Home História Naval Malvinas 37 anos – ‘O Império Contra-Ataca’

Malvinas 37 anos – ‘O Império Contra-Ataca’

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HMS Hermes deixando a Inglaterra rumo às Ilhas Falklands, em 5 de abril de 1982
HMS Hermes deixando a Inglaterra rumo às Ilhas Falklands, em 5 de abril de 1982

No dia 5 de abril de 1982, três dias depois da invasão das Ilhas Malvinas/Falklands por forças argentinas, o Reino Unido despachou uma Força-Tarefa liderada pelos porta-aviões HMS Hermes e HMS Invincible para retomar as ilhas, ao mesmo tempo em que ocorriam negociações diplomáticas para uma solução pacífica.

A invasão argentina das ilhas foi condenada pela Conselho de Segurança na ONU na resolução 502. A resolução solicitou a retirada imediata das forças argentinas das Ilhas Malvinas/Falklands e a solução pacífica da disputa.

Despachar uma Força-Tarefa em tão curto espaço de tempo foi uma conquista notável. Foi o resultado de uma cooperação estreita entre a Royal Navy, a Marinha Mercante, o Royal Dockyards e os portos comerciais, os depósitos e organizações de transporte do Ministério da Defesa e Indústria.

A Força-Tarefa teve que ser estocada e provisionada por pelo menos três meses no mar.

Muitos dos navios mercantes exigiram extensas modificações para prepará-los para o novo papel.

Eventualmente, mais de 110 navios foram desdobrados. Estes incluíram 44 navios de guerra, mais 22 da Royal Fleet Auxiliary (RFA) e 45 navios mercantes, cujas tripulações civis eram todas voluntárias.

HMS Invincible deixa o porto a caminho das Falklands
Capa da revista Newsweek com o HMS Hermes a caminho do Atlântico Sul em abril de 1982
Capa da revista Newsweek com o HMS Hermes a caminho do Atlântico Sul em abril de 1982

As Ilhas Falklands ficam a 8.000 milhas a sudoeste do Reino Unido e mais de 3.500 da Ilha de Ascensão, mas a apenas 400 milhas do continente argentino.

A força-tarefa precisava ser auto-suficiente em comida, água, combustível, munição e todos os outros equipamentos militares que pudesse requerer. Transportes sólidos e arranjos logísticos eram vitais.

Os navios da RFA e da Marinha Mercante e as aeronaves de transporte da RAF formaram o cabo salva-vidas da força-tarefa.

Navios mercantes transportaram 9.000 militares, 100 mil toneladas de carga e 95 aeronaves para o Atlântico Sul.

A linha de suprimentos forneceu 400 mil toneladas de combustível.

Os navios da RFA transferiram munição, carga seca e combustível em mais de 1.200 ocasiões e realizaram mais de 300 transferências por helicóptero.

As forças britânicas estabeleceram uma base avançada na Ilha de Ascensão, para a qual a Royal Air Force moveu mais 5.800 pessoas e 6.600 toneladas de carga em mais de 600 surtidas de C-130 Hercules e VC10.

Os C-130 também realizaram mais de 40 lançamentos aéreos de carga para a força-tarefa, que demandaram reabastecimento em voo e missões de mais de 25 horas.

Esse enorme esforço logístico possibilitou aos navios de guerra e aeronaves da força-tarefa operarem continuamente sem precisar retornar para bases distantes a fim de obter provisões.

HMS Intrepid sendo reabastecido a caminho das Falklands
Pintura retratando a força-tarefa britânica enviada para recuperar as Falklands

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Jean Yuri de Sousa FreitasElisaSouzaMatheus SilvaLeonardo Recent comment authors
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Favaratti
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Favaratti

Os argentinos foram muito burros. Deveriam entupir as Malvinas com muito mais soldados mísseis, canhões, etc. Tinham tempo pra isso. Iria complicar muito a armada britânica.
,

horatio nelson
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horatio nelson

sou contra tudo q diz respeito a argentina nesse assunto e tenho orgulho da humilhação sofrida pela argentina e da vitoria de sua majestade…porém eles deveriam ter feito apenas 1 coisa… aumentar a pista de pouso de port stanley assim caças poderiam operar de lá…isso já bastaria…supremacia aerea é tudo no to…e mesmo q os sea harrier tenham abatido os mirage não creio q fossem superiores aos mirage na epoca…

horatio nelson
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horatio nelson

o proprio herói e genio militar woodward q DEUS o tenha em bom lugar admitiu isso tbm

Heli
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Heli

Foi tudo muito depressa, faltou planejamento, deveriam sim terem feito isso. Porém, avião não voa sem combustível e como os argentinos iriam abastecer o aeroporto de Stanley a medio e longo prazo? Com que meios? O bloqueio dos submarinos nucleares da RN nao permitiria. Claro que tal medida complicaria ainda mais a situação dos britânicos, que na verdade foi bem delicada (há um documentario em ingles no Youtube chamado How Close To Defeat, mostra como foi suado pros britanicos -imagina se as bombas que atingiram varios navios mas não explodiram tivessem explodido?- mostra também que a Argentina poderia ter alongado… Read more »

Matheus Silva
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Matheus Silva

Na verdade a cúpula argentina nem cogitava que os ingleses iriam enviar uma força militar.

