Caças: Obama pode oferecer navios de ‘brinde’
O governo dos Estados Unidos prepara uma proposta que classifica como “irrecusável”, segundo fontes diplomáticas, para vender 36 aviões de combate F-18 à Força Aérea Brasileira. O presidente Barack Obama considera oferecer, durante a visita ao Brasil, de graça, uma espécie de “brinde” milionário: um número ainda não fixado de navios americanos quase novos, como contribuição para reequipar a Marinha do Brasil.
Navios de sobra
Os cortes orçamentários fixados pelo congresso de lá obrigam a Marinha dos EUA a retirar de operação cem navios de combate.
Parceiro bonzinho
Barack Obama alegará que o Brasil é parceiro preferencial dos EUA no continente, daí o interesse em ajudar a melhorar a defesa do País.
FONTE: coluna Cláudio Humberto FOTO: USN
NOTA DO EDITOR: o Poder Naval adiantou essa notícia com exclusividade no dia 9 de março.


O problema é : Vamos ter orçamento para mantê-los ????
apenas conjecturando, sera que estariam incluidos os MCM´s
Ai renovariamos a FMinVar e de quebra, eventualmente, não conheço infos da desenvoltura destes navios no mar, ganahariamos mais 6 NPa´s (Schultze)
Pois é, MO, seria bem interessante aproveitar para essa renovação da ForMinVar com esse tipo de aquisição de usados / semi novos. E, ainda por cima, não fere o PAEMB (pelo menos o que lembro de ter lido, não tenho como consultar nesse momento). A aquisição de varredores e caça-minas, no texto do PAEMB (se não me engano) está relacionada a compras de oportunidade, não a construção local, como outros itens. Coloquei a foto do Oscar Austin nessa matéria que o Galante subiu porque os 4 AB seriam a “cereja do bolo”. Um baita cerejão, é verdade. Mas o fato… Read more »
Verdade Fernandinho, pois em verdade seriam Oscar Austions e não AB (Flight II) se bm que com este nome aviaozinhum .. sei não …
quanto aos Avengers, seria uma boa, ja pensou, indo até mais longe, ja pensou se rola tbm um um classe Supply ….
Eh tud o depende de quem vai negociar e se caso for tomara não seja um “buneco”
Não acredito nesta noticia e mesmo que ocorra essa proposta não temos como manter esses navios !!!
Abs.
Como falei no Poder Aéreo, era isto que viriam oferecer em troca da compra dos F-18 SH. em tempos de crise, nem pensar em abrir o mercado deles aos nossos produtos como contrapartida comercial pela compra. Ou seja, nós compramos os aviões, recebemos navios novos/pouco usados a preços módicos, mas cuja manutenção dependerá deles e de suas peças de reposição ao longo dos 30 anos de vida dos navios. É um ótimo negócio. Para eles. Não que seja um negócio ruim para o Brasil, pelo menos nossas FAs ficariam equipadas decentemente. Mas me parece que o GF não vai aceitar.… Read more »
Caso clássico de “elefante branquismo” crônico. Os caças são bem vindos, já os AB não. Se vierem completos, com todos os opcionais (menos os Tomahawks) não temos como sustentá-los e irão virar rainhas do cais, se vierem “downgradeados”, depenados, desdentados, não nos interessa, sem falar que o custo continuará alto. Precisamos de escoltas antiaérea feitas sob medida. Um meio termo entre a classe Perry e a Burke. Já as Perry modernizadas seriam uma boa pedida pra nossa marinha costeira com sonhos de virar uma marinha oceânica um dia. Quanto aos navios anfíbios um deles seria interessante para que possamos cumprir… Read more »
Observador,
Sua análise é pertinente, só não acho que nossa dependência deles na manutenção dos AB seja algo pensado maquiavelicamente, acho apenas uma consequência inevitável.
Eu particularmente acho que, ou deles ou de outros, sempre seremos dependentes de alguém já que não fabricamos o que consumimos na área militar. Questão de lógica.
