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Fragata Niterói na revista Manchete, em 1979

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A Biblioteca Nacional disponibilizou online, com acesso gratuito, o acervo completo da “Manchete”, revista ilustrada semanal publicada de 1952 a 2000, pela Bloch Editores.

Marcada por uma concepção moderna, a “Manchete” se destacou pela qualidade de seus textos e fotos e foi a segunda maior revista do Brasil em sua época, atrás apenas de “O Cruzeiro”. A revista deixou se ser veiculada em agosto de 2000. Mas, teve algumas tiragens especiais até 2007.

A revista ao longo de sua existência fez várias matérias sobre as Forças Armadas brasileiras, destando-se a chegada do porta-aviões Minas Gerais em 1961, a chegada dos caças Mirage III da FAB no inícios dos anos 1970, entre inúmeras outras.

Reproduzimos nesse post as páginas da matéria feita sobre a fragata Niterói (F40), primeira da classe de 6 navios dentre os mais modernos de sua época e que proporcionaram um salto tecnológico de 30 anos em relação ao material que a Marinha vinha operando  anteriormente.

A matéria da Manchete destacou o avanço tecnológico do navio e também entrevistou seu comandante e tripulantes.

Como a revista era destinado ao grande público e não era especializada, cometeu alguns erros na matéria, mas o conjunto da obra é muito bom e vale a pena recordar.

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Alexandre FontouraCinturão de OrionJorge KnollPedroCarlos Campos Recent comment authors
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Vovozao
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Vovozao

14/04/19 – domingo – btarde, vejamos as inconsistências da MB, a 40 anos, tínhamos as fragatas mais modernas daquela época. E, paramos no tempo, não construimos ou compramos nenhuma nova fragata para a MB, estagnados, hoje temos a metade dos meios navais daquela época. É muito triste como brasileiro vermos a decadência da marinha. Mesmo que alguns sonhadores venham a dizer que vamos ter corvetas(fragatas), submarinos, submarino nuclear ( se realmente sair), porém não teremos a força que tínhamos ex: porta aviões, contratorpedeiros, fragatas, corvetas, e. deixamos passar tudo, muito irão culpar o governo, e, esquecem que nossos comandantes muitas… Read more »

tulio762
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tulio762

Resumindo, fomos lenta e silenciosamente desarmados.

Jorge Knoll
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Nos sentimos hoje que nem um cachorro velho: – desdentado, e cego devido a catarata. Essa é a nossa MB

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

O correto era termos feito como os Russos ou Chineses que constroem pequenos numeros de classes de navios, sempre aperfeiçoando a classe anterior. Um navio leva 2 anos para ficar pronto, podiamos ter duas fragatas/corvetas em construção ao longo de 24 anos. Duas ou tres classes de navios no total de 12.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Reclamamos e pedimos mais verbas, más falta planejamento. Deviamos de determinar que aja o que ouver 20% da verba recebida vai para investimento e não para pessoal. Se não continuaremos a ter uma das maiores marinhas terrestre do mundo com 70 mil homens. E quanto mais verbas tivermos mais homens serão contratados quando deviamos e diminuir.

Fernando Turatti
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É a recomendação da OTAN, mas falar isso aqui já me rendeu mais dislike do que tu imagina… Já já surgem os defensores de ficar jogando dinheiro no lixo.

Jorge Knoll
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Enquanto as FFAA não separarem o seu orçamento da folha de pagamento que deveria ser assumido a parte pelo Tesouro Nacional, e criar um fundo de financiamento ligado ao Petróleo do Pré-Sal, viveremos essas incertezas, e comandos ineficientes.

Veiga 104
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Veiga 104

É que veio Sarney Brizola e companhia né amigo . Aí não tem país nenhum do mundo que resista .

horatio nelson
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horatio nelson

e color,fhc com o pires na mão,ai apartir de 2003 q lascou mesmo…dizem q na russia o putin tem 1 botão pra destruir cada país do mundo com armas nucleares mais não tem pro brasil…segundo ele pro brasil não precisa é só apertar 13 e confirma kk

Dalton
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Dalton

É normal haver um período de renovação seguido por um período de estagnação…em 1910, por exemplo, a marinha recebeu 2 encouraçados que estavam entre os melhores, mas, rapidamente foram superados devido a inúmeras inovações que surgiam da noite para o dia e mesmo as fragatas classe “Niterói” em 1979 já estavam sendo eclipsadas ,afinal foram projetadas ainda na década de 1960, quando o helicóptero a bordo era um recém chegado e ao contrário das fragatas classe “Oliver Perry” que embarcavam 2 helicópteros médios as Niteróis embarcam apenas um leve, apesar do mesmo ser o excelente “Lynch”. . Em 1979 se… Read more »

pangloss
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pangloss

Dalton, comungo de sua opinião sobre a esquadra brasileira daquela época. Era mais numerosa do que a atual, mas não havia tanta qualidade quanto a nostalgia pode levar alguns a crer.
O “Minas Gerais” era peça decorativa, diante de ameaças mais robustas. Fazia a diferença no contexto regional, apenas.

