F
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FAA1 |
(Fleet Air Arm) Aviação Naval Britânica. |
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FAA2 |
(Fuerza Aérea Argentina) Força Aérea Argentina. Juntamente com o CANA, possui, dentre outras tarefas, a de executar ataques navais. |
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FAB |
(Força Aérea Brasileira) É o órgão do Ministério da Aeronáutica responsável pela defesa e policiamento do espaço aéreo brasileiro. Atua também na vigilância costeira com aeronaves de esclarecimento marítimo P-95, e nas missões de ataque marítimo com AT-26 e A-1. Operava aeronaves embarcadas P-16 no NAeL Minas Gerais até 1991, quando foram retirados de serviço. |
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FAC |
(Fast Attack Craft) Barco rápido de ataque, geralmente equipado com armamento do tipo SSM. Sinônimo de FPB. |
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Faina |
Substantivo de origem
catalã (fahena), relativo a todo e qualquer trabalho executado a bordo de uma
embarcação. Assim, temos a faina de reabastecimento, faina de transferência
de carga, etc. |
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FBW |
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FREMM |
(Fregate Europeenne Multi-Mission) Designação francesa para o projeto franco-italiano de fragatas multi-missão. A proposta inicial apresentava duas versões, sendo uma de caráter ASW e a outra especializada em atauqe terrestre. |
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FF |
(Frigate) Designação da USN para Fragata |
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FFE |
(Força de Fuzileiros de Esquadra) Organização do CFN subordinada ao CON. Foi criada por decreto presidencial em 1957. A FEE engloba os principais elementos operativos do CFN, sendo composta pelas seguintes unidades: Divisão Anfíbia (DiAnf), Tropa de Reforço(TrRef), Tropas Isoladas e Companhia de Comando e Serviço. |
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FFG |
(Guided-missile Frigate) Designação da USN para Fragata lança-mísseis |
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Fire-and-forget |
Designação ânglo-saxônica que, literalmente significa "dispare e esqueça". São armamentos que não precisam que a plataforma lançadora continue a "iluminar" o alvo, sendo capazes de se guiarem em direção a este. A vantagem desses artefatos é a possibilidade da plataforma executar manobras evasivas ou atacar um alvo diferente. |
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Flak |
(Flugzeugabwehrcanone) Designação de origem alemã para artilharia anti-aérea. Primeiramente empregada na II Guerra Mundial. Atualmente é usada, de forma genérica, para qualquer artilharia anti-aérea de tubo. |
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Flank Array |
(Hidrofone de costado) Um dos sensores acústicos de um submarino. |
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Flare |
Tipo mais comum de IRCM que se utiliza de uma fonte de calor para ludibriar mísseis guiados por IR. O objetivo é criar uma fonte de calor mais forte que a própria plataforma, atraindo o míssil para longe desta. |
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FLIR |
(Forward-Looking Infra-Red) Dispositivo de busca e/ou aquisição de alvos que se utiliza das emissões IR do próprio alvo. É bastante indicado para a busca de alvos em operações noturnas. |
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FlotAM |
(Flotilha do Amazonas) Braço operativo do CNAO. |
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Fly-by-wire |
Sistema de controle de superfícies móveis de aeronaves de alta performance, sejam elas de uso naval ou não, por sinalização eletrônica. As aeronaves convencionais possuem sistemas de comandos mecânicos que transmitem por meio de cabos e alavancas os movimentos dos manches e pedais na cabina de pilotagem para as superfícies móveis (lemes, profundores e ailerons). No sistema fly-by-wire, os manches e os pedais acionam dispositivos eletrônicos, que enviam sinais elétricos através de fios (wires) aos servo motores das superfícies de comando. As vantagens são inúmeras, pois reduzem o esforço do piloto nas superfícies de controle, aumenta a precisão dos movimentos e permite a redundância do sistema tornando-o menos vulnerável à avarias de combate. |
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FOD |
(Foreing Object Damage) Dano por objeto estranho. Termo geralmente utilizado na aviação para designar objetos diversos deixados na pista que possam causar incidentes ou acidentes aeronáuticos. Os FOD também podem comprometer ou mesmo gerar graves acidentes com turbinas a gás de unidades navais. |
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Força-Tarefa |
Grupamento de unidades navais devidamente organizada para atender aos requisitos impostos por uma determinada missão. |
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FortCts |
(Força de Contratorpedeiros) Uma das unidades da força de superfície da MB. |
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FPB |
(Fast Patrol Boat) Barco de patrulha veloz (sensu latu). São versões do pós-guerra dos MTB e MGB. Usado, por alguns autores, como sinônimo de FAC. |
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Fragata1 |
O termo foi inicialmente empregado na segunda metade do século XVII para designar navios de combate menores e menos armados, porém mais rápidos e mais manobráveis que os navios de linha. No século XVIII, as fragatas se caracterizavam por possuírem um deslocamento entre 200 e 300 t, contendo 30 a 40 canhões em uma única bateria. Com o passar do tempo, esses navios foram crescendo tanto em tonelagem como em canhões, sendo equiparados as navios de linha menores. Com o desenvolvimento da propulsão a vapor na segunda metade do séc. XIX, houveram fragatas mistas (movidas a vela e a vapor). As fragatas foram também as primeiras unidades a serem dotadas de couraça, sendo conhecidas como fragatas blindadas. Posteriormente, as fragatas blindadas evoluíram para cruzadores. |
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Fragata2 |
O termo fragata renasceu nas mãos dos britânicos no início da II Guerra Mundial para designar navios de escolta de comboios mercantes dedicados à função ASW. Seus equivalentes norte-americanos eram conhecidos como contratorpedeiros de escolta. O termo fragata continuou a ser empregado para navios de escolta com características ASW após a II Guerra Mundial. No entanto, com a evolução dos armamentos e sistemas, as fragatas atuais são capazes de desenvolver diversas funções e de enfrentar diversas ameaças, sendo denominadas fragatas de múltiplo emprego. |
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Fragata3 |
O termo fragata é atualmente empregado na MB para designar navios de combate, com função específica e capacidade secundária de enfrentar outras ameaças, sendo maiores e mais bem armados que a corveta.. |
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FRAM |
(Fleet Rehabilitation And Modernization) Sob essa designação, a USN executou um programa de modernização de parte de sua frota. Esse programa modernizou os DD das classes Gearing e Allen M. Summer que foram adquiridos pela MB na década de setenta. Foram executados em duas versões. A primeira ficou conhecida como FRAM I e custou cerca de US$ 7 milhões por navio e visava estender a vida útil por mais cinco anos, e a segunda conhecida como FRAM II custou US$ 11 milhões e visava estender a vida útil por mais dez anos. |
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FRS |
(Fighter/Reconaissance/Strike) Caça, reconhecimento e ataque. Designação dos Sea Harriers da RN, de acordo com as funções que ele executa. |
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FT |
(Força Tarefa) Agrupamento organizado de navios, envolvidos em qualquer operação, visando o atendimento dos requisitos impostos pela missão estabelecida.
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