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C
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C3 |
(Command, Control e Communications) Comando, controle e comunicações. Funções básicas do gerenciamento do campo de batalha, vitais no ambiente naval. |
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CA |
(Cruiser ou Heavy Cruiser) Designação da USN para Cruzador Encouraçado e/ou Cruzador e/ou Cruzador Pesado. Foi adotada inicialmente na década de vinte para reclassificar os cruzadores dotados de blindagem (Armoured Cruiser). Em julho de 1931, adotou-se a designação CA (Heavy Cruiser) como uma classe paralela aos CL (Light Cruiser). Posteriormente abandonada quando os sobreviventes da II Guerra Mundial foram convertidos para CAG. Em 1968, a designação CA (Cruiser) foi adotada novamente, sendo que os atuais cruzadores da USN utilizam essa designação. |
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CAG1 |
Na USN, comandante do grupamento aéreo embarcado. |
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CAG2 |
(Guided Missile Heavy Cruisers) Designação da USN dada aos cruzadores de classe Baltimore que sofreram conversões para transportar mísseis. Em maio de 1968, foram reclassificados como CA. |
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Calado |
Distância vertical entre a linha d’água até o ponto mais baixo da quilha. Também conhecido como a "profundidade do casco" ou "calado d'água". |
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Camada termal ou camada térmica |
Ver Termoclina. |
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CANA |
(Comando Aereo Naval Argentino) Aviação Naval Argentina. |
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Canal de som |
(sound channel) Ocorre quando as ondas sonoras ficam aprisionadas num "canal" semelhante à situação do "duto de superfície". Assim como no "dutos de superfície", o som se propagará por longas distâncias (pois a absorção e a perda de energia serão menores). O canais de som abaixo de 1.000 m de profundidade são também conhecidos como "canais de som profundos". |
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CAP |
(Close Air Patrol) Patrulha Aérea de Combate. Vôo defensivo sobre uma região particular, executado por aeronaves interceptadoras. |
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Caravela |
Navio de combate com popa elevada e proa baixa, dotado de um a quatro mastros de velas bastardas e armado com até 18 peças de artilharia. |
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CAS |
(Close Air Suport) Cobertura aérea. Apoio aéreo às tropas em solo em ataques conjuntos. |
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Casamata |
(Casemate) Compartimento blindado com aberturas para os canhões, localizados ao longo dos bordos dos encouraçados. Nos primórdios dos navios encouraçados, alguns subtipos possuíam sua bateria principal disposta em casamatas (conhecidos como casemate ironclads nos EUA e floating batteries na Europa). No final do século XIX, o armamento principal passou a ser montado em torres ou barbetas, permitindo às casamatas acomodarem o armamento de calibre secundário. Após a I Guerra Mundial, as casamatas caíram em desuso. |
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Casco |
Corpo principal da embarcação cuja construção pode ser de diversos materiais, tais como aço, alumínio, madeira, fibra de vidro ou até mesmo uma combinação destes. Mastros, antenas, aparelhos, etc. são acessórios do casco. |
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Casco de pressão (ou resistente) |
Casco interno dos submarinos, cuja resistência à pressão da água externa é mais elevada. Neste local se acomodam a tripulação, planta propulsora e armamentos. Quase na totalidade dos submarinos atuais, os sensores, tais como sonares, se localizam fora do casco de pressão. Em casos isolados, os armamentos também podem se localizar fora deste como nos SSGN russos da classe Oscar. |
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Castelo de proa |
Estrutura que acompanha a elevação da borda da proa de uma embarcação. O castelo de proa era uma construção comum nos navios de combate movidos a vela. |
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Cavitação |
A cavitação é um efeito indesejado, gerado pelos hélices das embarcações. Quando o hélice é acionado em altas velocidades, ele gera um fluxo turbulento, e forma bolhas de ar. Isto amplifica não só o barulho como aumenta a esteira produzida a ré. Consequentemente, eleva a possibilidade de uma embarcação (de superfície ou submarina) ser detectada. Os projetos atuais de hélices apresentam pás com formas complexas, visando maximizar a propulsão e minimizar a cavitação. |
