisterna. Depois foi vendido para demolição em setembro de 2009, suspedendo para Itacoatiara, AM e seguindo a reboque para Alang, Índia, seu derradeiro destino.</p>
<p>Abaixo o ‘Avisos aos Navegantes’ publicado pela Marinha do Brasil, referente ao reboque do <em>Floriano</em>, rumo ao seu destino:</p>
<p><strong>Aviso Aos Navegantes</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>N 2174/09 &#8211; REBOQUE ENTRE MACAPA(AP) E BHAVNAGAR(INDIA) &#8211; REBOCADOR SUHAILI &#8211; REBOCANDO NAVIO <em>PRESIDENTE FLORIANO</em> &#8211; COMPRIMENTO DO REBOQUE 395 METROS &#8211; VELOCIDADE MEDIA 8 NOS &#8211; INICIO: 180700Z/OUT.  SOLICITA-SE ESPACO PARA MANOBRAS. CANCELAR ESTE AVISO 130359Z/DEZ/09.</strong></p>
<p>Segue os dados do <em>Floriano</em> (dados pós sua &#8220;jumborização&#8221; no final dos anos 60, no Japão):</p>
<p>• N/T <em>Presidente Floriano</em> – PUWN – IMO nr. 5284194</p>
<p>• Cnstrutor: NKK Shipbuilding (Nippon Kokan K.K), yokohama, Japão</p>
<p>• Classe 15 – &#8216;Presidente Wenceslau&#8217;</p>
<p>• Batimento de quilha: 1958</p>
<p>• Lançamento: 1959</p>
<p>• Incorporação: 25 de janeiro de 1960</p>
<p>• Comprimento total: 241,35 m</p>
<p>• Boca: 27,56 m</p>
<p>• Calado: 12,38 m</p>
<p>• Deslocamento: 65.329 t.</p>
<p>• Dwt: 53.079 t.</p>
<p>• Propulsão: turbina, 13.700 shp x 15 nós</p>
<p>• Tanques de  carga: 13</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano-2.JPG"><img class="alignnone size-large wp-image-20971" title="a-floriano-2" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-floriano-2-1024x610.jpg" alt="a-floriano-2" width="368" height="220" /></a></p>
<p>Em verdade, o<em> Floriano</em> era o penúltimo da série ainda existente, pois ainda resta o ex N/T <em>Presidente Prudente de Moraes</em>, atual <em>Petrobras XXXIV</em>, descaracterizado pela sua conversão em FPSO, ou seja, desperdiçamos uma ótima oportunidade em preservar uma jóia da Marinha Mercante Nacional, não só pelo navio em si ou os que nele embarcaram, mas todos os navios mercantes brasileiros que orgulhosamente desfilaram com nossa bandeira pelo mundo inteiro. Sua preservação incentivaria as novas gerações que um dia serão MERCANTES, pois no mínimo, seria preservada a história do OSM (Chemaq) José <strong>MARCOLINO</strong>, que no Floriano, embarcou por vários anos , do 3ºv Maquinista-Motorista Adilson Ribeiro <strong>DE FRANÇA</strong>, que teve seu primeiro embarque na Fronape a bordo do <em>Floriano</em>, sob o crivo do Chefe Marcolino, dos “Turbineiros” que nele navegaram e muitos outros.</p>
<p>Abaixo transcrevo e-mail recebido do então POM Délio Almeida, sobre seu encontro com o<em> Floriano</em>, marcado pela emoção, citando outros tripulantes que também o conduziram orgulhosamente:</p>
<p><strong>&#8220;Estou recebendo esta mensagem com muita emoção. O Presidente Floriano foi meu primeiro navio na marinha mercante. Embarquei, como praticante de máquinas, em Fevereiro de 1963. Sou da turma de 1962 da EMMRJ. Na época o Presidente Floriano era o maior navio da América do Sul. Embarquei nele em Santos e fiquei muito impressionado ao chegar ao cais do Saboó. Ele era imenso. Os veículos ao passaram na rua paravam para ver aquele naviarra de 34mil tpb. Os praticantes, além de mim, eram o nosso pranteado Hélio Capucci e o João de Deus (Maranhão). Não havia praticante de náutica. O CFM um senhor, muito boa gente mas que não lembro o nome, parecia um gringo. O segundo maquinista era o Miltom Pernilongo, que depois foi inspetor de máquinas da Fronape.Os terceiros eram o querido e saudoso Valdir Oliveira, ser maravilhoso, recentemente falecido, Os outros eram o Boanerges, maranhense de boa cepa e o Fininho, que agora não lembro o nome.Se quiseres, envio para você algumas passagens minhas daquela época. Muito obrigado por poder relembrar aqueles bons tempos de minha juventude.</strong></p>
<p><strong>Forte abraço do Délio Almeida (Fritz linha) &#8220;.</strong></p>
