Tailândia
em busca de mais Seahawk
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Marinha da
Tailândia |
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| Um S-70B
aproximando-se do NAe Chakri Naruebet. Estes heicópteros
são comumente utilizados na guarda de aeronves durante operações
com Harrier. |
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O Pentágono enviou ao Congresso norte-americano no último
dia 11 de abril uma solicitação de venda de seis helicópteros MH-60S
para a Marinha da Tailândia. O valor total da transação comercial,
incluindo serviços, peças sobressalentes e equipamentos associados, pode
atingir 246 milhões de dólares. A Marinha da Tailândia já opera helicópteros
da família Sikorsky S-70. São seis S-70B-7 Seahawk, usualmente
embarcanos no NAe Chakri Naruebet.
DD(X)
rececbe designação
Agora
é oficial. A próxima geração de contratorpedeiros da USN, até então
denominada DD(X), será designada DDG 1000 e o primeiro da classe receberá
o nome Zumwalt. O programa recebeu grandes incentivos ao longo do
ano de 2005 e em novembro passado foi autorizado o detalhamento do projeto
final (Fase IV) e dado o sinal verde para a construção das duas primeiras
unidades. Os estaleiros Northrop Grumman e General Dynamics estão
encarregados da construção dessas unidades, sendo que a primeira será
entregue em 1012. O programa DD(X) prevê o desenvolvimento de unidades de
superfície de emprego geral, com ênfase em ataques terrestres e ações
costeiras.
Primeiro
IKL-209 chega a África do Sul
Após
navegar 6.600 milhas náuticas em 49 dias de viagem, atracou na base naval
sul-africana de Simon’s Town no último dia 7 de abril o primeiro ILK-209
da Marinha da África do Sul. O SAS Manthatisi (nome de uma tribo
local) é o primeiro de três unidades encomendadas aos estaleiros alemães
de Kiel. O contrato foi assinado em julho de 2000 e valor total é estimado
em 750 milhões de dólares. A previsão inicial era de que fosse entregue
um por ano a partir de 2005, mas o programa sofreu atrasos e provavelmente
será concluído somente em 2008.
Os
novos submarinos permitirão que os últimos dois Daphné (um terceiro já
na reserva desde 1996) sejam retirados de serviço. A aquisição dos
submarinos faz parte de um programa de modernização da marinha
sul-africana que inclui a aquisição de quatro fragatas tipo MEKO A-200,
entregues entre 2004 e 2005.
Entregue
a Fridjof Nansen para a Noruega
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Navantia
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| Foto do lançamento da
Fridjof Nansen. Observar as antenas características do
sistema Aegis. |
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A
Marinha da Noruega recebeu oficialmente sua primeira unidade da classe
Fridjof Nansen no dia 5 de abril. A cerimônia ocorreu no estaleiro espanhol
Ferrantia, localizado no norte daquele país. O programa completo inclui a
construção de cinco navios sendo que o segundo deve ser entregue ainda
este ano. A conclusão da última unidade está prevista para 2009.
Atualmente o programa está avaliado em 1,92 bilhões de dólares.
Na
segunda metade da década de 1990 o estaleiro espanhol Bazan,
depois Izar e agora Navantia, associou-se ao grupo norte-americano
Lockheed Martim para o desenvolvimento de um projeto que atendesse aos
requisitos da marinha da Noruega para uma nova classe de fragatas. O projeto
foi declarado vencedor em maio de1999 e o contrato para o desenvolvimento
final e construção dos navios foi assinado em junho de 2000. O ponto
central do navio é o sistema de combate Aegis, em sua versão SPY-1F. Ao
contrário das unidades norte-americanas, as fragatas norueguesas operarão
com consoles fabricados pela Kongsberg local e coube à Lockheed Maritn a
integração de todo o sistema. Provas de mar ocorreram no segundo semestre
do ano passado e os testes foram declarados satisfatórios.
Cada
navio possui um deslocamento máximo de 5.120 t. O arranjo propulsor
principal é do tipo CODAG, com uma única turbina a gás LM-2500 e dois
motores diesel. O principal sistema de armas é composto pelo VLS Mk 41,
capaz de lançar SSM ou SAM. O armamento ainda é complementado por um canhão
de 76 mm e sistemas de lançamento e torpedos. Na popa existe espaço para a
operação de um helicóptero do porte do NH-90.