Se não for dos americanos será dos europeus, russos,etc.
Agora, as AB são sem dúvida os navios mais caros de se manter e com um nível de sofisticação difícil de ser assimilado por nossa marinha em tempo hábil.
Um abraço.
Eu não tenho neura antiamericana, muito pelo contrário, mas nesse caso específico eu não creio que o sistema Aegis viria “inteiro”. Sem dúvida o mesmo seria “sabotado”. rssrssssss Uma opção seria manter o canhão, os Phalanx, os Mk38 (se houver) os lançadores de torpedos, os lançadores Mk41, 2 dúzias de SM-2 Block III, uns 24 ESSM. Remove-se os Tomahawks, os VL-ASROC, uns 30 SM-2, 1 radar FCR SPG-62. Iriam ficar uns 60 lançadores verticais vazios, mas ainda assim teríamos 48 mísseis de defesa de área/área curta na forma de 24 Standards e 24 ESSM. E quanto aos helicópteros orgânicos? Será… Read more »
rrs
o Tio Obama foi otimo !
Engraçado que todo mundo gosta dele, até o Kadafi !!
Bom, perto da Múmia que era o Bush, até mesmo eu seria uma coisa de simpatia !!
ah ah ah !!!!
🙂
Bosco, sim, tem helicópteros no pacote.
Cadê os navios novos da força de minagem?
Só falam de aviação naval, escoltas e NDDs.
Marcelo, Uma meia dúzia de MCM Classe Avenger seria uma aquisição muito interessante. Para quem não conhece segue alguns dados do MCM 1 Avenger: * Launched: June 15, 1985 * Commissioned: September 12, 1987 * Builder: Peterson Shipbuilders, Sturgeon Bay, Wis. * Propulsion System: four diesels * Propellers: two * Length: 224 feet (68.28 meters) * Beam: 39 feet (11.89 meters) * Draft: 11,5 feet (3.5 meters) * Displacement: 1,312 tons * Speed: 14 knots * Armament: Mine neutralization system, two .50 caliber machine guns * Homeport: San Diego, Calif. * Crew: 8 Officers, 76 Enlisted Aparentemente a US Navy… Read more »
Bosco, Vamos com calma, pois a suposta proposta americana não passa apenas pelos Arleigh Burke. Os 2 (dois) LSD, por exemplo, são ótimos. Inicialmente não creio que a US Navy possa abrir mão de 4 (quatro) DDG neste momento, na medida que precisa escoltar 10 (dez) Carrier Battle Group e 10 (dez) Marine Expeditionary Unit (montadas em torno dos LHA e LHD disponíveis). Considerando 4 (quatro) escoltas por CBG e 2 (duas) escoltas por MEU, a demanda garantida seria de 60 (sessenta) cruzadores (CG e/ou destroyers (DDG), pois as fragatas OHP teriam outras missões de 2a linha. A US Navy,… Read more »
Bosco,
Ainda falando dos grandes navios de escolta da US Navy, é bom lembrar que a pouco tempo mandaram para a reserva os 5 (cinco) primeiros CG Ticonderonga:
– CG 47 TICONDEROGA;
– CG 48 YORKTOWN;
– CG 49 VINCENNES;
– CG 50 VALLEY FORGE;
– CG 52 THOMAS S. GATES.
Estes CG AEGIS ainda estavam armados com lançadores Mk-26 para mísseis Standard e ASROC. Aparentemente a conversão para lançadores VLA Mk-41 era muito caro.
Estes navios poderiam ser descartados sem prejuízo operacional.
Sds,
Ivan.
Poggio,
“Fica peixe”. (he he he)
O MO já levantou o assunto e eu acompanhei…
Olha o comentário sobre os MCM Avenger.
Abç,
Ivan.
Ivan,
Pequena correcao, existem apenas 7 MEUs e nao 10.
