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B |
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balaustrada |
(rail, open rail) conjunto de balaústres, correntes, cabos, vergalhões ou tubos que guarnecem a borda da embarcação e protegem o pessoal contra queda no mar. |
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balaustre |
(stanchion) colunas ou hastes que sustentam o corrimão da borda da embarcação. Podem ser fixas, desmontáveis ou rebatíveis (como aquelas existentes nos convôos de corvetas e fragatas). |
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barbeta |
(do francês barbette) Proteção blindada, quase sempre cilíndrica, fixa, empregada para proteger a parte inferior dos canhões. As barbetas eram comumente montadas nos encouraçados do final do século XIX e início do século XX.Elas antecederam as torres bindadas. Existem também as barbetas de fortalezas terrstres, que permitem aos canhões dispararem por sobre um parapeito ao invés de dispararem por uma abertura. |
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BARCAP |
(Barrier-Close Air Patrol) Neste tipo de CAP, os caças formam uma "barreira" a fim de prevenir que aeronaves desconhecidas entrem em um determinado espaço aéreo ou que se aproximem de um determinado alvo a ser protegido. |
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Batimento de quilha |
Cerimonial realizado no início da construção de um navio. Quando o navio é lançado ao mar, dá-se o "batismo" do mesmo, com a tradicional quebra da garrafa de champagne no casco. |
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BB |
(Battleship) Designação da USN para encouraçado. A designação "BB" foi implementada pela USN em julho de 1920 substituindo a designação "B". |
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Bergantim |
Termo de origem italiana (brigante - bandido) que designa embarcações a vela, dotadas de dois mastros e velas quadradas. Surgida no final do século XVII, o bergantim era um navio rápido e bastante manejável, possuindo um armamento que geralmente variava entre 14 e 16 canhões. É um exemplo típico de adaptação de navio mercante com armamento, também utilizado como navio de corso. |
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BIP |
Navio Anfíbio Polivalente. Projeto desenvolvido pelo estaleiro francês DCN para uma família de navios baseada num mesmo design, porém com deslocamento diferenciado. |
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Blue water navy |
Literalmente, "marinha de águas azuis". Marinhas com esta designação possuem a capacidade de operar em águas profundas e/ou mar aberto, distantes de suas bases de apoio. É o oposto de brown water navy. |
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Boca |
Largura da seção transversal de uma embarcação de um bordo ao outro. |
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Bochechas |
Partes curvas do costado próximas à proa. O mesmo que amura. |
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Bombordo |
Lado esquerdo da embarcação para quem olha para a proa |
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Borda |
Limite superior do costado. |
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Bordos |
Porções laterais das embarcações. |
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Boreste |
Lado direito da embarcação para quem olha para a proa. A MB adotou, em 1884, este termo em vez de estiborbo, para, nas vozes de manobra, evitar confusão com bombordo. |
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BOROC |
(Bofors Rocket) Um dos principais modelos de lançador de foguete ASW fabricado pela empresa sueca Bofors. Pode empregar munições e espoletas de detonação diferenciadas (por contato, acústica, etc). Revela maior eficácia e alcance em comparação com os morteiros ASW tradicionais, largamente empregados na II Guerra Mundial. O Boroc possui versões que agrupam um ou mais pares de lançadores. Nas fragatas Niterói, o Boroc está localizado a ré do reparo Mk8 de 114 mm de vante. |
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Brigue |
Termo derivado do inglês brig (forma reduzida de brigantine). Ver bergantim. |
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Brown water navy |
Literalmente, "marinha de águas marrons". Marinhas com esta designação operam em águas rasas ou costeiras, próximas de suas bases e com forte apoio de aviação de terra. |
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Buddy-buddy |
Designação para um sistema ReVo onde uma aeronave reabastece outra da mesma categoria. Esse sistema está disponível para os A-4 da MB. |
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BVR |
(Beyond Visual Range) Designação para alvo muito distante para ser visto a olho nu. Também se refere a mísseis designados para engajar alvos além do alcance visual.
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