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Segundo comunicado oficial divulgado ontem (13) pelo Ministério da Defesa do Japão, um submarino estrangeiro foi detectado no último domingo (12) em águas continentais próximas à ilha de Kumejima, na região de Okinawa. Apesar de o informe não detalhar a origem do navio, uma fonte ligada ao governo japonês declarou que o submarino provavelmente pertence à Marinha do Exército de Libertação Popular da China.

O ministro da Defesa japonês, Itsunori Onodera, declarou a repórteres ontem que “estava pronto para autorizar ‘operações de segurança marítima’ logo após autorização do primeiro ministro [Shinzo Abe], caso o submarino invadisse águas territoriais japonesas”. Caso as operações fossem autorizadas, as forças nipônicas teriam permissão legal para emprego irrestrito de armamentos, e ralização de procedimentos como evacuação da população de áreas de risco.

As operações mais recentes de segurança marítima contra submarinos aconteceram em 2004, quando um submersível chinês invadiu águas japonesas em torno da cadeia de ilhas Sakishima, também na região de Okinawa.

Legislações internacionais não proibem a presença de submarinos em águas comuns entre países. Porém, as autoridades japonesas decidiram trazer o incidente do último fim de semana a público, pois o submarino permaneceu por um tempo estranhamente longo nas águas continentais próximas a Okinawa.

FONTE: The Asahi Shinbun (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Oceanos também têm ‘buracos negros’

kilo-class

Buraco negro foi o nome que os especialistas da OTAN deram aos submarinos diesel-elétricos russos do projeto 636, classe Kilo, devido ao pouco ruído, que dificulta ao máximo a sua detecção. “São navios bons, com um bom armamento de torpedos, minas e mísseis. Eles estão equipados com o sistema de mísseis supersônicos antinavio Klub, que provou ser excelente nos submarinos que a Rússia forneceu à Marinha de Guerra da Índia”, descreve o perito militar Viktor Litovkin, editor-chefe da publicação russa Nezavissimoie Voennoe Obozrenie(Revista Militar Independente)

Os submarinos Kilo são uma modernização da classe Varshavianka, que a Rússia começou a fabricar para exportação já faz 30 anos. Eles mantêm as características principais e a arquitetura do Varshavianka, mas seu recheio, equipamento radioeletrônico, meios de suporte de vida são totalmente modernos. Esses navios podem se deslocar em submersão à velocidade de 37 km por hora, submergir até 300 metros de profundidade e ter uma autonomia de navegação de 45 dias.

Dois desses submarinos serão enviados para o Vietnã ainda este ano. Eles foram construídos em São Petersburgo e já foram lançados. No momento estão em fase de provas de mar e testes de submersão, no mar Báltico. No total, de acordo com contrato entre Rússia e Vietnã, Hanoi receberá seis submarinos da classe Kilo. A execução do total desse contrato, no valor de dois bilhões de dólares, está planejada para 2016. “É difícil sobrevalorizar a importância que esses submarinos têm para o Vietnã. Com eles, o país poderá defender com maior eficácia as suas águas territoriais, a sua zona econômica, as suas ilhas e plataformas petrolíferas. As frotas de superfície e submarina devem atuar em complementaridade. Os navios de superfície também devem estar protegidos abaixo do nível do mar. O inverso também é verdadeiro, a saída dos submarinos para o mar, especialmente perto das suas costas, deve ter sempre a cobertura de navios de superfície.”, acrescenta Viktor Litovkin.

O Vietnã é um parceiro tradicional da Rússia na cooperação técnico-militar. A cota da Rússia como fornecedor de armamento ao país atingiu 90% nos últimos dez anos. Neste momento, as empresas de armamento russas estão cheias de encomendas estrangeiras, mas em primeiro lugar estão os fornecimentos ao Exército e à Marinha da Rússia. Só depois se pode satisfazer as encomendas estrangeiras. O contrato dos submarinos para o Vietnã é uma exceção em que a encomenda estrangeira é executada em primeiro lugar.

FONTE: Voz da Rússia (edição e adaptação do Poder Naval)

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S1000_submarine

A agência russa de exportação Rosoboronexport se encontra em negociações com autoridades italianas para a construção de submergíveis do projeto S1000, que não serão utilizados por nenhum dos dois países, mas sim vendidos para terceiros.

Os especialistas russos da Oficina Central de Engenharia Naval Rubin e da italiana Fincatieri completaram o desenho conceitual do modelo há alguns anos. Agora, Rússia e Itália estudam a possibilidade de finalmente iniciar a produção.