Ivan,
Eu também acho estranhíssimo logo o Flight IIA. Só se tiverem com uma baita “rachadura” no casco ou um dano irreparável na coroa da roseta do eixo longitudinal.rsrsssss
Quanto ao “alucinógeno” (LSD), no meu comentário das 13:40 já havia me manifestado favorável a adquirirmos um.
Um abraço.
Marine,
É verdade, são ‘apenas’ 7 (sete) MEU.
Me empolguei com a quantidade de LHA e LHD.
Pelo que sei são 2 (dois) LHA classe Tarawa e 8 (oito) LHD classe Wasp, mas posso ter me enganado.
Sds,
Ivan.
Bosco,
Quem tem um não tem nenhum…
São necessários pelo menos 2 (dois) LSD para ter ao menos 1 (um) sempre disponível. Como estes navios são diesel, certamente estariam sempre em missão.
Abç,
Ivan.
Na minha proposta de downgrade dos Arleigh Burke para melhor se adequarem a nossa marinha, poderíamos nos dar ao luxo de esperarmos pelos futuros mísseis antinavios americanos, compatíveis com o lançador Mk41. Também não seria surpresa se for desenvolvida a capacidade de lançamento vertical do Harpoon Block II, já que o cancelamento do Block III favoreceu um upgrade gradual do Harpoon. Se bem que podemos muito bem ficarmos sem mísseis anti-navio nos Arleigh Burke (tirando os possíveis mísseis disponíveis nos helis) e a função ficar restrita às corvetas, aos P-3, aos submarinos, aos SH70 baseados em terra e as fragatas… Read more »
Eu falo 1 porque navios dessa classe não precisam sempre estar em missão ou patrulha.
Claro que 2 seriam muito bem vindos.
Mudando de assunto, já estou me acostumando com a idéia dos Arleigh Burke downgradeados na MB.
Talvez seja uma boa.
Claro, desde que resolvido o problema da “rachadura” ou desde que o dano estrutural que porventura tenham seja compatível à sua utilização dentro da MB, que demanda muito menos esforço que na USN.
Sem falar que não há nada que uma boa solda não possa remediar.
Voltando aos Arleigh Burke, não creio que sua propulsão seria um problema, muito pelo contrário. São equipados com 4 (quatro) turbinas GE LM 2500 de 20.000 SHP cada uma, um modelo já comprovado em combate e com uma enorme escala de produção (cadê o ZE…). São mais de 500 unidades já produzidas apenas para a US Navy. Não vai faltar peça… he he he. Temos que ter em mente que navios da classe do Arleigh Burke, Atago, Horizon ou Type 45 são designados para missões quentes, ou treinamento destas. Uma marinha deve fazer patrulha e socorro marítimo com outro tipo… Read more »
Ivan: – CG 47 TICONDEROGA; – CG 48 YORKTOWN; – CG 49 VINCENNES; – CG 50 VALLEY FORGE; – CG 52 THOMAS S. GATES Destes, um já foi usado como alvo; o CG 50. Mas de um modo ou de outro; DDG 51, LSD isto tudo é mais um sonho da eterna “potência do futuro”….. São (infelizmente) navios fora da nossa realidade; tanto financeira como tecnológica……. Repito; o melhor que a MB faria seria comprar as 4 Fragatas que a Grã-Bretanha está tirando de serviço: Chatham, Cornwall, Cumberland e a Campbeltown. A MB já tem experiência com esse tipo de… Read more »
Bosco,
A MB tem um ‘monte’ de navios anfíbios, mas tenho dúvidas de quantos podem zarpar em 24 horas para atender uma emergência.
Com um par de Harpers Ferry é possível ter sempre 1 (um) pronto para partir, na medida que são navios novos, com boa velocidade (20 a 22 nós).
Para mim estes LSD são mais importantes para a MB que os DDG propostos, até porque penso que as fragatas inglesas Type 23 cabem melhor na realidade brasileira.
Sds,
Ivan.
