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US Navy batiza o novo ‘Spruance’

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Stern of Spruance MAR 2010

A Marinha dos EUA batizou hoje seu mais novo destróier, USS Spruance, às 10 horas, no estaleiro Bath Iron Works, no Maine. O destróier de 9.200 toneladas é uma homenagem ao almirante Raymond Spruance, cuja liderança na batalha de Midway contribuiu para a vitória crucial dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial.

Designado DDG 111, o Spruance é o 61° navio da classe “Arleigh Burke”. O navio é o segundo batizado com o nome, o primeiro foi o navio principal da classe “Spruance” de contratorpedeiros, servindo de 1973 a 2005.

Ellen Spruance Holscher, neta do almirante Spruance, batizou o navio.

Bow of Spruance MAR 2010

SAIBA MAIS:

NOTA DO PODER NAVAL: Imagine os benefícios para indústria da produção em escala de 61 navios da classe “Arleigh Burke” e compare com a produção de um único navio da classe “Barroso” para a MB.

Não adianta nos iludirmos. Nunca haverá condições de implantar uma indústria naval militar no Brasil enquanto as encomendas forem limitadas a meia dúzia de cada classe.

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Luiz Padilha
Luiz Padilha
10 anos atrás

Lindo navio!
Até em fase de construção consegue ser lindo!
Quem dera pudéssemos possuir 10 desses na MB.

Sonhar ainda não custa nada, né?

Bronco
Bronco
10 anos atrás

A capacidade de construção dos estaleiros americanos é algo assustador.

A construção dos Arleigh Burke está em ritmo de em média 3 unidades por ano.

A construção de um navio tem durado, em média, do lançamento à comissão, cerca de UM ano (!!!).

E isso porque há apenas dois estaleiros estão envolvidos na construção desde o início do projeto.

Enquanto isso, a despeito de todo o louvável esforço orçamentário e de pessoal da MB, demoramos 15 anos para construir uma corveta que permanece sub-armada.

MV
MV
10 anos atrás

E consegue, em alguns aspectos, ser pior aue as classe inhauma – antecessora.

“God bless America”

Ozawa
Ozawa
10 anos atrás

É Bosco. Somando-se à nota do editor, concluímos que discursos preterindo “compras de prateleira” em favor de desenvolvimento doméstico, soam, diante da dinâmica dos fatos, como é de se esperar pelo nível político dos seus autores, bravatas arrogantes, discursos pra galera…

Preferia ver minha prateleira cheia de brinquedinhos estrangeiros, no estado da arte, prontos para brincar e me divertir, a vangloriar-me de produzir meu próprio carrinho de rolimã, com tecnologia 100% nacional, nem que pra isso leve uns 50 anos… Até lá acabou a brincadeira, e já são todos adultos…

Excessos à parte, a alegoria não é tão absurda…