<p>Esperamos que um dia neste País a Cultura Naval e Marítima será levada a sério.</p>
<p><strong>NOTA:</strong> este artigo é dedicado ao Areias, Vinicius, Leal, Fontes, Leopardi, Roque, Dufriche, Calenzo, Cals, Luz, Menezes, Zeitoune, Mariano, Ubirajara, Villar, Tjader e a todos os membros do grupo de amigos da EMMRJ e àqueles que ajudam a divulgar a História e Cultura Marítima do Brasil.</p>
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		<title>Uma reflexão, e porque não, uma comparação</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/11/20/uma-reflexao-e-porque-nao-uma-comparacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Mercante]]></category>

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		<description><![CDATA[A República da África do Sul precisa ter 300 navios registrados para garantir fornecimento de bens e desenvolver a capacidade de competências para o transporte marítimo. A Autoridade Sul-Africana de Segurança Marítima (Samsa), declarou que gostaria de atingir cerca de 20% deste número até o final do ano financeiro 2010/11, através de alterações legislativas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-safmarine-bayete-21.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-20887" title="a-safmarine-bayete-2" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-safmarine-bayete-21-1024x768.jpg" alt="a-safmarine-bayete-2" width="491" height="369" /></a></p>
<p><img class="size-full wp-image-19669 alignleft" title="vinheta-destaque" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-destaque.jpg" alt="vinheta-destaque" width="103" height="28" />A República da África do Sul precisa ter 300 navios registrados para garantir fornecimento de bens e desenvolver a capacidade de competências para o transporte marítimo.</p>
<p>A Autoridade Sul-Africana de Segurança Marítima (Samsa), declarou que gostaria de atingir cerca de 20% deste número até o final do ano financeiro 2010/11, através de alterações legislativas que já estavam em curso.</p>
<p>As mudanças, que incluem a introdução do imposto de tonelagem, a revisão da política de transporte marítimo e do registro de navios sul-africanos, deverão ser ratificados e aplicados no próximo ano.</p>
<p>Uma marinha mercante de 300 navios iria criar 30.000 postos de trabalho no mar. Atualmente apenas um navio está registado com bandeira da África do Sul e será vendido para demanche, as outras embarcações estão registradas todas sob bandeiras de conveniência.</p>
<p>Tsietsi Mokhele, Chefe Executivo da SAMSA disse que era arriscado para um país depender fortemente de navios de comércio afretados ou de terceiros: &#8220;O primeiro problema é a segurança do abastecimento, porque 98% das importações e exportações são transportadas por via marítima e temos uma economia dependente do comércio em 50% do PIB e se houver alguma ação que possa comprometer a garantia com o resto do mundo, a economia seria seriamente afetada.</p>
<p>Segundo o Porta-voz do Tesouro Nacional , as empresas de transporte marítimo seriam tributados com uma taxa fixa de acordo com o tamanho de seus navios e não de acordo com a renda, tornando o ambiente fiscal da África do Sul mais competitivo.</p>
<p>A título de exemplo, a Safmarine, maior armador sul-africano, dos seus 20 navios, apenas um está registrado na África do Sul, quatro são do registro internacional belga e 15 em registro internacional inglês. A Safmarine pertence ao grupo dinamarquês A P Moller (Maersk).</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-safmarine-bayete1.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-20891" title="a-safmarine-bayete" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/a-safmarine-bayete1-1024x779.jpg" alt="a-safmarine-bayete" width="491" height="374" /></a></p>