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CBU |
(Cluster Bomb Unit) Bomba de fragmentação aerotransportada. |
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CCV |
(Control Configurated Vehicle) Conceito que permitiu às aeronaves longitudinalmente instáveis tornarem-se pilotáveis. As aeronaves convencionais possuem o centro de gravidade à frente do centro de pressão. Nas aeronaves com CCV, estas posições podem ser invertidas, pois contam com um computador que interpreta as condições de vôo da aeronave e posiciona todas as superfícies móveis de maneira a atender o comando específico do piloto. O conceito CCV aumentou muito a performance de aeronaves com asa em delta pois nestes, os elevons podem ficar posicionados neutramente ou para baixo aumentando a sustentação e ,consequentemente, o desempenho. Os projetos de aeronaves embarcadas mais recentes, como o Rafale francês, possuem tecnologia CCV. |
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CETM |
(Centro de Eletrônica da Marinha) Centro da MB. Localiza-se no AMRJ. |
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CFN |
(Corpo de Fuzileiros Navais) Unidade de infantaria da MB encarregada de diversas tarefas, tais como o desembarque anfíbio. |
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CG |
(Guided Missile Cruiser) Designação da USN para Cruzador lança-mísseis teleguiados adotada a partir de junho de 1975. |
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CGN |
(Guided Missile Cruiser Nuclear) Designação da USN para Cruzador de propulsão nuclear lança-mísseis teleguiados. |
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Chaff |
Tipo de ECM "descartável", utilizado para ludibriar dispositivos orientados por radar. É composto por lâminas de alumínio, filme de Mylar ou fibras de vidro com superfícies metalizadas com alumínio ou zinco. Estes materiais possuem a forma de filamentos tão finos quanto um fio de cabelo, com uma medida igual ao comprimento de onda do radar emissor ou um múltiplo desse (algo em torno de alguns milímetros). Esses filamentos agem como uma antena bipolar em miniatura refletindo a radiação e, por conseqüência, produzindo alvos fictícios na tela do operador de radar. É utilizado tanto em aeronaves como em embarcações. |
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CIAAN |
(Centro de Instrução e Adestramento AeroNaval). Centro da MB. Tem como missão preparar, instruir e adestrar a Aviação Naval. |
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CIC |
(Combat Information Center) Centro de informação de combate. Centraliza todas as funções de comando, comunicação, armamento e sensores. Na prática corrente, o CIC localiza-se, por conveniência, imediatamente abaixo do passadiço. Por vezes, o CIC é chamado de COC - Centro de Operações de Combate. A designação CIC também é utilizada para aeronaves como a cabina central do E-2 Hawkeye, que possui três operadores de sistemas. |
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CIWS |
(Close In Weapon System) Sistemas bélicos de defesa de curto alcance para embarcações de superfície. Podem ser armas de tubo ou mísseis. Exemplos de CIWS são o Phalanx americano e o Trinity sueco. |
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CL |
(Light Cruiser) Cruzador Leve. Na USN, a designação CL substituiu a CS na década de vinte. |
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CLAnf |
(Carro sobre Largata ANFíbio) Veículo anfíbio utilizado pelo CFN. |
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CLG |
(Guided Missile Light Cruisers) Cruzadores leves armados com lança-míssies. Designação da USN dada à conversões executadas em alguns navios da classe Cleveland a parir de 1957. Reclassificados como CG em junho de 1975. |
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CLGN |
(Large Guided Missile Cruiser) Primeira designação da USN dada aos Cruzadores de propulsão nuclear lança-mísseis teleguiados. Antes mesmo do batimento de sua quilha, a designação foi alterada para CGN em dezembro de 1956. |
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CLOS |
(Command to Line Of Sight) Tipo de guiagem de mísseis a partir das embarcações, onde a antena receptora alojada na cauda do míssil recebe os dados de mudanças de trajetória. Os Sea Wolf ingleses (também utilizados pelas Tipo 22 brasileiras) são um exemplo de mísseis guiados por esse sistema. |
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Clutter |
Ecos provenientes da superfície que não permitem aos radares a correta distinção entre um alvo móvel e o background. |
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CM |
(CouterMesures) dispositivos utilizados como defesa contra inimigos potenciais(flars, chaff, jammer, etc.). |
