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Na última quinta-feira (28), o presidente russo, Vladmir Putin, deu ordem para a realização de exercícios surpresa em todo o litoral sul do país, mobilizando cerca de 7 mil militares, 30 navios, 250 blindados, 20 peças de artilharia e 20 aeronaves. O foco das manobras foi avaliar a prontidão para o combate no Distrito Militar do Sul.Os navios da Frota do Mar Negro realizaram exercícios de tiro no último sábado (30).

Putin, eleito para seu terceiro mandato no ano passado, tem feito da recuperação do poder militar da Rússia uma de suas prioridades. O governo destacou 20 trilhões de rublos (perto de US$ 645 bilhões) até 2020 para um programa de modernização militar prevendo a aquisição de centenas de aviões e helicópteros e centenas de navios militares entre outros armamentos.

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FONTE: RIA Novosti e Agência Estado (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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O Vietnã continuará a importar armas russas, incluindo colaboração na criação de uma força de submarinos. Tudo indica que a Rússia será o segundo maior exportador de armas epelo menos pels próximos dez anos, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Enquanto isso, a Moscou e Hanoi pretendem ajustar as condições de entrada de navios militares russos nos portos vietnamitas, informou o ministro da Defesa, Serguei Shoigu. Enquanto isso, a empresa russa Admiralteiskiye Verfi (Estaleiros do Almirantado) disponibilizará este ano ao Vietnã dois dos seis submarinos do projeto 636 Varshavyanka.

O fornecimento de armas para a Marinha de Guerra vietnamita constitui uma nova vertente da parceria militar bilateral que, não se limitará à aquisição pelo Vietnã de um lote de seis submarinos, disse à Voz da Rússia Igor Korotchenko, redator-chefe da revista Natsionalnaya Oborona (Defesa Nacional): “o Vietnã comprará ainda navios de guerra polivalentes de classe Gepard. Sob a licença russa construirá lanchas de mísseis potentes. A isso se pode somar a criação de uma empresa mista destinada à produção de mísseis para o complexo Uran.”

Tudo isso, frisou o perito, coloca o Vietnã no terceiro lugar pelo volume de importações de armas russas. A primeira posição é ocupada pela Índia e o segundo lugar – pela Venezuela e o terceiro continua pertencendo à China.

Na Feira Internacional de Armas IDEX 2013 em Abu Dhabi foi divulgado um relatório pericial contendo previsões que apontam o progressivo aumento das exportações de armamentos russos, superarando os indicadores registrados em 2012. A alta é estimada em 15 bilhões de dólares.

Nas palavras de Korotchenko, na pauta exportadora russa, o primeiro lugar pertence ao avião caça Su-30, apesar da liderança norte-americana na venda desse tipo de aeronave, assinalou Igor Korotchenko: “o Su-30 é capaz de fazer concorrência real a outros aparelhos. Tem uma versão especial para a Índia (Su-30MKI) e modificações para outros países importadores. Também são exportados aviões de marca MiG, incluindo uma modificação MiG-29KOB destinada à Índia. Outras versões do MiG-29 são adquiridas por países de ambições menores, cujo pequeno território não permite o uso de caça de longo alcance.”

Além dos aviões há também os complexos de defesa antiaérea. Os clientes estrangeiros preferem armas e os equipamentos russos convencionais, em particular os carros blindados. A Índia, por exemplo, sob a licença russa, acabou por montar mais de 300 tanques e há previsão de mais exemplares. Por outro lado, não se pode ignorar os problemas. A Rússia, pelo visto, perdeu o mercado líbio, disputado hoje por empresas britânicas, italianas e francesas. Após a morte de Hugo Chávez, está em causa uma série de contratos militares acerca da importação de helicópteros, carros de combate, lança-granadas russos, etc.

Porém, o mercado de armas se mantém flexível devido à mudança de governos e das prioridades da política externa. Ninguém esperava que, após a presença militar dos EUA e seus aliados no Iraque, o país concluísse com a Rússia um acordo de fornecimento de armas. Há dias, o ministro das Relações Exteriores do Iraque, Hoshyar Zebari, confirmou que a aquisição de helicópteros e sistemas de artilharia antiaérea poder acontecer até junho desse ano.

Segundo previsões do Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas, a Rússia poderá manter nos próximos oito anos a segunda posição no volume sumário de exportação de armas, com uma margem considerável em relação a países como França, à Grã-Bretanha e China.