Parabellum
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Parabellum

Sem entrar no mérito político de destruição/desprestígio das FA nestes últimos anos, as Classe Tamandaré se adequam bem aos tempos e necessidades atuais. Os submersíveis já estão em processo de substituição/atualização. Acredito que até o sub-nuc vai sair: faltava uma decisão política. Para a construção ou mesmo a aquisição + modernização de um porta-aviões os custos/benefícios já se mostraram proibitivos, quiçá uma ala aérea com vetores modernos. Vamos de porta-helis mesmo. O que falta mesmo é o início de construção massiva de meios distritais.

Fernando Turatti
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Sendo bem sincero, em qual sentido exatamente afirma-se que as FAs foram desprestigiadas ou esquecidas pelos governos?
Os dados no site da defesa só vão do começo do século pra cá, sempre com gasto em defesa oscilando de 1,4 a 1,5% do PIB, crescendo de ~30b de reais pros atuais 100b. Eu vou procurar os dados de governos anteriores pra comparação, mas se tiver eles disponíveis eu agradeceria.

Otto Lima
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O problema é que, desses R$ 100 bi, mais de 80% estão comprometidos com a folha de pagamento de pessoal e outros 15%, com o custeio de outras despesas. Não sobra quase nada para investimentos. Só as pensões para filhas solteiras de militares consomem R$ 5 bi por ano; a título de comparação, as quatro fragatas ligeiras Classe Tamandaré custarão R$ 9 bi (€ 2 bi).

Fernando Turatti
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Agora vem a dúvida: isso é culpa dos civis ou dos militares? Os governos civis proibiram diminuição de efetivo ou de regalias pra aposentados?

Parabellum
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Parabellum

Os dados que tenho são os seguintes: Uma corveta que levou 14 anos para ser concluída, submarinos encostados por falta de PMG, todos os escoltas tornando-se inservíveis já há algum tempo, navios de apoio que não conseguem sequer navegar, projeto e desenvolvimento de armas emperrado, pesquisa nuclear sem recursos e a cereja do bolo é o comprometimento de quase todos os recursos com folha de pessoal, isto denota bem o que significa a palavra asfixia da força.

Fernando Turatti
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Certo, mas isso não quer dizer nada além do mau uso do dinheiro. Eu realmente adoraria saber quais os valores percentuais das décadas anteriores chegando na ditadura militar se possível. Isso poderia ser bastante útil para as discussões.

João Souza
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João Souza

Ou seja…faz mais de 40 anos que sabemos fazer navios de guerra de alta qualidade pra hoje precisarmos importar. Brasil parece que tem uma bola de ferro nos pés. Mas vai melhorar um dia…

Fernando Turatti
Visitante

É a falta de amor com o nosso dinheiro. Compraram tecnologia dos Tupi, fizeram Tupi, MODIFICARAM tupi pra ficar mais ao gosto… uma década depois? Importando mais 4 submarinos com a tal “tecnologia”.
As niterói foram a mesma coisa e com certeza será igual com as tamandaré e os gripens.

pangloss
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pangloss

A falta de continuidade impede qualquer absorção de tecnologia.
Sempre começamos do zero, tal qual Sísifo ao pé da montanha, depois que a pedra rolou morro abaixo.

Jadson Cabral
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Jadson Cabral

Que sabíamos fazer**. O projeto das Niteroi não avançou, não foram construídas mais unidades… todo o conhecimento adquirido na transferencia de tecnologia foi perdido com o tempo. O tempo passou, os técnicos e operários foram se aposentando e morrendo e as técnicas de construção evoluíram. No fim, pagamos mais caro por navios com TT e não usamos a TT. Hoje a história parece se repetir e eu não ficaria surpreso se a MB parar nas 4 Tamandarés e 4 Scorpenes e daqui a 40 anos está procurando parceiro internacional para construção de novos meios com transferencia de tecnologia novamente. Lá,… Read more »

Ricardo Rosa Firmino
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Ricardo Rosa Firmino

Legal ver o Ikara na popa..tai um sistema anti submarino que na minha opinião poderia ter sido evoluído ao longo do tempo…

Pedro
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Pedro

Tirando o ASROC, no ocidente esse tipo de arma foi extinta. O Malafon e o proprio Ikara foram descontinuados onde o principal meio AS das escoltas é o helicoptero. Tenho minhas duvidas se em um dia de mar agitado um helicoptero pode decolar e operar corretamente para se confiar alem dele, em torpedos leves para defesa AS.
A Russia ainda opera o SS-N-14, SS-N-16 e SS-N-29 sendo que o primeiro pode ser AS e Anti navio e tambem pois usa um torpedo pesado.

Sincero
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Sincero

Alguém poderia informar qual edição ou mês que saiu a reportagem do Minas Gerais?

Souto.
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Souto.

Entre na discussão.Pessoal qual a situação atual da fragata Niteroi?..

