Base Naval de Aratu realiza docagem do Navio-Tanque ‘Marajó’
A Base Naval de Aratu, localizada em Salvador (BA), realizou a docagem do Navio-Tanque (NT) “Marajó”, em outubro, no Dique Almirante Campbell.
A duração prevista da “Fase Aratu”, etapa atual do período de modernização do navio pertencente ao Comando do 1º Esquadrão de Apoio, é de cinco meses.
Os serviços estão sendo gerenciados pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), ficando a cargo da Base Naval de Aratu o apoio à tripulação e às necessidades logísticas do navio.
FONTE: MB



Vão c/ calma, que é um idoso…
O navio está bem acabadinho…
Alguém sabe dizer o que será modernizado nele?
Já que não se trata de uma unidade de combate, não acho que seja importante que o navio seja novo, desde que cumpra suas funções.
Pow gente muito legal esse trabalho que a marinha tem feito, com a reforma do G-27 Marajó na base naval de aratu mostra que não é AMRJ tem condições de fazer PMG(período de manutenção geral) e qualifica a base para futuras reformas e talvez até quem sabe futuras construções .
Saudações !!!!
Siga adiante, confie no Elefante.
Sempre é importante ter um navio novo e ele mesmo assim é um navio de guerra e precisa de um bom motor funcinando e tubulações bem feitas (Acidente do A-12).
Algum navio tanque tem armamento?
Seria por segurança que esses navios não tem sistemas de defesa como misseis mar-mar? porque se você perde um navio unico que nem ele da uns problemas…..
Não é o 1º navio a fazer PGM ou similar, e nem será o último a faze-lo em Aratu.
Mísseis superfície-superfície em um AO/AOR são algo exagerado, talvez algum MANPADS p/ proporcionar defesa de ponto a curto alcance.
O “Stromboli” italiano, tinha uma Oto Breda 76mm SR na proa.
O que faz hoje o ARMJ? Em que barcos está trabalhando?
bem acabadinho ???? NT de ataque ??
sim alguns posse]uem CIWS
desculpe, mas não entendi, em qual sentido e baseado em que ?
sobre Modernização; no sistema de RAM, paus de carga, máquinas, valvulas, linhas de bordo, possivelmente máquinas, MO´s
Roupas novas para o elefante, confie no Elefante !!!!!
MO, eu tava dizendo da cor do navio, tá bem acabadinha ela… Sei que é porque ele navega muito…
Falha minha não ter me especificado…
Nao sei preocupe, não estou dizendo nada de mal dele, eu tenho um profundo respeito pelo Marajó.
nao sem treta, é que realmente nao havia entendido em qual sentido e poque
E|le esteve em reparo (modernização??????) por muito tempo no AMRJ. Agora, ainda precisa de 5 meses na BAHIA….. deve ser pro carnaval……
5 meses em ARATU, entenda-se, PELO MENOS, 8 meses.
Como segundo-tenente servi no NT Marajó (1985/87), quando cheguei ao CIAW eu era um dos cinco oficiais com mais dias de mar da minha turma (sendo que dois outros eram meus colegas de Marajó). A modernização deve ter incluído a reforma de todas as canalizações e substituição das velhas bombas de transferência, modernização dos tanques com SENSORIAMENTO ELETRÔNICO da carga (Deus como era difícil sondar os tanques depois das transferências em viagem com mar agitado), sistemas de segurança com gás inerte, sistemas de balanceamento e TRIM da carga automáticos atualização dos sistemas de radar e comunicação. Talvez o mais importante… Read more »
Grato Gilberto, deu uma boa esclarecida sobre o elefante
mas creio que a conversão dele para dh não compensaria, mais valeira a pena fazer como os australopitecos e seu HMAS Sirius, adquirir um mercante novo (1990) pra cah, DH e adaptar para RAS
Ba]]bom, barato e eficiente e farta disponibilidade no mercado
Ele foi para lá por meios próprios ou foi no reboque? Alguém saberia dizer? Abraços
Alexnadre, o NT Marajó foi para Aratú rebocado pelo RbAM Almirante Gillobel (R25).
Mauricio R.: se não me falha a memória o Stromboli era navio cargueiro e não navio-tanque. Não seria por isso o armamento?
Olá SVNM
Obrigado pela informação. Deve ter sido aquela faina. Abraços
MO, o que sugeri não é torná-lo um casco duplo integral mas apenas nos costados laterais dos tanques de carga (mais sujeitos a danos acidentais) para uma maior segurança.
Sinceramente espero que a MB tenha incluído esta modificação no Marajó…
Mas foi isso que pensei Gilberto, so nao sei se o custo x o tempo que lhe resta de vida ativa seria um bom investimento
Aldo,
Até aonde eu pesquisei, o navio é um AOR original, p/ a marinha italiana.
“STROMBOLI: è stata impostata nel 1973 presso i Cantieri Navali Riuniti di Riva Trigoso, varata il 20 febbraio 1975 e consegnata alla Marina Militare 31 ottobre dello stesso anno.”
(Fonte:http://digilander.libero.it/en_mezzi_militari/html/ausiliarie2.html#stromboli)
PS: O site citado como fonte, tem montes de desenhos, esquemas e fotos do Garibaldí e do Cavour, é um prato cheio p/ quem quiser construir o seu próprio CV e caçar sem dó o “Opalão”!!!
Aliás tem quase tdos, os navios italianos modernos importantes.
Já que o nome é Marajó deveria ser assim a frase “Siga e confie no Búfalo”!
e bom fazer PMG nele primeiramente porque ele é o unico navio tanque
da esquadra que recebe combustivel suficiente para abastercer plenamente o Nae são paulo , não sugiro a compra no estrangeiro de navios tanques , sugiro que a empresa que esta fazendo os navios do pré sal façam essa empreitada , e assim fortalecendo a economia interna e a industria naval
Gosto desse NT. Estive à bordo dele em Recife(+/-1973) quando o primeiro dos meus irmãos que ingressaram na Marinha fazia parte da guarnição. Mais ou menos nesse ano, participou da “Operação Springerboard”, em San Juan, Puerto Rico. Anos depois, mais dois outros irmãos, em diferentes momentos, serviram no Marajó G27. Foram eles: MN-QSM Gomes, SO-EL Ivan(ou SO-EL Nunes) e SO-MO Nunes. Tive mais um irmão que foi da briosa (CB-EL Nilson ou CB-EL Nunes), hoje na Marinha Mercante e eu que servi de 1976 à 1982 e servi apenas no Rio Grande do Sul S11 embora andei fazendo algumas viagens… Read more »
Não é por nada, mas não é função do Estado distribuir benesses, a titulo de melhorar a economia interna.
Especialmente p/ a iniciativa privada, pois é mto fácil esta ficar mal acostumada, e querer mais.
Ao passo que a indústria naval somente vai melhorar e progredir, se houverem investimentos em pesquisa e desenvolvimento, que gerem tecnologias aplicáveis a produtos de qualidade.
Então uma boa maneira de o Estado fazer seu papel de indutor do desenvolvimento, colaborar c/ a geração de empregos e estimular o investimento privado nesse setor industrial, seria por meio de uma concorrência publica.
Agrega idoneidade ao processo.