Usaram um TICO como Alvo ?????
Mas nós sequer temos um destroier !!
Pq nao venderam o alvo para nós ???
Coral Sea,
Na verdade eu prefiro os velhos porta-aviões classe Midway particularmente o Coral Sea… duas grandes batalhas… 🙂
Entendo seu ponto de vista e concordo em parte.
Os AB são navios maiores do que nosso orçamento, em que pese haver previsão para navios deste porte no planejamento da Marinha.
Mas os 2 (dois) LSD classe HF são perfeitos para substituir os cansados Ceará e Rio de Janeiro. Manteria as mesmas tripulações e economizaria combustível.
Sds,
Ivan.
Wagner,
Estes Ticos (quanta intimidade… he he) não servem para ninguém, pois seu sistema de lançamento de mísseis (Mk.26) foi descontinuado.
Falei neles mais como provocação…
Mas esta é apenas minha opnião.
Abç,
Ivan.
Wagner,
Estes 05 (cinco) Ticos (quanta intimidade… he he he) são da primeira série, sem lançadores verticais como os Mk-41. Usavam ainda o Mk-26 que foi descontinuado.
Não vale a pena para a US Navy manter uma logística separada para poucos navios. Assim sendo, não vale a penas para ninguém entra em uma roubada desta.
Abç,
Ivan.
Coral Sea,
Na verdade fico em dúvida entre as T-22 B3 e as T-23.
Vc poderia escrever sobre o assunto?
Abç,
Ivan.
Ivan:
Concordo contigo que o a dupla CE/RJ precisa ser substituída o mais rápido possível….
Porém a USN ainda precisa dos LSD no momento…..creio que o sujeito que espalhou essa fofoca do “pacote do tio Obama” confudiu os LSD com os LPD……:-)
Wagner:
Pois é; quem pode…pode!!!!
POr falar nisso, os outros 4 “alvos” não estão a venda……!
Coral Sea, Pelo que pude entender no que encontrei na internet, é que a US Navy pretende manter 10 (dez) CBG, pois vai aposentar o Enterprise sem substituição, e mais 10 (dez) grupos anfíbios centrados nos seus LHA e LHD. Na verdade foi isso que me levou ao engano no número de MEU, que o Marine corrigiu em tempo. Os novos LPD classe San Antonio são bem maiores que os antigos Austin, inclusive dispondo de 2 (dois) LCAC que não havia no que está sendo substituído. Aparentemente a US Navy deve necessitar apenas 10 (dez) LSD, quando hoje tem 12… Read more »
Mas se os LPD classe Austin forem descartados, mesmo com máquinas antigas (caldeiras e turbinas), são ainda navios interessantes.
A Índia ficou com um para aprender a usar um navio anfíbio ocidental e gostou tanto que deseja ficar com outro…
São mais flexíveis e menos velhos que nossos LSD Ceará e Rio de Janeiro.
Como o Coral Sea sabe melhor do que eu, os LPD possuem toda infraestrutura para operar helicópteros orgânicos, inclusive hagar adequado.
Abç,
Ivan
Discordo Ivan
Serisa arrumar mais dor de cabelça a medio prazo ..
Se for no caso que seja um HF
Mais uma reflexão pessoal sobre a possível oferta dos quatro AB Flight IIA, ou Oscar Austins: Não adianta fazer uma oferta de navios usados, como uma de várias contrapartidas a um negócio se esta não for do interesse da MB. Digo uma de várias porque duvido que as contrapartidas se limitariam a material militar. Se forem limitadas só a isso, não servem, pois a maior barganha seria comercial e de investimentos / tecnologias na área aeroespacial (não necessariamente militar), além de cumprir o que é especificado nos offsets do F-X2 (mas isso já é assunto para outro blog). O que… Read more »
Ahh
Obrigado Ivan !
