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Há 31 anos, a fragata USS ‘Stark’ era atingida por dois mísseis Exocet durante patrulha no Golfo Pérsico

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Fragata USS Stark adernada após receber os impactos de dois mísseis Exocet AM39
Fragata USS Stark adernada após receber os impactos de dois mísseis Exocet AM39

No dia 17 de maio de 1987, a fragata USS Stark – da classe Oliver Hazard Perry (OHP) – da Marinha dos EUA, foi atingida por dois mísseis Exocet AM39 lançados por uma aeronave iraquiana, durante a guerra Irã-Iraque.

Os impactos dos mísseis provocaram a morte de 37 tripulantes, mas por sorte o navio não afundou, devido ao trabalho das equipes de controle de avarias e por causa do mar calmo.

O incidente trouxe ao debate novamente a vulnerabilidade dos navios de superfície aos ataques com mísseis antinavio, a exemplo do que ocorreu com o destróier britânico HMS Sheffield durante a Guerra das Malvinas.

Uma série de erros possibilitaram que a USS Stark fosse atacada por um país amigo na ocasião, o Iraque.

Para o piloto iraquiano, a fragata americana parecia um petroleiro inimigo navegando dentro da zona de exclusão marítima imposta ao Irã. Baseado nas informações que obteve pelo radar e pelo sistema de navegação inercial da aeronave, o piloto iraquiano lançou seus mísseis a 22 milhas da USS Stark.

USS Stark
USS Stark

Do lado americano, o jato iraquiano foi acompanhado todo o tempo pelo radar de um E-3 AWACS que estava operando na área e que passava informações para os navios americanos no local.

A aeronave iraquiana foi interrogada por rádio pela USS Stark nas frequências internacionais padrão, mas não obteve resposta, enquanto se aproximava do navio.

Para o comandante e oficiais da USS Stark, seu navio estava fora da zona de exclusão marítima e, portanto, não seria atacado por um avião aliado.

Quando se percebeu que o avião iraquiano iluminou e travou seu radar na fragata, tentou-se em vão lançar foguetes despistadores de chaff e colocar o sistema antimíssil (CIWS) Vulcan Phalanx no modo automático, mas já era tarde.

Às 18h10, a USS Stark foi atingida a bombordo no costado, na seção 100, à altura da segunda coberta, por um míssil que não detonou. Depois de 25 segundos um segundo míssil atingiu o navio no mesmo local, explodindo no alojamento da tripulação.

As avarias provocadas pelo ataque foram orçadas na época em 142 milhões de dólares.

O comandante Glenn Brindel e três oficiais da USS Stark foram afastados de suas funções após o incidente. O navio voltou a operar depois dos reparos e continuou na ativa até 1999.

A USS Stark ficou bastante avariada após ser atingida pelos Exocet, mas não afundou
A USS Stark ficou bastante avariada após ser atingida pelos Exocet, mas não afundou
Míssil SM-1 Standard de defesa de área, que equipava a USS Stark. Mesmo capaz de se defender, a fragata americana acabou sendo atingida
Míssil SM-1 Standard de defesa de área que equipava a USS Stark. Mesmo capaz de se defender, a fragata americana acabou sendo atingida
O CIWS Phalanx de defesa antimíssil da USS Stark estava desligado no momento do ataque

Ataque por Mirage F1 ou Falcon 50?

Segundo o autor Tom Cooper, a fragata USS Stark não teria sido atacada por um Mirage F1 EQ do Iraque como se pensava até bem pouco tempo. Na verdade, o
navio americano teria sido atacado por um jato executivo Dassault Breguet Falcon 50 modificado com radar e dois pilones sob as asas para lançar os mísseis antinavio AM-39 Exocet.

A cabine do Falcon 50 também teria sido modificada, incorporando nela os aviônicos do Mirage F1 EQ-5. Este avião, que realmente existiu, teria recebido o apelido de “Susana” na Força Aérea do Iraque e era usado basicamente para treinar pilotos dos Mirage F1, que estava entrando em operação no país.