FONTE: Voz da Rússia (adaptação do Poder Naval a partir de original em português)

Oceanos também têm ‘buracos negros’

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Buraco negro foi o nome que os especialistas da OTAN deram aos submarinos diesel-elétricos russos do projeto 636, classe Kilo, devido ao pouco ruído, que dificulta ao máximo a sua detecção. “São navios bons, com um bom armamento de torpedos, minas e mísseis. Eles estão equipados com o sistema de mísseis supersônicos antinavio Klub, que provou ser excelente nos submarinos que a Rússia forneceu à Marinha de Guerra da Índia”, descreve o perito militar Viktor Litovkin, editor-chefe da publicação russa Nezavissimoie Voennoe Obozrenie(Revista Militar Independente)

Os submarinos Kilo são uma modernização da classe Varshavianka, que a Rússia começou a fabricar para exportação já faz 30 anos. Eles mantêm as características principais e a arquitetura do Varshavianka, mas seu recheio, equipamento radioeletrônico, meios de suporte de vida são totalmente modernos. Esses navios podem se deslocar em submersão à velocidade de 37 km por hora, submergir até 300 metros de profundidade e ter uma autonomia de navegação de 45 dias.

Dois desses submarinos serão enviados para o Vietnã ainda este ano. Eles foram construídos em São Petersburgo e já foram lançados. No momento estão em fase de provas de mar e testes de submersão, no mar Báltico. No total, de acordo com contrato entre Rússia e Vietnã, Hanoi receberá seis submarinos da classe Kilo. A execução do total desse contrato, no valor de dois bilhões de dólares, está planejada para 2016. “É difícil sobrevalorizar a importância que esses submarinos têm para o Vietnã. Com eles, o país poderá defender com maior eficácia as suas águas territoriais, a sua zona econômica, as suas ilhas e plataformas petrolíferas. As frotas de superfície e submarina devem atuar em complementaridade. Os navios de superfície também devem estar protegidos abaixo do nível do mar. O inverso também é verdadeiro, a saída dos submarinos para o mar, especialmente perto das suas costas, deve ter sempre a cobertura de navios de superfície.”, acrescenta Viktor Litovkin.

O Vietnã é um parceiro tradicional da Rússia na cooperação técnico-militar. A cota da Rússia como fornecedor de armamento ao país atingiu 90% nos últimos dez anos. Neste momento, as empresas de armamento russas estão cheias de encomendas estrangeiras, mas em primeiro lugar estão os fornecimentos ao Exército e à Marinha da Rússia. Só depois se pode satisfazer as encomendas estrangeiras. O contrato dos submarinos para o Vietnã é uma exceção em que a encomenda estrangeira é executada em primeiro lugar.

FONTE: Voz da Rússia (edição e adaptação do Poder Naval)

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A Rússia planeja garantir presença permanente no mar Mediterrâneo por meio de uma força-tarefa a ser implantada na região até 2015. Segundo informa o Estado-Maior, o esquadrão será formado por navios das frotas do mar Negro, mar do Norte e mar Báltico.

O novo grupo está sendo criado à imagem do Quinto esquadrão operacional da Marinha da URSS, que a Guerra Fria, era esse grupo que se ocupou de missões de combate na área do mar Mediterrâneo. Naquela época, o principal inimigo do esquadrão era a Sexta frota operacional da Marinha dos EUA. No entanto, um ano depois do colapso da União Soviética, em 1992, o Quinto esquadrão foi dissolvido.

Porém, com o tempo a medida se revelou inadequada. A região do Mediterrâneo continua centro de conflito de interesses dos principais poderes mundiais, além de palco da Primavera Árabe, e da prolongada guerra civil na Síria. O chefe do Ministério da Defesa russo, durante sua visita à Frota do mar Negro em 20 de fevereiro, declarou que na área do Mediterrâneo estão concentradas as ameaças mais significativas para os interesses nacionais da Rússia.
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A tarefa, obviamente, é séria. Há que se criar um sistema de sustentação material e técnica do esquadrão. E hoje em dia, a única base, e também a única instalação naval militar russa no exterior, é o porto sírio de Tartus. Além disso, é necessário, em dois ou três anos, atualizar os navios da Frota do mar Negro, aponta o assessor do chefe do Estado-Maior russo, ex-comandante da Frota, almirante Igor Kasatonov: “naturalmente, são necessários grandes gastos, novos navios. O fato de que é geopoliticamente necessário ter um grupo assim é bom, isso é desejável. Mas o governo precisa se esforçar para criar um grupo desse tipo, tendo como modelo o Quinto Esquadrão”.