Segundo o diretor comercial da Fincateri, Enrico Bonnetti, o submarino medirá 56 metros, terá um casco exterior duro de 5,5 metros de diâmetroo, poderá se deslocar, submerso, com carga total de 1.100 toneladas, a uma profundidade máxima de 250 metros e uma velocidade superior a 14 nós.

A embarcação poderá levar até 16 tripulantes e mais seis tropas de operações especiais. O S1000 é projetado para combates submarinos, atividades de reconhecimento e transporte de tropas. Mas objetivos secundários incluem guerras na superfície, apoio a aviões e helicópteros militares e até atividades de mineração.

FONTE: Diário da Rússia (edição e adaptação do Poder Naval)

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O Egito também vai de Type 209

O contra-almirante Osama Ahmed el-Gendy comandante da Marinha do Egito informou que foi fechado o acordo para a compra de 2 submarinos Type 209 da Alemanha.

O Egito opera 4 velhos submarinos Project 633 (classe Romeo) adquiridos na década de 1970 da China. Agora o Egito vai se juntar ao grande número de Marinhas que utilizam a classe 209 produzida pela Howaldtswerke-Deutsche WerftNordseewerke.

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Submarino Type 209 da Marinha Sul-Coreana na RIMPAC 2012

FOTOS: US Navy

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Crime organizado investe em embarcações de alta tecnologia para driblar órgãos de segurança e transportar toneladas de cocaína pelos mares


Os traficantes de drogas descobriram, e aperfeiçoaram ao longo das duas últimas décadas, um trunfo para levar toneladas de cocaína aos Estados Unidos e México, driblando a rigorosa fiscalização nos portos e aeroportos. Eles optaram por submergir a droga e levá-la dentro de submarinos fabricados em estaleiros artesanais, localizados principalmente no Equador e na Colômbia. Na semana passada, a Guarda Costeira dos EUA divulgou a apreensão, e posterior afundamento, de um narcossubmarino no Mar do Caribe, em fins de março.

Os quatro tripulantes foram levados presos para Miami, no Estado da Flórida. É a trigésima captura em seis anos. “Não estamos falando de submarinos militares, mas de submersíveis menores, que podem ser comprados livremente no mercado internacional por qualquer um que tenha alguns milhões de dólares”, alertou Alexandre Schmidt, diretor do ramo africano da Agência das Nações Unidas de Combate às Drogas e ao Crime Organizado.

Informes da Inteligência da Colômbia dão conta de que o primeiro grupo criminoso a usar tal artimanha foi o cartel de Medellín. Os narcoterroristas das Farcs possuem estaleiros onde fabricam as embarcações, cujos preços podem chegar a US$ 2 milhões. Os narcossubmarinos evoluíram desde que um pequeno semissubmersível com capacidade para duas toneladas foi encontrado na costa do Pacífico pela Guarda Costeira americana no ano de 1993.

Em outubro de 2011, no Caribe colombiano, policiais encontraram uma embarcação capaz de carregar até dez toneladas. Pintada de azul, para dificultar ainda mais os radares, era feita de madeira reforçada com fibra de vidro sustentada por aço e possuía os instrumentos sofisticados: GPS para navegação submersa, computador de ponta e usina de energia. Os traficantes dividem espaço exíguo com a droga, em condições precárias.

Ao final da travessia, o barco é afundado. “Esses artefatos são câmaras mortuárias genuínas pelo alto risco que representam para a tripulação, mas não são facilmente detectados pelo radar porque eles usam fibra de vidro, que os torna quase invisíveis”, afirmou o diretor da Polícia Antinarcóticos da Colômbia, general Luis Alberto Pérez. Mas, para os traficantes, o lucro compensa o risco.

FONTE: Istoé, via resenha EB

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Apelidado “Crocodrile Class 250″ será o primeiro de seu tipo a ser construído na América do Sul e perfeitamente adequado para o trabalho de resgate em grandes profundidades.

Depois de oito anos de trabalho e após um investimento total de cerca de 8 milhões de Euros, a empresa “Vapor Industrial” apresentou o projeto do primeiro submarino desenvolvido no Chile.

O submarino, apelidado de “Crocodile Class 250″, será o primeiro do seu tipo a ser construído na América do Sul e com características ideais para trabalhos de resgate em grandes profundidades.

O ministro da Defesa, Andres Allamand, explicou que “um equipamento desta natureza pode descer a 300 metros de profundidade e lançar mergulhadores que estarão preparados para trabalhar até três horas em grande profundidade, graças à câmara hiperbárica que tem o submarino.”