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Favaratti, os argentinos acharam que o Reino Unido, com suas obrigações com a OTAN, em plena Guera Fria, iria sentar à mesa para negociar. Esqueceram de que quem mandava na época era a Dama de Ferro!!!

Robert Smith
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Robert Smith

Aonde estava os submarinos Argentinos? se tivessem utilizados seus submarinos contra os navios que traziam suprimentos para a força tarefa a coisa poderia ter sido diferente. Isto dito, ainda bem que não o fizera! Já pensou se a Argentina derrota o Reino Unido? Já se acham a melhor coisa que Deus pois na terra… no mínimo iriam querer invadir o Brasil…o Chile… Paraguai…

Enes
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Enes

Os submarinos argentinos tinham sérias avarias o que dificultava as operações, só para dar exemplo, um sub argentino não podia mergulhar, o que mergulhava e estava no TO, disparou alguns torpedos sobre alguns alvos ingleses, porem os torpedos simplesmente não explodiam. já o Santa Fé foi posto a pique por um sea skua lançado por helicóptero inglês enquanto estava na superficie. e sim, eles poderiam tentar invadie o sul do Brasil.

Enes
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Enes

Invadir.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Os argentinos foram para guerra com apenas metade dos misseis anti-navios que compraram e não compraram muitos não. Acho que foi 2 duzias.

Guilherme Poggio
Editor
Noble Member

É interessante observar que o título da capa da revista Newsweek, mostrado na foto acima, faz uma associação com um filme que estava em moda naquela época. “Empire strikes back” também era o nome do segundo filme da série Guerra nas Estrelas (“O Império Contra-ataca”). O filme foi lançado em 1980 e guerra ocorreu em 1982.

Elisa
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Elisa

…e comprado mais exocets. Poderiam ter gasto um pouco mais…realmente, poderiam ter complicado mais a vida dos britânicos. Ficou nítido que fizeram tudo de última hora , acreditando que os ingleses não teriam coragem de se deslocar tão longe…

Elisa
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Elisa

Mas um fato chama a atenção: os britânicos também tiveram dificuldades em se deslocar. Precisar de apoio de navios mercantes improvisados e não ter um plano de ação pronto para qualquer situação de invasão de quaisquer de suas possessões expôs muito as limitações das forças britânicas na época…E tudo ainda em plena guerra fria… uma marinha desse porte e com tanto histórico e experiência poderia ter ficado sem essa….

Leandro
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Leandro

Em 3 dias os britânicos planejaram o que os argentinos não conseguiram em meses……

FERNANDO
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FERNANDO

Na realidade, a Junta Militar na Argentina, não acreditava que a Inglaterra fosse deslocar um força aeronaval para enfrenta-los.
Achavam que eles iriam negociar.

Chevalier
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Chevalier

Subestimar o inimigo. Acho que é o erro militar mais básico de todos…Tá loco…

ednardo curisco
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militarmente foi um festival de erros. em qualquer academia militar séria um aspirante seria reprovado se fizesse um serviço tão porco como fez o alto comando hermano.

mas o maior e mais absurdo erro foi diplomático. Como cito sempre em postagens, puxaram o rabo do leão inglês e achou que ele só miaria. contou com amigos na Onu que nunca teve e achou que os EUA iriam deixar um aliado histórico com quem já derramou muito sangue para apoiar uns caudilhos bons em mandar inimigo tomar banho no meio do Atântico.

Marcos R.
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Marcos R.

E a manobra argentina para levantar a moral de um governo enfraquecido funcionou perfeitamente… Para a Dama de Ferro!

Eduardo
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Eduardo

Por mais que os Argentinos tivessem acertado suas ações nessa guerra e a Inglaterra cometido equívocos, era questão de tempo a rainha ganhar. Era uma força muito superior e mais bem treinada e testada em combate.

Ainda tem que se considerar que no quesito munições (mísseis e etc) a Inglaterra era muito superior. E, mesmo longe de casa, foram muito melhore na intendência também. O pobre militar argentino sofreu até com a fome em combate.

ednardo curisco
Visitante

mesmo que os hermanos vencessem (o que era sim possível), como iriam manter as ilhas?

iriam sofrer severas sanções econômicas e uns 2 subs nucleares ingleses patrulhando as ilhas iria mandar para o fundo do mar qualquer navio que viesse trazer ou recolher equipamento militar. Só isso já a inviablizaria a manutenção de tropas argentinas na área, o que já vinha acontecendo.

a pista nunca foi esticada porque, quando decididarm fazê-lo, os subs ingleses já não deixava navios com suprimentos chegarem.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Na verdade não era exatamente possível os Argentinos vencerem. Era possível adiar a retomada das ilhas pelos britânicos, mas vencerem, não era. O máximo que eles conseguiriam seria sair das ilhas por conta própria, cedendo terreno conquistado. Mas vencer, não vejo como poderiam.