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CME |
(Contra-Medidas Eletrônicas) o mesmo que ECM. |
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CMASM |
(Centro de Mísseis e Armas Submarinas) Instalação da MB que possui a função de armazenagem de armamento. Atua também como oficina para diversos armamentos incluindo mísseis Aspide, Exocet e torpedos diversos. |
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CMB |
(Coastal Motor Boat) Designação anglo-saxônica para lanchas costeiras. Tiveram grande desenvolvimento na Inglaterra, pelo estaleiro Thornycroft. Eram embarcações leves, altamente velozes e de curta autonomia. O interesse por esse tipo de embarcação decaiu após a I Guerra Mundial, retornando na década de trinta como MTB. |
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CME |
(Contra Medidas Eletrônicas) Termo empregado pela MB para ECM. |
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CNAO |
(Comando Naval da Amazônia Ocidental) O CNAO foi criado em 06/06/1994 com o propósito de auxiliar o 4º Distrito Naval (Belém) no cumprimento de sua missão. Em janeiro de 2005 o CNAO foi extinto, criando-se no seu lugar o 9º DN. |
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Coberta1 |
Qualquer convés situado abaixo do convés principal. |
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Coberta2 |
Compartimentos destinados ao alojamento da tripulação. |
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COC |
Ver CIC. |
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COD |
(Carrier On-board Delivery) Designação anglo-saxônica para aeronaves embarcadas em NAes cuja função primária é o transporte de peças, equipamentos e pessoal, a partir de bases no continente, ou, em situações menos comuns, de um outro NAe. A FAB empregava versões do P-16, conhecidas como UP-16A, como aeronave COD a bordo do NAe Minas Gerais. |
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CODAD |
(Combinated Diesel and/or Diesel) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada diesel e/ou diesel. Este arranjo permite uma grande economia de tubulação, liberando espaço para sensores e armamentos. |
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CODAG |
(Combinated Diesel and/or Gas Turbine) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada diesel e/ou turbina a gás. Arranjo semelhante ao sistema CODOG, porém, neste caso, o emprego da turbina a gás e dos motores a diesel podem ocorrer de forma conjunta. |
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CODLAG |
(Combinated Diesel-eletric and Gas Turbine) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada diesel-elétrica e turbina a gás. Este tipo de combinação permite que a embarcação navegue em velocidades baixas, com redução dos níveis de ruído, quando o sonar rebocado é colocado em ação. |
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CODOG |
(Combinated Diesel or Gas Turbine) Designação ânglo-saônica para propulsão naval combinada diesel ou turbina a gás. Neste arranjo, utilizam-se motores a diesel para cruzeiros até cerca de 18 nós, enquanto a turbina a gás é destinada a manobras rápidas e altas velocidades. |
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COGAG |
(Combinated Gas Turbine and/or Gas Turbine) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada turbina a gás e/ou turbina a gás. Neste arranjo, duas turbinas estão acopladas no mesmo eixo. Existe a possibilidade de utilizar ambas ao mesmo tempo (alto desempenho) ou apenas uma delas (regime econômico). |
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COGOG |
(Combinated Gas Turbine or Gas Turbine) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada turbina a gás ou turbina a gás. Neste arranjo, com duas máquinas acopladas num mesmo eixo, ambas podem ser acionadas ao mesmo tempo, fornecendo um rendimento elevado quando necessário. |
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COIN |
(Conter INsurgency) Termo utilizado para ação/equipamento que visa o combate à guerra de guerrilha. |
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Combat-SAR ou CSAR |
(Combat Search And Recue) Processo de busca e salvamento de aeronautas abatidos em ambiente de combate. Difere do SAR comum pois engloba um número maior de aeronaves, com funções distintas, tais como dar cobertura aérea às operações de resgate. |
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ComForAp |
(Comando da Força de Apoio) |
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ComForS |
(Comando da Força de Submarinos) Sediado na ilha de Mocanguê, Niterói, RJ |
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Comint |
(Communications Inteligence) Espionagem de comunicações. |
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CONAS |
