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Marinha planejava modernizar o NAe São Paulo de 2015 a 2019 e operá-lo até 2039

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O plano estratégico da Marinha do Brasil previa o emprego do Navio-Aeródromo São Paulo – A12 (ex-PA Foch da Marinha Francesa) como uma solução intermediária até que o País tivesse condições de construir um navio novo.

A modernização do NAe São Paulo permitiria um tempo maior para projetar e construir seu substituto – com deslocamento entre 50.000 e 60.000 toneladas –, aguardando condições orçamentárias mais favoráveis.

O planejamento divulgado em dezembro de 2014 visava modernizar o navio com novos sistemas de propulsão e de energia, e repotencializar os sistemas de lançamento e recuperação de aeronaves.

O navio-aeródromo (NAe) “São Paulo” iniciaria em junho de 2015 o Período de Modernização de Meio (PMM), depois da conclusão do projeto detalhado de modernização. O PMM durararia cerca de 1.430 dias.

Desta forma, o NAe “São Paulo” deveria retornar ao Setor Operativo em 2019, permanecendo em operação por mais 20 anos, até 2039. As principais pontos do PMM do NAe “São Paulo” seriam:

  • a reforma de seu interior, melhorando significativamente as condições de habitação para sua tripulação;
  • substituição de tubulações e fiações;
  • implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia;
  • revitalização das fontes de geração de vapor;
  • revitalização geral (com substituição de diversas peças) das duas catapultas, permitindo o lançamento de aeronaves com até 20,5 toneladas;
  • revitalização (com substituição de diversas peças, incluindo os cabos) do aparelho de parada, permitindo o pouso de aeronaves mais pesadas e de alto desempenho;
  • revitalização (com substituição de diversas peças) de ambos os elevadores de aeronaves, para a capacidade superior a 20 toneladas;
  • modernização do sistema ótico de pouso;
  • modernização dos sistemas de controle de avarias do convoo e do hangar;
  • modificações e modernização dos sistemas de tratamento de águas servidas;
  • modificações e modernização do sistema de ar condicionado;
  • modificações e modernização das câmaras frigoríficas;
  • modificações e modernização nos sistemas de ar comprimido;
  • instalação de novos sistemas de defesa de ponto;
  • substituição dos radares de busca combinada e de aproximação, integrando-os ao SICONTA Mk. IV; e
  • instalação de novo sistema integrado de comunicações.

O custo da modernização foi estimado em torno de R$ 1 bilhão.

NAe São Paulo na ARAEX, com aeronave S-2T argentina na catapulta, em 2002
NAe São Paulo na ARAEX, com aeronave S-2T argentina na catapulta, em 2002
S-2T argentino decolando do NAe São Paulo
S-2T Turbo Tracker argentino decolando do NAe São Paulo
Jatos AF-1 (A-4KU) Skyhawk decolando da catapulta lateral do NAe São Paulo

Novo grupo aéreo

Depois da reforma, o NAe São Paulo iria operar com os jatos AF-1 e KC-2 Turbo Trader modernizados, além dos helicópteros.

O grupo sueco Saab chegou a oferecer o desenvolvimento de uma versão navalizada do caça Gripen NG (conhecida como Sea Gripen ou Gripen Maritime), que foi selecionado pela Força Aérea Brasileira para o Programa F-X2.

As maquetes do NAe São Paulo e dos caças Gripen navais foram expostas nas feiras LAAD 2013 e 2015.

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Renan
Renan
11 meses atrás

Resumindo quem quer muito acaba com nada.
Bastava ter colocado em operação reformando o mínimo para isso.
Mas no descanso de querer o gripen Naval ficou sem nada

Renan
Renan
Reply to  Renan
11 meses atrás

Se ficasse no básico poderia ser que estivesse na ativa A reforma de seu interior, melhorando significativamente as condições de habitação para sua tripulação; ( Podia deixar para uma segunda reforma) substituição de tubulações e fiações; implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia; (necessário) revitalização das fontes de geração de vapor; revitalização geral (com substituição de diversas peças) das duas catapultas, permitindo o lançamento de aeronaves com até 20,5 toneladas; (o A4 pesa no máximo 12 toneladas poderia ter ficado no A4 e mantido um meio muito importante por 15 anos) quem quer muito fica… Read more »

Douglas
Douglas
Reply to  Renan
11 meses atrás

O SP já opera a mais de 62 anos. a serviço da marinha francesa ele participou de operações de apoio nas guerras de independência na Argélia na década de 60 nos conflitos do Balcãs e na guerra do Iraque em 99 e veio substituir o obsoleto MG construído durante a guerra

O geverno comprou por 100milhões de dólares o porta helicópteros ocean (Agora Atlântico) que pertencia a marinha Real britânica e é 34 anos mais moderno que o porta avioes SP

Ferreras
Ferreras
11 meses atrás

Existem derrotas que representam grandes vitórias!

