1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

Corveta a Vapor/

Canhoneira a Vapor

Jequitinhonha

 

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: ?
Lançamento: ?
Incorporação: ?

Baixa: ?

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 637 ton.
Dimensões: 53.34 m de comprimento, 7.92 m de boca e 3.81 m de calado.
Propulsão: vapor; maquina a vapor de 130 hp.

Velocidade: ?

Raio de Ação: ?
Armamento: 6 peças de calibre 32, em bateria; 1 peça de calibre 38, em rodizio.
Tripulação: ?

 

 

H i s t ó r i c o

 

A Corveta a Vapor Jequitinhonha, foi o primeiro e unico navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio homonimo localizado nos estados de Minas Gerais e Bahia. Foi construída na Inglaterra. Foi seu primeiro comandante o Capitão-de-Fragata Joaquim Raimundo De Lamare.

 

1854

 

Em 25 de setembro, chegou a Recife, procedente de Londres, via Lisboa (Portugal) e São Vicente, em travessia de 18 dias.

 

1864

 

Em 24 de agosto, integrando a Divisão comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Francisco Pereira Pinto (Barão de Ivinheima), deu caça ao Vapor uruguaio Artigas.

 

Em 7 de setembro, integrando a mesma Divisão, deu caça ao Vapor uruguaio Villa del Salto.

 

1865

 

Em 5 de abril, integrando a Divisão Naval comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra José Segundino de Gomensoro, tomou parte nas primeiras operações de bloqueio aos portos paraguaios.

 

Em 30 de abril, partiu de Buenos Aires, sob o comando do Capitão-Tenente Joaquim José Pinto, como capitânia da 3ª Divisão do Chefe Gomensoro, integrando a Esquadra comandada pelo Almirante Barroso, que era composta pela Fragata Amazonas (capitânia), e pelas Corvetas Beberibe, Belmonte e Parnahyba e pelas Canhoneiras Araguary, Mearim, Ipiranga, Iguatemy e Jequitinhonha. A Esquadra subiu o rio Paraná a fim de bloquear efetivamente o inimigo na localidade de Três Bocas.

 

Depois de vencer os paraguaios no combate naval de Corrientes em 10 de junho, a Força Naval Brasileira, fundeou nas proximidades de um pequeno afluente do rio Paraná, chamado Riachuelo.

 

O inimigo também tinha um plano: partindo de Humaitá, na noite do dia 10 de junho, seus navios deveriam graduar a velocidade de modo a atingir a esquadra brasileira, de surpresa, nas primeiras horas da madrugada do dia seguinte. Cada navio deveria abordar um dos navios brasileiros e, se algum deles conseguisse repelir a abordagem, teria sua retirada cortada pelas baterias de foguetes e canhões formadas sobre o canal do Riachuelo. Contudo, uma avaria em um dos navios inimigos permitiu que as duas esquadras se avistassem já às 09:00 horas da manhã do dia 11, o que atrapalhou os planos inimigos. Parte da guarnição brasileira fora à terra em busca de lenha para suprir a escassez de carvão, e o restante descansava, com exceção dos vigias e dos homens de guarda da tolda. Repentinamente o grito - “Navio à proa!”

 

Em 11 de junho, a Esquadra de Barroso travou com o inimigo a Batalha Naval do Riachuelo. Durante a ação, encalhou debaixo das baterias dos fortes inimigos, tendo que ser abandonada pela tripulação.

 

Em 13 de junho, nao sendo possivel safar do encalhe, foi incendiada pelos nossos marinheiros.

 

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

 

Comandante Período
CF Joaquim Raimundo De Lamare  __/__/1854 a __/__/185_
CT Joaquim José Pinto __/__/1865 a __/__/186_

 

I m a g e n s

 

       Não disponível no momento

 

B i b l i o g r a f i a

 

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.150.

 

- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 502, abr./mai./jun. 1985.