O governo russo vem prestando atenção ao problema da atualização da Frota do mar Negro já há anos. Agora estão sendo construídos três submarinos diesel-elétricos e três fragatas. O teatro de ação foi minuciosamente estudados ainda nos tempos soviéticos. Quanto aos objetivos da criação de uma força-tarefa, eles são muito claros, diz o editor-chefe da revista Export Vooruzheny (Exportação de Armas) Andrei Frolov: “eu acho que, primeiro de tudo, é uma demonstração da bandeira, assim como algumas ambições russas, internacionalmente. A demonstração de que, passados 20 anos, a Rússia chegou ao que tinha a União Soviética. E, finalmente, a capacidade de responder mais rapidamente a certas cituações. Muitas vezes acontece que para navios pode levar 4-5 dias para saírem de Sevastopol e chegarem no lugar certo. E a situação pode se desenvolver muito mais rapidamente”.

Segundo especialistas, dois ou três anos e um prazo bastante real para resolver o problema da renovação da frota. O Estado-Maior informou que a interação dentro do futuro agrupamento mediterrânico já foi praticada durante exercícios recentes: manobras do esquadrão russo foram realizadas na região em janeiro.

FONTE: Voz da Rússia e Kyvi Post (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de originais em português e inglês)

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A agência russa de exportação Rosoboronexport se encontra em negociações com autoridades italianas para a construção de submergíveis do projeto S1000, que não serão utilizados por nenhum dos dois países, mas sim vendidos para terceiros.

Os especialistas russos da Oficina Central de Engenharia Naval Rubin e da italiana Fincatieri completaram o desenho conceitual do modelo há alguns anos. Agora, Rússia e Itália estudam a possibilidade de finalmente iniciar a produção.

Segundo o diretor comercial da Fincateri, Enrico Bonnetti, o submarino medirá 56 metros, terá um casco exterior duro de 5,5 metros de diâmetroo, poderá se deslocar, submerso, com carga total de 1.100 toneladas, a uma profundidade máxima de 250 metros e uma velocidade superior a 14 nós.

A embarcação poderá levar até 16 tripulantes e mais seis tropas de operações especiais. O S1000 é projetado para combates submarinos, atividades de reconhecimento e transporte de tropas. Mas objetivos secundários incluem guerras na superfície, apoio a aviões e helicópteros militares e até atividades de mineração.

FONTE: Diário da Rússia (edição e adaptação do Poder Naval)

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O vice-presidente da Comissão Militar Industrial (CMI) do governo russo, Ivan Khartchenko, classificou de “ridícula” a aquisição dos navios de desembarque da classe Mistral franceses para a Marinha de Guerra russa. O presidente da CMI, Dmitri Rogozin, também se opôs à compra dos Mistral.
Os primeiros a apontarem possíveis alterações no destino das embarcações foram os militares. Ainda em dezembro de 2012, foi divulgado que a execução do terceiro e do quarto navios opcionais da classe Mistral foi adiada de 2013 para 2016. O motivo do adiamento não foi esclarecido, mas a maior parte dos especialistas considera que o prazo foi alargado por contenção de custos. Um fator adicional pode ser a vontade da Marinha em estudar o comportamento do primeiro Mistral adquirido pelo país nos testes que terão início em 2015. Assim seria possível introduzir alterações ao projeto das embarcações seguintes.

Os navios de desembarque universais (NDU) da classe Mistral, construídos pelo projeto BPC 160, foram concebidos para “projeção de força” destinados sobretudo a serem usados em conflitos locais. Assim como outros NDU, eles podem garantir presença prolongada com apoio aéreo num teatro de operações distante, bem o desembarque de tropas mesmo em zonas costeiras não equipadas, por meio de lanchas de desembarque e helicópteros. Os Mistral também podem desempenhar funções de navio almirante de uma esquadrilha em missão de pacificação ou de “exibição da bandeira” numa área de conflito. Além disso, está prevista a possibilidade do uso dos NDU como navio-base ou de hospital flutuante em situação de emergência.

Atualmente a Marinha russa tem capacidade muito limitada para exercer essas funções. Os grandes navios de desembarque disponíveis se destinam a operações táticas de apoio ao flanco marítimo do exército e têm capacidade de ação bastante restrita numa área oceânica distante. A força naval simplesmente não possui navios modernos de comando e de apoio a forças expedicionárias. A existência desse tipo de embarcação aumenta consideravelmente a capacidade de comando e de combate da Marinha.O problema principal do Mistral é a ausência de uma discussão pública acerca da sua compra. Não se pode dizer que tenha sido escolhido o pior dos projetos possíveis: o Mistral corresponde plenamente às exigências da sua classe de navios, mas não há nenhuma certeza de que ele tenha sido a melhor opção.

