DCNS completa 100º módulo lançador Sylver
Módulo Sylver A50 de oito células equipará destróier Tipo 45 britânico – veja local de instalação no diagrama acima
Na quarta-feira passada, dia 9 de setembro, a DCNS informou que completou o 100º lançador Sylver, para mísseis de lançamento vertical. Trata-se de um módulo A50 de oito células, que será integrado a um destróier Tipo 45 da Marinha Real (Royal Navy). Segundo a empresa, o primeiro lançador Sylver foi completado em 2000, e a DCNS é a únia companhia europeia a produzir lançadores multi-células verticais que combinam cobertura 360º com alta cadência de disparo.
Os 100 módulos multicélulas produzidos até hoje equipam embarcações de 5 marinhas, havendo mais 48 módulos encomendados. Os modelos Sylver A43 e A50 foram desenvolvidos para equipar fragatas, destróieres e navios maiores, incluindo porta-aviões, lançando mísseis Aster 15 (Sylver A43) e Aster 15 e 30 (Sylver A50). Na Grã-Bretanha, o sistema foi designado Sea Viper. O mais recente A70 destina-se a lançar mísseis de cruzeiro Scalp Naval, e está sendo produzido para equipar as fragatas FREMM multipropósito. Para mísseis de menor porte (máximo de 3,5 metros de comprimento), como o MICA de lançamento vertical, existe o modelo A35 .
As principais vantagens de lançadores verticais como o Sylver, segundo a DCNS, são a alta cadência de disparo, adaptabilidade a um variado leque de missões e economia de espaço no convés.
Do ponto de vista da engenharia, o principal desafio é a exaustão dos gases dos motores dos mísseis. Os lançadores são produzidos na unidade da DCNS em Ruelle, próximo a Angoulême, no sudoeste da França.
Os navios equipados com lançadores Sylver, até o momento, são: o porta-aviões francês Charles de Gaulle, fragatas francesas classe Forbin e italianas Bergamini (programa Horizon), porta-aviões italiano Conte di Cavour, fragatas da classe Al Riyadh, da Arábia Saudita, e classe Formidable de Singapura (sendo ambas desenvolvimentos da La Fayette) e Destróieres Tipo 45 britânicos. Em breve, equiparão também as fragatas FREMM italianas e francesas.
FONTE: DCNS
IMAGENS: no alto, Navy News via defenseindustrydaily. Mais abaixo, DCNS via naval-technology
SAIBA MAIS:


Marcelo Tadeu
Não são derivação das Horizon, atpé os Type 45 são puramente Anti-aereos, equanto as horizon, apesar da enfase Anti-aerea, são tb de emprego geral. Mas possui muito sistemas , sensores e armas em comun, como os proprios modulos lançadores, o radar e os misseis.
Agora, acho impossivel que a Mb b=venha ater uma dessas…o custo unitario de cada “brinquedinho” desses ai passa a casa de 1 bilhão de euros…
Abraços!
Mas confesso que realmente se parecem!
Mareclo, acho q não te respondi direito, os T45 não são derivação das Horizon pelo fato de serem projetos diferentes e não pela sua enfase a determinado teatro de combate…rsrsrsrs…sorry!
Beleza, Rodrigo, respondeu muito bem sim!!! Brinquedinhos bem caros não?
Um abração
Um dos objetivos da END é que o Brasil desenvolva suas próprias tecnologias em armamentos e sistemas sensíveis (avançados). Se as coisas seguirem em bom rumo, e se conseguirmos adquirir toda tenologia que pudermos dos países que estão dispostos a nos fornecê-las (vendê-las), talvez, num futuro não muito distante, possamos integrar nossos próprios módulos lançadores na próxima classe de escoltas da marinha e, quiçá, também nossos próprios mísseis.
E, mudando de assunto, muito legal esse desenho em “corte” da Tipe 45. Parece um Kit da Revel…
Abraços a todos!
É uma derivação das Horizon ou impressão minha? Custa sonhar com um esquadrão deles por aqui?
Sds,
É Odebrec… ops, DCNS? Então eu quero…