Existem poucas imagens do “Susana” e foram feitas durante uma exposição no Iraque. Talvez elas sejam anteriores à alegada modificação mencionada acima, uma vez que não aparecem os pilones sob as asas. Sob a fuselagem parece ser um casulo para missão de reconhecimento.

Tom Cooper observa que esta aeronave foi equipada com um tanque de combustível extra dentro da fuselagem, para aumentar seu alcance.

Falcon 50 modificado com nariz de Mirage F1, abrigando o radar multimodo Cyrano IVM
Dassault Falcon 50 “Susana” modificado com nariz de Mirage F1, abrigando o radar multimodo Cyrano IVM
Falcon 50 "Susana" e Saddam Hussein
Dassault Falcon 50 “Susana” e Saddam Hussein

Em uma das imagens aparece Saddam Hussein visitando a exposição onde estava o Falcon 50.

Seja como for, e se a história contada por Tom Cooper é verdadeira ou não, o caso é que o “Susana”, com seu radome em particular e aviônica, e outros dois Falcon 50 iraquianos conseguiram fugir para o Irã. E desde então não houve mais notícias sobre o “Susana” ou foram divulgadas novas fotos.

Dassault Breguet Falcon 50
Arte do Dassault Breguet Falcon 50 com mísseis Exocet AM39
Mirage F.1EQ-5 iraquiano, com míssil Exocet AM39
Mirage F.1EQ-5 iraquiano, com míssil Exocet AM39
Exocet AM39
Exocet AM39

Lições aprendidas

O incidente com a USS Stark colocou em discussão as regras de engajamento em áreas de tensão, onde as ordens superiores muitas vezes atam as mãos dos comandantes que precisam decidir o que fazer em questão de minutos ou segundos.

A fragata americana tinha todas as condições de se defender do avião iraquiano, mas devido às regras de engajamento o comandante hesitou em iluminar o jato iraquiano com seu radar de direção de tiro ou lançar um míssil antiaéreo.

Para os brasileiros a reflexão é importante porque desde novembro de 2011 mantemos fragatas em rodízio liderando a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano, uma área de alto risco.

USS Stark vista pela popa. O CIWS Phalanx pode ser visto sobre o hangar
USS Stark vista pela popa. O CIWS Phalanx aparece sobre o hangar

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Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

Ironicamente, a feiúra (estilo caixa) e grande assinatura radar das FFG-7 OHP, estavam relacionadas com a sua estupenda robustez: as anteparas eram contínuas do topo da superestrutura à quilha. Mas a Stark, mesmo consertada, nunca mais foi ‘de primeira’. Essa do ‘Susana’ ‘fugir’ pro Irã foi de amargar…

Luiz Campos
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Luiz Campos

podemos desenvolver um Phenon”rulha”.

Hélio
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Hélio

Eu iria perguntar quem seria o primeiro a propor um avião de ataque naval com jatos da Embraer kkkkkkkkkkkkk.

carvalho2008
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Não conhecia esta da Susana…..vivendo e aprendendo….vai pra caixa da s soluções alternativas…..rzrzrzrz….manda mais….

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Off Tópic não menos importante:
P.N. ainda não saiu a ata de reunião com a lista dos possíveis construtores proponentes do certame do projeto de execução das Tamandarés agendado para 18 de maio?

Ozawa
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Ozawa

Ao largo dos debates sobre o assunto em post anterior, lembro-me de ter lido na imprensa leiga à época de uma opinião quase unânime nos círculos navais americanos que a insensata diligência, ou diligente insensatez, do comandante do USS Vincennes no ano seguinte foi decorrência do “Efeito Stark”.

Perdendo o navio mas não perdendo a piada, o lema do USS Stark possivelmente deixou de ser “Strength for Freedom” e passou a ser “Oh! Susana, Oh! don’t you cry for me” . . .

