Home Noticiário Internacional USS ‘William P. Lawrence’: o 60° destróier da classe ‘Arleigh Burke’

USS ‘William P. Lawrence’: o 60° destróier da classe ‘Arleigh Burke’

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A Marinha dos EUA aceitou oficialmente a entrega do futuro destróier USS William P. Lawrence da Northrop Grumman Shipbuilding, durante uma cerimônia em Pascagoula, Mississipi, em 23 de fevereiro. O DDG 110 é o 60° navio da classe “Arleigh Burke”.

O destróier foi entregue após a conclusão bem sucedida dos testes de mar no Golfo do México, que terminaram em 21 de janeiro. Ao longo de três dias, a Northrop Grumman e a Diretoria de Vistoria e Inspeção da US Navy testaram o navio e seus sistemas, incluindo os sistema de combate, comunicações e sistemas de propulsão, para demonstrar a capacidade operacional do navio.

O DDG 110 apresentou melhorias significativas no nível de acabamento final e no desempenho em relação aos navios anteriores da classe.

O William P. Lawrence é um destróier multimissão de mísseis guiados, projetado para operar em ambientes multi-ameaça de superfície, subsuperfície e aérea. O navio está equipado com o sistema de combate Aegis, que integra os sensores e armas. Essa classe de navios fornece uma ótima capacidade de combate e características de sobrevivência, enquanto minimiza os custos de aquisição e de manutenção, devido à maturidade do programa de construção.

FONTE/FOTO: US Navy

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IvanGHzMauricio R.MarineMO Recent comment authors
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daltonl
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daltonl

Técnicamente falando ele ainda não é um “USS” e sim “PCU” ou
futuro “USS”.

sds

GUPPY
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GUPPY

Sonho de consumo.

Wagner
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Wagner

Nossa 60 destroieres ???? Como eles arranjam nomes para tudo isso ???

🙂

MO
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facil: tendo hidtoria e fazendo coisas, revelando personagens importantes e homenageando devidamente quem de direito atraves do tempo e nao repetindo gururu, bururu, parana, tamandare, barroso, maranhão, os mesmos indicativos e por ai vai …..

Marine
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Marine

Aproveitando a deixa do MO,

William P. Lawrence foi o primeiro aviador naval a voar a Mach 2, quando comandante do esquadrao VF-143 em 1967 ele foi abatido sobre o Vietna do Norte e permaneceu como POW ate 1973 aonde ficou famoso pela sua resistencia a seus captores.

Lawrence tambem foi o “Superintendent” da Academia Naval americana. Uma de suas filhas e hoje uma CMG na US Navy e ex-astronauta. Lawrence e detentor de 3 Silver Stars.

Sds!

Mauricio R.
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Mauricio R.

“Sonho de consumo.”

Utópico, por sinal.

“Como eles arranjam nomes para tudo isso ???”

Á disponibilidade de nomes é o de menos, afinal eles tem tradição e cultuam a própria história.
Mas e qnto ao dinheiro, nos tempos atuais, p/ proporcionar isto???

GUPPY
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GUPPY

PCU ?

daltonl
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daltonl

Guppy… PCU = Pre comissioned unit, ou unidade pré comissionada, ou seja apenas será um USS após o comissionamento que irá ocorrer dentro de alguns meses. Quanto ao nr de 60 unidades que nos parece tão impressionante, para a US Navy é o mínimo do mínimo ! Atualmente considera-se 3 DDGs e 1 CG como o mínimo para escoltar um CVN e 2 DDGs e 1 CG para escoltar um grupo expedicionário, só isso, já compromete 50 DDGs e o mínimo não é o ideal. Sobram poucos para missões independentes e como as Oliver Perry, raramente tem sido utilizadas para… Read more »

GUPPY
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GUPPY

Dalton,

Obrigado.

Abraços

GHz
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GHz

MO disse:
6 de março de 2011 às 10:36

Há USS inclusive com o nome de personalidades estrangeiras (Winston S. Churchill), e também de vivos.
Aliás, Ronald Reagan e George H.W. Bush (ambos CVN) até entendo, mas… Jimmy Carter (SSN)???

GHz
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GHz

daltonl disse:
6 de março de 2011 às 14:52

“Sobram poucos para missões independentes e como as Oliver Perry, raramente tem sido utilizadas para as funções acima, o fardo em cima dos DDGs é pesado.”

Pelo que entendo, em temos genéricos os LCS assumirão as missões independentes, fechando o “gap” entre os DDG e os navios da USCG.

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GHz

daltonl
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daltonl

GHZ…

Jimmy Carter foi oficial submarinista, então embora aparentemente não mereça ter seu nome associado a um CVN, ao menos foi compensado com um SSN.

Operações independentes como o emprego na função anti-missil balistico não podem ser cobertas pelo LCS , aliás, o LCS não foi feito para operar em áreas de grande ameaça e poderão precisar de DDGs
operando próximos.

abs

GHz
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GHz

Dalton,

Obrigado com relação ao Jimmy Carter, não sabia.

Entendi “operações independentes” como as que as OHP fazem hoje, pois elas nunca tiveram capacidade antibalístico. E já faz muito tempo que só operam em teatros de baixa intensidade. O que elas fazem hoje (e muito mais) será feito pelos LCS.

Quanto à insuficiência de DDG, controlar um “mare nostrum” mundial sempre exigirá muito da USN. Vamos ver até onde será possível manter isso. Ao menos a linha de produção das Arleigh Burke continua ativa.

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Ivan
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Ivan

No meu entendimento, a US Navy escolhia melhor o nome de seus porta aviões e navios capitais no passado. Até a Segunda Grande Guerra os navios capitais, que na época eram os Couraçados e Cruzadores Pesados, recebiam nomes de estados membros dos EUA, como os seguintes: North Carolina (BB 55) Washington (BB 56) South Dakota (BB 57) Indiana (BB 58) Massachusetts (BB 59) Alabama (BB 60) Iowa (BB 61) New Jersey (BB 62) Missouri (BB 63) Wisconsin (BB 64) Já os US Aircraft Carriers homenagiavam grandes batalhas americanas ou faziam referência a algum símbolo do espírito americano. São exemplos: CV-2… Read more »