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HMS Portland visita porto de Santos
Atracou
hoje (24/06) no porto de Santos (SP) a fragata britânica HMS Portland
(F79). O
navio está em missão de patrulha e se dirige para as Ilhas
Malvinas/Falklands. Dentre
outras tarefas da missão está o
intercâmbio com países
amigos e atividades de cunho social.
No ano passado a “South
Atlantic Patrol Force” era
composta pelo contratorpedeiro
HMS Cardiff e o navio de apoio HMS Gold Rover. A Portland é uma fragata Tipo 23, também conhecida como Classe Duke. A classe Duke foi projetada para substituir as unidades mais antigas (Leander e Tipo 21), além de ser uma alternativa menos custosa que as Tipo 22. Uma das características peculiares dessa classe é o seu sistema de propulsão, que inclui motores elétricos para baixas velocidades e redução de ruído. Em atividade desde maio de 2001, a Portland é a penúltima das 15 unidades da classe. Colaborou: M. Lopes (Santos) Unidades da Marinha participarão da Operação Jauru 2005Unidades do 6º Distrito Naval, sediadas na Base Fluvial de Ladário-MS e elementos do 5º Distrito Naval de Guaíra PR participarão da Operação Jauru 2005. A operação, que iniciará no dia 27 de maio e terá a duração de 10 dias, engloba uma extensa faixa de fronteira dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Sob um comando único (Comando Militar do Oeste-CMO), as três forças (Marinha, Exército e Aeronáutica) intensificarão ações de vigilância de fronteira, patrulhamento das calhas dos rios, ACISO e apoiarão outros órgãos públicos como IBAMA, PF, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal e Secretarias de Segurança Pública dos estados envolvidos. No ano passado, a operação ocorreu no mês de outubro e empregou um total de 4,5 mil homens. Austrália mostra interesse por sistema AEGISO Governo australiano manifestou oficialmente o interesse em adquirir três sistemas de defesa aérea AEGIS. A venda incluiria também equipamentos de suporte, testes, integração, software, peças de reposição, documentação técnica, treinamento e outros elementos logísticos. O custo estimado para todo o pacote militar é de 350 milhões de dólares. A solicitação foi encaminhada ao Congresso norte-americano para que este aprove a venda. Em função do bom relacionamento EUA - Austrália, e principalmente a grande colaboração do Governo australiano na guerra contra o terrorismo, é muito provável que ocorra a venda. A Marinha da Austrália está trabalhando no projeto de uma nova classe de contratorpedeiros, prevista para entrar em atividade por volta de 2013. Tipo 23 para o Paquistão?Segundo informações publicadas pelo jornal inglês Daily Times, em sua edição do dia 18 de maio, a Grã Bretanha estaria interessada em vender três fragatas Tipo 23 para a Marinha do Paquistão. O secretário da Marinha do Paquistão confirmou a oferta de venda e disse estar interessado na aquisição dos navios. Os próximos passos são o estabelecimento do valor do negócio e as condições de pagamento. A Royal Navy está passando por um processo de redução de unidades conforme anunciado pelo Governo Britânico em 2001 e de acordo com Strategic Defence Review. As fragatas Tipo 23 HMS Norfolk, HMS Marlborough e HMS Gafton deixarão o serviço ativo em março de 2006 e sua venda tem sido fonte de várias especulaçãoes. Recentemente, foram oferecidas ao Chile mas parte do orçamento da marinha daquele país já está comprometida com vários outros projetos incluindo a aquisição de submarinos Scorpene e incorporação das fragatas holandesas. Acidente a bordo do NAe São Paulo causa vítimasUm acidente ocorrido hoje (17/05/2005) a bordo do Navio-Aeródromo São Paulo causou a morte de um marinheiro e ferimentos em outros dez. O acidente ocorreu quando o navio estava se preparando para receber o grupamento aéreo. Por volta das 10:30h, uma linha de alta pressão que leva vapor para as catapultas se rompeu e liberou vapor superaquecido. O vapor que vazou da tubulação provocou queimaduras em onze tripulantes, atingindo fatalmente um deles. Os feridos foram evacuados por helicópteros do esquadrão HU-1 e encaminhados ao Hospital Naval Marcílio Dias (cidade do Rio de Janeiro). Em função do acidente, os exercícios (que deveriam contar com um Navio-tanque e uma Corveta) foram suspensos e o NAe retornou para o AMRJ no final da tarde. BRAC recomenda fechamento da Base Naval de New London