Juarez
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Juarez

Dois impactos diretos e o navio sobreviver nos levam a duas conclusões:
Excelente robustez construtiva
Ótimo treinamento da tripulação no controle de danos.

Alfredo CS
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Alfredo CS

Um dos misseis nao detonou.

Airacobra
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Airacobra

Do mesmo jeito que somente um exocet atingiu o Sheffield e tambem não explodiu mas mesmo assim o Sheffield afundou, a robustez e o material usado na construção fez toda a diferença (o Sheffield usava aluminio na superestrutura)

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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Airacobra, só pra não gerar equívoco:
fragatas OHP também tem superestrutura de alumínio.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

A USNavy retornou a construir navios todos em aço com os Arleigh Burkes. Até Ticonderogas tem superestruturas (bem volumosas) em alumínio. Parece que a idéia de usar alumínio em superestruturas apareceu depois da IIGM. Esta matéria de 1987 dá uns detalhes curiosos (que contradizem informações assentadas) sobre o ataque à Stark e sua comparação com o caso Sheffield. Quanto dela está correta, não sei dizer, mas tem pelo menos uma grave confusão no texto.
https://mobile.nytimes.com/1987/08/11/us/navy-reverting-to-steel-in-shipbuilding-after-cracks-in-aluminum.html

Airacobra
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Airacobra

Opa, valeu Nunão pela observação, essa eu não sabia, então no caso da Stark mérito total da equipe de CAV.

Airacobra
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Airacobra

E não esquecendo também da diferença de estado de mar dos dois casos, no caso da Stark mar de Almirante e no do Sheffield mar 7

Airacobra
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Airacobra

Ou melhor, mar de 5 pra cima

Mk48
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Mk48

E um dos míisseis não ter detonado ajuda em muito a sua teoria.

Marcos10
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Marcos10

“Quando se percebeu que o avião iraquiano iluminou e travou seu radar na fragata, tentou-se em vão lançar foguetes despistadores de chaff e colocar o sistema antimíssil (CIWS) Vulcan Phalanx no modo automático, mas já era tarde.”

Duas perguntas:
1) Os despistadores chegaram a ser lançados?
2) Quanto tempo para colocar o Vulcan Phalanx em modo automático e que exatamente significa colocar em modo “automático? Há um modo manual?

Bosco
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Bosco

Marcos,
Talvez esse link possa te ajudar: http://www.navweaps.com/index_tech/tech-103.php

Fox-2
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Fox-2

Marcos10,
Destruir um drone de treinamento é uma coisa, destruir um míssil que foi projetado pra executar uma tarefa especifica é outra coisa totalmente diferente e dificílimo de fazer.

Bosco
Visitante
Bosco

Fox, Existem “mísseis alvos” que simulam cada ameaça de forma muito parecida com a de uma ameaça real. Por exemplo, para simular os mísseis de cruzeiro supersônicos Moskit e Brahmos os americanos utilizam o o GQM-163A Coyote. Para simular o AS-4 e Kh-32 há o AQM-37 Jayhawk. Para simular um Exocet tem o BQM-74 Chukar. Os EUA se esmeraram nesse segmento desde o fim da SGM e desenvolveram dezenas de mísseis/drones que podem ser recuperados e que simulam as ameaças reais. Diga uma ameaça de míssil ou aeronave e há nas forças armadas americanas um drone/míssil capaz de simulá-lo. Claro,… Read more »

Juvenal Santos
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Juvenal Santos

Tem coisas que não entendo, como o avião chegou tão perto, se havia um AWACS monitorando na área? Por que não interrogaram o avião ainda longe e em caso de silêncio dariam um alerta de combate? Por que o comandante não deixou o Phalanx ligado por precaução, não custava nada? Sinceramente deixar o avião chegar a 22 milhas do navio é o cúmulo da burrice, tem que levantar uma zona de exclusão ao redor do navio, qq sinal que entre no circulo será abatido, fora isso, parece que usaram o Stark de laboratório, deixaram ele levar chumbo…

Mateus von Marchi
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Mateus von Marchi

Oloco, 2 impactos e não afundou? Será que não está na hora de uma versão mais poderosa?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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Mateus,
Não afundou por resistência do casco / superestrutura e porque houve controle de danos e combate eficaz ao incêndio. Mas o navio ficou totalmente fora de condições de combate e necessitando de meses e meses num estaleiro para voltar a operar. Se fosse uma situação de combate entre esquadras, a missão dos dois mísseis estaria mais do que cumprida, mesmo sem afundar o navio.