Salim
Salim
Reply to  Ferreras
11 meses atrás

Ganhou a mediocridade, somos o que somos.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Ferreras
11 meses atrás

E existem derrotas que são derrotas mesmo e existem oportunidades de ficar calado e não se fica. Resultado? Fala besteira.

Nilson
Nilson
11 meses atrás

Tendo em vista a extensão da modernização que teria que ser feita, praticamente só aproveitaria o casco e a superestrutura. Seria, por exemplo, fazer 50% de um porta-aviões. Ou seja, 1 bilhãozinho de reais com certeza não daria… Considero muito mais correto o orçamento apresentado pelos franceses, foi ventilado na época ser de US$ 1,5 bi, sem garantia de pleno funcionamento. Ou seja, 6 a 7 bilhões de reais, que como já vimos, nem em sonho seria possível encaixar no orçamento da Marinha. Foi ótimo termos escapado desse plano de revitalização.

Rgf
Rgf
Reply to  Nilson
11 meses atrás

Nem isso.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Nilson
11 meses atrás

6 a 7 bilhões de reais , onde você tirou isso!

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Top Gun Sea
11 meses atrás

Top Gun, o Nilson está correto. A mídia estimava em 1 bi ou 1,5 bi de Reais, porém em entrevista exclusiva com o próprio comandante da MB, foi esclarecido por ele que o valor pedido peloa franceses era 1,5 bi de DÓLARES.

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
11 meses atrás

Ainda bem que o projeto não foi pra frente. Tem muita coisa para fazer e comprar ainda, antes de pensar em um Porta Aviões.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Daniel Ricardo Alves
11 meses atrás

Pois é. Já estava na hora da MB parar de brincar de USN.

LUCIANO SANTOS
Reply to  Matheus Santiago
11 meses atrás

Essa foi boa. A MB brincando de ser USN.😆

ANGELO
Reply to  Matheus Santiago
11 meses atrás

Nem me lembre que o TO era a baía de guanabara , o A4 poderia usar o vão central da ponte rio-niterói de SKY JUMP. Brincadeiras a parte o que me chateia é que toda a vez que se fala em comprar um navio novo tem de ser construido aqui , transferência de tecnologia . projeto próprio e mil dificuldades e quando é navio usado a MB fica toda feliz. Eu sei da importância de gerar empregos no pais e transferência de tecnologia mas dada a enorme defasagem de meios deveríamos comprar um pouco de prateleira pois a MB ficaria… Read more »

Sandro
Sandro
11 meses atrás

Espero que a MB agora pare com esses devaneios. Antes de cogitar em ter um NAE, deve primeiro montar uma marinha de guerra com meios modernos. Nossos navios estão em sua maioria sucateados, a frota do amazonas e Jurássica, os meios mais novos são os Pedro Teixeiras incorporados em 1973. Nossas Fragatas, nem preciso falar que todos aqui ja sabem. Espero que agora abracem a causa e deem prioridade as Fragatas, caça minas e navios patrulhas modernos e bem armados, um segundo lote de Scorpenes também ajudariam muito pq o nuclear não sei se vamos ver nos próximos 10 anos.

Mauro
Mauro
Reply to  Sandro
11 meses atrás

Não esqueça que o esquadrão VF-1 continua aí para “manter a doutrina” (ao estilo WWII, sem mísseis antinavio) . Os devaneios parecem em hibernação, mas não foram abandonados.

Elton
Elton
11 meses atrás

Curioso caso da marinha que planejava operar porta aviões mas que não pensou nas escoltas antiaéreas e antisubmarino que o acompanhariam.

Esteves
Esteves
Reply to  Elton
11 meses atrás

“Depois da reforma, o NAe São Paulo iria operar com os jatos AF-1 e KC-2 Turbo Trader modernizados, além dos helicópteros.”

Está na matéria.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Elton
11 meses atrás

eles queriam Porta Aviões, Fragatas, e Submarinos nos sonhos da Marinha a década de 20 desse século ia ser maravilhosa, se deram o mal e o país também.

Salim
Salim
Reply to  Carlos Campos
11 meses atrás

Queriam uma marinha de guerra de respeito. O que temos hoje!?! Pensar pequeno da nisso.

Elton
Elton
Reply to  Salim
11 meses atrás

Holanda, Austrália, Argentina operaram porta aviões veteranos da SGM e depois desistiram ,sabe por que ?A realidade bateu a porta .

