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HMS Spartan visita o Rio de Janeiro

Entre os dias 8 e 13 de agosto o submarino britânico de propulsão nuclear HMS Spartan realizou uma visita ao Rio de Janeiro. Esta visita de cortesia teve como objetivo aumentar os laços entre as marinhas britânica e brasileira por meio de troca informal de informações e experiências. Além disso diversas outras atividades ocorreram neste período, incluindo a visita educativa de crianças de uma ONG da cidade, confraternização com membros da Marinha do Brasil e participação em trabalhos voluntários. O Spartan é um dos submarinos da classe Swiftsure construídos na década de 1970. Embora modernizado recentemente para operar com mísseis UGM-109 Block III Tomahawk, sua baixa do serviço ativo está programada para o ano que vem.


Concluída a construção do primeiro "Kilo" chinês

O estaleiro russo Krásnoye Sórmovo concluiu a construção do primeiro submarino classe Kilo (Projeto 636) para a Marinha da China Popular. A embarcação realizará provas de mar no Báltico em breve e espera-se entregá-lo às autoridades chinesas ainda no final de setembro. Pelo acordo firmado, está previstas a construção de um lote de oito unidades, sendo que dos outros sete, dois serão construídos em Severodvinsk e os outros cinco em São Pertersburgo. O acordo de construção foi firmado em 2002 e o seu valor é de aproximadamente 1,6 bilhão de dólares.


Inaugurada réplica do convôo do HMS Invencible

D. Walker/RN

Um Harrier GR Mk7 da RAF decola da réplica da pista do HMS Invencible.

Em uma cerimônia conjunta, a RAF e a RN inauguraram, na Base Aérea de Wittering (RAF), uma versão em tamanho real do convés de vôo dos navios da classe Invencible. A nova pista, que inclui uma rampa de 12º tipo “ski jump”, substituirá aquela existente na Base Aérea Naval de Yeovilton, utilizada até então para o treinamento dos pilotos. Atualmente, todo o treinamento conjunto de pilotos de jatos VSTOL na Grã Bretanha (RAF e RN) é realizado na Base Aérea de Wittering. Por esse motivo a nova réplica do convôo foi construída ali. Embora não seja possível simular as condições de mar (como jogo e balanço longitudinal), a pista fornece uma idéia das forças físicas e dinâmicas que atuam numa decolagem curta embarcada.


Lockheed Martin atualiza P-3C Update II.5

A Lockheed Martin entregou a USN o primeiro P-3C Orion Update II.5 totalmente modernizado para o padrão AIP (Anti-Surface Warfare Improvement Program), o mais recente programa de atualização dessas aeronaves. O programa AIP se concentrou inicialmente nos modelos mais atuais do Orion (Update III) e agora foram selecionadas cinco células Update II.5 para a modernização. Atualmente a USN possui 66 Orion no padrão AIP. Quando o programa for concluído, a USN contará com um total de 73 Orion no padrão AIP.


Lançada ao mar quarta unidade da classe Formidable

Naval Tecnology

A classe Formidable guarda muitas semelhanças com as La Fayette francesas

Foi lançada ao mar no último dia 15 de julho a RSS Tenacious, quarta unidade da classe Formidable da Marinha de Singapura. O programa de construção das fragatas classe Formidable iniciou em março de 2000, com a assinatura do contrato com a DCN francesa. Das seis fragatas previstas, a primeira foi construída na França. As outras duas foram construídas localmente pela Singapore Technologies Marine. Baseadas na classe La Fayette, as fragatas de Singapura possuem baixa assinatura acústica, eletromagnética e infravermelha, colocando-as no seleto grupo de navios furtivos. Deslocando cerca de 3.200 t (máximo), estes navios são dotados de grande poder de fogo e sensores de última geração. O alto grau de automação permite que o navio seja operado com uma tripulação de apenas 70 homens (uma Niterói, ligeiramente maior, possui uma tripulação padrão de 209 homens).


USN realiza exercícios no Báltico

Uma força da Marinha dos Estados Unidos realizará um exercício multinacional no Mar Adriático com tropas da Macedônia e da Albânia entre os dias 11 e 30 de julho. Composta pelo navio de assalto USS Saipan (LHA 2) e o navio de salvamento USS Grasp (ARS 51), a força norte americana conta com um contingente total de 1.500 homens entre fuzileiros e tripulação. Tanto a Albânia como a Macedônia contribuem com contingentes mais modestos, como algumas unidades de forças especiais e mergulhadores de combate. Dentro da política de combate mundial ao terror dos EUA, os exercícios demonstrarão a capacidade de cooperação e coordenação entre as forças de diferentes países.


A MB na Operação Timbó III

MB

NaPaFlu Amapá em atividade durante a Operação Timbó III. 

No dia 10 de julho começou a terceira versão da Operação Timbó, um exercício conjunto entre as três Forças Armadas brasileiras numa larga faixa de fronteira internacional dos estados do Amazonas, Acre e Rondônia. Destaca-se o fato de que esta é a primeira participação do 9º DN numa operação deste nível, desde a criação do mesmo, a partir do extinto CNAO e conseqüente desmembramento do 4º DN. As principais unidades navais da Marinha que participarão da Operação Timbó III são o NasH Carlos Chagas e os NAPaFlu Amapá e Raposo Teixeira. Os navios terão o apoio aéreo dos helicópteros “Esquilo” do esquadrão HU-3.

O objetivo principal da operação é o treinamento conjunto das Forças Armadas em uma vasta área pouco ocupada do território brasileiro. O exercício visa também aumentar a presença do Estado nas fronteiras, promovendo inclusive Ações Sociais (ACISO), como atendimento médico e odontológico aos brasileiros que vivem nas localidades isoladas. Na operação deste ano as Forças Armadas poderão exercer de fato o poder de polícia na faixa de fronteira.


Aviação Naval apóia Operações "offshore" da Petrobrás

A Marinha do Brasil está auxiliando a Petrobrás no transporte de passageiros e cargas para as unidades “offshore” de exploração e produção de petróleo no norte do estado do Rio de Janeiro. O auxílio tornou-se necessário após a drástica redução da frota de aeronaves que prestava serviços para a estatal. Em função da passagem de uma frente fria, acompanhada de fortes rajadas de vento, pela cidade de Macaé no dia 20 de junho, seis helicópteros estacionados no aeroporto daquela cidade foram seriamente avariados e um sofreu danos leves. A Marinha disponibilizou três aeronaves, sendo duas do modelo Cougar e um Sea King (N-3016). Estes dois modelos de aeronaves são perfeitamente compatíveis com diversas unidades “offshore”, possuindo inclusive versões civis (Super Puma e S-61N) largamente utilizadas nesta tarefa.