Exercício de apoio aproximado sobre solo britânico é feito a partir da base francesa de Landivisiau
A Marine Nationale (Marinha Francesa) informou que, entre 24 de janeiro e 4 de fevereiro de 2010, caças do Grupo Aéreo embarcado (Groupe Aérien embarqué – GAé) do Navio Aeródromo Charles de Gaulle estão realizando o exercício a “Gallic Marauder”, de apoio aéreo aproximado a tropas em solo, respondendo a um convite dos Fuzileiros Navais Britânicos (Royal Marines) da 3ª Brigada, estacionada em Plymouth e Devon.
Para a realização do exercício, houve acordo com a Real Força Aérea (Royal Air Force – RAF) de modo a permitir que os aviões franceses se integrassem ao tráfego aéreo britânico em seu voo sobre o Canal da Mancha, e para que pilotos da Aéronautique Navale desenvolvessem a interoperabilidade com controladores de ataque britânicos (JTACs – Joint Terminal Attack Controller), aos quais se soma um JTAC francês, do Armée de Terre (Exército). A área de treinamento em solo inglês é o platô de Moore, que tem uma altitude de 600 metros e está localizado 40 kilômetros ao Norte de Plymouth.
A distância que separa a área da base aérea de onde decolam os caças franceses Rafale Marine (Rafale M) e Super Étendard Modernisé (SEM), Landivisiau, é de 240 km. Segundo a Marinha Francesa, os caças, que pertencem às flotilhas 11F , 12F e 17 F, reunem-se na zona de treinamento após 20 minutos de voo e se integram a um cenário tático terrestre seguindo procedimentos da OTAN.
FONTE / FOTO: Marinha Francesa (Marine Nationale)
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COLABOROU: Gerson Victorio
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Atenção para as tomadas após 3 minutos de vídeo…

Foi entregue e aprovado pela Aeronavale o Rafale M28, segunda aeronave construída e entregue no padrão F3.
Após a passagem pela BAN Landivisiau para a cerimônia de seu comissionamento, o M28 foi para Mont-de-Marsan, afim de ser avaliado pelo Centre d’expérimentations Pratiques et de réception de l’Aéronautique navale (CEPA/10S), para que possa ser entregue definitivamente a flottille 12F.
Estão previstas as entregas de mais três novas aeronaves F3 pela Dassault no próximo ano.
SAIBA MAIS:
Está em estudo pelo Ministério da Defesa francês, a eventual possibilidade de transferência de algumas células do Super Etendard Mornenisè (SEM) para a Armada Argentina (ARA), a partir de 2015, quando estes serão retirados do serviço ativo da Aeronavale e substituídos pelos Rafale.
Possivelmente estes SEM não serão vistos voando nas cores da ARA, pois se a venda das aeronaves ou de peças em estoque for confirmada, apenas servirão para garantir a manutenção dos atuais Super Etendard argentinos.

FOTOS: Sergio Garcia Pedroche e FrenchNavyfree.
A visão, voltada para trás, do interior do cockpit de um Rafale da Aeronavale, tendo ao fundo o PA Foch (NAe São Paulo) e outro Rafale voando em ala.

Esquenta a disputa entre os concorrentes no programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB). A francesa Dassault garante o que seu avião de caça Rafale é o único dos três capaz de operar no porta-aviões São Paulo, o antigo Foch francês adquirido pela Marinha brasileira. Os suecos estudam a aptidão de seu Saab Gripen NG para a função. O F-18 Super Hornet da americana Boeing, porém, necessita de um navio com pista de pouso mais extensa.
FONTE: Correio Braziliense – nota de Luiz Carlos Azedo
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A Aeronavale perdeu na última quinta-feira, os Rafale matrículas M22 e M25, originalmente F2 e que tiveram o up-grade para o padrão F3, ambos pertecentes a Flottille 12F.
Dos tripulantes das aeronaves, um pertencia ao Centre d’Essais en Vol (CEV) de Istres (ex-piloto da Aeronavale funcionário da Délégation Générale pour l’Armement) e o outro pertencente ao Centre d’Etudes Pratique de l’Aéronautique Navale (CEPA), baseado em Mont-de-Marsan.
O Capitão-de-Fragata da reserva François Duflot, piloto da DGA, continua desaparecido enquanto que o Capitão-de-Corveta Yann Beaufils, foi resgatado pelos meios empregados pela MN nas buscas.
A queda das aeronaves ocorreu durante o regresso para o PA Charles de Gaulle e estão sob investigação para se determinar as circunstâncias exatas do acidente.
Leia mais sobre este acidente:
FONTE e FOTOS: Mer et Marine
COLABOROU: RodrigoBR
A versão naval d caça Rafale realizou uma série de operações a bordo do PA Foch (atual NAe São Paulo), de 1993 a 1998. Na tabela abaixo, pode-se ver a lista de campanhas a bordo e qual o protótipo usado. Foram ao todo 168 pousos enganchados e catapultagens.
|
Campanhas
|
Datas
|
Aeronave
|
Catapultagens/Pousos
|
|
PA1
|
19/04/1993
7/05/1993 |
Rafale M01
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31
|
|
PA2
PA2 (bis) |
27/01/1994
07/02/1994 11/04/1994 03/05/1994 |
Rafale M01
Rafale M02 |
56
|
|
PA3
|
17/10/1994
03/11/1994 |
Rafale M02
|
25
|
|
PA4
|
11/09/1995
15/09/1995 |
Rafale M02
|
20
|
|
PA5
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19/01/1998
06/02/1998 |
Rafale M02
|
36
|
Na foto acima, o Rafale na catapulta de vante do PA Foch. Observar a configuração do caça: dois tanques subalares, dois mísseis BVR MICA e dois Magic II nas pontas das asas.
Na foto abaixo, o Rafale pousando no PA Foch, com 4 mísseis MICA, um tanque ventral e dois mísseis Magic nas pontas das asas.
Na foto acima, o Rafale decola do PA Foch usando um mini ski-jump com elevação de 1º30′, que equivalia a 20 nós a mais de vento. Com a rampa, a aeronave podia levar mais 2.000kg de carga.
SAIBA MAIS:
Enquanto o CdG não retorna, os franceses realizam operações conjuntas com a US Navy. Nas fotos acima, um Dassault Rafale realiza passagens de “touch and go” (toque e arremetida) no convoo do navio-aeródromo USS Dwight D. Eisenhower da classe “Nimitz”, aproveitando a passagem do navio pela área da VI Frota. Nas fotos abaixo, um E-2C Hawkeye da Marine Nationale também pousa no navio.




















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