Salim
Salim
Reply to  Elton
11 meses atrás

Elton, holanda inimigos vem a pe ou planador, faz parte OTAN
Argentina= sem comentários
Australia e alinhada com Inglaterra em tudo, royal Navy terá 2 com f35.
Brasil , Tamo lascado. Vide guerra Malvinas.

Space Jockey
Space Jockey
11 meses atrás

Quer defender a costa ? Invista em centenas de mísseis disparados tanto por terra quanto por pequenas embarcações e aeronaves, ninguem resiste a um ataque de saturação. 400 mísseis cruise/anti navio = aprox. 800 milhões $ ; um PA com 12 Gripen = aprox. 5 Bilhões . Um Nae pode projetar poder e ajudar na defesa, mas o risco de ser afundado é altíssimo. esqueçam o sonho Top Gun e sejam racionais.

thiago rezende alves silva
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Exato, sempre pensei nisso…
quer proteger a costa? Invista em Misseis antinavio como o Bhammos ou semelhantes, mansup’s disparados de navios, submarinos , plataformas e principalmente de Caças e helicopteros.
Submarinos + defesa costeria com misseis, protegeria muito melhor o Brasil do que custosos Porta avioes que só servem para projeção de poder.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  thiago rezende alves silva
11 meses atrás

Bom, ja temos o MANSUP e o MATADOR praticamente prontos. O que é mais fácil, neutralizar dezenas de plataformas que lançam mísseis ou um PA ? Essa é a questão. Submarinos tbm são meios extremamente furtivos, uma frota de uns 20 seria o ideal pra nós, eles fariam a defesa mais a frente com torpedos e/ou mísseis anti-navio, mantendo FTs inimigas mais a retaguarda e dificultando o trabalho dos caças.

Salim
Salim
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Como defender uma costa deste tamanho com 400 misseis!?!! Só se combinar inimigo para atacar onde os misseis vão ficar.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Salim
11 meses atrás

400 foi mais pra mensurar o custo. De qualquer maneira o eventual invasor não vai ocupar a costa inteira.

Salim
Salim
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Náo vai ocupar costa inteira’ porem ira atacar onde for mais fácil consolidar cabeça praia, alem do que, sempre teríamos guerra próximo a costa e oponentes também terá condição castigar cidade importantes.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

E como vamos defender os 400 misseis ? aja sistema de anti-aéreo….

Carta Branca
Carta Branca
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Mísseis anti-navio baseados em terra são armas destinadas a um cenário operacional distinto do nosso, mais úteis em geografia marítima com ilhotas e acidentes que permita o guiamentos dos mísseis além de menor tempo de resposta dos sistemas de defesa. Por causa da curvatura da terra, qualquer radar baseado em terra terá alcance máximo de 50km contra navios e sistemas OTHs/GPS/satelital são muito imprecisos para direcionar os mísseis com precisão, que só vão entrar em fase de busca ativa nos últimos 20-30km. No cenário operacional asiático, como no mar do sul da China cheio de ilhotas cada uma com radares… Read more »

Alison Lene
Alison Lene
Reply to  Carta Branca
11 meses atrás

Alterna pra sistemas antimisseis como o S-400, Patriot, Bavar 373, e por ai vai… Fazendo uma proteção de 3 camadas logico

thiago rezende alves silva
Reply to  Carta Branca
11 meses atrás

Concordo sobre a questão da necessidade de meios de superficie para negação e ocupação do espaço, mas não vejo como um porta aviões ajudaria de fato, uma vez que a necessidade de seu uso no atlantico, pressupõe o ataque de uma potencia militar com projeção de poder, ou seja , não seria em relação a nossos vizinhos e sim a potencias do naipe da França para cima, que com certa facilidade conseguiriam neutralizar ou ao menos negar a navegação de nosso Nae. Assim, vejo que a defesa costeira através de misseis, sejam eles lançados de terra ( com as limitações… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  thiago rezende alves silva
11 meses atrás

eles necessita de sistemas que “deem” a localização do inimigo provavelmente com uso de aeronaves e drones de longo alcance porem esse é dependente de satélite, o qual seria alvo prioritário as aeronaves tripuladas, ou são Stealth, ou teriam que ser escoltadas.

OBS: estou considerando misseis de longo alcance.