(Combinated Nuclear and Steam) Designação ânglo-saxônica para propulsão naval combinada nuclear e vapor. Neste arranjo, a planta secundária a óleo fornece potência complementar às unidades nucleares, proporcionando velocidades mais elevadas. |
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Conteira |
Parte posterior de um reparo militar (canhão ou lançador de mísseis) |
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Contratorpedeiro |
(Destroyer) Termo surgido no Reino Unido no final do século XIX e início do século XX para designar navios de combate com o propósito de destruir "barcos torpedeiros". Eram conhecidos inicialmente como Torpedo Boat Destroyer (TBD). Os primeiros contratorpedeiros eram desprovidos de blindagem e possuíam velocidades elevadas e armamento composto por torpedos e canhões. Com o passar do tempo e o aumento da ameaça aérea, ganharam armamento anti-aéreo e, em algumas marinhas, tornaram-se especializados em tarefa ASW. Após a II Guerra Mundial, o conceito inicial havia perdido sua identidade e, para cada marinha, contratorpedeiro tinha um significado próprio. Atualmente, o conceito de contratorpedeiro na MB é utilizado para navio de combate de capacidade multifuncional, empregado para patrulhas e escoltas de comboios e forças-tarefas. O termo destróier também é aceito na língua portuguesa |
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Contratorpedeiro de escolta |
(ou destróier de escolta - DE) Navio de combate, derivado do contratorpedeiro. Surgiu nos EUA durante a II Guerra Mundial, com o propósito de escoltar comboios mercantes. Na RN, navios semelhantes eram designados com fragatas. Menores e mais lentos que seus predecessores, contavam com armamento predominantemente ASW. Por serem mais baratos que os contratorpedeiros originais, podiam ser construídos em maior número. O navio-museu Bauru, mantido pela MB, era originalmente um DE. |
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Couraçado |
Ver
encouraçado. |
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Convés |
Plano
horizontal que subdivide uma embarcação em diferentes níveis. O mesmo que
pavimento. A forma "deck" também é aceita em português. |
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Convés Principal |
O
mais alto convés contínuo de proa a popa, podendo ser totalmente ou
parcialmente coberto. |
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Convôo |
Convés de vôo - Superfície plana dotada de sinalizações de solo, que permite a operação de pousos e decolagens de aeronaves a bordo de embarcações. Incluem-se aqui desde os grandes convôos dos NAes que podem operar aeronaves com mais de 37.000 kg até os convôos modestos de embarcações fluviais para helicópteros de pequeno porte. Nem sempre as embarcações dotadas de convôo podem prestar serviços de guarda da aeronave ou executar manutenção desta, pois há a necessidade de que a embarcação conte com hangar. |
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Corveta1 |
Antigamente utilizava-se o termo para descrever embarcações de combate, semelhantes à nau, menores e menos armadas que ela, porém mais velozes. Apareceram em fins do séc. XVIII, para substituir a fragata e o brigue em missões de reconhecimento ofensivo, para o qual este era demasiado fraco e aquela forte demais. Além disso, desempenhavam missões de aviso, de transporte de munição, de assalto, etc. |
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Corveta2 |
Atualmente o conceito de corveta na MB é utilizado para navio de combate, menor e menos armado que a fragata, com deslocamento entre 500 e 2.000 ton., empregado para patrulhas e escoltas de comboios e forças-tarefas. |
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COSAG |
(Combinated Steam and/or Gas Turbine) Designação para propulsão naval combinada vapor e/ou turbina a gás. |
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Costado |
Porções laterais do casco, acima da linha d’água. |
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CPN |
(Centro de Projetos de Navio) Órgão da MB |
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CPqM |
(Centro de Pesquisa da Marinha) Órgão da MB |
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CRT |
(Cathode Ray Tube) tubo de raios catódicos, semelhante ao tubo de imagem de televisores comuns. Nos painéis das aeronaves modernas, os mostradores analógicos estão sendo substituídos por CRTs multifuncionais, que podem indicar diversas informações, desde dados do propulsor (temperatura, pressão, EGT, etc) até a configuração dos armamentos transportados. Esse tipo de tecnologia também está sendo empregada em sistemas das embarcações. |
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Cruzador1 |