O Departamento de Defesa Norte-americano, através das recomendações do BRAC (Base Realignment and Closure), propôs no último dia 13 de maio o fechamento de nove instalações de grande porte da USN além de outras 46 de menor porte. O objetivo principal do programa é reestruturar a Força em função das ameaças e das necessidades no mundo atual. Além disso, a economia gerada permitirá que o Departamento de Defesa possa investir em outras áreas. Dentre as instalações a serem fechadas inclui-se a base naval de New London (SUBASE), onde praticamente nasceu a força de submarinos dos EUA em 1916. Durante a II Guerra Mundial, o local foi largamente ampliado e, com o advento dos submarinos nucleares, Groton se tornou a maior base de submarinos do mundo em 1959. Posteriormente, também passou a fornecer suporte para a frota de SSBN dos EUA. LMAASA dará suporte aos Skyhawk da MBA Lockheed Martin Aircraft Argentina S.A.( LMAASA) foi selecionada no último dia 9 de maio pela Marinha do Brasil para a realização de serviços de apoio e manutenção das aeronaves A-4 Skyhawk (VF-1/VF-1A) da Aviação Naval Brasileira. Avaliado em 6,5 milhões de dólares, o acordo terá início em julho deste ano e se estenderá por quatro anos, englobando serviços de apoio como manutenção de linha de vôo e manutenção nível parque de seis aeronaves, além da revisão de dez motores J52-P408. Os serviços de manutenção (incluindo também o treinamento de profissionais brasileiros) serão executados diretamente na BAeNSPA e a revisão dos motores nas instalações da LMAASA na cidade de Córdoba. O acordo firmado representa, em parte, uma continuidade dos serviços executados pela empresa Kay & Associates Inc em relação à manutenção e treinamento do pessoal. A LMAASA foi criada em 1995 após adquirir as antigas instalações da FMA (Fabrica Militar de Aviones) por um período de 25 anos, prorrogável por mais 20 anos. A FMA, originalmente pertencente a FAA (Fuerza Aérea Argentina), possui um histórico de quase oitenta anos de construção aeronáutica e mais de 1.300 aeronaves produzidas de 30 modelos diferentes. Nos últimos anos, a empresa adquiriu grande experiência em aeronaves A-4 por ter participado do projeto Fightinghawk para a FAA. Além disso, a LMAASA possui excelentes instalações para testes de motores J-52 e foi inclusive cogitada pela MB para realizar os primeiros testes no ano de 2000. Isso acabou não acontecendo e os 49 motores adquiridos foram testados numa bancada improvisada nas instalações da CELMA em Petrópolis/RJ. Ativado o 9º Distrito NavalNo último dia 3 de maio foi oficialmente criado o Comando do 9º Distrito Naval (9º DN). A cerimônia ocorreu na sede do Comando Naval da Amazônia Ocidental (CNAO) localizado na Ilha de São Vicente, Centro de Manaus (AM). Conforme noticiado anteriormente, o CNAO deixa de existir e o 9º DN assume as suas instalações, seu pessoal e a área sob sua responsabilidade. Assinado contrato de modernização dos P-3BRApós
uma longa espera, foi finalmente assinado o contrato para a modernização de 8 aviões P-3 de patrulha marítima
da Força Aérea Brasileira. O evento ocorreu no último dia 29 de abril em
Brasília, na presença de autoridades do Comando da Aeronáutica e
representantes da EADS do Brasil. Após a aquisição em 2000 das células
usadas, a FAB abriu uma concorrência internacional para a escolha da
empresa que realizaria a modernização das aeronaves. A EADS foi selecionada
em outubro de 2002, mas a negociação foi interrompida no ano seguinte por
falta de recursos. Em 2004 o processo foi retomado e o valor inicial do
contrato (avaliado em 326 milhões de dólares) foi reajustado para 423,3
milhões de dólares, conforme publicado no Diário Oficial da União em 28
de dezembro. Neste ano, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado
aprovou o financiamento externo, última etapa importante antes da
assinatura do contrato. O esquema de financiamento proposto, que conta com o respaldo do governo espanhol,
será feito através de um consórcio formado pelos grupos BBVA, Santander Central Hispano e BNP Paribas.
Os prazos propostos de amortização são de dez anos, incluindo o valor do
contrato de aquisição dos C-295. | ||||||