Entretanto, rejeitar a construção do terceiro e do quarto navios desse tipo seria ainda mais ridículo. Em ambos os casos, tanto com a confirmação das opções, como com a sua rejeição, a decisão deverá ser tomada pelo ministro da Defesa ou pelo Conselho de Segurança chefiado pelo comandante-supremo, que é o presidente, partindo de determinados parâmetros econômicos e políticos. Isso ultrapassa as competências da Comissão Militar Industrial junto do governo, cujas funções principais devem a ser o estudo das formas mais viáveis de satisfazer as necessidades das Forças Armadas. Já o documento que deve fundamentar a necessidade da construção do terceiro e do quarto Mistral, ou a sua rejeição, deve ser o plano de construção naval militar a longo prazo, elaborado a partir das capacidades econômicas do país e dos seus objetivos políticos.

FONTE: Voz da Rússia (edição e adaptação do Poder Naval)

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Encomenda de quatro navios ficaria reduzida às duas unidades construídas na França – informações são do jornal de negócios Vedomosti, via RIA Novosti

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Nesta sexta-feira, 21 de dezembro, a RIA Novosti trouxe notícia de que o Ministério da Defesa da Rússia decidiu abandonar os planos de construir localmente dois navios de assalto anfíbio classe ‘Mistral” franceses sob licença. As informações são do diário de negócios Vedomosti, citando uma fonte governamental.

A Rússia e a França assinaram, em junho de 2011, um contrato de 1,2 bilhão de dólares para dois navios classe “Mistral” a serem construídos na França, o que incluiria a transferência de tecnologia sensível. O primeiro navio, o Vladivostok, está sendo construído no estaleiro francês da DCNS em Saint-Nazaire e deverá ser entregue em 2014. Já o segundo, o Sevastopol, tem prazo de entrega previsto para 2015.

Esperava-se que dois outros navios seriam construídos, 80% na Rússia e 20% na França. Porém, construtores russos e muitos especialistas navais têm sido céticos quanto à necessidade militar de ter quatro navios dessa classe na Marinha Russa, segundo o jornal. Além disso, a construção doméstica dos dois navios custaria à Rússia aproximadamente o mesmo valor do contrato francês, enquanto sua manutenção representaria um grande gasto no orçamento de defesa, de acordo com fontes da indústria.

A decisão teria sido tomada após mudanças no topo da Defesa Russa, com a saída de Anatoly Serdyukov do posto de ministro da Defesa e sua substituição pelo ex-ministro de Emergências Sergei Shoigu. Este, ao tomar posse, decidiu imediatamente ajustar os gastos da pasta. O Ministério da Defesa ainda não comentou a notícia do jornal Vedomosti, segundo a RIA Novosti.

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*ATUALIZAÇÃO 21/12 – 19h: estaleiro russo afirma que não houve desistência e fonte do Ministério da Defesa fala sobre adiamento do início da construção para 2016

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Novas matérias publicadas no RIA Novosti ao longo do dia trouxeram mais informações sobre o assunto. Primeiro, uma reportagem trouxe declaração da empresa responsável pela construção na Rússia, a “United Shipbuilding Corporation” (clique aqui para acessar original em inglês). O estaleiro informou que o contrato para a construção local de dois navios anfíbios classe “Mistral” continuava valendo, desmentindo reportagens da mídia de que o Ministério da Defesa havia desistido dos planos de construção na Rússia de dois navios da classe (planejados para se somarem a outros dois em construção na França).

O porta-voz do estaleiro disse, segundo a RIA Novosti: “Não fomos informados de qualquer decisão do tipo pelo Ministério da Defesa Russo. No momento, o contrato continua valendo, como antes.”  Ele também confirmou que a construção dos dois primeiros navios da classe na França vai continuar.

Ainda nesta sexta-feira, nova reportagem (clique aqui para acessar original em inglês) do site RIA Novosti trouxe a notícia de que a Rússia está adiando o lançamento do projeto de construir os dois navios localmente. A informação foi dada por uma fonte do Ministério da Defesa.

Segundo a fonte, “o Ministério da Defesa Russo não está abandonando os planos de construir dois navios classe ‘Mistral’ na Rússia, mas está adiando o início do trabalho de construção de 2013 para 2016.” O motivo é que há necessidade de avaliar o desempenho, papel e “status” dos navios como parte da Marinha Russa.

A fonte também disse que “é essencial, primeiro, entender o que é necessário para garantir sua efetiva operação e apoio técnico”, acrescentando que talvez seja necessário modificar o projeto do navio, introduzir novos elementos e mecanismos, levando em consideração especificações e condições russas. Os dois navios em construção na França deverão ser incorporados à frota russa do Pacífico.

FONTE: RIA Novosti (compilação, tradução e edição do Poder Naval a partir de três reportagens originais em inglês)

ILUSTRAÇÃO DE BAIXO: DCNS

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Cruzador nuclear ‘Pedro, o Grande’ em exercícios no Ártico

 

É curioso notar que até a alguns meses atrás os russos ainda alardeavam, com a conhecida máquina de propaganda a serviço do Kremlin, sua intenção de reativar as outras três unidades da classe e modernizar todas para o mesmo padrão.