Salim
Salim
Reply to  thiago rezende alves silva
11 meses atrás

Thiago
Quem náo tem PA náo sai porto.
Quem tem com caça quarta geração, se chegar aqui vai estar depauperado
Contra caças quinta geração, teríamos que ter caças quinta geração( Inglaterra, Itália, Japão f35b )
Um destroyer / submarino pode lançar mais de centena misseis. A primeira coisa que atacariam seria , radares, aeródromos , site misseis

Carta Branca
Carta Branca
Reply to  thiago rezende alves silva
11 meses atrás

O Bhramos tem vários perfis de voo, segundo jornais russos a marinha russa em exercícios usou os Oniks em sea-skimming direcionados por navios costeiros menores, mais difíceis de serem localizados, inclusive tentando “escondê-los” na geografia, como por exemplo corvetas se embrenhando em deltas de rios ou em fjords. Já na India o uso dos mísseis pela Marinha é 100% sea-skimming, já de terra provavelmente é no perfil hi-lo, balístico até chegar a algumas dezenas de kms quando desce e ataca. Esse perfil de voo mais alto aumenta o alcance e aumenta a detecção do radar do míssil, que segundo publicações… Read more »

Space jockey
Space jockey
Reply to  Carta Branca
11 meses atrás

Bom, como eu disse não somente mísseis lançados de terra, mas tbm por navios e aviões. Um Tomahawk custa em torno de 1.5 milhão, então se encomendado em grandes quantidades um Matador poderia sair por 2 eu creio. mas existem esses desafios que você citou tambem.

Léo
11 meses atrás

Não seria melhor enviar ele para a China,é lá fazer uma revitalização completa.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Léo
11 meses atrás

antes ter vendido para os chineses e trazido umas corvetas

Ferreras
Ferreras
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Ou compraria escoltas, ou submarinos… mas infelizmente se hoje o orçamento da marinha dobrasse provavelmente dobraria-se o efetivo sem dobrar os meios.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Ferreras
11 meses atrás

Uma curiosidade que tenho é a porcentagem de efetivos das FAs, existe onde posso descobrir isso ?

Fico só Observando
Fico só Observando
Reply to  Ferreras
11 meses atrás

Certíssimo

Gustavo Garcia
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Só com o aumento salarial previsto pro ano que vem dos militares pagaria a compra de um Nae 0k em dois anos.

Gustavo Garcia
Reply to  Gustavo Garcia
11 meses atrás

Só pra deixar claro que sou totalmente contra esse aumento ou até existência do Fundo eleitoral. O grande problema é que mesmo com o grande orçamento que os militares tem nas mãos eles não investem no reaparelhamento adequado das Forças Armadas. Gestão péssima do dinheiro público.

Adailton Tomaz
Adailton Tomaz
Reply to  Gustavo Garcia
11 meses atrás

Esse fundo eleitoral e uma vergonha! Falta dinheiro para tudo menos para a corte Brasileira lá em Brasília!!

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

políticos ruins, prioridades ruins…

Jorge Augusto
Jorge Augusto
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Foi mal Galante, mas se esse dinheiro do fundo eleitoral fosse para a Marinha. Acarretaria no aumento de pessoal e nenhum navio.

A Marinha já provou várias vezes que está disposta a abandonar projetos importantes do que cortar pessoal.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Elogiam o “Kuznetsov” e dessem o porrete no São Paulo!
Vai entender

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Edson Parro
11 meses atrás

Talvez pq a URSS tinha dinheiro de sobra e nós não…

ELTON R
ELTON R
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

temos que concordar que o orçamento de nossas forças armadas sempre foi bastante alto ,a opção de priorizar verbas para manutenção e aumento de efetivo foi do comando e não do governo,a disposição de priorizar uma “ToT”sabendo que não existiria escala para justificar o auto custo desse tipo opção foi do comando e não do governo,o corte de verbas periodico sempre foi um problema que existiu no passado,presente e vai existir no futuro,cabe ao estado maior ter a responsabilidade de definir e implementar projetos e aquisições realistas e adequar a quantidade de pessoal ativo as necessidades e condiçoes financeiras da… Read more »

Space jockey
Space jockey
Reply to  ELTON R
11 meses atrás

Pois é Elton, as vzs acho que o gov. precisa dar a palavra final em alguns programas, nem sempre a escolha do Almirantado é a melhor.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Edson Parro
11 meses atrás

Edson Parto, o elogio ao NAe russo talvez se dê a sua capacidade de defesa e ataque, seus sistemas de misseis antinavio e mísseis antiaéreos embarcados, isso sem incluir aeronaves.

Mas acho que o Brasil deveria se basear em alguns pontos da marinha soviética, que era de negação do uso do mar, poder de dissuasão.

Uma marinha e uma aviação naval armada com bons mísseis antinavio e torpedos poderosos.

Se não temos capacidade de ter uma NAe no momento, que possamos investir em fragatas e corvetas.

