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Almirante Bento Albuquerque é nomeado ministro das Minas e Energia

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O Presidente eleito, Jair Bolsonaro, divulgou, por meio de suas mídias oficiais, a indicação do Almirante Bento Albuquerque para o Cargo de Ministro de Estado de Minas e Energia, neste dia 30 de novembro.

“Sinto-me honrado com o convite do Presidente Jair Bolsonaro. Creio que o Setor Energético Brasileiro, importante segmento do Ministério de Minas e Energia, precisa, acima de tudo, de um ambiente de confiança e de previsibilidade tanto para os Mercados, quanto para o Cidadão consumidor. Esse será meu principal objetivo à frente deste Ministério tão importante para o desenvolvimento do Brasil”, declarou Bento Albuquerque.

O Almirante Bento, carioca, 60 anos, atual Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), iniciou a carreira militar em 1973. Como Oficial submarinista, comandou os Submarinos “Tamoio” e “Tonelero”, a Base de Submarinos “Almirante Castro e Silva” e, também, a Força de Submarinos da Marinha do Brasil, tendo sido, ainda, Chefe de Gabinete do Estado-Maior da Armada, Chefe do Gabinete do Comandante da Marinha e Comandante em Chefe da Esquadra.

Bento realizou os Cursos de Pós-Graduação em Ciências Políticas pela Universidade de Brasília; MBA em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas; e MBA em Gestão Internacional pela COPPEAD da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de vários Cursos Militares da Escola de Guerra Naval e do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra. No Congresso Nacional, atuou como Assessor Parlamentar do Gabinete do então Ministro da Marinha e como Assessor-Chefe Parlamentar do Comandante da Marinha.

A experiência internacional de Bento inclui o Cargo de Diretor-Geral da Junta Americana de Defesa (JID), Entidade vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), em WashingtonDC, EUA; e o posto de Observador Militar da Organização das Nações Unidas (ONU) durante a Guerra da Bósnia, primeiro na Cidade de Sarajevo e, depois, em Dubrovnik, na Croácia.

Antes de chegar à Direção-Geral da DGDNTM, Órgão que comanda todas as Unidades Científicas e Tecnológicas da Marinha, incluindo o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e o Programa Nuclear da Marinha (PNM), Bento Albuquerque foi Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha. Atualmente, exerce, também, a presidência do Conselho Administração da empresa Amazul e é membro do Conselho de Administração da
Nuclep.

40 COMMENTS

  1. Parabéns pela brilhante escolha, assim vai deixar muitos políticos sem pai e mãe, onde eram acostumado a mamar na lindas tetas da chesf, furnas, eletrobras, vai ser um final de ano de saco vazio para os vampiros

    • Boa tarde
      Até onde ter ministro militar altamente habilitado significa virar uma ditadura militar?
      Claro que corre-se riscos, mas no nosso caso é bem distante dessa situação.
      Como diriam, é bom ler essas coisas, assim posso ter a certeza que não sou cego!

    • Não pode ter militares nos ministérios, eles não são brasileiros nem muito menos gente decente? Só é permitido que haja guerrilheiros e terroristas nos ministérios, aí está tudo bem, tudo certo, né?

    • Quem tem medo de militares nos ministérios.
      Também devemos nos lembrar que civis em postos chaves de governo é uma coisa recentíssima, até o século passado o governo estava majoritariamente na mão de militares, desde a mesopotâmia até o Brasil Império, lembre-se que os reis e os nobres eram militares. Também vale dizer que os maiores estadistas eram militares, como Charles de Gaulle, Winston Chilchil, George Churchill, Otto von Bismarck. De quantos estadistas civis desse calibre você consegue lembrar? Cabe aos militantes não só defender, como administrar os países nos momentos mais críticos, como guerras e calamidades, eles estudam e vivem para isso, diferente dos civis, que tem sua vida pessoal e a administração é só mero “dever cívico”, quase um hobbie. A história prova que os militares são os maiores estadistas e administradores, o fenômeno dos governos civis é invenção da pós-modernidade.