🙂
Caro Bosco: Tampouco eu tenho qualquer aversão aos americanos. Bem pelo contrário, eu os considero um modelo de desenvolvimento para os brasileiros, claro que guardando as devidas proporções e a nossa realidade. Não sou contra a dependência do material de reposição americano ou europeu; sou bem ciente da realidade da indústria nacional e da pouca vocação brasileira para a inovação. Veja quantos pedidos de patente são encaminhados no Brasil e compare com os demais emergentes (nem vou comparar com países desenvolvidos). O problema para o qual tentei chamar a atenção é para o fato que as contrapartidas pela compra de… Read more »
É absolutamente fantasiosa a idéia de que poderemos operar quatro AB completas, com seus 96 lançadores verticais carregados mais um “paiol” com uns 600 projéteis de 127 mm, uns 12000 projeteis de 20 mm para as Phalanx, munição para umas 8 metralhadoras .50, umas 8 metralhadoras médias, projéteis de 25 mm para os Mk38, dois helicópteros com Hellfires, Mk46/50 e metralhadora e mais 24 torpedos Mk46/50/54 para os lançadores Mk32.
Além de combustível, rango e salários para mais de 300 “marujos”.
Ou elas virão degradadas ou babau.
Bosco, Na mesma linha, acho fantasiosa a ideia de que operaríamos T-45, Horizon, FREMM de defesa aérea, KDX II ou III, Zeven Provincien ou qualquer coisa do gênero carregadinhas de Aster 30 e 15, Scalps, Otomats ou MM40 BlockIII, SM2 e ESSM, Harpoon e o diabo a quatro, conforme o modelo escolhido e a gosto do freguês. Nem nossas atuais escoltas operam “completas”… Para qualquer uma dessas opções, a frota de navios escolta da MB tende a diminuir em número. Não vejo como “coincidência” o fato do próprio PAEMB falar na construção de 5 escoltas de 6.000 toneladas numa primeira… Read more »
E só de curiosidade, as DDG 83 e 84 (na lista) contam com um canhão em estado da arte, de 62 calibres e capaz de lançar projéteis de mais de 20 kg a 40 km.
Nunão,
Mas pode-se projetar um navio antiaéreo mais enxuto, com 1 canhão de uso geral, 48 Aster (15 e 30) , 1 ou 2 Ciws e helicóptero.
A Type 45 ou similar não parece ser tão cara. rsssss
Deve ficar mais em conta.
“joseboscojr em 15/03/2011 as 20:25 Nunão, Mas pode-se projetar um navio antiaéreo mais enxuto, com 1 canhão de uso geral, 48 Aster (15 e 30) , 1 ou 2 Ciws e helicóptero. A Type 45 ou similar não parece ser tão cara. rsssss Deve ficar mais em conta.” Bosco, sei que a sua risada virtual indica uma brincadeira. Mas é verdade que os custos de aquisição de um Type 45 são menores que o de um Arleigh Burke Flight IIA, raciocinando-se em navios novos, não usados ou a preços simbólicos de contrapartida. Algo como duas vezes mais barato, segundo o… Read more »
Nunão disse:
15 de março de 2011 às 19:39
“…creio que o recebimento desses navios implicaria em desativar boa parte das escoltas atuais para que essa “aquisição” faça sentido. Ou seja, aposentar as Grenhalgh e as Inhaúma num primeiro momento, deixando os AB Flight IIA fazendo companhia às Niterói (por uma questão de orgulho nacional, além do fato de sua modernização ainda ser recente) e à Barroso.”
Será se algum país se interessaria em adquirir as Inhaúmas? Até mesmo a Namíbia? Porque daria até pra fazer um caixa extra para ajudar nas novas despesas.
