Home História Malvinas 37 anos – Mobilização da Armada Argentina

Malvinas 37 anos – Mobilização da Armada Argentina

7692
46
Porta-aviões ARA 25 de Mayo

Após o desembarque de fuzileiros navais argentinos na ilha Georgia do Sul no dia 23 de março de 1982 para proteger os funcionários de Davidoff, a junta militar argentina mobilizou as Forças Armadas para a “Operação Rosário”.

Para a retomada das ilhas Malvinas, a Marinha Argentina organizou a Força Tarefa Anfíbia 40 (FT 40). Esta organização naval dividia-se da seguinte maneira:

  • Grupo Tarefa 40.1 – Força de Desembarque
  • Grupo Tarefa 40.2. – Grupo de Transporte
ARA San Antonio
  • ARA San Antonio (NDCC)
  • ARA Almirante Irízar (quebra-gelos)
  • ARA Isla de los Estado (apoio logístico)

Grupo Tarefa 40.3. – Grupo de Escolta

ARA Hercules D28, destróier Type 42 argentino
ARA Hercules D28, destróier Type 42 argentino
  • ARA Hércules (contratorpedeiro Tipo 42
  • ARA Santísima Trinidad (contratorpedeiro Tipo 42)
  • ARA Drummond (corveta A69)
  • ARA Granville (corveta A69)

Grupo Tarefa 40.4. – Grupo de Ações Especiais

ARA Santa Fe
  • ARA Santa Fe (submarino Guppy)

Além da FT 40, também foi formada a FT 20, cujo propósito era dar cobertura à Força Tarefa Anfíbia. A FT 20 estava organizada da seguinte maneira:

ARA 25 de Mayo
  • ARA 25 de Mayo (3 aviões antissubmarino S-2E Tracker, 3 jatos A-4Q Skyhawk, 3 helicópteros Alouette e um SH-3D Sea King)

Grupo de Escolta

ARA Bouchard
  • ARA Comodoro Py (contratorpedeiro)
  • ARA ipólito Bouchard (contratorpedeiro)
  • ARA Piedrabuena (contratorpedeiro)
  • ARA Punta Médanos (navio-tanque)

O Reino Unido não assistia os movimentos argentinos de braços cruzados. Além do envio para a Geórgia do Sul do HMS Endurance com 22 Reais Fuzileiros Navais a bordo, o Governo britânico tomou a decisão de enviar submarinos nucleares de ataque (SSN) para o Atlântico Sul. Esta decisão seria fundamental para as ações bélicas que se seguiram.

46
Deixe um comentário

avatar
13 Comment threads
33 Thread replies
3 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
25 Comment authors
Carlos SoaresFernando TurattiRafael M. F.Márcio AraújoParabellum Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
TeoB
Visitante
TeoB

Por isso que penso que o subnuc é fundamental para nós! um submarino Inglês tirou quase toda a força de superfície argentina da guerra deixando-as atracadas… outra coisa é que se a argentina tivesse uma força de submarinos melhor estruturada e numerosa, mesmo sem um submarino nuclear poderia fazer o efeito contrario e causar a interdição marítima das ilhas, impossibilitando o desembarque naval restando a Rainha somente lançar paraquedistas que são muito mais limitados logisticamente, isso se tivesse coragem de lançar homens sem a certeza de abastecemos posteriormente. Outra lição que vejo nesse conflito foi a dependência argentina dos Franceses… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

“um submarino Inglês tirou quase toda a força de superfície argentina da guerra deixando-as atracadas”
.
Não foi apenas UM SNN, como se propaga nessa lenda urbana…
.
Os primeiros a irem para lá:
HMS Conqueror
HMS Spartan
HMS Splendid
Os três foram separados e cobriram três zonas distintas. Depois outros submarinos foram para lá.