Recentemente ficou claro que desistiram desse projeto, meramente propagandístico, e vão mandar o Admiral Ushakov (ex-Kirov) e Admiral Lazarev (ex-Frunze) para scrap. O Pyotr Velikiy (ex-Yuri Andropov) era a única unidade em serviço a alguns anos voltou a navegar, inclusive fazendo uma comissão que incluiu uma visita ao Caribe e alguns portos da Europa Ocidental.

A única unidade que devera efetivamente voltar ao serviço, modernizada, deve ser o Admiral Nakhimov (ex-Kalinin), com os trabalhos ocorrendo entre 2013 e 2017. Nesse meio tempo o Pyotr Velikiy, também será desativado e seguira o mesmo destino dos dois primeiros.

Notovsky do Blogsty: O vídeo é de uma reportagem da TV Zvezda, feita em 25 de setembro, onde o Peter the Great (Pyotr Velikiy) realiza exercícios no Mar de Laptev, no Ártico.

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Um tribunal russo condenou nesta quarta-feira dois professores de uma universidade de São Petersburgo por entregarem segredos sobre mísseis para a China, no mais recente caso de espionagem que reflete as tensões entre Moscou e Pequim, apesar das declarações de cooperação e parceria. O Tribunal da Cidade de São Petersburgo condenou os professores universitários Yevgeny Afanasyev e Svyatoslav Bobyshev por traição e os sentenciou a 12 anos e meio e 12 anos de prisão, respectivamente, informou a agência de notícias Interfax.

Os dois professores da Universidade Tecnológica Báltica de São Petersburgo foram acusados de venderem segredos e informações confidenciais relacionadas ao teste de mísseis intercontinentais balísticos disparados por submarinos, chamados Bulava (clava, em russo), a pessoas da inteligência militar da China. Os dois homens estão detidos desde março de 2010.

Após décadas de rivalidades na era da Guerra Fria, Moscou e Pequim começaram a desenvolver o que chamam hoje de “parceria estratégica” a partir de 1991. A China também virou uma grande cliente da indústria russa de armamentos, embora as exportações russas tenham se reduzido nos últimos anos na medida em que a China começou a produzir localmente vários armamentos licenciados pela indústria russa.

A Rússia tem evitado vender à China sua tecnologia militar mais recente e um certo número de cientistas russos foram condenados por espionagem nos últimos anos. O Bulava, projetado para equipar uma nova geração de submarinos nucleares russos, sofreu uma série de fracassos durante a fase de desenvolvimento, mas os últimos lançamentos foram bem-sucedidos.

Em maio, um operário de uma fábrica russa de armamentos nos Urais foi sentenciado a oito anos de prisão por vender informações sobre o Bulava para espiões estrangeiros.

A Interfax disse que o tribunal considerou os professores culpados por passarem informações à inteligência chinesa em 2009, quando fizeram uma viagem à China. Os dois teriam passado detalhes sobre um teste de disparo do Bulava a partir de um submarino nuclear. A Interfax também informou que a espionagem chinesa estava atrás de informações sobre os mísseis russos Iskander e Topol-M. Esse último é um míssil interbalístico de disparo terrestre, de três estágios, e foi desenvolvido pelos russos após o fim da União Soviética em 1991.

FONTE: Agência Estado, Associated Press e da Dow Jones.

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MOSCOU – O governo da Rússia está se preparando para enviar dois navios de guerra à Síria, com o objetivo de reforçar a segurança na base naval russa em Tartus, no litoral sírio, e retirar equipamentos do local. Segundo declaração de um alto comandante da Marinha russa à agência Interfax, sempre utilizada para divulgar anúncios de Moscou, as embarcações Nikolai Filchenkov e Caesar Kunikov foram as escolhidas para a missão no porto mediterrâneo. O comandante, que não quis ser identificado, não especificou a data de chegada dos navios. A Marinha russa e o Ministério da Defesa de Moscou ainda não comentaram o assunto.

Damasco e Moscou são fortes aliados militares desde os tempos da Guerra Fria. A Síria compra bilhões de dólares da indústria armamentista russa e abriga a base naval permanente de Moscou em Tartus. O porto é utilizado como sede de logística de navios comerciais e de embarcações de combate a piratas no Mar Mediterrâneo, ação que faz parte de um programa de cooperação da Otan. Raramente navios de guerra atracam no local, segundo Moscou.