Munhoz
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Munhoz

Neste ponto devo discordar, se os caças argentinos tivessem regulado corretamente as bombas vários navios teriam afundado tornado a guerra insustentável para os ingleses e abrindo o caminho para o ataque contra os porta aviões. Os caças argentinos eram mais rápidos e potentes que os Sea Harrier e poderiam ter usado essa vantagem em táticas corretas de aproximação neutralizando a vantagem do AIM 9L, eles cometeram erros de formação e aproximação por isso perderam o combate aéreo. Se tivessem um estoque maior de Exocet, poderiam ter atacado mais navios . Na verdade os ingleses passaram um cortado, se os hermanos… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Munhoz, vou sustentar minha posição. Os caças argentinos perderam os combates aéreos por diversos fatores, sendo o principal deles a falta de autonomia. Eles tinham muito pouco tempo para sobrevoar as ilhas. Os Mirage IIIEA e os Dagger nem mesmo tinham sondas de reabastecimento aéreo e portanto, salvo engano foram equipado com seus mísseis ar-ar em apenas uma ocasião. A falta de autonomia obrigava as aeronaves Argentinas à utilizarem rotas diretas até as ilhas, o que tornava sua aproximação incrivelmente previsível, tornando possível posicionar os Sea Harrier (também de pernas curtas) em CAP em locais onde poderiam rapidamente se moverem… Read more »

Munhoz
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Munhoz

O que ocorre na contabilização é o seguinte, se vc calcular que as bombas que atingiram os alvos explodissem os ingleses teriam pesadas baixas mas mesmo assim iriam continuar; no entanto se vc calcular por exemplo que um único navio recebeu 9 ataques e não afundou vc vai deduzir que se este tivesse recebido um único ataque e já tivesse afundado, sobraria outros 8 navios para serem atacados e de imediato ainda abriria caminho para os alvos mais tentadores , ou seja se as bombas tivessem sido lançadas e programadas corretamente os ingleses teriam sofrido baixas imensas e seria muito… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Sim, Munhoz, mas isso ilustra outro grande problema dentro das FFAA Argentinas: a falta de informações sobre o inimigo e falta de comunicação entre si. Cada força Argentina era seu próprio feudo e cooperavam muito pouco entre si. Ao mesmo tempo, os meios de coleta de informações eram extremamente limitados e os pilotos não tinham informações muito recentes acerca dos alvos que atacariam em seus ataques. Quando os pilotos Argentinos decolavam, sabiam a posição onde encontrariam navios, mas não sabiam da disposição, número e tipo de navios. Sabiam que encontrariam fragatas e provavelmente navios de desembarque, mas não sabiam exatamente… Read more »

Fernando
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Fernando

Não se ganha guerra com ‘se’ e sim, com resultado, a Argentina erê e é infinitamente inferior a Inglaterra, esse guerra não foi calculado o resultado militar, porque se fosse a Argentina jamais teria iniciado, o que foi calculado, foi o resultado político, pois a Argentina passava por uma situação delicada politicamente, envolvidos em corrupção e o governo estava sem popularidade, onde, tentou através dessa guerra, tocar no sentimento de nacionalidade do povo, para reerguer o poder político, por isso não minha opinião era uma guerra fadada ao fracasso, como ocorreu.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Ops… esqueci de postar os links com as informações que falei:

Navios perdidos e danificados:
http://www.naval-history.net/F62-Falklands-British_ships_lost.htm

Ordem de batalha:
http://www.navweaps.com/index_oob/OOB_Other/OOB_Falklands_1982.php

Não gostei muito desse site com a ordem de batalha, mas está valendo ainda.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Talvez, se tivessem se prelarado melhor e ter comprado mais exocetes e torpedos melhor. Afundar um PA e uma duzia de navios mercantes, talvez faria a opinião pública se perguntar se vale a pena.

ednardo curisco
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SE (o inferno dos SE’s) a Força Aérea tivesse previamente alertada da invasão (que foi bolada especialmente pelo Exército e Marinha), poderiam ter: – feito melhores ajustes nas bombas (há excelentes artigos aqui no PN sobre isso) – preparado pistas de pouso para seus aviões. Só isso teria mantido os PA ingleses e a força tarefa numa dura saia justa e fazerem os Harriers operarem de ainda mais longe. Só estes 2 elementos já poderiam ter mudado o rumo da guerra, posto que os aviões argentinos esticariam em pelo menos uns 300km seu raio de ataque e pelo menos 4… Read more »

ednardo curisco
Visitante

e olha que nem entrei nas barbeiragens do alto comando das tropas em terra nas ilhas. Se eles tivessem um comandante de verdade teriam combatido as tropas inglesas já pelo meio da ilha e poderiam sim ter impedido o avanço dos comandos.

mas os caudilhos estavam lá só blefando e empurram a guerra até onde deu.

pior para as centenas de mortos e milhares de feridos dos 2 lados.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Aviões de transporte?

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Aviões de transporte hercolés posaram lá, e em ultimo caso, lançamento de paraquedas. A FAB fez muito isso no meio da Amazonia.

Marcelo R
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Marcelo R

A grande falha dos britanicos foi desativar em 1979 e desmontar em 1980 o R 09 HMS Ark Royal, pois este era o ultimo grande porta avioes britanico e o unico que tinha condições de operar os F 4 Phantons, o outro era o R 05 Eagle que foi desativado em 1972 e serviu suas peças para o Ark Royal por mais uns anos depois. A inteligencia britanica com base nas movimentações dos argentinos deveria percebido e providenciado a manutenção estratégica deste navio, pois com ele teria sido muito mais facil pegar de volta as ilhas Malvinas….