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

E mesmo assim, apesar do trabalho do HMS Conqueror sobre o Belgrano, os demais subs foram incapazes de encontrar e barrar a FT do 25 de Mayo, o ataque argentino que seria o primeiro combate Nae X Nae so não ocorreu, por conta da incapacidade do Nae argentino lançar aviões com carga necessaria de combate…

Humberto
Visitante

Um pouco de preciosismo. Os aviões não foram lançados por problema de velocidade do 25 de Mayo além da falta de vento MAS o afundamento do Belgrano foi determinante para que o PA retornasse a segurança dos portos, então, os submarinos foram preponderantes na guerra. Segundo, não sei se os Ingleses (ou Britânicos no caso) iriam encarar um combate Nae x Nae, eles não podiam se dar ao luxo de perder um PA. No mais, temos que contar que as camadas de proteção do grupo naval Britânico era bem mais poderoso que o da Argentina. Os skyhawks teriam que vencer… Read more »

ECosta
Visitante
ECosta

O 25 de Mayo estava prestes a atacar o PA inglês. Eles sabiam aonde o PA inglês estava. Foi localizado por um S2E-Tracker. Quando a operação já estava montada já haviam perdido o PA inglês e a falta de vento impediu a decolagem dos Skyhawks. Como o Belgrano havia sido afundado a frota resolveu retornar para o porto. Já tinha um SSN na cola deles.

Rafael M. F.
Visitante
Rafael M. F.

Perdoe o preciosismo, mas a FT britânica foi encontrada por um P-2 Neptune, não por um S-2

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

Foi não Mestre Rafael….foi um S2 mesmo….

Foi exatamente por isto que o Comandante Britanico sabia e entendeu a estrategia de ataque.

Quando uma das fragatas foi iluminada pelo radar do avião argentino, a biblioteca MAGE identificou que aquele sinal era de um S-2….

O Almirante Woodward concluiu que se era um S-2, então era porque o Nae argentino estava proximo

André Macedo
Visitante
André Macedo

Carvalho, o Belgrano foi afundado por falha das escoltas que tinham o sonar desligado e por diversas outras falhas como não manter o zigue zague na rota…

Dalton
Visitante
Dalton

Seu comentário André, me fez lembrar da declaração do comandante do submarino japonês que torpedeou o USS Indianapolis durante o julgamento depois da guerra, que não teria feito diferença nenhuma se o cruzador americano estivesse ziguezagueando.
.
Apesar de estimado por toda a tripulação sobrevivente, o comentário do comandante japonês não adiantou de nada… a US Navy queria um “bode expiatório” e o comandante do cruzador
foi um alvo fácil e anos depois cometeu suicídio.
.
Quanto aos escoltas do cruzador argentino, não eram páreo para um moderno submarino de ataque de propulsão nuclear .

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

Grande Mestre Dalton,

E esta referencia me fez recordar o excelente filme de John Wayne (In Harm’s Way)…onde ele faz o papel calcado nesta historia…Pearl Harbour atacada e ele recebe ordem de interceptar a frota japonesa com quase nenhum recurso e combustivel…acreditando que é uma missão suicida, parte para cima e abandona o zigue zague para economizar combustivel…quando entao é torpedeado….mas a historia continua e o cara se safa da corte marcial e depois de uma geladeira….briga em guadalcanal como yamato…..apanhou e quase morreu…mas..bom…tem de assistir…

Fernando Turatti
Visitante

Literalmente tem um filme chamado uss indianapolis, bem recente com o Nicolas Cage. Vale a pena.

ECosta
Visitante
ECosta

A Argentina teria ganho a guerra se tivesse recebido mais exocets. Infelizmente a guerra começou antes. A esquadra inglesa seria expulsa ao perder muitos navios. Seria um grande vexame.
Impressiona demais nossa FAB ou aviação de nossa marinha retardar tanto a implantação destes tipos de mísseis em suas aeronaves de asa fixa.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Felizmente né, a derrota argentina trouxe de volta uma vida política democrata, mesmo com varios problemas e desfuncional e nos livrou de uma potencia agressora no nosso flanco sul.