A Rússia tem utilizado seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU para impedir uma ação militar da comunidade internacional contra os conflitos internos na Síria, que deixaram ao menos 9 mil mortos desde o início de 2011, segundo dados das Nações Unidas. Moscou defende que a situação dos conflitos sírios deve ser resolvida em um diálogo entre forças da oposição e do governo. No entanto, pedidos de cessar-fogo e pela implantação do plano de paz do enviado especial da ONU Kofi Annan não foram atendidos.
No ano passado, o governo sírio de Bashar al-Assad começou a ser pressionado por manifestações da Primavera Árabe que pediam a queda do presidente e a realização de eleições no país. Em resposta, forças de segurança iniciaram uma severa repressão militar aos opositores, o que resultou na morte de milhares de civis e na formação milícias armadas de oposição.

Mais confrontos em Homs

Ainda nesta segunda-feira, ativistas do grupo Observatório Sírio pelos Direitos Humanos denunciaram mais confrontos na cidade de Homs, uma das sedes da oposição da Síria. Segundo eles, forças do governo iniciaram um intenso bombardeio e tiroteio contra milicianos locais. No fim de semana, o chefe da missão da ONU na Síria pediu que mulheres, crianças, idosos e doentes deixem os locais de conflitos, como Homs.

FONTE: Agência O Globo, com agências internacionais

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O navio de desembarque (BDK) Ivan Gren foi lançado ao mar nos estaleiros Yantar. O BDK, denominado em honra do conhecido almirante e cientista de artilharia soviético, passou a ser o navio principal do projeto 11711.

Os navios deste projeto, em conjunto com porta-helicópteros Mistral de construção francesa e polaca, devem constituir a base dos destacamentos de desembarque da Marinha da Rússia nos próximos decênios.

Mudança de gerações

Atualmente, a Marinha da Rússia conta com 18 BDK. A base desta frota é constituída por 15 navios do projeto 775, de construção polaca, e por três navios do projeto 1171 Tapir, de construção soviética da década de 1960.

Embora o projeto de novos BDK tenha um número semelhante ao seu antecessor – 11711, ele não tem nada a ver com o Tapir. Segundo as informações disponíveis, o número semelhante foi atribuído devido ao caráter secreto do projeto.

Em comparação com os seus antecessores, o novo BDK é menos sensível aos meios de radio-reconhecimento devido à alteração da forma das suas estruturass. Foram alteradas as estruturas da câmara de doca e das guias da porta de proa, para facilitar o desembarque e elevar a sua segurança, tanto com a ajuda de lanchas, como diretamente durante o desembarque para a costa.

A construção do Ivan Gren levou bastante tempo – de 2004 a 2012. Como se espera, o navio será entregue à Marinha apenas em 2013. Esta demora explica-se tanto pelo papel indefinido das unidades de desembarque na estrutura da Marinha, como pelo projeto não estar completamente acabado. Antes de encomendar uma grande série, a Marinha pretende ensaiar o Ivan Gren, para definir a composição de equipamentos e armamentos nos futuros BDK. Hoje, a construção do segundo navio do projeto 11711, iniciada em 2010, encontra-se na etapa inicial, mas é pouco provável que os trabalhos sejam acelerados antes de 2013-2014, quando forem tiradas conclusões dos ensaios do navio principal. Só mesma altura deverá ser feita a encomenda de uma série de navios, de acordo com os resultados dos ensaios.

Na totalidade, levando em consideração a encomenda de quatro navios universais de desembarque (UDK) tipo Mistral, cada dos quais pelo número de fuzileiros navais transportados pode substituir dois BDK, a Marinha da Rússia precisará aproximadamente de 9-10 navios do projeto 11711. O programa estatal de armamentos de 2011-2020 prevê a construção de seis navios deste tipo, os restantes, pelos vistos, serão construídos já após 2020.

Entretanto, o destino do próprio Ivan Gren é ainda indefinido. Possivelmente, o navio principal do novo projeto será utilizado, após os ensaios, como navio de transporte militar com potencial de desembarque – tal dependerá em primeiro lugar dos armamentos instalados no navio recém-construído.

Quem pode ter medo?

O contrato de construção de dois UDK tipo Mistral em França e de mais dois por licença na Rússia provocou uma reação impetuosa no Ocidente e em algumas antigas repúblicas soviéticas, sobretudo na Geórgia e nos países bálticos, em que foram discutidos cenários de utilização de novos UDK no Báltico e no mar Negro. Entretanto, estes receios expostos publicamente podem ser considerados como especulações, porque é evidente que os navios de 21 mil toneladas com uma independência de navegação de até 20 mil milhas não se constroem para mares tão pequenos como o Báltico e o Negro. A renovação das forças de desembarque nestes teatros de ações militares será efetuada à conta de BDK de médio calado e de média autonomia de navegação.