  2. Só vale militar marxista ou terrorista aposentado pra ser ministro no Brasil!

    parece brincadeira isso, mas infelizmente essa porcaria de ideia tomou conta de boa parte da redações e salas de aula no nosso país, cada vez mais estamos formandos RETARDADOS, que continuam achando que a “social-democracia” é única solução de resolver os males do mundo.

    O duro é explicar para esses “progressistas” que foi a social-democracia deles, que aumentou a nossa dívida interna de 600 bilhões para quase 4 trilhões de reais, e se somarmos tudo que é investido por ano na saúde, educação e segurança não cobre o rombo da previdência que aumenta em média 4% acima da inflação por ano.

    Vc tenta explicar isso para eles, e muitos não acreditam que tudo isso foi criado pela inconsequência dessa “social-democracia”, acham que é igual papai noel, é mentira e invenção da direita delirante, mas acreditam em país desenvolvido seguindo a ditadura do proletariado.

    • O problema não é a social-democracia, o problema é o que a nossa esquerda acha que é social-democracia. O governo FHC, que a esquerda adora chamar de ultraliberal foi uma social-democracia. O que a nossa esquerda não entende é que não é preciso nem se deve abandonar a responsabilidade fiscal para implantar um governo assistencialista, países desenvolvidos que adotam a social-democracia também abrem o mercado, reduzem o tamanho do Estado, etc.

      • Bruno, até concordo que há sociais democratas mais responsáveis com o dinheiro público, mas aqui no Brasil isso NÃO EXISTE, as nossas universidades vem formando “revolucionários” MAMADORES do dinheiro alheio que não quer saber de trabalhar, um bando de filhinhos de papai sem vergonhas que só quer ficar fumando maconha e reclamando do capitalismo, é essa gente que estava cuidando todos esses anos da nossa economia, e formando novos idiotas úteis para assumir no futuro, gostando vc ou não, essa “social democracia” que inspirou nossos políticos, pseudos intelectuais de esquerda foi um FRACASSO retumbante por essas bandas, só serviu para encher os bolsos da tal afamada “zelite branca” que todo mundo sabe que sempre foi essa gente, que parece ter algum fetiche em falar mal deles próprios, mas na qual sabemos que é um teatro para enganar os mais desinformados.

  3. O Walfrido Strobel perdeu a enorme chance de ficar calado. A lavagem cerebral perpetuada pela esquerda decadente e doente quase que destruiu por completo o país inteiro e grande parte da sociedade. É inacreditável o poder de destruição mental realizado por todos esses anos! Um caso que merece ser estudado a fundo, com absoluta certeza!

  4. Espero que o gás de biomassa seja privilegiado, em detrimento do gás importado da Bolívia, da geração eólica e solar.
    Acabe também com essa ideia de gerico de hidroelétrica a fio d’água.
    Por fim reorganize a matriz energética brasileira, de modo a reduzir expressivamente a dependência das termoelétricas.
    E realmente barateie a conta para o usuário doméstico, corrigindo as distorções criadas por aquela ante, poste do cachaceiro preso em Curitiba.

    • Saindo do acordo de Paris? Duvido muito, prevejo que o lobby da indústria do petróleo vai ditar a política energética da mesma forma que o lobby da agricultura vai ditar a política econômica e ambiental (lembre-se que a agricultura representa 5% do PIB e tem “super ministério”, enquanto a indústria e o comércio tinha mini ministério e hoje não tem nada, e ainda são tratados como parasitas, enquanto a agricultura recebe gordos recursos do Estado). O grande problema da energia é a infraestrutura, nem é tanto a matriz, mandar energia para os confins do Brasil para abastecer 1 milhão de pessoas é um prejuízo enorme que todos pagam, a energia eólica e solar são ótimas maneiras de contornar o problema, assim como o reator da marinha, também concordo que a biomassa deveria se tornar prioridade, mas junto das duas últimas, o Brasil precisa tirar todos os ovos da cesta da energia hidroelétrica e acabar de vez com a de hidrocarbonetos, substituindo pela nuclear. O ideal mesmo é descentralizar a produção de energia com o fomento de energia solar e eólica residencial, como se faz na Escandinávia, onde as residências já são autossuficientes e vendem energia para a rede. Já dizia o grande doutor Enéas, o Brasil deve olhar para si e buscar as soluções que existem dentro do seu território, não importar as soluções das nações hegemônicas.