(Cruiser) O termo nasceu no final do século XIX, inicialmente empregado para navios de combate capazes de cruzar oceanos com seus próprios meios, dotados de boa velocidade e armamento adequados, exercendo diversas funções como proteção de rotas mercantes, vigilância, exploração e patrulha. Representam uma evolução natural das fragatas blindadas, sendo que os primeiros cruzadores eram dotados de propulsão mista (velas e motor). Classificavam-se segundo o deslocamento, em três classes: 1ª classe (entre 3.000 e 6.000 t), 2ª classe (1.500 e 3.000t) e 3ª classe (800 e 1.500t). Posteriormente foram subdivididos em protegidos (dotados de blindagem) e não-protegidos. Com as mudanças táticas e tecnológicas introduzidas nas duas primeiras décadas do século XX, os cruzadores foram divididos em pesados e ligeiros, classificação esta que perdurou, com modificações, até a II Guerra Mundial. As características dessas duas subclasses variavam muito de marinha para marinha, mas os cruzadores ligeiros eram mais rápidos e possuíam um deslocamento menor. Em contrapartida, seu armamento e blindagem eram inferiores ao dos cruzadores pesados. |
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Cruzador2 |
Navio de combate de tamanho médio, grande velocidade e proteção moderada, grande raio de ação e calibre médio. Várias foram as subclasses originadas, entre elas o cruzador leve, o cruzador ligeiro, e outras. Atualmente a MB não possui cruzadores e o conceito destes varia dependendo de cada armada. Geralmente são as maiores e mais bem armadas embarcações de combate de um GT atual, inferiores apenas em tamanho aos NAes. |
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Cruzador de Batalha |
(Battle Cruiser) Navio de combate, derivado do encouraçado, surgido no início do século XX. A primeira classe de cruzadores de batalha (Indefatigable) foi projetada na Grã-Bretanha em 1906, baseada no encouraçado HMS Dreadnoght. Os cruzadores de batalha caracterizavam-se pelo seu armamento principal e deslocamento semelhantes aos encouraçados (e, muitas vezes, classificados como tal), porém, com velocidade maior e blindagem menor. O conceito básico por trás do projeto procurava compensar a falta da blindagem pela velocidade maior. Na teoria, essa classe de navios deveria atuar na vanguarda da esquadra, executar o reconhecimento de frota inimiga e abrir caminho para os cruzadores menores. Foram superados pelos encouraçados rápidos da década de trinta, que, com a mesma velocidade e armamento, possuíam blindagem melhor. |
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Cruzador encouraçado |
Ao contrário dos cruzadores protegidos, que possuíam proteção apenas nos pontos vitais, os cruzadores encouraçados eram dotados de uma blindagem superior, cobrindo uma área maior do navio. Muitas vezes, esses navios eram tão semelhantes aos encouraçados do final do século XIX, que chegavam a ser classificados como tal. Os cruzadores encouraçados foram os antecessores do cruzador de batalha, chegando até mesmo a conviver com eles durante a I Guerra Mundial. |
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CS |
(Scort Cruisers) Cruzadores de escolta. Designação da USN abandonada na década de vinte em favor dos CL. |
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CSS |
(Confederated States Ship) Navio dos Estados Confederados. Indicativo aplicado a todos os navios da marinha dos estados sulinos durante a Guerra Civil Americana. |
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CT |
Anacronismo para contratorpedeiro. Embora seja de uso comum esse anacronismo na língua portuguesa, a matrícula desses na MB é dada pela letra "D" (de Destroyer ou destróier). |
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CTE |
Ver contratorpedeiro de escolta |
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CTMSP |
(Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo) Órgão da MB |
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CV |
(Aircraft Carrier) Designação norte-americana para NAe. Adotada para o primeiro NAe da USN, o USS Langley, comissionado em 20 de março de 1929. Essa designação foi substituída por CVA em 1 de outubro de 1952, retornando na década de setenta para NAes movidos a propulsão convencional. |
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CVA |
(Attack Carrier) Designação para NAede ataque na USN. Popularmente chamado "Heavy" (pesado). Essa designação substituiu os termos CV e CVB. Foi redesignada como CV na década de setenta. |
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CVAG |
(Attack Carrier Air Group) Designação para grupo aéreo embarcado em CVA na USN. Adotada em 15 de novembro de 1946 e substituída em 1 de setembro de 1948 pela designação CVG. |