Mateus von Marchi
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Mateus von Marchi

Obrigado pela resposta, Fernando.

Alfredo CS
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Alfredo CS

Um dos misseis nao detonou.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Reza a lenda que o mesmo aconteceu nos ataques na Guerra das Malvinas/Falklands, ou seja, os mísseis não explodiram, daí porque o navio não sofreu o mesmo destino dos navios britânicos. Conforme colocado acima, como o navio estadunidense tinha/tem uma robustez construtiva melhor, mesmo com dois mísseis queimando combustível após os impactos, não foi suficiente para provocar seu afundamento. Já no caso dos britânicos, por terem navios construídos sem tanta robustez assim, apenas um único míssil (que não explodiu, mas continuou queimando combustível após o impacto), foi suficiente para que o fogo se alastrasse pelo navio e levá-lo à pique.… Read more »

Wbaere
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Lembremos o Shefild foi construído em alumínio, alumínio entra em combustão…..

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Superestrutura em alumínio. O casco era em aço.
Não necessariamente o alumínio “entra em combustão”, é a sua resistência estrutural às altas temperaturas que é inferior à do aço, causando o colapso da estrutura antes.
Praticamente todos os navios desse porte, na época, tinham toda a superestrutura ou parte dela em alumínio. As fragatas classe OHP também eram um dos diversos exemplos.

Dalton
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Dalton

Nunão…segue abaixo uma das muitas fontes que já vi que mencionam que tanto o casco como a superestrutura dos “Tipo 42” eram de aço… . “The sinking of Sheffield is sometimes blamed on a superstructure made wholly or partially from aluminium, the melting point and ignition temperature of which are significantly lower than those of steel. However, this is incorrect as Sheffield’s superstructure was made entirely of steel.[22] The confusion is related to the US and British Navies abandoning aluminium after several fires in the 1970s involving both the USS Belknap and HMS Amazon, respectively, and also other ships that… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Pois é, Dalton, estava mais focado em avisar que as OHP tinham superestrutura de alumínio e, de fato, negligenciei mais detalhes sobre as superestruturas dos Tipo 42.
Na real, muitos dos problemas que agravaram o incêndio do Sheffield foram os materiais de cabos elétricos e outroa itens facilmente inflamáveis. Mas lembro de ter lido algo sobre alumínio não na parte externa, mas nas divisões internas. Sem tempo pra procurar agora.

Rodrigo Tavares
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Rodrigo Tavares

Grande estrago que um Falcon 50 modificado com os mísseis antinavio AM-39 Exocet fez a uma fragata moderna pra época.

Por isso tantos defensores de aviões pra MB ou FAB armados com misseis anti navio de ultima geração.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

As FFG-7 tinham blindagens consideráveis em ambientes críticos (19mm na sala de máquinas) e revestimentos em Kevlar. Algumas OHP em outras marinhas receberam, inclusive, revestimentos absorvedores de radar na superestrutura. Curiosamente, as OHPs americanas tinham um problema de estabilidade (não havia mais margem de crescimento em deslocamento e haviam 500 toneladas a mais do que o correto) e a Stark quase afundou devido a enorme quantidade de água usada pra combater o incêndio (possivelmente dando uma pronunciada banda ao vaso). Foi o pessoal do controle de avarias que evitou esse desfecho desagradável…

Matheus Vinicius
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Matheus Vinicius

Porque esses exocet tinham dificuldade de explodir? Two times… será que os exocet exportados vão batizados pela metade?

carvalho2008
Visitante

O que eu ja tinha ouvido falar, é que o pessoal da ponte nem tomou conhecimento do disparo, quando houve o primeiro impacto e a estrutura vibrou, acharam que o canhão de bordo havia sido disparado, depois é que chegaram as primeiras informaçoes de que haviam sido atingidos….não foi neste caso?