Leandro Costa
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Leandro Costa

Nove helicópteros simultaneamente hehehehehee… Sim, eu li o aviso de que alguns errinhos foram cometidos, mas não consegui deixar de rir dessa 😛

Dalton
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Dalton

Ficou estranho mesmo…é que a marinha havia em 1979 recém adquirido 9 helicópteros “Lynch” para utilização pelas 6 fragatas e provavelmente veio daí a confusão.

nerudarruda
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nerudarruda

Linx

Dalton
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Dalton

Ambos erramos…o certo é “Lynx”…estava com o nome de uma fragata chilena na cabeça…Almirante Lynch e daí foi um pulo para a confusão…:(

TidioSampaio
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TidioSampaio

Com a $$$ que a Marinha gasta hoje com aposentadorias, não tem como ter $$$ para equipamentos. A vdd é que desde a muito tempo , o camarada entra na Marinha com um único objetivo: se aposentar.

Charles Dickens
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Charles Dickens

Por mais críticas que se façam aos comandos militares, sejam elas pertinentes ou não, vejo como muito difícil qualquer tomada de decisão no setor de defesa do nosso país. Apesar da situação de penúria das nossas Forças Armadas, a verdade é que, na minha opinião, elas “dariam para o gasto” para enfrentar ameaças externas vindas dos países vizinhos, que passam por problemas piores do que os enfrentados pelo Brasil. Salvo talvez o Chile, cujas forças militares estão em melhor situação no momento. Aquele país, porém, por uma condição geográfica, não tem capacidade de nos ameaçar militarmente. Nenhum outro país que… Read more »

Charles Dickens
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Charles Dickens

Quando na verdade o que essa pessoa precisa é mesmo de um bom carro.

Leonel Testa
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Leonel Testa

Assino embaixo Charles a unica ressalva que faço e que poderiamos pelo menos estarmos no patamar de Australia Canada Espanha mas do resto concordo plenamente

Agnelo
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Agnelo

Bom
Nenhum desses 3 exércitos tem a quantidade de Bda q o nosso tem só na faixa de fronteira.
Além disso, operam com apoio de aliados. Nós, não.

pangloss
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pangloss

Dickens, seu ponto de vista é bastante sensato, mas creio que o lamento de muitos aqui não diz respeito às ameaças reais em nosso entorno, mas à omissão do Brasil em assumir papel de maior relevância geopolítica, como um líder regional.

Agnelo
Visitante
Agnelo

É uma boa colocação. Mas há uma observação.
Mesmo com o q temos, uma das 3 potências q citou teria de mandar meios q não são fáceis e nem baratos de se manter em campanha, o q por si só já torna também dissuasório.

Lauriston James Hodgkiss
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Lauriston James Hodgkiss

Nosso estágio atual, frente aos nossos vizinhos, não me parece ser de desvantagem, porém, o que efetivamente preocupa são os “predadores” das nossas riquezas contidas na Amazônia Azul. Para efetivamente termos uma força naval de dissuasão, se faz urgente, investimentos maciços em equipamento, doutrina e efetivos bem treinados. Em relação às “superpotências”, equiparar-se a elas quebraria o País.

Jonas Silberstein
Visitante
Jonas Silberstein

Míssil da década de 70. Navio da década de 70. Avião da década de 70. Pra agradar ao ufanistas irados, arrumaram uma revista da década de 70. Agora que os “ispicialistas” vão decantar laudas e laudas ruminando como nossa marinha tem condições de defender nossa pátria, em 1970, que dizer, hoje, 50 anos depois. A pátria pode dormir tranquila, porque as pensões das filhas juntas mas “não casadas” estão em dia, e tem toda uma sorte de defensores ufanistas distribuindo óleo quente pra quem se atrever a falar o ridículo dessa situação. 1) No T.O. da América do Sul é… Read more »

pangloss
Visitante
pangloss

Não serve de alento, mas a Marinha está melhor do que a tal revista da década de 70.
Aliás, os meios impressos de comunicação estão todos em decadência vertiginosa.

PauloSollo
Visitante

Além da revista, a TV Manchete também era excelente. O melhor canal de TV dos anos 80, com um jornalismo imparcial e verdadeiramente investigativo que mostrava coisas que nenhum outro canal tinha coragem ou interesse em mostrar, além de programas diversos muito interessantes. Muito diferente do lixo televisivo e jornalistico que há atualmente. Infelizmente neste país sempre prevaleceu a tendência a se refrear e sabotar o que de melhor se faz em diversas áreas, em prol de se manter um status quo a nível de cultura, jornalismo, desenvolvimento industrial e científico e militar na mais rasa mediocridade para a concentração… Read more »

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Off
alguém sabe me dizer pq dessa fragata ser tão barata?

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos
Alexandre Fontoura
Visitante
Alexandre Fontoura

O próprio texto da Wikipedia dá as respostas. Primeiro, foram projetadas tendo em vista manter os custos no mínimo. Este trecho, sobre os sistemas de armas e outros equipamentos, dá mais uma pista:

Most of the weapons for the three ships were reused from the previous Niels Juel-class corvette and the Flyvefisken-class patrol vessel. Other components were reused as well to keep the cost at a minimum.

Não sei nem se esses navios podem ser classificados como fragatas. São navios de comando e apoio.

Cinturão de Orion
Visitante
Cinturão de Orion

Aos Editores.

Muito bom o novo “ícone” – dos “Favoritos” – do Poder Naval. Perfeito.