Dalton
Visitante
Dalton

Marcelo…
.
não foi um erro. Em um livro que tenho “Ark Royal IV” há uma descrição de como era difícil e caro mante-lo , tanto que nem mesmo foi para a
reserva para ser reativado tempos depois se necessário…como por exemplo
ocorreu com o “Bulwark” que foi trazido à vida brevemente após a retirada
do “Ark Royal” até a entrega do “Invincible” em 1981, ou seja, não era viável
nem mante-lo até 1981.

Vitor
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Vitor

Elbit Systems of America is getting closer to its first flight of refurbished Grumman C-1A aircraft for the Brazilian Navy The aircraft is getting a total overhaul with new avionics, auxiliary power units, and communication systems Elbit Systems of America (ESA) is targeting September for the first flight of a refurbished Grumman C-1A Trader aircraft that the Brazilian Navy (Marinha do Brasil) will use for carrier onboard delivery and air-to-air refuelling (COD/AAR). Darin Nielsen, ESA vice-president and site lead for sustainment and support solutions in San Antonio, Texas, told Jane’s on 4 April at the 2019 LAAD Defence and Security… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

The article compares the C-1A/KC-2 with the KC-46, which is beyond stupid. The article also mentions that the KC-2’s will be used for carrier-on-board delivery (COD), a role which it will never fulfil due to the fact that we no longer have an Aircraft Carrier in service and won’t have any for quite some time. Decades, at least.

Either way, the KC-2’s might be useful for something. Especially if they’re able to resupply isolated garrisons, make air drops and, obviously, refuel naval aircraft, both A-4’s and helicopters. Anyway… cheaper than paying for a breach of contract, it seems.

Vovozao
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Vovozao

05/04/19 – sexta-feira, btarde, continuo insistindo, a Inglaterra ganhou está aberta, por viver eternamente em estado de alerta, sempre com suas FA, preparadas para um ataque inimigo, tanto que 3 dias após o ataque já estava enviado sua armada para contra-atacar. Enquanto isso nos só temos ”amigos” que nunca a irão nos atacar, para que investir em FA, vamos gastar está verba em cocktail, e, melhor, e agora vemos a Venezuela ( Maduro) falar grosso e nos colocarmos o rabinho entre as pernas. Se estivéssemos preparados eles estariam miando fininho, ou, vocês acham que eles não tem espiões e sabem… Read more »

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Os argentinos se esqueceram que a Royal Navy, mesmo com os cortes orçamentários na época, era a mesma Royal Navy que venceu em Trafalgar, venceu a grande armada de Napoleão e Espanha, ajudou a criar um dos maiores impérios da história, e combateu 2 guerras mundiais.
E pra piorar, esqueceram que quem estava na cadeira de 1° ministro da época era ninguem menos que Margareth Tatcher.

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

se 25 bilhões de dólares por ano(com o dólar valendo 4 reais) não é investir o bastante, honestamente, nada mais é pra um país pobre como o nosso.

Humberto
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Humberto

Meu caro, não sei de onde vc tirou este número, de repente vc está
Confundindo orçamento com investimentos. Uma boa parte do orçamento são custeio, salários, pensão etc e não investimento.
Abraços

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Sempre que você observar qualquer orçamento militar ao redor do globo ele é a soma de custeio, ativos, inativos e aquisições. Sinta-se a vontade para procurar listas em que confie de orçamentos militares ao redor do mundo.
Mas se quiser apenas o valor que eu referi do NOSSO ministério da defesa, fica aqui a fonte: https://www.defesa.gov.br/orcamento

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

fica aqui uma recomendação importante(alerta de PDF) https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwipnbvkw7rhAhVDHLkGHb8MAkkQFjACegQIAxAB&url=https%3A%2F%2Fwww.ukpublicspending.co.uk%2Fuk_national_defence_analysis&usg=AOvVaw0d02rWGhlCPsVD_ngLxorW
ness
Aí você encontra alguns dados interessantes sobre os gastos do Reino Unido. Valor total, comparação com a OTAN, as metas da OTAN, que incluem: 2% do PIB em defesa(temo 1,5%), enquanto sugerem também 20% do orçamento militar para equipamento. Aqui 83% do orçamento vai só para pessoal e inativos, enquanto míseros 11,3% vão para aquisições. Não adianta colocar mais água num cano furado, deve-se antes consertar tal cano

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

errata: acabei por alguma razão copiando o link errado(nesse aí, que nem pdf é, tem o total dos gastos britânicos)
esse é o correto https://t.co/6Huc0FZof0
em tal você encontra os dados aos quais me referi acima.
abraço

Guizmo
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Guizmo

Caramba, que força expressiva….44 navios de guerra. Acho bem duvidoso terem conseguido mobilizar suprimentos para 3 meses de operação em apenas 72 horas. Sempre achei que os britânicos sabiam da operação argentina e esperaram para terem a justificativa perfeita. Thatcher também estava mal internamente, e as FFAA sofrendo com corte de recursos…

Nota mental: O Invencible era horrível….parecia um navio de cruzeiro

Dalton
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Dalton

O USS Yorktown foi preparado para combater em Midway em apenas dois dias
após sofrer danos na batalha do Mar de Coral …há uma certa similaridade
porque conforme um livro que tenho sobre a batalha pelas Falklands, em ambos os casos o esforço foi hercúleo para aprontar navios em tão pouco tempo, mas, situações de guerra exigem isso.

