Desenhos da classe ‘Knox’ – parte 4
Seguem os últimos oito perfis de unidades que foram transferidas da U.S.Navy para marinhas aliadas. A principal diferença, que é fácil de ser notada, é a ausência das duas antenas de comunicação por satélites localizadas sobre o hangar e sobre o passadiço. Esse sistema de comunicações era de uso restrito e apenas algumas unidades navais de marinhas aliadas (França, Inglaterra e Japão) “vip” o possuíam.
Turquia
Akdeniz (F 257) – com CIWS Phalanx, superestrutura do hangar e principal juntas, ECM SLQ-32, sem a baleeira aberta, mastro treliçado maior e a proa alta.
Karadeniz (F 255) – unidade muito interessante pois ainda possuía a proa original. Comparar o mastro treliçado com o da Akdeniz. Notar o domo do SATCOM turco sobre o hangar.
Zafer (F 253) – a diferença mais notável em relação a Akdeniz e Karadeniz é a plataforma onde está instalada a antena do ECM SLQ-32. Notar a marcação das duas estações de recebimento de combustível do lado de boreste.
Egito
Damyat (961) – nada de especial na aparência que não tenha sido tratado em outros navios, vale apenas como registro da aparência do navio com a pintura local.
Tailândia
Phutthayotfa Chulalok (461) – Vale pela pintura com a bandeira e o nome que soa bizarro. Para quem gosta de navio de verdade, ótimo exemplo!
Grécia
Thrace (F 457) – uma das marinhas que mais usou material de segunda-mão da USN. Vale pela pintura, bandeira e callsign nas adriças.
Taiwan
Hwai Yang (937) – outro grande usuário de material ex-USN. Notar que o poste para recebimento de carga leve no convés de vôo é levantado.
Lan Yang (935) – as diferenças em relação a Hwai Yang são o mastro treliçado, a plataforma do ECM SLQ-32, e o indicativo de casco de baixa visibilidade.
Em breve desenhos de outros navios e outras classes. Quem não gosta de navios pode brincar de videogame.








Será que para uma certa Marinha aliada no Hemisfério Sul, mais assim pro lado oeste de Greenwich, mais precisamente GMT-3, eles transfeririam?
🙂
Edgar,
Quase….Aguarde mais alguns dias 😉
Falamos em transferencias…e mais tranferencias…
Quando o Brasil vai adquirir unidades novas, fabricadas exclusivamente para a MB????
Olá Paulo
O ideal era recomeçar a construir unidades aqui mesmo. Construimos plataformas e navios para vários países. Será que voltaremos a ver unidades produzidas aqui? Vamos torcer.
Abraços
Xará, o problema de construir aqui é a ESCALA. Compare quantas corvetas construímos com a quantidade de “Knox”, por exemplo, que foram construídas.
O Brasil tem um histórico de ciclos de construção e estagnação. É preciso romper com esse vício ou comprar de prateleira mesmo.
O problema que vejo da construção nacional, por ex. pelo AMRJ, são os prazos de conclusão das embarcações, tendo em vista o orçamento apertado.
Podemos ver isto pelo tempo que levou o término do S-34 Tikuna e da V-34 Barroso.
Não tinha lido seu post, Galante. Uma pergunta que pode ser interessante é se poderíamos utilizar o estaleiro a ser construído para a produção dos Scorpene e SSN na produção de novas patrulhas.
Temos também estaleiros no nordeste que produzem navios de 300.000 t, mercantes, mas daí é ver a possibilidade de encomendas/expertise militar destas instalações.
Edgard, mas veja antes disso. O Brasil construiu 2 fragatas classe Niterói, o navio-escola Brasil, 5 NaPaFlu, 4 corvetas classe Inhaúma, 3 submarinos IKL209 etc.
O estaleiro para submarinos é só para submarino, em princípio.
Edgar, literalmente NP qualquer estaleiro faz (literalmente falando) Um dos maiores problemas o Bozoh explanou, a falta de Escala Lembra da Inhauma, seriam 16, lembram do antigo projeto de NaPaOc (inicio dos anos 80) eram 12 Na Construção Naval mercante não é muito diferente, para se ter uma ideia, a nossa maior classe de navios ever construido aqui foram 34 unidades (1973-1985, desnecessário dizer que era projeto gringo, feito sob licensa ….), contra classes de 80, 70 navios de outros estaleiros, e uma classe repetindo o sucesso da outra, então imagine os números …. aqui fizemos classes de UM UNICO… Read more »
Concordo Galante. O poblema é a escala. É então o mesmo problema que a EMBRAER sofreu no passado. Para resolver acredito que a solução tenha que ser a mesma. Parceria. A EMBREAR quando desenvolve um projeto ela utiliza desse mecanismo. Várias empresas se juntam e bancam a parte do projeto que lhe cabe. Uma empresa desenvolve a asa, outra o interior, motores, etc. Isso tem um nome, engenharia simultânia. Ao vender cada unidade os parceiros recebem o retorno do seu investimento. Acredito que só com parceria de várias empresas será viável uma produção naval em escala. Mas acho que seria… Read more »
Seus safados! Estão colocando fotos de navios iguais com números diferentes e falando que existem diferenças e eu procurando feito um retardado!
XD
Tudo bem, falha minha, eu sei, só estava brincando… É que em matéria de jogo dos ‘n erros’ em imagens de projetos navais eu sou um lixo. Nem lendo as dicas eu consegui achar. ahuhuahauhauhuahuahauhuhuahau
Abraço!
Caro J. Silva,
gostaria de lhe perguntar qual é o programa que utiliza para “desenhar” estes navios!
Cumprimentos de Portugal,
Tiago
Tiago, quase certeza que é o corel, mas o zé mais tarde te confirma
sds
MIO
Saudações Tiago,
Uso Corel.