Carlos Soares
Visitante
Carlos Soares

Lembrando que os Exocets foram desativados pela França, com o uso de um bug que alterava o comportamento do dispositivo (algo que todo país que vende uma armamento de primeira faz, no caso de ser atacado por sua propria arma vendida a outro pais). Fizeram isso depois que a ONU determinou que ninguem fornecesse armamento à Argentina. Foi necessario muito trabalho dos tecnicos eletronicos argentinos da FA para reverter este processo (um amigo meu argentino disse que trabalhou nisso). Alias, a fama de fornecedor de armas da França foi muito abalada nos anos 80 por isso, afetou muito os seus… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Complicado isso!
Se vocêvai começar uma guerra com algum pais que faça parte do bloco de países que te fornecem armas, você tem que ter dispisição para:
1- Fazer um bom estoque de munições para se manter durante a guerra. ( se espera que dure 1 mês, compre munição para 3).
2- comprar armas e munições do bloco de países concorrentes.(União soviética), antes de iniciar a guerra.
3-Estar disposto a comprar armas e munições do bloco concorrente,(União Soviética) pois vai sofrer embargos por anos.
4- Construir suas próprias armas e munições.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

No papel, uma FT impressionante.
Na prática, subs da WWII que mal podiam submergir, aviôes com pouca autonomia sobre as ilhas e navios com pouca manutenção.
E tudo isso correu pro porto mais próximo quando o 1° sub nuclear britânico chegou.

Humberto
Visitante

Willber,
Os Argentinos possuíam submarinos modernos como o ARA San Luis (Type 209) e os aviões e navios (type 42) eram bem mantidos.
Pouca gente lembra, mas as Forças Armadas da Argentina eram os mais poderosos da época na AL.
Eles foram para os porto somente depois do afundamento do Belgrano, no fundo, não tinham muito o que fazer.
Não ache que foi um passeio para os Britânicos.

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Vou tentar achar o link e postar, mas e a tripulação argentina trocando os fios dos torpedos, fazendo com que eles não explodissem? E o Belgrano, que nunca detectou que estava sedo seguido por um sub britânico até o último segundo?
Embora eu concorde que a Royal Navy tambem teve sua cota de erros naquela guerra.

Humberto
Visitante

Erros acontecem Willber, se os submarinos Argentinos foram ineficientes para usar os torpedos (sim, já li sobre a ligação incorreta dos torpedos, principalmente por falta de treinamento) eles eram considerados perigosos pelos Britânicos, corre a lenda que esgotaram os estoque de torpedos leves da Royal Navy na tentativa de afundar os submarinos. O que foi imobilizado o foi la nas ilhas Georgia do Sul, este sim, um submarino obsoleto. Mas a marinha argentina foi brava (os ataques dos A-4), usaram muito da criatividade (temos exemplos de exocet adaptado para defesa costeira) além de profissionais (como os ataques dos Super Etendard),… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Há controvérsias quanto a qual força armada seria a mais poderosa da América Latina em 1982…na minha opinião eram as brasileiras mais numerosas inclusive e comparando apenas as marinhas se tem: . Em 1982 a marinha brasileira tinha 8 submarinos, incluindo 3 modernos “Oberon” e 2 “Guppy III”, contra 2 modernos”209″ e um “Guppy II”. . A marinha argentina tinha como seus principais navios modernos 2 “destructors” T-42 com mísseis “Sea Dart” de “longo alcance”, dos quais até 22 podiam ser embarcados e que foi considerado insuficiente e mais tarde aumentado para 40 em uma versão posterior para a Royal… Read more »

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

Concordo integralmente. Os argentinos podiam contar com alguns itens mais modernos, mas o balanceamento de material brasileiro era bem mais equilibrado. Não só estávamos muito mais preparados para guerra submarina, como tambem contavamos com força submarina muito superior. Cabe destacar os riscos de desequilibrios de um unico SSK mal e mal operacional causou a frota britanica. Não tinhamos o exocet aero lançado, mas bem ou mal, foram apenas 5….ja de nosso lado…a enorme diferença de tubos de torpedos a nosso favor fariam muita diferença. Outro ponto, ja postei antes….em que pese a superioridade argentina de sua força aerea sobre a… Read more »

ECosta
Visitante
ECosta

Imagino que o 25 de Mayo foi o mais preparado porta-aviões existente na América do Sul em todos os tempos pela variedade de aeronaves, que para época me parecem ser bem modernas.
Os navios da classe do ARA Santísima Trinidad deve ter sido o mais moderno da região, com os seus Sea Dart.
É uma pena que os torpedos do ARA San Luis tivessem sido montados errado e a Argentina só contasse com um único submarino 100% operacional no conflito.