Guizmo
Visitante
Guizmo

Não duvido desse esforço, Dalton. Entretanto é uma enorme força-tarefa que, a despeito de não terem zarpado no mesmo dia, cria uma logística praticamente impossível de viabilizar.
Os EUA em Midway, já estavam em guerra, portanto a máquina estava pronta para agir. Teoricamente, os ingleses, até o dia 1o de abril, não faziam ideia de nada

Dalton
Visitante
Dalton

Guizmo… . a Royal Navy estava sofrendo cortes, mas, ainda se estava em plena guerra fria e havia uma maior quantidade de meios e pessoal do que existe hoje, por exemplo,vários combatentes de superfície que recém haviam completado um exercício com a OTAN estavam prontamente disponíveis, algo impensável hoje quando a Royal Navy conta com apenas 19 combatentes, então não foi ao menos na minha opinião, algo de “outro mundo” a mobilização que ocorreu. . A partir do momento que se recebe uma má notícia, seja as avarias do USS Yorktown ou a invasão argentina, os militares já dão início… Read more »

Mercenário
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Mercenário

Dalton,

Hoje são 19 combatentes de superfície, mas muito mais modernos em relação aos meios argentinos. A distância tecnológica era menor à época.

Ademais, atualmente as ilhas possuem defesas muito mais eficazes, com destaque para 4 Typhoons baseados na RAF Mount Pleasant.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Pergunta: E se a argentina se preocupa-se com sua defesa e indepedência e compra-se 24 Sukois SU 30? Sendo que o PIB argentino e maior que o venezuelano, lo poderiam ter o dobro de tudo o que a Venezuela tem. Nós mesmo, teriamos 4 Vezes mais ou alem.

Dalton
Visitante
Dalton

Um submarino de propulsão nuclear por exemplo era e continua sendo um abismo entre argentinos e britânicos, mas, mais importante, por melhor que seja um navio ele não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. . Eventualmente sai notícia da baixa disponibilidade de meios devido à manutenções/modernizações, missões que deveriam durar 6 meses e acabam estendendo-se por 9 meses, exigindo mais dos navios e falta de pessoal que as vezes é suprida pela US Navy e coisas assim. . Em 1982 a Royal Navy contava não apenas com um número maior de submarinos de propulsão nuclear que hoje, mas,… Read more »

Guizmo
Visitante
Guizmo

Dalton, eu não acredito em teorias conspiratórias, apenas achei a RN extremamente eficiente….vai saber.

Mas se é você que tá dizendo que era uma operação factível para a época, tá dito!

Abração

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Fico imaginando a cara do Galtieri e da junta militar quando descobriram que a frota britânica em peso, com direito a 2 NaE e 4 subs nucleares, tava navegando em direção as Falklands.
Eles se esqueceram QUEM era a 1° ministra britânica na época…

nflopes
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nflopes

Alguns fatos: Se as bombas argentinas que acertaram tivessem explodido, a Inglaterra teria que recuar( palavras do almirante britânico). Se os argentinos tivessem prolongado a pista de pouso, teriam mantido a esquadra argentina mais afastada. Se a Argentina tivesse adiado o ataque, teria recebido mais exocets. Li em algum lugar que os porta-aviões ingleses estavam em processo de venda, acho que para a Austrália. Os argentinos tinham que escolher outros alvos: os transportes de equipamento e pessoal. O almirante inglês afirmou que os equipamentos já estavam necessitando de manutenção, ou seja, com mais resistência argentina o ataque teria que ser… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Se tudo o que é esperado dentro do mínimo que é razoavel, os Ingleses provavel teriam recuado…..e recuar forçaria um empate e acordo forçado….. espera-se que bombas explodam…. espera-se que torpedos sigam o alvo e não fiquem rodopiando perdidos, principalmente quando disparados a queima roupa….o que ocorreu umas 4 vezes…. se for entrar mais ainda no nivel de preparo tatico estratégico do pessoal piora mais ainda…. espera-se que quem tenha um plano de invasão, tenha um plano de defesa ( não tinha)… espera=se que quem vaia luta, coloque em estado operacional seus 4 ssk´s… espera-se que quem vai a luta,… Read more »

Peter nine nine
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Peter nine nine