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CVAN |
(Nuclear Carrier) Designação para NAe propulsado por energia nuclear na USN. Adotado para o USS Interprise e reclassificado como CVN na década de setenta. |
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CVB |
(Large Carrier) Designação para NAe de batalha na USN. Popularmente chamado de "battle" (batalha). Essa designação foi substituída por CVA em 1 de outubro de 1952. |
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CVBG1 |
(Carrier Battle Groups) Grupos de batalha nucleados por um NAe. |
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CVBG2 |
(Battle Carrier Air Group) Designação para grupo aéreo embarcado em CVB na USN. Adotada em 15 de novembro de 1946 e substituída em 1 de setembro de 1948 pela designação CVG. |
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CVE |
(Scort Carrier) Designação para NAe de escolta na USN. Originalmente designado ACV, mas tarde AVG, e finalmente CVE em 15 de julho de 1943. Esse tipo de classe foi abandonado em 17 de maio de 1957, com o descomissionamento do USS Badoeng Strait. |
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CVEG |
(Scort Carrier Air Group) Designação para grupo aéreo embarcado em CVE na USN. Adotada em 15 de novembro de 1946 e substituída em 1 de setembro de 1948 pela designação CVG. |
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CVG |
(Carrier Air Group) Designação para grupo aéreo embarcado na USN, adotada a partir de 1 de setembro de 1948, substituindo o antigo sistema que utilizava uma letra a mais como sufixo para designar o tipo de NAe a qual pertencia o grupo aéreo. Foi substituído pela CVW a partir 20 de dezembro de 1963. |
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CVHA |
(Helicopter Assalt Carrier) Classificação original dos LPH, adotada a partir de julho de 1955. A designação foi abandona pois poderia causar confusão com os CVAs. |
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CVHE |
(Helicopter Scort Carrier) Porta Helicópteros de escolta. Designação adotada para um grupo de CVEs a partir de junho de 1955. Foram os precursores dos LHA. |
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CVL |
(Small Carrier) Designação da USN para um Grupo de NAes menores e mais simples que os CV em atividade até então. Popularmente chamado de leve ("light"). Executando-se o USS Saipan (CVL 49) e o USS Wright (CVL 48) os demais navios, foram reconstruídos a partir de cruzadores leves da classe Cleveland. A designação CVL foi adotada a partir de 15 de julho de 1943. Esse tipo de classe foi abandonado em 30 de setembro de 1957, com o descomissionamento do USS Saipan. |
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CVLG |
(Small Carrier Air Group) Designação para grupo aéreo embarcado em CVL na USN. Adotada em 15 de novembro de 1946 e substituída em 1 de setembro de 1948. |
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CVN |
(Aircraft Carrier Nuclear) Designação para NAe propulsado por energia nuclear na USN. Substituiu o termo CVAN na década de setenta. |
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CVS |
(Antisubmarine Warfare Support Carrier) Designação da USN para NAe dedicado à função ASW. Os primeiros NAes a assumirem essa designação foram o USS Leyte e o USS Antietan em 8 de agosto de 1953. O termo foi abandonado no início dos anos setenta em favor da nova concepção de CV e CVN que integram esquadrões HS e VS. |
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CVT |
(Training Carrier) Designação da USN para NAe de treinamento. |
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CVU |
(Utility Carrier) Designação da USN para NAes de transporte. Reclassificação de alguns CVEs a partir de julho de 1958. Muitos desses navios foram operados por tripulação civil, recebendo então a designação T-CVU. |
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CVW |
(Carrier Air Wing) Designação para grupo aéreo embarcado na USN que substituiu a CVG a partir 20 de dezembro de 1963, porém, mantendo uma estrutura semelhante. |
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CW |
(Continuous Wave) Ondas contínuas. Existem dois tipo fundamentais de ondas de rádio enviadas pelos radares: contínua ou por pulso. Nos radares tipo CW, o transmissor irradia sinais em uma RF (radio-freqüência) constante a partir de uma antena, e os sinais que retornam do alvo, são captados por outra antena. O eco é comparado com uma voltagem de referência e a diferença, que é o "efeito Doppler", indica o movimento do alvo. O sinal de onda contínua é útil para indicar alvos móveis, medir sua velocidade e orientar mísseis guiados por radares de bordo (aéreos, ou navais). |
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