Allamand acrescentou que uma equipe com esses recursos teria contribuído para a recuperação mais rápida dos restos da aeronave CASA 212 que caiu no arquipélago de Juan Fernandez.

“Os mergulhadores que desceram a 50 metros para examinar a estrutura do avião, estavam submetidos a um alto risco naquela profundidade e não permaneciam mais do que dois minutos”, disse o ministro da Defesa.

Ao mesmo tempo, o Comandante em Chefe da Marinha, Edmundo González, disse que, se a compra for concretizada, o país será capaz de realizar resgates que até o momento são impossíveis.

“Nós temos grande interesse por este tipo de submarino, pois permitiria o resgate de aviões sinistrados, navios naufragados, execução de trabalhos em grandes profundidades como soldagem e reparos de produtos marinhos”, disse Gonzalez.

Para que este submarino se torne realidade basta somente a Marinha do Chile ou algum outra país comprar um desses submarinos, que poderia ser construído dentro de 12 a 18 meses, além de um período de testes de mar de um ano a ser realizado em Caldera.

Características do submarino

O submarino tem um comprimento de 33 metros, um casco com diâmetro de 3,5 metros, deslocando 250 toneladas. Seu alcance é de 2.500 milhas, o equivalente a ir de Caldera para Ilha de Páscoa.

Ela também tem um sonar que pode detectar qualquer som subaquático, se de um animal, falha geológica ou uma embarcação.

Outra característica é o seu baixo custo operacional devido ao reduzido número de tripulantes. Quatro pessoas poderiam operá-lo sem problemas, mas ele pode acomodar até 14 pessoas.

FONTE:
http://www.emol.com/

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Naval

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O futuro da força de submarinos da Noruega

A Marinha da Noruega espera contar com a sua atual frota de submarinos até o ano de 2020. Um estudo conduzido pelo Ministério da Defesa daquele país concluiu que não há nenhuma outra alternativa militar que substitua as capacidades do submarino. O Governo decidiu, portanto, estudar a melhor forma de manter a força de submarinos até 2020.

Baseado nas conclusões do estudo conceitual do Ministério da Defesa, outros estudos mais aprofundados serão desenvolvidos com as Forças Armadas e o Instituto de Pesquisa de Defesa. No estudo já feito, três diferentes opções de capacidade foram avaliadas para o futuro:

- Opção 0: Sem investimento
Esta opção descreve as consequências da não realização de grandes investimentos para manter a frota de submarinos operacional.

- Opção 1: Continuação de submarinos
A opção envolve a continuidade das operações submarinas nas forças armadas. Alternativas a serem exploradas poderiam envolver várias soluções, incluindo a extensão vida operacional dos submarinos da classe Ula, ou a aquisição de novos submarinos.

- Opção 2: Alternativas para o submarino
Essa alternativa inclui a aquisição de novos equipamentos militares ou outros já existentes que juntos poderiam realizar as tarefas atualmente desempenhadas por submarinos. Possíveis soluções envolvem o aumento da disponibilidade dos equipamentos existentes, tornando-os mais robusto, como o aumento das capacidades dos seus sensores e armas, junto com aquisição de novas capacidades.

O estudo concluiu que a opção 1 parece ser a melhor solução conceitual para atender às exigências da Defesa além de 2020.

Continuação dos Estudos

Com base na recomendação do estudo, o governo decidiu manter uma força de submarinos na estrutura militar além de 2020.

A primeira parte irá preparar os fundamentos para uma futura decisão entre a escolha da extensão da vida útil da classe Ula e a aquisição de novos submarinos, ou uma combinação destas duas soluções.

O resultado final deverá sair em 2014.

Em seguida, a solução recomendada será avaliada em detalhes, antes de uma recomendação final para qualquer investimento será submetida ao Governo e, finalmente, ao Parlamento. O que não deve ocorrer antes de 2017.

A opção 0 será sempre uma solução possível na tomada de decisões de investimento, e, portanto, também ser incluída em trabalhos futuros.

FONTE: Norwegian Ministry of Defence

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Rússia: Defesa troca submarinos

Saem os Akula e entram em ação os submarinos da classe Borey

 

O Ministério da Defesa da Rússia decidiu desativar, até 2014, os submarinos atômicos da classe Akula (Tubarão). Segundo a Defesa, a medida revela a adequação da Rússia ao Tratado START 3, firmado com os Estados Unidos em 8 de abril de 2010 e que prevê a redução das armas estratégicas.