Carvalho, a questão é que os torpedos não explodiram por falhar o alvo, eles não explodiram porque o próprio procedimento dos argentinos para operalos estava incorrecto, ou seja eles não os sabiam usar. A mesma coisa com as bombas lançadas por aviões, a Força Aérea tinha, na altura, visto a sua doutrina recentemente alterada e as suas valências não supunham operações navais, apenas apoio a forças terrestres. A função de guerra naval era exclusiva da Marinha, e presumidamente deveria ser ela que portanto deveria adquirir as valências necessárias para a guerra no mar, inclusive para a guerra aeronaval. Nesse sentido,… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Corretíssimo Mestre Peter, Mas é exatamente como falei e veja o tamanho do blefe que foi… Os argentinos não precisavam de mais equipamentos ou ferramentas, eles já tinham o necessário….fossem israelenses, os quais sempre tiveram o real planejamento e treinamento de guerra, seria diferente, mesmo usando o mesmíssimo material. O Alto Comando tinha um plano na gaveta, mas é de ficar estupefado constatar que se existe a intenção, por mais dormente que seja, como não deixar o proprio material de prontidão….ou ainda, o treino para seu pessoal…. Pasme, parece que ja havia relatorio do fracasso dos ensaios dos torpedos SST-4… Read more »

Marcio Roberto Conde
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Marcio Roberto Conde

Em todos os comentários sobre a guerra das Malvinas ninguém comentou que o Brasil estava se preparando para intervir, pois os piratas já tinham invadido território aéreo e marítimo, tanto é que existem relatos de que um navio inglês tenha sido retido no nordeste se não me falha a memória. O meu tio estava no exército no momento do conflito e ele disse que levaram ele para o sul para ir se aclimatando ao clima frío das ilhas. Sem contar que os chilenos deram posicionamento das tropas argentinas.

Recce
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Recce

Um dos mitos mais difundidos sobre a Guerra das Falklands (também chamada de Guerra das Malvinas), é de que os argentinos perderam pois enviaram apenas recrutas mal treinados e equipados ao invés das suas tropas de elite, que ficaram no continente aguardando um possível conflito com o Chile. É verdade que a maior parte das tropas argentinas eram recrutas com pouco tempo de treinamento, mas nem todas as unidades que combateram lá tinham baixos níveis de operacionalidade. Em Mount Longdon (um dos engajamentos mais duros), os britânicos enfrentaram membros do 7º Regimento de Infantaria (RI 7) da 10ª Brigada de… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Uma das coisas que matou o exercito argentino foi sua cegueira.

Argentinos tinham uns 20 helis….

Britanicos chegaram a somar quase 100 helis, mesmo com as perdas do Conveyor…

Os helis britanicos foram essenciais na consciência situacional e as manobras foram muito beneficiadas por isto.

Porque esta discrepância? Os ataques aos aeródromos de Port Stanley não justifica isto….ainda mais naquela época que helis tinham uma enorme sobrevivência….os argentinos não mandaram mais Helis porque não quiseram….

Tal como blindados leves…..

Operaram de lá, a quantidade ridícula de apenas 12 Panhard com canhões 90 mm….

carvalho2008
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carvalho2008

Tudo isto graças a doutrina da RFA.

Foram os unicos excelentes, e mostram como uma guerra é ganha 70% pela logistica….

A velha frase: “-Os soldados marcham sobre seus estomagos” …sempre foi verdadeira….

O Poder naval poderia realizar uma materia sobre o Sinamob (Brasil)…..

Paulotd
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Paulotd

Se os argentinos tivessem mais exocets, não sei se gahariam a guerra, pois os subs iam isolar a ilha, mas afundar um NAe Britânico seria muita humilhação pra quem estava se preparando pra enfrentar união soviética

Leandro Costa
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Leandro Costa

Ou não… até porque os NAe’s britânicos eram utilizados no papel ASW junto à OTAN, e a idéia era utilizá-los em conjunto com os NAe’s da USN que providenciariam cobertura aérea. Não foram pensados como navios que estabeleceriam superioridade aérea em caso de conflito, ou mesmo limitado apoio de fogo para desembarque. Provaram ser mais flexíveis do que se imaginava.

Além do mais, caso algum deles tivesse afundado, teriam sido afundado por armas que foram projetadas e sendo utilizadas por eles mesmos para o fim de usarem contra os soviéticos, mostrando toda a letalidade que eles poderiam lançar contra os vermelhos.

carvalho2008
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carvalho2008

Ok, Mestre Paulotd…. Mas discutir se tivessem mais exocet, ficaria na mesma categoria de especulação sobre “se tivessem F15….F4…tem de se considerar que voce combate com o que tem….com o que esta em suas mãos e como voce se prepara com isto…. Noves fora, eles tinham o suficiente…antes de perderem para os britanicos, eles perderam para eles mesmos… Não treinaram, não se prepararam, não planejaram, não prontificaram suas forças e equipamentos que já dispunham para o qual já estava por vir… O único louvor cabe ao segundo e terceiro escalão que diante deste quadro horroroso, foram herois da improvisão e… Read more »

Paulotd
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Paulotd

Sim, o planejamento argentino foi uma vergonha. Mas a aviação partindo de terra com base em Rio Galegos foi muito brava. A guerra não saiu barata para os ingleses, que perderam 2 destroyers modernos, algumas fragatas, e o Atlantic Conveyor foi posto ali na linha de frente da task force justamente para desviar os exocets, pois era um alvo menos valioso. A FAA foi muito brava, voando A4 skyhawks sem radar e lançando bombas burras a baixissima altura. Assisti um documentário em que o próprio woodward afirmou que as perdas foram no limite do aceitável, e que perda do Hermes… Read more »

nflopes
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nflopes

Paulotd
Acho o contrário: se os argentinos acertassem os transportes de tropas mais os suprimentos(Atlantic conveyor e mais algum), a Inglaterra estaria privada de suprimentos, lembrando que só a infantaria pode resolver em terra.