Estes navios, capazes de desembarcar uma companhia reforçada de fuzileiros navais (ou um batalhão ligeiro – sem meios técnicos) e apoiar o pessoal com fogo de artilharia e de sistemas reativos de fogo simultâneo, são ótimos para a utilização em tais conflitos como a guerra de agosto de 2008. Destaque-se que os BDK do novo projeto 11711 têm uma maior capacidade de transporte de fuzileiros navais e uma menor autonomia de navegação em comparação com os seus antecessores, o que supõe em primeiro lugar a sua utilização nas zonas costeiras.

O que é preciso ainda fazer?

Os novos BDK não são suficientes para assegurar as unidades de desembarque da Marinha. A infantaria naval da Marinha da Rússia precisa de novos veículos blindados, inclusive de anfíbios, de lanchas de desembarque, tanto comuns, como hovercraft, que podem ser utilizados independentemente ou a partir de navios de desembarque.

É necessário também renovar com urgência o parque de helicópteros. Está previsto resolver este problema, em particular, à conta da compra de paraelhos Ka-29 modernizados (de transporte e combate) e de Ka-52K de última geração (helicópteros de combate de coberta).

Por enquanto, é necessário esperar os resultados dos ensaios do Ivan Gren. Nos próximos dois anos, a estrutura das unidades de desembarque da Marinha russa já será melhor definida.

FONTE: Voz da Rússia

COLABOROU: Henrique C.O.

NOTA DO EDITOR: grafia do texto original

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Marinha Russa compra MiG-29K

A Rússia assinou um contrato para comprar 20 jatos navais MiG-29K e quatro treinadores MiG-29KUB. A MiG confirmou em 29 de fevereiro que o ministro da defesa Anatoly Serdyukov e o diretor da MiG Sergei Korotkov assinaram o contrato. O valor do contrato não foi revelado.

As entregas serão feitas entre 2013 e 2015, com a aeronave sendo operada no único navio-aeródromo russo Admiral Kuznetsov, servindo na Frota do Norte em Murmansk. O navio atualmente opera com jatos navais Sukhoi Su-33.

“A assinatura deste contrato é um passo real para o cumprimento do nosso programa para o rearmamento das forças. As forças aéreas navais vão receber uma aeronave de combate moderna – tão boa como qualquer outra no mundo”, disse Serdyukov.

O contrato vai garantir à MiG um fluxo constante de trabalho a médio prazo, acrescentou Korotkov.

O MiG-29K é uma variante navalizada do MiG-29M baseado em terra, com asas dobráveis, gancho de cauda e célula reforçada, um radar multimodo Zhuk-ME e capacidade multimissão. Pode ser armado com uma variada gama de armas ar-ar e ar-superfície, incluindo mísseis antinavio Kh-31.

A Marinha da Índia é o único cliente de exportação do tipo, que vai operar a partir do navio-aeródromo reformado de origem russa que será entregue no final deste ano.

A Marinha Russa experimentou uma versão navalizada do MiG-29 nos anos 1980 a bordo do Admiral Kuznetsov, mas optou pelo Su-33.

Ainda não se sabe se a Marinha irá operar o Su-33 ao lado do MiG-29K.

FONTE: Flightglobal

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Marinha russa ganhará novo porta-aviões

Até 2014, será projetado na Rússia um novo porta-aviões cuja construção terá início após 2020, informou o Comandante da Marinha, Almirante Vladimir Vyssotski. Segundo o comandante russo, trata-se de uma embarcação capacitada para cumprir um amplo leque de missões em praticamente todos os meios. O único porta-aviões atualmente a serviço da Marinha russa é o Almirante Kuznetsov, construído em 1985 e que será modernizado entre 2012 e 2017.

FONTE: Diário da Rússia

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Nas fotos, o destróier britânico HMS Liverpool escolta o navio-aeródromo russo Admiral Kuznetsov e a fragata Admiral Chabanenko enquanto estes passavam por águas territoriais britânicas.

O destróier Type 42 estava como atuando como “Fleet Ready Escort” enquanto se prepara para o descomissionamento na Primavera, quando atingirá a marca de 30 anos de carreira.

FOTO: MoD/Simmo Simpson

Representantes da Marinha Russa entregaram em arrendamento às forças navais da Índia o submarino de propulsão nuclear Nerpa. Cerimônia de entrega foi realizada na manhã de 23 de janeiro no porto de Bolshoi Kamen na região de Primorye (Extremo Oriente russo).

O evento contou com a presença do Embaixador indiano na Rússia, o Comandante do Distrito Militar de Leste, almirante Konstantin Sidenko, bem como representantes do comando da Marinha da Índia e do Ministério da Defesa da Rússia.