Márcio Araújo
Visitante
Márcio Araújo

Uma pena nada, jovem! Ainda bem que os mancebos argentinos fizeram traquinagens e se auto sabotaram, pois reduziu-se a guerra e, consequentemente, as mortes então vindouras. Pax!

Dr. Mundico
Visitante
Dr. Mundico

Apesar da grande quantidade de barcos envolvidos, a situação técnica e operacional da armada argentina era algo entre o inadequado e o incapacitado. Barcos avariados, sistemas e armamentos desatualizados, manutenção duvidosa, enfim, todo um estado de coisas que revelava o amadorismo e a improvisação reinantes. Não lembro ao certo o nome, mas houve caso de submarino argentino que perdeu todos (ou quase todos) os torpedos lançados por…falta de manutenção! Não se ganha uma guerra apenas com valentia, sacrifícios e atos de bravura. Isso fica muito bonito e comovente nos livros, nos necrológios e nos documentários, mas o que faz o… Read more »

Munhoz
Visitante
Munhoz

O que ocorreu neste caso foi a falta de visão dos militares argentinos e a falta de entrosamento entre a marinha e a força aérea, com os caças da força aérea tendo pouco experiencia no combate aeronaval !

Infelizmente nossos militares não aprenderam muito com os hermanos pois nossos AMX são voltados para o continente enquanto a principal área de risco é o mar, enquanto a FAB tiver este pensamento nossa defesa sempre estará defasada !

Augusto L
Visitante
Augusto L

Nosso maior problema e nas fronteiras terrestres (vide a Venezuela), não uma ameaça vinda do mar, talvez no futuro, com o crescimento naval Chinês.
Tirando isso uma ameaça marítima so viria se o Brasil virasse um Rogue no cenário mundial como os militares loucos da junta militar fizeram com à Argentina, o que não é o caso do Brasil

Munhoz
Visitante
Munhoz

Amigo, tenha noção do que vc esta falando ! No nosso caso o mar é a área de maior risco, já tivemos atrito com a França nos anos 60, e teve aos Malvinas ao nosso lado, é uma área que depende exclusivamente de meios pesados como caças, navios e subs, na Amazônia são os soldados fazem a guerra, e os países mais armados pensariam duas vezes antes de intervir numa região de selva onde seus soldados nem estão aclimatados e seus meios mais pesados não fariam diferença, já a Venezuela é um pais bem mais fraco que o nosso (ganha… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Sim, no caso da guerra da lagosta, estavamos errado, se o brasil tivesse agido certo e diplomaticamente não teriam essa crise, ou seja, foi o que eu falei, se o Brasil não for um rogue no cenario mundial não tera perigo, salvo dos chineses em um hipotético futuro.
E o caso das Malvinas é a mesma coisa, foi a Argentina que invadiu, ela que criou a crise, e se lascou, bem feito, se ficasse quieta no seu canto sem agredir os outros, como fez contra o RU, não teria nenhuma ameaça externa, simples assim.

Munhoz
Visitante
Munhoz

Se for para pensar deste jeito, não precisamos de forças armadas !

Nossas reservas de petróleo ficam no mar !

Vc pensa de um modo, com se fossemos os reis da cocada preta, temos poucos recursos e deveríamos saber como aproveitar !

Um caça como o AMX não poderia ter um estoque de uns 100 misseis anti navio e ser mais multi funcional ?

Treinando para atacar alvos no mar e em terra se necessário ?