Dalton
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Dalton

Essa ideia de que o “Atlantic Conveyor” era uma “isca” não procede. O navio estava com o grupo principal e teoricamente protegido pelos combatentes de superfície e já havia recebido ordens de aproximar-se da terra protegido pela escuridão.
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O alvo dos argentinos era o HMS Hermes…os mísseis depois de lançados “confundiram” o “Atlantic Conveyor” como sendo o NAe
devido ao grande tamanho.
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Sem dúvida o “Atlantic Conveyor” era menos valioso que o HMS Hermes, mas as vidas a bordo eram igualmente valiosas e não constava da doutrina britânica sacrificar vidas dessa forma.
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Leandro Costa
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Leandro Costa

Além das vidas humanas, também não se deixa uma quantidade razoável de aeronaves (10 helicópteros, sendo que três eram Chinooks) e suprimentos em uma isca.

O navio irmão, Atlantic Causeway, chegaria na área de operações dois dias após a perda do Conveyor.

carvalho2008
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carvalho2008

Deixa sim Mestre Leandro…a guerra so é romantica no cinema… Na realidade fria da vida e morte, ela torna-se apenas matematica. Veja especialmente a pagina das estratégias e taticas que os britanicos haviam planejado para proteção dos aircrafts carriers especialmente os Decoy Ships. Houve ordem expressa para que o conveyor fechasse a porta do corredor que os misseis trilhariam, enquanto o Hermes virou a popa e assim ficou, diminuindo seu perfil radar, o Conveyor se interpos, ofereceu seu costado ampliando seu perfil, e nos ultimos minutos virou a popa para receber o impacto pela rampa/porta blindada de popa…. Poe quer… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Errado mestre Dalton,

O historico faz parte da memoria dos proprios veteranos do Conveyor.

Fazia parte da doutrina e do planejamento britanico utilizar os navios a sua volta como bloqueios e chamarizes contra misseis lançados pelo inimigo.

Isto tem de ficar claro. Fazia parte da estrategia e já estava previamente planejado como ação evasiva de proteção aos seus 2 Nae Capitaisque não poderiam ser pedidos sob hipotese alguma.

Existe um site especialmente dedicado a memoria do conveyor que detalha todo o seus historico de serviço
e a time line das ordens e ações realizadas.

http://www.atlantic-conveyor.co.uk/action-of-25th-may/hermes-escapes-and-conveyor-is-hit

carvalho2008
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carvalho2008

Mapa com as movimentações e posição de cada navio quando os excets chegaram

https://drive.google.com/file/d/0Bx5MOgYQX48pZ1JTaWlOWl85Q00/edit

Dalton
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Dalton

Mestre Carvalho…acho que depende da fonte e no que queremos acreditar. A principal função do “Atlantic Conveyor” foi transportar “Harriers” extras para os NAes, coisa que ele fez e depois se manteve junto ao grupo principal exercendo outras funções e participaria do desembarque e sendo um navio sem defesas próprias estava sendo defendido pelos combatentes de superfície. . Foi uma fatalidade ele ser atingido, mas, não acredito por tudo que já li que ele deliberadamente manobrou para salvar o “Hermes” ou coisa assim. . Depois da perda dele, discutiu-se se ele deveria ter sido deixado na retaguarda, mas, é sempre… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Bem mestre Dalton, O site sobre o Conveyor é de um pficial medico que serviu no navio durante o conflito. Não vejo motivo para a versão ser duvidosa, principalmente porque aspectos do curso e manobra é algo inerente a registro do diario de bordo. E pelo curso, ele rumou na direção que realmente fechava o corredor. Outro ponto, é que parece coisa logica defender o navio capital…as escoltas estão lá para isto….elas sempre são posicionadas para se interpor ao ataque…um mercante então mais ainda…. O conveyor estava realizando naquela hora, operações de transferencia de material para os demais navios utilizando… Read more »

Dalton
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Dalton

Um “mercante” com civis a bordo, deve ser igualmente defendido e não defender…o que eu li de várias fontes é que foi uma fatalidade e não que o “Conveyor” devesse dar sua “vida” pelo “Hermes”… . Unbeknown to her command, Conveyor was at this point almost stern on to the incoming missiles and therefore already in her defensive posture. But an order came through from HMS Hermes, on the permanently manned ‘tactical’ channel, for Conveyor to immediately turn to port onto course 040 (as recorded in the Board of Inquiry report). The civilian master, Captain Ian North (who died in… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Pois é mestre Dalton…mas a ordem veio…..posição 040… nâo é romantico, não é glamoroso mas é lógico….vivo sem um mercante…não vivo sem um Nae…. Isto é inerente a todas as forças…. Na guerra e no xadres, existe o Peão…jamais isto quer dizer que ele não seja importante, mas não é o prioritário… Isto é extremamente comum até na infantaria quando voce e sua companhia esta sobre fogo, e você manda um pelotão avançar para dar espaço ao restante do grupo para agir e esquivar…aquele grupo que voce encaminha, estatisticamente é o que sofrerá as baixas para impedir baixas maiores….como disse,… Read more »

Mercenário
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Mercenário

Carvalho2008,

Os hermanos perderam em posição defensiva e “dentro de casa”, em curto espaço de tempo. O mínimo que se esperava é que impusessem resistência. Não vejo nenhum sucesso em ser derrotado em tão pouco tempo.