MO, (15 de março de 2011 às 18:46) A Marinha do Brasil opera 2 (dois) LSD fabricados na década de 50, navios mais velhos que o Bosco (he he he… foi mau), com sistema de propulsão igualmente antigo e que terá futuro incerto, ou melhor, que não tem futuro. Você sabe melhor do que eu que os navios anfíbios norte americanos estão em evolução deste a 2ª Grande Guerra. Salvo engano a seqüência das classes dos LSD é a seguinte: * LSD 1 Ashland; * LSD 13 Casa Grande; * LSD 28 Thomaston (classe a que pertencem Ceará e Rio… Read more »
Ivan faz sentido a sua analise da USN poder estar pensando em ter 10 LSDs e 10 LPDs para se juntarem aos 10 LHDs. Gostaria so de ressaltar que o USMC sempre viu a quantia de 36 navios anfibios como o minimo para realizar a sua missao (desembarcar 2.5 MEBs ao mesmo tempo).
Semper Fidelis!
Nunão,
Vou dormir deprimido!
Não posso sonhar com DDG Aegis, e é “fantasiosa a ideia de que operaríamos T-45, Horizon, FREMM de defesa aérea, KDX II ou III, Zeven Provincien ou qualquer coisa do gênero…”
Mas infelizmente vc tem razão.
Há muito o que fazer antes da Marinha do Brasil embarcar em um navio AAW de grande porte. Simplesmente não há recursos para comprar todos os mísseis Standard ou Aster necessários para armar uma pequena frotilha de 4 ou 5 belonaves.
Sds,
Ivan.
Marine, O que são MBEs? Pelo que eu sei são Marine Expeditionary Brigades. É isto mesmo? Pelo que consegui levantar na net, a força anfíbia da US Navy é mais ou menos a seguinte: * 2 LHA Tarawa; * 8 LHD Wasp; * 5 LPD San Antonio (mais 5 em construção); * 5 LPD Austin (que serão substituídos); * 8 LSD Whidbey Island; * 4 LSD Harpers Ferry. São 32 (trinta e dois) navios anfíbios de 1ª linha. O LHA America será comissionado em 2012, mas deve substituir um dos Tarawa, assim como os 5 (cinco) novos LPD San Antonio… Read more »
Ivan,
Sim, as MEBs sao o que voce citou. Basicamente sao organizadas em volta de um Regimento de Infantaria bem reforcado com todo seu apoio aereo e logistica necessaria seguindo o conceito de Combined Arms.
Pelo o que eu sei (mas posso estar enganado) a USN tem hoje no papel planos de ter 33 navios anfibios mas o USMC gostaria que fossem 36.
Sds!
Nunão, O RFA Fort George, do serviço auxilia da Royal Navy vai ser aposentado prematuramente, como foi publicado aqui, no NAVAL, em 05 de fevereiro passado. Entrou em serviço em 1994. O navio tem 204 metros de comprimento, cerca de 30 metros de boca e desloca 36.580 toneladas. Propulsado por dois motores diesel Crossley-Pielstick, tem uma velocidade normal de 18 nós, podendo atingir uma máxima de 21 nós. O RFA Fort George e seu semelhante RFA Fort Victoria combinam as funções de um petroleiro e navio de reabastecimento. Foram originalmente concebidas para apoiar os grupos de fragatas empregados em patrulhas… Read more »
“Ivan em 15/03/2011 as 23:25 e as 0:12” Ivan, espero não ter de deixado deprimido!!! Ainda acho que essa questão da quantidade de mísseis etc prosseguirá por um tempo. Apenas levantei possibilidades e, resumindo, acho que são quatro: 1 – Aproveitar a oportunidade de aquisição de escoltas, com capacidade AA de defesa de área, por um preço módico. E deixá-las com muitos silos vazios. 2 – Construir escoltas novas, com capacidade AA de defesa de área, por um preço bem salgado. E deixá-las com muitos silos vazios. 3 – Não fazer nenhuma coisa nem outra e seguir a vida, com… Read more »
Complementando comentários anteriores, vale a pena reler esse trecho de matéria sobre o PAEMB, que prevê que o primeiro lote de 5 novas escoltas deva ser de Emprego Geral (a serem contratadas em 2013).
