Fragata ‘Independência’ presta “Vivas” à Rainha do Reino Unido
De 25 de junho a 2 de julho de 2010, a Fragata Independência (F-44) participou das comemorações do centésimo aniversário da Marinha do Canadá, na cidade de Halifax. Na ocasião, navios de diversos países recordaram a tradição britânica chamada “Fleet Review”, do tempo das românticas batalhas navais, em que os navios da esquadra se dispunham em formatura e o monarca passava em revista às belonaves (navios de guerra).
Assim, a Marinha Canadense organizou, no dia 29 de junho, a “International Fleet Review”, com a presença de navios de diversos países componentes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), dentre eles Alemanha, Dinamarca, Estados Unidos da América, França, Holanda e Reino Unido, além do Brasil, único País do Hemisfério Sul.
Representada pela Fragata Independência, coube à Marinha do Brasil prestar “Vivas” à Rainha do Reino Unido e da Commonwealth Britânica, Elizabeth II.
O hábito dos “Vivas” é uma repetição da antiga forma de continência e saudação à autoridade que passar perto do navio. A guarnição, em postos de continência, a um sinal, leva o boné ao peito do lado esquerdo, com a mão direita, e, ao sinal de salvas do apito marinheiro, estende, sete vezes, a mão com o boné para o alto, à direita, e dá os vivas correspondentes.
A bordo da Fragata Independência, encontravam-se o Embaixador do Brasil no Canadá, Paulo Cordeiro de Andrade Pinto e a Embaixatriz, Vera Lúcia Ribeiro Estrela de Andrade Pinto; o Comandante da Quarta Frota da Marinha dos Estados Unidos da América, Contra-Almirante Victor G. Guillory; o Adido Naval do Brasil nos Estados Unidos e Canadá, Contra-Almirante Dilermando Ribeiro Lima, além de outros convidados.


que fragatinha linda eh essa que a FINDEP ta atracada a contrabordo?
Seria interessante um covite de Vossa Majestade, para o editor do Naval, para uma reportagem sobre a Royal Fleet. Uma ótima oportunidade de estreitar laços entre as Nações Bretãs e Brasileira no campo militar e aficcionados.
Um Salve a Elizabeth II e votos para que consiga formar seu futuro Rei.
Salve a São Jorge.
Importante representação e tenho certeza que realizamos tudo a contento. O q me preocupa é que a F-44 é a única fragata que esta “andando”.
A ser verdade as atividades dos membros da Família Real Britânica para obstaculizar, via radicalismo ambientalista, o desenvolvimento dos países do rotulado “terceiro mundo”, o Brasil e nós brasileiros aí incluídos, tranforma essa manifestação efusiva da tripulação da fragata “Independência” em algo a se pensar: Naquele triste complexo de “vira-lata” que nos acomete vez por outra.
MVMB disse em 13 de julho de 2010 às 19:25
Não se preocupe tanto assim…
http://www.naval.com.br/blog/2010/06/09/comdiv2-participa-da-fraterno-xxviii/
… e nem todas as comissões são adequadas a ilustrar o blog do Poder Naval.
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GHz
Verdade as Corvetas só saem debaixo da ponte vão até Niteroi e voltam!
Bem Sabre, a Barroso já foi um “pouquinho” mais distante… Tá em Guiné Equatorial…
Qto. ao post, é sempre importante tais comissões, mas nossas escoltas, em ocasiões como essas, em comparações com outras do gênero, evidenciam mais e mais suas obsolescências.
É uma type 23 ao lado da F 44, não ?
Não Ozawa, é uma Halifax.
Ozawa, to sabendo, e espero que vá até mais longe, acho que todos temos um certo carinho pela Barroso, tadinha sofreu para nascer, foi um parto doloroso, mas saiu,é bem bonita, mas lhe falta um sistema de defesa aerea descente, espero que o país venda a nova versão e que compre umas dez, ja com o nosso missil antinavio, e missil anti aereo que pode ser uma versão do A-Arte ou MAR-1, Radar Saber etc…
Não consigo ver o país com a escala de produção de navios para a marinha no ritimo de guerra (1 por ano) então acho que para não ficarmos com um gap muito grande deveriamos sim comprar unidades usadas (sempre penso nas fragatas L e M da Holanda, que já foram vendidas para Portugal e Chile e no multipropositos que daram baixa na França, Forbin),a marinha está com muitos projetos não vai dar conta, fora que sabemos( trabalho em pesquisa para o governo) que a cada troca de governo,de diretor etc..o fluxo de caixa pode mudar as prioridades também, resumindo, por… Read more »
Posso até está enganado mas na foto a independência põe mais respeito que a Halifax, pelo menos visualmente 🙂 !
Vamos analisar, 30 escoltas,5 sub (1 núclear), 4 multipropositos, 2 Navios aerodromos,um návio tanque, 5 Patrulhas Oceanicas de 1800 tn, 27 Napa 500, 4 navios de patrulha fluvial….Tudo isso fabricado aqui, talvez o meu neto veja isso, olha que nem filho eu tenho, no mínimo quando construirem a última das 30 escoltas desejadas a primeira já terá uns 20 anos de lançada! Eu ainda acho que vamos ter que comprar algumas no país do projeto, como aconteceu com as Niteroi, ou seja faz umas lá e outras aqui !Ganhamos tempo e mesmo assim absorveremos a tecnologia!
A Independência visualmente impõe mais respeito que a Halifax! A Halifax é uma Classe Canadense,certo Galante?
Sabre,
Sim, a Halifax é uma classe canadense. Se você digitar “Halifax” no campo busca do Blog, vai encontrar ao menos três matérias a respeito da classe e de um programa de modernização, com várias belas fotos.
Eu acho uma bela classe de fragatas dos anos 90, incorporando soluções simples e interessantes de desing, com ótimo custo-benefício.
Algo sobre a bandeira que está hasteada no mastro da F-44, por boreste. Parece a bandeira da França. Alguém pode dar alguma informação?
Obrigado antecipadamente.
Abraços
ivanildotavares é GUPPY