De acordo com a agência de notícias RIA Novosti, os submarinos da classe Akula serão gradativamente substituídos pelos da classe Borey, considerados mais eficientes e mais econômicos em termos operacionais.

FONTE: Diário da Rússia

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No dia 10 de agosto, a Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ) cumpriu mais uma etapa para aumentar a sua capacitação de atender às necessidades de manutenção e reparo dos diversos meios da Esquadra, com a realização da docagem pioneira de um Submarino da Classe Tikuna.

Em 2009, por determinação do Comando-em-Chefe da Esquadra, a BNRJ fez investimentos para capacitar o dique “Almirante Branco” a realizar os Períodos de Manutenção Extraordinária (PME) em Submarinos. Desde então, a Base realizou três procedimentos com sucesso, sendo dois deles em submarinos da Classe “Tupi”.

FONTE e FOTO: MB

A presidenta Dilma Rousseff esteve neste sábado (16/7) nas instalações da Nuclebrás, no município de Itaguaí (RJ). Dilma Rousseff chegou no meio da tarde para participar de cerimônia do início da construção de submarinos nucleares brasileiros. A TV NBR transmitiu ao vivo a solenidade e o Blog do Planalto reproduz as imagens simultâneas que chegaram daquela região por meio da programação da emissora do governo federal.

Vídeo com a íntegra da cerimônia ocorrida na sede da Nuclep, em Itaguaí (RJ)

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

FONTE/FOTO: Blog do Planalto

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Apesar de ter saído da disputa pelos seis primeiros, em 2009, Rússia pretende oferecer a classe Amur 650, para a concorrência de outros seis-

Segundo notícia da RIA Novosti, a agência de exportação russa de armamentos, Rosoboronexport, afirmou que participará de uma concorrência para fornecimento de seis submarinos de propulsão diesel-elétrica para a Índia. O país saiu da primeira disputa, realizada em 2009, mas Oleg Azizov, chefe da delegação da Rosoboronexport na a feira naval IMDS-2011 de São Petersburgo (International Maritime Defense Show), afirmou que “trata-se de uma nova disputa, com novos requerimentos, e juntamente com o bureau de projetos russo Rubin nós faremos uma proposta à Índia para submarinos da classe Amur 650.”

Em fevereiro, a Marinha Indiana disse que anunciaria, até o final de 2011, uma concorrência global para seis submarinos de nova geração, a um custo estimado de 11 bilhões de dólares. A Índia já está construindo seis submarinos da classe Scorpène nos estaleiros MDL (Mazgaon Dockyards Limited), num contrato com o grupo francês DCNS. Para os próximos seis submarinos, a Marinha Indiana desejaria melhor capacidade furtiva, além de maior alcance para detectar alvos e melhor gerenciamento de combate. No total, a Marinha Indiana pretende comissionar ao menos 12 submarinos na próxima década, para reforçar sua frota, que atualmente está defasada.

De acordo com a Rosoboronexport, a classe Amur 650 atenderia a esses requerimentos por ter assinatura ao sonar bem menor do que a classe Kilo, que atualmente seria considerada a mais silenciosa do mundo. O Amur 650 também pode ser equipado com sistemas de propulsão independente da atmosfera (AIP – Air Independent Propulsion) baseados em células de combustível.

Fontes indianas disseram que França, Alemanha e Espanha também participarão da disputa.

Acima da linha d’água, porém, haverá atrasos: Rosoboronexport afirmou que haverá não poderá cumprir prazo final de entrega de três fragatas classe Talwar à Índia

 

Ainda na IMDS 2011, a Rosoboronexport informou que houve um atraso para a entrega da primeira de três fragatas classe Talwar (Krivak III modificada) à Índia, que estava programada para abril deste ano. O primeiro navio, de todo modo, já está realizando provas de cais. O estaleiro russo Yantar solicitou à agência russa de exportação de armamentos 100 milhões de dólares adicionais para finalizar a construção.