Apenas um possível segundo lote de mais 5 unidades prevê que 4 delas sejam de uma versão AA de defesa de área. E esse segundo lote tem previsão (no plano) de finalizar suas incorporações em 2031.
Até lá, os AB Flight IIA do suposto “pacotão do Obama” já teriam 30 anos de serviço, 10 na USN + 20 na MB.
http://www.naval.com.br/blog/2011/01/20/paemb-plano-de-articulacao-e-equipamento-da-marinha-do-brasil/
Marine,
Melhor vc combinar com Robert Gates. 🙂
Aqui ando sonhando com os semi-novos da US Navy e da Royal Navy, pois esta estória de PEAMB, PAEMB e outros P’s não vão para lugar nenhum.
Abç,
Ivan, do Recife.
Marine,
Pelo que temos visto, sem descartar nenhum LSD e considerando as construções em andamento e autorizadas (que eu conheço), seriam:
* 10 LHA / LHD (o America substitui um antigo);
* 12 LPD San Antonio (substituindo todos os Austin);
* 08 LSD Whidbey Island;
* 04 LSD Harpers Ferry.
São 34 navios anfíbios de 1ª linha.
Faria sentido o descarte de 2 (dois) LSD classe HF ?
Caso positivo, qual seria a classe encomendada para completar os planejados 33 (trinta e três) navios ?
Abç,
Ivan.
Ivan… parece que o LHA USS Nassau será mesmo descomissionado em 31 de março proximo; durante meses falou-se que ele poderia ser modernizado para servir por mais uns 5 anos pelo menos, então o nr de ESG cairá de 10 para 9 , teoricamente voltando para 10 quando o futuro USS America for comissionado. Apenas 4 LPDs “Austin” estão em serviço e não 5, e ainda este ano 2 serão descomissionados e apenas 1 novo será comissionado. Quanto aos LSDs, eles começaram a ser modernizados até porque não há nenhum plano concreto de substitutos ainda, assim deverão ter suas vidas… Read more »
Ivan…
relendo agora o que vc escreveu sobre os MCM Avenger…vc deve ter confundido com os MHC da classe Osprey, que são menores e todos os 12 já foram descomissionados e 8 já foram vendidos ou serão.
Os Avengers continuarão em serviço por mais alguns anos ainda.
abs
Dalton e Ivan,
Tambem acho estranho o que o colega Vader teria ouvido. Nao vi ou escutei nada semelhante aqui nos EUA com a tal noticia de que 100 navios seriam decomissionados.
Ainda mais se formos pensar que como voce mesmo ja citou Dalton, oficialmente a politica e de aumentar a frota. 100 navios fariam um rombo sem precedentes na USN e simplismente a deixaria incapaz de realizar as missoes atribuidas no mundo atual. Ate a USCG esta recebendo novos e modernos Cutters, nao vejo porque o contrario aconteceria com a USN.
Sds!
Segue o link da discussao entre quantos “Amphibs” a USN quer e quantos deseja o USMC:
http://www.militaryphotos.net/forums/archive/index.php/t-127772.html
http://www.dodbuzz.com/2010/06/18/marines-navy-scrap-over-future/
http://www.informationdissemination.net/2008/03/obseving-marine-maritime-debate-on.html
Os numeros parecem mudar um pouco entre 2008 e 2010 mas a historia e a mesma, a USN quer ter por volta de 30 equanto o USMC deseja cerca de 3-5 a mais do que o planejado ja que cada MEB necessita de 17 navios anfibios, sendo assim 34 seriam necessarios para poder deslocar as 2MEBs minimas.
Sds!
Ivan e Dalton,
Segue o grafico dos desejos anfibios do USMC:
http://bp2.blogger.com/_cys2T5FgJdo/R88Cp_Ni-gI/AAAAAAAAB5g/aNcXKZKMQko/s1600-h/SeaBaseProposal.JPG
Pode-se ver ate os navios da MPF.
Sds!
Thanks Marine !!