<p>A Marinha Mercante brasileira encontra-se em uma situação não muito distante dos sul-africanos, sendo que a maioria disparada de nossas exportações e importações são feitas sob bandeira estrangeira. Apenas para efeitos comparativos, somos grandes produtores e exportadores de carnes congeladas e no entanto, 100 % destas exportações  são efetuados em navios estrangeiros, pois nossa Marinha Mercante não possui nenhum navio frigorifíco de bandeira.</p>
<p>Desnecessário dizer que uma Marinha Mercante forte, capacitada e equipada é fator primordial para mobilização e projeção de poder, seja econômico, seja estratégico.</p>
<p><strong>NOTA:</strong> Comparativamente falando, a situação do Brasil não é muito diferente, poucos navios de bandeira brasileira, a maioria disparada em rotas de cabotagem pertencem a armadores estrangeiros, mas são operados por suas subsidiárias nacionais, contribuindo com o desaparecimento da “mostra de bandeira” brasileira ao redor do mundo.</p>
<p><strong>NOTA 2:</strong> Existem também navios brasileiros registrados com bandeira de conveniência estrangeira e com guarnição totalmente estrangeira.</p>
<p><strong>FOTOS:</strong> Rogerio Cordeiro, <em>Santos Shiplovers</em> (notar a bandeira inglesa e o porto de registro em Burntisland, Escócia, pois os navios escoceses arvoram o pavilhão inglês)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais 240 mil empregos com o pré-sal</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/09/26/mais-240-mil-empregos-com-o-pre-sal/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 18:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Petrolífera]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Abimaq]]></category>
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		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-Sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente da Petrobras prevê a abertura dessas vagas em oito anos para suprir toda a cadeia produtiva da exploração de petróleo A exploração de petróleo da camada pré-sal vai gerar mais de 240 mil empregos até 2016. A previsão é do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que participou ontem, em Brasília, de um debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Presidente da Petrobras prevê a abertura dessas vagas em oito anos para suprir toda a cadeia produtiva da exploração de petróleo</h2>
<p><img class="size-full wp-image-12293 alignleft" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/vinheta-clipping-naval.jpg" alt="vinheta-clipping-naval" width="100" height="25" />A exploração de petróleo da camada pré-sal vai gerar mais de 240 mil empregos até 2016. A previsão é do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que participou ontem, em Brasília, de um debate sobre a proposta do novo marco regulatório do petróleo e os desafios tecnológicos para a exploração do petróleo em águas ultraprofundas. “Essas pessoas serão treinadas não para a Petrobras, mas para a cadeia de suprimentos que irá nos atender”, explicou Gabrielli. Segundo o executivo, o treinamento desses profissionais envolve instituições de ensino brasileiras com 29 redes temáticas e mais de 500 pesquisadores. A iniciativa da Petrobras de capacitar mão de obra para o pré-sal está alinhada ao pacote de incentivos que governo está preparando para a indústria nacional.</p>
<p>“Isso cria, fora da Petrobras, laboratórios de alto nível, capacitação de análise e interpretação e capacitação das áreas de ciência básica e aplicada, tendo um impacto não somente sobre a Petrobras, mas também sobre a engenharia brasileira, sobre o desenvolvimento dos projetos e a pesquisa em geral do nosso país”, definiu Gabrielli.</p>