Quanto gastaríamos para ter isto ?

kemen
Visitante
kemen

No que se refere ao mar litoral, os P-3 Orion estão ai com misseis Harpoon, é o que foi possivel comprar, no que se refere a porta aviões, creio que a Marinha ainda esta tentando obter recursos para conseguir fragatas, dpois quem sabe…

Ricardo Azevedo
Visitante
Ricardo Azevedo

Na Guerra Marítima moderna navios grandes como Porta Aviões são alvos a ñ ser que tenha uma super esquadra para proteger. É jogar dinheiro fora. Vamos focar nos submarinos e navios de patrulha. Aviões na marinha, só baseados em pequenos aeroportos na Costa muito bem armados de modernos mísseis .

jodreski
Visitante
jodreski

O Futuro da aviação fixa da MB é operar os P-3 e seus substitutos, mas uns afirmam que ela mesma não quer essa função por não ter como manter as aeronaves voando.

peter nine-nine
Visitante
peter nine-nine

É desnecessário, na minha opinião, dotar um ramo militar com meios que outras forças já operam. Vejamos, se a Força Aérea é a instituição predominante na operação de meios de asa fixa e rotativa, para quê criar segundas cadeias de operação? Do ponto de vista operacional e económico é contra-procedente, pelo menos em forças que não contem com grandes orçamentos. A Marinha é a instituição militar mais bem dotada para operar nos mares, o exército em terra e a Força Aérea no ar, é desnecessário estar a repetir capacidades que outros ramos poderiam e podem cumprir com mais eficiência, principalmente… Read more »

PauloSollo
Visitante

Peço que me expliquem o termo “retomada das ilhas malvinas” que está no texto, já que estas Ilhas jamais pertenceram a Argentina. Apos a curta permanência de espanhóis e franceses, as Falklands sempre pertenceram e foram habitadas por ingleses, portanto o termo correto seria “invasão das Falklands”.

Kemen
Visitante
Kemen

Engana-se o colega, parece que andou lendo versões britanicas…leia o que se apresentou na ONU, documentação para pleitear a reivindicação argentina desde o inicio da reivindicação. As forças britanicas ocuparam a ilha que já fazia parte da Argentina. A Argentina tinha obtido a sua independencia fazia alguns anos e não tinha forças navais para retoma-las, estava tratando da formação do novo pais. Naquela época as ocupações de territorios de outros até era aceitavel, inclusive na Europa, era uma questão de quem era o mais forte, simples assim. Foi em 2 de janeiro de 1833 que o capitão John James Onslow,… Read more »

CB Vicente
Visitante
CB Vicente

Rapaz e imaginar que um dia a Armada Argentina foi a maior é mais poderosa do continente sul americano, é hoje mal consegue patrulhar seu Mar territorial. resultado de quererem brincar de guerra com uma das maiores forças navais na época ” A Royal Navy” perderam a guerra,perderam equipamentos e vidas de militares é perderam a moral por causa de uma ilha.

Renato de Mello Machado
Visitante
Renato de Mello Machado

O certo seria não ter invadido.Mas já que invadiu,tinha de negociar bem negociado um acordo.Nem que fosse um uso compartilhado das ilhas ou coisa assim.Não teria sido derrota se isso tivesse ocorrido.A visão dos militares argentinos, voltando com seus equipamentos e serem condecorados depois de tremenda aventura, seria um moral e tanto.Mas achavam que podiam enfrentar, o de melhor que tinha a OTAN na época para lutar contra as tropas do Pacto de Varsóvia,se lascaram.Pelo menos foram dizimados,esse poderio argentino aliados a sua petulância,poderiam ser usados contra nós.E tirando nossas grandes extensões de terras,nada que tivéssemos poderiam para-los em sua… Read more »

PauloSollo
Visitante

A Inglaterra se prontificou por duas vezes a negociar o uso do território com os argies mas as máfias populistas que governavam a Argentina estupidamente recusaram. Com Macri talvez agora algo do tipo possa ser feito.

pangloss
Visitante
pangloss

Não consigo entender esse movimento do Davidoff, pouco antes do desembarque argentino. Era para estragar a surpresa? Não faz sentido algum.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

As 3 lições dessa guerra:
1-Nunca subestime seu inimigo;
2-Nunca entre numa briga sem preparo;
3- Prepare-se para o pior, se não acontecer esta no lucro.