EUA
oferecem Viking ao Cone Sul
| USN |
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O Viking é uma
aeronave desenvolvida para a guerra A/S mas capaz de um grande
número de atividades, tornando-a um jato embarcado polivalente
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A
marinha dos EUA está oferecendo aos países do cone sul (Argentina, Brasil
e Chile) aeronaves S-3 Viking. A oferta foi feita durante a FIDAE 2006,
feira aeroespacial que ocorre a cada dois anos em Santiago, capital do
Chile. Ao todo são 100 aeronaves que seriam entregues sem custos a partir
de 2009, quando elas deixarão o serviço ativo na USN. Nenhum dos três países
manifestou o interesse ainda embora autoridades da Marinha do Chile tenham
confirmado a oferta.
O
Viking foi o projeto escolhido pela USN para substituir o Grumman S-2 nas
missões ASW. O contrato de desenvolvimento da aeronave foi assinado com a
Lockheed em 1969. Foi uma grande aposta, pois a Lockheed praticamente não
tinha experiência com aviões embarcados. O projeto foi desenvolvido
em sociedade com a LTV (fabricante do A-7 entre outros) que projetou e
construiu as naceles dos motores, o trem de pouso, a calda e as asas. O
primeiro exemplar voou em janeiro de 1972 e dois anos depois a USN já
montava o seu primeiro esquadrão de treinamento. Quando a produção
encerrou em 1978, 187 exemplares haviam sido construídos. Em 1984 voou uma
versão modernizada da aeronave denominada S-3B, com aviônicos, sensores e
eletrônica mais moderna. A versão S-3B é capaz de lançar também o míssil
AGM-84 Harpoon. Outras versões como o US-3B e o ES-3B também foram
reconstruídas a partir de células de S-3A.
Dentre
os três países mencionados, somente o Brasil poderia utilizar a aeronave
embarcada pois é o único dos três que possui navio-aeródromo. Mesmo
assim, a eventual integração dessa aeronave ao Nae São Paulo é motivo de
um estudo futuro. A Argentina modernizou recentemente seus S-2 e talvez não
seja interessante adquirir outra aeronave ASW. A proposta para o Chile
parece interessante. Uma possível integração dos mísseis Harpoon
(recentemente encomendados) com os Viking daria ao país uma fantástica
capacidade de ataque antinavio.
RN
aposenta frota de Sea Harrier
No
último dia 29 de março, a aviação naval da Grã Bretanha retirou
oficialmente de serviço o Sea Harrier FA2. Os dois esquadrões da marinha
que utilizavam estas aeronaves (800 e 801, baseados em Yeovilton), passarão
por um processo de conversão e receberão os modelos GR9 em 2007. Até lá,
os pilotos navais treinarão com os modelos GR7 e GR9 da força conjunta de
Harrier.
Os
estudos para a aposentadoria dos Sea Harrier foram feitos ainda em 1998 com
a justificativa de que manter a força em atividade muito mais tempo
representaria uma grande soma de gastos. A decisão final veio em 2002. Na
época, previa-se que o mesmo fosse substituído pelo F-35 (JSF) a partir de
2012. Mas mesmo a aquisição do F-35 não é certa. De qualquer forma, a
aposentadoria dos Sea Harrier deixará a RN sem a sua proteção aérea mais
externa até que a classe de contratorpedeiros Tipo 42 entre em serviço no
final desta década.
A
Índia já manifestou interesse em adquirir pelo menos oito aeronaves. Caso
essa negociação evolua, muito provavelmente a capacidade de lançar AMRRAM
será retirada, assim como alguns componentes de origem norte-americana.
Operação
Rio Negro I no Amazonas
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MB
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| Unidades da MB
durante exercício fluvial |
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No final do mês de março, a Marinha do Brasil
realizou a Operação Negro I nas proximidades de Manaus/AM. Foram
empregados sete navios, lanças diversas e helicópteros num total de 500
militares envolvidos. Os exercícios incluíram combates simulados diurnos e
noturnos, infiltração subaquática e apoio de fogo. Em paralelo, foram
prestadas assistências (médica e odontológica) às populações
ribeirinhas nas proximidades e fiscalização da segurança da navegação.
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