<p><strong>A previsão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), encarregado de elaborar a política industrial para a cadeia produtiva do pré-sal, é de que dois terços dos equipamentos para extrair o pré-sal sejam produzidos no Brasil no período de três anos</strong>. Para isso, será necessário oferecer condições de financiamento e tributação semelhantes aos principais concorrentes do Brasil nessa área, em especial, a Coreia do Sul, líder na indústria naval. <strong>A estimativa é de investimento de US$ 80 bilhões em 10 anos. Fora isso, a Petrobras tem um plano de investimentos de US$ 174 bilhões para os próximos cinco anos.</strong></p>
<p>Para que o pacote de incentivos tenha os resultados esperados, Alberto Machado, diretor executivo da área de petróleo e gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), defende que as isenções tributárias e condições de financiamento especiais sejam estendidas para todos os elos da cadeia produtiva. <strong>“As empresas brasileiras têm uma grande produtividade, mas, em alguns casos, acabam perdendo. Primeiro porque, quando tem uma concorrência em que participam empresas brasileiras e estrangeiras, as estrangeiras são exportadoras, e todo país quando exporta incentiva suas empresas com redução de impostos e taxas de juros às vezes até subsidiadas”</strong>, justifica.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>Segundo Machado, além dos subsídios, as companhias internacionais têm ainda outra série de vantagens sobre as concorrentes nacionais exatamente porque as brasileiras operam no mercado interno. Segundo ele, mesmo quando há mais incentivos às empresas locais, eles não abrangem todo o setor produtivo no qual atua uma organização. “Esse setor não tem, em muitos casos, o incentivo permeando toda a cadeia. Às vezes, esse incentivo fica só no primeiro ou no segundo nível”, explica. E exemplifica: <strong>“O fundo de marinha mercante empresta para o armador, o armador compra no estaleiro, mas nem sempre os benefícios do empréstimo do Fundo de Marinha Mercante, que têm condições especiais e até compatíveis com as condições existentes no mundo, migram para a cadeia produtiva. Então, o fornecedor dos equipamentos, o fornecedor das partes e peças que vão para os equipamentos acabam não tendo competitividade para participar desse crescimento”.</strong></p>
<p>Questiona-se, obedecidas essas condições, a indústria nacional tem condições de atender à demanda do pré-sal, Machado é assertivo. “Sem dúvida alguma. Não é nenhum problema para a indústria atender à demanda. É claro que nenhum país do mundo é autossuficiente. Nenhum país do mundo quer vender 100%, mas ter uma participação representativa, significativa dos montantes que a Petrobras e as outras empresas de petróleo vão adquirir é muito importante”, ressaltou. Em 2008, as vendas dos associados da Abimaq para o setor de petróleo e gás somaram cerca de R$ 9 bilhões, entre 10% e 15% de faturamento de R$ 72 bilhões do segmento. Machado estima que esse percentual pode, no mínimo, dobrar.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>Alguns setores já têm participação expressiva da indústria nacional, a exemplo da área de materiais submarinos (75%) e da fabricação de navios (65%). O executivo pondera que alguns equipamentos têm uma complexidade tecnológica restrita a poucos fornecedores e continuarão sendo importados. “Mas aquilo que puder ser feito no Brasil e tiver condições, vai ser feito. E o que o empresário precisa, de alguma forma, é ter uma noção de que forma esses investimentos vão ser distribuídos no tempo. Se tem uma possibilidade e uma probabilidade clara de o investimento existir, aí é risco do negócio investir ou não. E eu não tenho dúvida que o empresário vai investir.”<br />
&#8220;Essas pessoas serão treinadas não para a Petrobras, mas para a cadeia de suprimentos que irá nos atender”<br />
José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras</p>
<h2>R$ 80 bilhões&#8230;</h2>
<p>&#8230; é o valor necessário, segundo o BNDES, para desenvolver a cadeia produtiva do pré-sal em 10 anos.<br />
<strong><br />
FONTE</strong>: Correio Braziliense &#8211; 26/09/2009</p>
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