Augusto L
Visitante
Augusto L

4° lição : Não saia por ai agredindo qualquer pais só pq voce acha que seu pais deve ser visto como Phufetencia ! Uso da forca deve ser usado contra ameaças nacionais e a defesa dos mais criticos interesses nacionais. 5° lição: Saiba definir quais sao seus interesses nacionais e saiba se comportar no cenário mundial apartir disso, para que não tenha que agredir outros pais sem uma clara necessidade. Essas são as mais valiosas lições das Malvinas e da Guerra da lagosta tbm. As lições a serem lembradas não são a de estar preparado mas sim não entrar em… Read more »

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

Foi tudo um blefe….e o blefe explica todo o efeito borboleta subsequente…. Havia plano argentino de invasão….mas não havia plano de defesa…o plano do dia seguinte….para a hipotese dos ingleses desejarem tal como foi, resolver no braço… Isto explica porque apesar de um plano tão audacioso, sequer sua propria frota de submarinos estivesse operacional… isto explica porque sequer deram um disparo de treino real com torpedos antes da ação…e perceberem que estavam trabalhando os torpedos de forma errada… isto explica porque a pista não foi prolongada nos aerodromos das ilhas….. isto explica porque, apesar de ser uma ação naquele momento… Read more »

pangloss
Visitante
pangloss

Carvalho2008, esse movimento de pinça da esquadra argentina, que você mencionou ao final de seu post, foi algo realmente primário e amador.
Se tudo tivesse funcionado, os navios argentinos teriam enfrentado um adversário mais numeroso, mais moderno, mais bem treinado e melhor equipado.
Creio que o número de mortos seria superior ao do afundamento do Belgrano.
Os argentinos dependeriam demais da sorte, nessa manobra.

carvalho2008
Membro
Noble Member
carvalho2008

sim…provavelmente….mas é a conta do dever…. provavel a guerra naval fosse perdida sem duvidas, mas em se considerando o eventual desgaste e danos de alguns navios britanicos, mesmo que apenas as fragatas, haveria boa possibilidade de estas perdas somadas aquelas inflingidas pelas Força Aerea, seriam suficientes para inviabilizar a operação britanica de invasão ao seu final….devemos lembrar que as perdas britanicas ficaram apenas na conta da força aerea…. havia tambem o mito de que talvez o belgrano fundeasse e se movintasse nas baias entrecortadas das ilhas. Isto inviabilizaria ser atacado por misseis britanicos e seria obrigatorio ataca-lo apenas com bombas….com… Read more »

pangloss
Visitante
pangloss

Sim, havia muitas variáveis a ser consideradas. Mas eu acho que essa potencialidade de uso do Belgrano fica só no discurso argentino, talvez para não admitir que usar aquele navio obsoleto, naquele TO, exporia a tripulação a risco acima do razoável.
O que poderia ensejar muitas ações de reparação, na Argentina.
Não me parece crível que o Belgrano pudesse causar tanto temor à esquadra britânica.

Parabellum
Visitante
Parabellum

– Sem PA a retomada das ilhas ficaria bastante prejudicada; – Os PA ingleses garantiram a supremacia aérea; – Apesar de possuir PA, a Argentina ensaiou uma fustigada que na minha opinião, se tivesse havido contato, seria uma operação suicida, com a perda do PA argentino, em troca de um PA inglês ou mesmo de algum possível dano. Uma posição clara de inferioridade argentina. Não permaneceram na caça; – Os subnuc não impediram a saída da esquadra. ????? Qual era a sua missão? Ou localização. Ou ninguém esperava por isso; – Apenas um sub diesel-elétrico (Ah, sempre eles) deixou a… Read more »