  5. Parabéns ao Exmo Sr Alm Esqd Bento pela distinta e merecida indicação para o MME. Valores e conhecimentos técnico e profissionais inerentes ao futuro cargo VExa tem . Sucesso apartir de 1Jan19. Deus o proteja. Ab

  6. É triste em ver o preconceito de alguns em ver militares assumindo ministérios. Não entendo como muitos preferem bandidos do que militares assumindo tal função…

    Parabéns ao Almirante. Que seja brilhante a sua e a dos outros ministro, a passagem pelo cargo. O Brasil precisa acertar…

  7. A escolha dos ministros está seguindo um critério técnico. O Almirante Bento Albuquerque preenche os requisitos para a pasta. Não importa se é civil ou militar. O que se tem que levar em conta é a capacidade para cumprir a missão e isso não lhe falta, pelo contrário, excede.
    ” Os profissionais não se improvisam e o mando deve caber ao mais digno e competente.”

  8. Foi pra isso que eu votei nele. Espero que essa mesma ideia seja usada no segundo e terceiro escalões, para uma devida limpeza.

  9. Para um país que ja teve um médico ministro das comunicações e um advogado ministro da saúde realmente não espanta ter um Almirante ministro das Minas e Energia.
    No auge da ditadura tinham coroneis no Ministério das Minas e Energia, Cesar Cals e nos Transportes, Mario Andreaza.
    Não entendo o motivo da revolta do povo, rechear os ministérios de militares é uma característica das ditaduras, seja de esquerda ou direita.

    • O que me espantava era ter Guido Mantega, Gleisi Hoffman, Antonio Palocci, Celso Amorim e Maria do Rosário ocupando pastas, mas tenho certeza que você criticava eles também né? Ou não?

  10. Até agora quanto a composição do ministério, o presidente eleito não tem me desapontado.Para nós que estávamos acostumados,com o modo Ptista na composição dos ministérios,realmente é uma mudança e tanto.

  11. Militar quando não combate estuda. E este Alte. estudou muito. Tem muito CEO sem um currículo assim.
    .
    O fato dele ter sido Diretor-Geral da DGDNTM, sinaliza que haverá mais foco na produção de energia por usinas nucleares ?

  12. Walfrido, se dê o trabalho de pesquisar a experiência acadêmica e profissional do futuro ministro. Não precisa de muito, basta apenas ler a matéria. Pare de ler só títulos para explanar seus pensamentos ideológicos.

    Você gostava era de Aldo Rebelo ou Jacques Vagner em ministérios né seu danadinho? Ou pior, idêntico ao caso que citou nas comunicações, de um Palocci, médico, no Ministério da Fazenda.

    Por fim, como dito lá encima, você é um, dentre um grupo de uns 5,6 aqui, que não pode ver uma vergonha que já quer passar.

  13. Quem diria que o Brasil tomaria esta direção hein.
    Vocês viram o currículo do Almirante Bento Albuquerque? Excelente!!!
    E pensar que, em outros tempos, a pasta foi ocupada por uma ministra que saudava a mandioca e queria estocar o vento.

      • Nos EUA eles são processados e multados, como deve acontecer mesmo. Quando descobriram o escândalo de Fat Leonard, dezenas de oficiais foram processados. Por exemplo, o Rear Admiral Robert Gilbeau pegou uns 18 meses de cadeia

  14. o EB abocanha os cargos estratégicos, mantendo sua influência no governo que se inicia. a MB ganha um adoçamento com este cargo. Já a FAB vai à míngua política.

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