fresno-lst1182_1

racine-lst-1191

O jornal La República noticiou que o Peru comprou dos EUA via FMS (Foreign Military Sales), dois navios de desembarque de carros de combate da classe “Newport” e 6 helicópteros SH-3H Sea King, mais 12 motores.
Os dois navios, USS Racine e USS Fresno, que são da mesma classe que o nosso Mattoso Maia, estão preservados em Pearl Harbor desde 1993, quando foram desativados. Eles pode ser vistos juntamente com outros dois navios do tipo no Google Earth e Google Maps, como mostra a imagem abaixo:

lsts-pearl-harbor

NOTA do BLOG: A Marinha do Brasil poderia ter adquirido mais navios da classe do Mattoso Maia, mas optou por comprar NDCCs da Inglaterra. Não sabemos os motivos da decisão da MB, mas o Mattoso tem apresentado muitos problemas de máquinas nos últimos tempos.

FONTE: infodefensa.com

Subscribe
Notify of
guest

15 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Ivan

Vassily,
Despculpe amigo, mas onde estão seus olhos de sniper, deixou em Stalingrado???
A F122 da primeira foto tem na proa um lançador NATO para 8 (oito) SEASPARROW ou ALBATROZ, na popa dois lançadores RAM sobre o hagar e a meia nau aparece 4 de 8 lançadores de SSM que acredito ser Exocet MM40 ou Harpoon.
A segunda foto, abaixo, é da antiga classe portuguesa João Belo, com dois canhões de 100 mm franceses…
Grande abraço.

Sierra

Boa noite.

Complementando o Ivan…

As F122 levam consigo os Harpoon (02 lançadores), 01 lançador de RAM AV e 02 AR. Também levam 01 Canhão de 76mm na proa e 02 metralhadoras de 27mm em ambos os bordos. Possuem 02 lançadores triplos de torpedos MK32 e podem recarregar os tubos no mar (se não me engano)

Possuem propulsão CODOG e operam com os Lynx.

Saudações!

brazilwolfpack

Talvez tenha tantos problemas por ser outra sucata.

Vassili Zaitsev

Ivan, dia 4 às 20:51hs,

Putz, confundi totalmente as bolas, ou melhor, os navios. Consegui vencer o Major Konnig, porêm parece que fiquei a dupla tico e teco com mau funcionamento,rs,rs,rs,rs.

abraços.

Na próxima, ficarei mais atento.

Esdras

O que me chamou a atenção, é o tempo que estes navios estão desativados a espera de alguma decisão…1993!!!

Ivan

Ainda em tempo.
Provavelmente pela mudança das técnicas de desembarque anfíbio, muito influenciado pelas Malvinas, os países do 1º mundo estão repassando seus LST/NDCC para os “aliados” pobres do sul.
Eu entendo que se o preço for “baratinho”, mas muito barato mesmo, vale a pena incorporar estes navios, até mesmo como meio de deslocar forças mecanizadas de uma região para outra, ou mesmo para forças de paz.
Entretanto, a MB deve, na medida do possível pensar em um núcleo de força anfíbia mais moderno, com melhor capacidade de envolvimento vertical, C3 e velocidade adequada.

Ivan

Em tempo. Os navios tipo LST ou NDCC estão ultrapassados para as modernas técnicas de desembarque anfíbio. Acredito que o MARINE poderia “falar” muito sobre isto. Nas marinhas do primeiro mundo se entende que um grande navio como um Classe Newport (americano) ou Sir Galahad (inglês) seria muito imprudente em se aproximar da costa e, particularmente, abicar (ou embicar???) na praia, pois ficariam extremamente vulneráveis. Eles estão certos, mais a capacidade do Newport/Matoso Maia levar 29 tanques (MBT – Main Batle Tank) a 20 nós, acompanhando uma frota de desembarque moderna, para despejar sua carga em um praia segura ou… Read more »

Ivan

Quanto aos NDCC classe Newport meu sentimento é contrário ao de todo o mundo. Teimosia mesmo. Acho estes navios muito ousados, com proa livre dos portões tradicionais de outros NDCC, inclusive os ingleses recentemente repassados para o Brasil. Utilizando aquela “ponte elevadiça” o casco fica mais limpo para navegar a 20 nós, que é uma velocidade adequada para uma frota moderna de desembarque. Bem, se o problema é a propulsão pergunto se bastaria trocar os motores, que são diesel, por 06 motores mais novos, potentes e econômicos? Segue abaixo as características do classe Newport, e acredito que eles tem valor… Read more »

Vassili Zaitsev

Falando em navios comprados pelo Uruguai. Vendo as fotos das F122 Bremem, vi dois canhões (um na proa e outro na popa), lançador triplo de torpedos leves (324mm) e nada mais. Cade o CIWS e os mísseis anti aéreos?????????????

AL

E, enquanto isso, em Montividéo… Eles estão começando a montar uma bela frota, Argentina e Brasil que fiquem espertos, já estão comendo poeira, ou melhor, esteira do Chile, mais um pouco e o Uruguai dará olé também… Abraços.

Jacubão

E diga-se de passagem, os fuzileiros deles devem desembarcar de chalanas, hehehehe, os caras só tem um mercante bem goiaba pintado de cinza.
Cruz credo.

Mauricio R.

Deixa prá lá, a Argentina que compre, desde o Jane’s 88/89 que eu tenho, que esses navios tem algum problema de propulsão.

Celio Andrade

O Brasil poderia comprar os outros dois…

AL

Que coisa, tá havendo a corrida do NDCC da América do Sul? Primeiro o Brasil compra dois, e agora o Peru? Abraços.

AL

Pessoal, falei besteira, foi mal. O Brasil na verdade comprou foi 2 NDDs. Mas não deixa de ser curioso o interesse súbito por aqui por navios auxiliares dessa natureza. Abraços.