Fox-2
Visitante
Fox-2

Bosco,
Os caras estavam em uma zona de guerra, o céu pegando fogo e os equipamento de defesa desligado !?!?!?!
Para um militar, tudo isso é conversa fiada pra enganar a massa !
A verdade é que a defesa de ponto não foi capaz de detectar a ameaça e deu no que deu.
O Exocet foi projetado pra isso mesmo, chegar lá, ser detectado tarde de mais e mandar o navio pro fundo mar.

Bosco
Visitante
Bosco

Fox,
Mas o caça poderia ter sido alvejado antes de lançar o míssil.
O Phalanx não estava ativado por conta de representar risco ao tráfego aéreo e marítimo no modo automático. Ele atira em qualquer coisa que adentre seu campo de tiro e convirja para o navio.
Mas também pode ter sido falha mesmo do Phalanx e dos sistema de ECM. Vai saber!!

Lucas Duarte
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Lucas Duarte

Daí que vem a tamanha obsessão da marinha por porta-aviões, apesar de geopoliticamente falando ser algo demasiadamente caro e desnecessário para o Brasil, para não dizer inútil. Lições tiradas da segunda guerra e pós-segunda guerra (vide Falklands e este incidente), já ficou mais do que provado para toda escola de guerra naval do mundo que quem possuir a supremacia aérea sairá vencedor na guerra naval, independentemente do tamanho da sua frota de superfície. Navios de superfície nada mais servem como defesa em camada para a peça central da vitória no mar que é um porta-aeronaves (seja asa rotativa ou fixa)… Read more »

Roberto Santos
Visitante
Roberto Santos

Sabe quantas vezes um navio de guerra brasileiro vai responder quando for iluminado por um radar e estiver na iminência de ser atingido ?
Nunca !!!

Mk48
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Mk48

Poxa Roberto, opiniões abalizadas e especializadas, assim como essa que você deu, é que fazem a diferença aqui no blog. Parabéns !

Cidadão
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Cidadão

A reportagem cita as condições do mar contribuindo para que a Stark não afundase. Imagino que o Sheffield estivesse em uma grande enrascada no mês de maio no Atlântico Sul.

Mk48
Visitante
Mk48

Cidadão,

Existem várias matérias sobre o assunto do afundamento da Sheffield aqui no PN e na internet.

Não custa nada você se informar antes de comentar, evitando assim que você se posicione de maneira errada, como fez agora.

Cosmos
Visitante
Cosmos

Pensa no tamanho do IPM…

Charlie
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Charlie

kkkkkkkk
Aqui na PF é igualzinho, qdo dá uma m#[email protected], a primeira coisa que nego pensa é no tamanho do PAD…

Helio Eduardo
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Helio Eduardo

Amigos, Já se discutiu o caso Stark um monte de vezes. Na matéria, por sinal muito oportuna, só há a novidade do Falcon “Susana”. O relato dos tripulantes, as investigações, etc., indicam que a tripulação falhou. Há, aqui mesmo no PN, uma outra matéria que relata que a tripulação estava engajada em um exercício, ou coisa parecida, e que o comandante estava preocupado com tempo de resposta e coisas assim. Eu, do alto da minha ignorância, apostaria muito mais na combinação de desídia com excesso de confiança do que em falha de equipamento. Afinal, o avião era amigo, o navio… Read more »

Ivanmc
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Ivanmc

Bela matéria. E o que é aquele Falcon 50 “Susana” modificado com nariz de Mirage F1?! E na imagem ilustrativa com os mísseis Exocet é bem interessante e curioso.