Segundo Azizov, uma delegação da Marinha da Índia deverá negociar com a Rússia os novos prazos finais para a construção. O contrato das três fragatas, quando assinado em 2006, era estimado em 1,6 bilhão de dólares. Cada uma delas deverá ser armada com oito mísseis supersônicos BrahMos, um desenvolvimento conjunto da Rússia com a Índia, e se juntarão a três outras fragatas da classe Talwar já entregues: INS Talwar, INS Trishul e INS Tabar

FONTES: RIANovosti e Siasat

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O chefe da delegação da Rosoboronexport (agência russa de exportação de armamentos), Oleg Azizov, disse que a Rússia vai fornecer ao Vietnã seis submarinos classe Kilo 636-MV, de propulsão diesel-elétrica. A declaração sobre a assinatura do contrato foi feita na feira naval IMDS-2011 de São Petersburgo (International Maritime Defense Show), Além da entrega prevista para 2014, não foram fornecidos mais detalhes sobre o negócio.

Segundo informe da RIA-Novosti, a classe Kilo é equipada com seis tubos de torpedo de 533mm, tem um deslocamento de 2.300 toneladas e atinge uma profundidade máxima de 350 metros. Ainda segundo a RIA-Novosti, pelo menos 29 submarinos da classe Kilo foram exportados para a China, Índia, Irã, Polônia, Romênia e Argélia.

FONTES: Thainniennews e RIA-Novosti

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Caçada ao submarino ‘Santa Fe’

Incrível trabalho do artista britânico Daniel Bechennec, mostrando o momento em que um helicóptero Wasp da RN dispara um míssil AS12 contra o submarino argentino Santa Fe, que navegava na superfície, próximos às Ilhas Georgia do Sul, em 25 de abril de 1982.

ARTE: Daniel Bechennec

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Esta noite o programa Globo Mar, apresentado pelo repórter Ernesto Paglia, vai embarcar em um submarino da Marinha do Brasil e mostrar a rotina de Oficiais e praças a bordo e o treinamento dos Mergulhadores de Combate.

FONTE: G1/Globomar

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Os desafios da Austrália para substituir seus submarinos

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Instituto de análises da Austrália está preocupado com os fundos para o empreendimento e com um possível ‘gap’

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Reportagem do jornal Camberra Times, com informações do instituto australiano de política estratégica (Australian Strategic Policy Institute  – ASPI) discute a necessidade de já se alocar fundos para o projeto dos novos submarinos australianos, para evitar a criação de uma lacuna entre a frota atual e os novos meios.

Segundo os planos da Defesa, uma nova classe de 12 submarinos deverá iniciar sua operação por volta de 2025, e sua construção deverá consumir 36 bilhões de dólares (a nota não especifica se são dólares australianos ou americanos).

Fontes ligadas à Defesa disseram, em ‘off’, que a Marinha Real Australiana está sonhando se espera que o Governo assine o programa ainda neste ano. Mas, se o início da alocação de recursos demorar mais, pode ser repetida uma situação do passado, quando a atual classe Collins substituiu os antigos Oberon após estes darem baixa, entre 1992 e 2003. Isso criou um ‘gap’ operacional e de capacidades de uma década, entre as desativações no início dos anos 1990 e a plena operação dos Collins, 10 anos depois. Além disso, a operação da nova classe vem sofrendo continuamente com insuficiência de tripulantes.

Segundo o ASPI, uma decisão sobre o porte e forma da nova frota deve ser tomada nos próximos dois anos. Mas o problema é que a Defesa, no momento, não tem todas as informações e recomendações necessárias para repassar ao Governo, para que este decida. Até agora, as únicas certezas são de que a propulsão dos meios será convencional e que a construção será em Adelaide. O número exato de submarinos, suas tarefas e seu porte ainda estão por ser determinados, segundo o instituto. Há mesmo discussões sobre considerar uma propulsão nuclear para a classe.

O instituto publicou um interessante estudo chamado ‘The once and future submarine—raising and sustaining Australia’s underwater capability’, com uma discussão histórica sobre a substituição anterior (Oberon por Collins) e o que se pode esperar no futuro, com a baixa dos Collins e a entrada em serviço da nova classe.

Clique aqui para baixar e ler o estudo, em arquivo pdf.

FONTES: Camberra Times e ASPI

FOTO: Royal Australian Navy (Marinha Real Australiana)

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Em recente encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, preocupada com as contas do governo, ponderou sobre a compra dos 36 caças na licitação da FAB e a do submarino nuclear pela Marinha, projetos de aproximadamente R$ 50 bilhões. Dilma citou orientações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre segurar os gastos. Lula, meio à brinca, meio a sério, soltou: “Se você ficar ouvindo o Mantega, não vai conseguir fazer nada no governo”. O fato é que, por ora, os caças são esboços, e o submarino nem mergulhou num tanque. Os processos de compra continuam, a que velocidade é um mistério.

FONTE: Informe JB – Leandro Mazzini

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