O inimigo sim, foi aguerrido e teve sucesso, mesmo com todos os fatores contra (dificuldade logística pela distância o principal). Perder alguns meios faz parte do jogo.

carvalho2008
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carvalho2008

A menção do sucesso é apenas sobre as missões que rapidamente tiveram de ser improvisadas pelas FAAs…tiveram de no susto de de improviso de pouco tempo, desenvolver taticas para o ataque a frota britanica sem nunca terem treinado aquilo…fizeram o que lhes cabia…se as outras Forças terrestre e naval alcançassem metade de suas vitorias em terra ou mar a coisa seria diferente…chegou a parecer que somente a força area estava lutando….com todo o respeito as demais…

TJLopes
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TJLopes

Os submarinos argentinos eram capazes de, se assim ordenados, se deslocarem para o meio do atlântico e ficarem na rota da frota inglesa?

Paulotd
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Paulotd

A Argentina tinha 2 subs, sendo 1 obsoletos classe Balao da segunda guerra mundial que poderia ser útil conta os mercantes, mas seria facilmente detectado pela task force, e o outro esse sim, um moderno para a época Ikl 209 que era uma ameaça real. Porém, os torpedos desse submarino foram montados com o giroscópio invertido, e quando lançados todos erraram os alvos. Consta que esse ikl atacou ao menos 3 embarcações durante a guerra, não sendo jamais detectado previamente, mas não acertou nenhuma, ficou sem suprimentos e teve de voltar a Mar del plata.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Em teoria eram sim. Os IKL-209 Argentinos eram modernos, porém apenas um estava operacional, e mesmo assim apresentou diversos problemas que variavam de problemas com a manutenção de equipamentos e treinamento da tripulação que o impossibilitaram de serem eficazes durante o conflito, apesar de terem lançado torpedos. Outro problema é que salvo engano eles só tinham dois submarinos desse tipo e eles tem, não apenas que subir para a cota de periscópio para snorkearem, mas também tem uma limitação de uns 50 dias no mar. Se usassem os dois submarinos, plenamente operacionais e com tripulações treinadas ao mesmo tempo, depois… Read more »

Enes
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Enes

Foi o ARA Santa Fé.

Jean
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Esses Britânicos querem dominar todo o Atlântico tem o arq das bermudas na costa dos Estados Unidos, Sta Helena na Costa Africana, as Falklands na Costa Argentina, so falta agora eles invadir a nossa ilha da Trindade…

Leandro Costa
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Leandro Costa

Já passaram dessa fase. Em outros tempos dominavam 3/5 do Mundo inteiro. Era o Império no qual o sol nunca se punha. E muitas dessas possessões a que você se refere, eles já as tem desde antes de o Brasil se tornar independente.

Livramento
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Livramento

Eles não tinham o cap. Nascimento , achavam que ia dar tudo certo e não foi como o esperado.
Nem com todos os meios militares disponíveis a sua realidade a Argentina venceria, morreu o filho da dona Maria da esquina e o sobrinho do João da mercearia,o Reagam (R.I.P.) avisou.

Flávio Figueiredo Jorge de Souza
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Incompreensível a decisão Argentina de invadir as Malvinas sem fazer uma avaliação estratégica sobre a capacidade da Inglaterra de defender ss Ilhas

Otto Lima
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A decisão de a Argentina invadir as Falklands (ou Malvinas, como queiram) foi uma jogada de marketing político da terceira junta militar, que então governava o país, para desviar o foco dos graves problemas políticos, econômicos e sociais que o país enfrentava no início dos anos 80. Mas o tiro saiu pela culatra e a derrota na guerra derrubou a junta. No ano seguinte, a quarta junta militar convocou eleições gerais e devolveu o poder aos civis.

Leonardo
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Leonardo

Foi um blefe Argentino mal sucedido, quiseram arrumar um conflito ou um inimigo externo pra unir a nação pra manter um regime que estava sendo questionado e que já se vislumbrava o fim. E pensaram a GB já entregou Hong Kong sem luta, e alguns outras colonias tb, tudo na diplomacia… Pensaram que com eles seria diferente. Fizeram um ensaio invadindo a ilha de Ascenção com uma força de desembarque com a desculpa de retirar funcionários em greve, acharam q a GB nem deu bola e pensaram que a briga pelas Malvinas seria no campo diplomático, grave erro estratégico com… Read more »

Souza
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Souza

O Brasil que é maior que a Argentina tem 200 milhas mar a dentro sob sua proteção, as Falklands ficam a 400 milhas distantes da Argentina, mar adentro, o que que a Argentina quer?

Jean Yuri de Sousa Freitas
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Viva a Armada Argentina! Força aérea foi superior a de sua majestade.