Contrato, segundo o qual o submarino Nerpa foi transmitido para o leasing da Índia para 10 anos, as partes haviam assinado em dezembro de 2011. Pelo direito de usar o submarino a Índia pagou mais de 900 milhões de dólares. No submarino foi levantada a bandeira da Índia. Além disso, recebeu um novo nome — de Chakra.

K-152 Nerpa é um submarino de ataque de propulsão nuclear classificado pela Otan como Shuka-B ou Akula, pode levar torpedos em mísseis de cruzeiro. Foi lançado no dia 24 de junho de 2006. A tripulação do submarino é de 73 pessoas e a profundidade de mergulho máxima – 600 metros, a velocidade máxima debaixo de água — 32 nós. O submarino pode permanecer de até 100 dias no mar, sem retornar ao porto.

A tragédia em Nerpa ocorreu dia 08 de novembro de 2008 no Mar do Japão durante o teste do sistema de extinção de incêndio. Provocou a morte de três soldados e 17 civis. Após este incidente, o submarino tem sido reparado e apenas dia 28 de dezembro de 2009 foi introduzido para serviço da Marinha russa.

Este contrato realizado em janeiro fica no primeiro lugar no ranking das operações comerciais militares russas em 2011, segundo o Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas (CACMA), disse à RIA Novosti o membro do CACMA, Igor Korotchenko. Ano que vem a Índia continua a ser o parceiro mais importante da Rússia, pois, 60% das exportações de armas russas (7, 7 bilhões de dólares) em 2012 serão destinados para este país.

De acordo com CACMA a maior transferência à Marinha indiana será realizada em dezembro de 2012 com entrega do porta-aviões Vikramaditya ( o antigo porta-aviões Admiral Gorchkov da classe “Kiev”). O custo atualizado, mudado várias vezes, finalmente chegou a 2,34 bilhões de dólares. O porta-aviões completamente renovado deverá ser equipado com 20 caças MiG-29K.

Além disso está previsto o fornecimento de duas fragatas tipo 1135.6 classe Talwar no valor de cerca de US $ 1 bilhão. As fragatas desse tipo estarão dotadas de mísseis de cruzeiro BrahMos, desenvolvidos por uma empresa binacional russo-indiana. Os mísseis tem um alcance de até 300 km.

Em terceiro lugar Rússia venderá à India cerca de 40 helicópteros Mi-17V-5, 21 caças Su-30MKI, 12 caças Su-30MKI (contrato de 2007), e caças MiG-29K/KUB, variante naval para porta-aviões indianos com modernos sistemas de controle eletrônico, menos perceptíveis aos radares e poder de transportar mais combustíveis. Esta versão possui asas dobráveis, gancho de retenção e trem de pouso reforçado. Outras inovações são a integração do sistema de navegação Frances Sigma-95, um módulo GPS e um sistema de mira de capacete Topsight. O MIG-29 KUB é aversão biplace do MIG-29K.

O MIG-29 é o mais manobrável que qualquer aeronave ocidental, realizando uma manobra chamada de “flip up”, em que o MIG-29 sem mudar o seu curso, entra num ângulo de ataque elevado, na faixa dos 80º, com possibilidade para disparar contra um inimigo em curso cruzado.

“A Rússia, segundo dados de 2011, classifica-se segunda no mundo em termos de exportações militares. Ano passado vendeu armas para 11,29 bilhões de dólares, representando 16,1% do mercado global. Previsão para 2012 -é de $ 11,3 bilhões, que representarão 17,3%, disse Korotchenko. “EUA ocupam o primeiro lugar, o volume das exportações de armas deles em 2011 foi de 28,76 bilhões de dólares (41% do mercado global). Em 2012, contando com a base em contratos já existentes, a venda de armas americanas vai cair para 25,58 bilhões dólares (39,3%)”, disse. (Lyuba Lulko)

FONTE: Pravda.Ru

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A Rússia finalmente entregou oficialmente à Índia o submarino nuclear Nerpa, cujo acidente em 2008 provocou a morte de 20 técnicos e tripulantes.

A cerimônia oficial da assinatura da entrega foi realizada ontem (quinta-feira) em Bolchoi Kamen (Extremo Oriente russo), onde está atualmente o Nerpa, segundo o Estado-Maior da frota russa.
O K-152 Nerpa, um submarino de ataque de propulsão nuclear classificado pela Otan como “Shuka-B” ou “Akula”, pode levar torpedos e mísseis de cruzeiro.

Uma falha no sistema anti-incêndio em novembro de 2008 provocou a morte de 20 pessoas por asfixia, entre os quais 17 civis do estaleiro no qual foi construído o submarino, quando realizava testes no mar do Japão.

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