Douglas
Douglas
Reply to  Edson Parro
11 meses atrás

Kuznetsov foi construído 26anos do SP

Mauro
Mauro
Reply to  Edson Parro
11 meses atrás

Alguém elogiou aquele pau velho fumacento que só navega acompanhado de rebocadores e que perdeu dois aviões em sua última comissão?

KMjH
KMjH
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Não, é o Estado Brasileiro que está gastando com fundo eleitoral; da forma dita dá-se a entender que o Governo Federal priorizou esta despesa em detrimento de FFAA, Saúde, educação, etc. Quem definiu os valores desse fundo eleitoral foi o Congresso, sob articulação do ídolo de tantos: Rodrigo Maia e dos líderes partidários. Quem criou esse fundo abjeto sem qualquer indicação legal foi o STF de 11 esquerdistas, votos decisivos daqueles indicados por Lula e Dilma. Então que as culpas sejam atribuídas adequadamente, sem confusões ou omissões, num Estado com 3 Poderes não coloque nas costas do Governo o que… Read more »

Fernando Vieira
Reply to  KMjH
11 meses atrás

Se o Estado é composto por três poderes e dois deles criaram o fundo eleitoral, então foi o Estado Brasileiro quem o criou e é o Estado Brasileiro que está gastando com ele. Não, eu não concordo com isso, eu acho que quem quer se candidatar que levante o dinheiro para sua campanha. Faça como nos EUA, promova jantares, eventos, vende rifa, sei lá, mas não use dinheiro público. No entanto isso foi bandeira do PT que queria 100% de financiamento público para as campanhas, de modo a que todos os candidatos teriam o mesmo recurso. Mas eu, sinceramente ficaria… Read more »

Ari Santos
Ari Santos
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

O Congresso você quis dizer, não?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Governo não, foram os deputados que estão subtraindo nosso dinheiro.

O Tesouro somos nós.

Gustavo
Gustavo
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Claro que existem outras prioridades, mas também acho que se o valor fosse melhor administrado, 1 Bi de Reais para modernizar um NAe naquele momento e que operaria por mais 20 anos estaria de bom tamanho.
Comprar um NAe hoje não sai menos de 4 a 5 bi de Euros… ou seja… valia a pena. (CDG custou 3 bi de euros em 2001)

Mas como foi bem lembrado, fundo eleitoral, compra de votos de deputados e reajustes dos militares pagaria não só essa modernização do NAe como um grupo aéreo pequeno modernizado.

Enes
Enes
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Galante, esse foi o melhor comentário do ano.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Concordo que fundo eleitoral é uma vergonha. Mas uma coisa não complementa a outra. Esse dinheiro não deveria existir. Mas as FA devem olhar para dentro e verificarem que não tem como viver assim, esbanjando com efetivo gigantesco, precisa melhor a gestão, se necessário busquem consultoria. Não podemos dar mais dinheiro para quem não sabe gastar.

Mauro
Mauro
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Se for assim, as pensões para filhas solteiras de militares pagariam 2 modernizações a cada ano.

Mauro
Mauro
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Não adianta economizar com uma coisa errada e gastar com outra.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Alexandre Galante
11 meses atrás

Galante. Mesmo que o congresso redirecionasse este valor para a MB acho bem difícil que o mesmo fosse custeado para esta reforma. 1. Existem outras prioridades referentes a novas embarcações; 2. Existem outras prioridades relacionadas a manutenção de embarcações já existentes; 3. Estimaram a reforma em 1 bilhão de reais. Eu acho bem difícil este valor ser alcançado; 4. Gastariam uma fortuna em uma embarcação com mais de 50 anos. A probabilidade é alta de que, ao finalizar a reforma, outros problemas apareceriam; 5. Adquirir um NAe, sem ter feito as lições de casa, é de grande irresponsabilidade. Não existe… Read more »

Guizmo
Guizmo
11 meses atrás

o almirantado deve ficar brincando com essa maquete agora, fazendo barulhinho com a boca imitando o avião decolando

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Guizmo
11 meses atrás

Hahahaha, boa Guizmo ! Mas cuidado que eles leem aqui.

Guizmo
Guizmo
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

eu sei, por isso escrevi

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Guizmo
11 meses atrás

Só se a Saab deu a meia-maquete do navio e os modelos dos aviões de presente, pois fazia parte do estande dela, não da MB.

Burgos
Burgos
11 meses atrás

Então !!!
Esta solução de extensão até 2039 ia só estender um problema que não tinha mais solução!!!

Top Gun Sea
Top Gun Sea
11 meses atrás

Espero que os chineses comprem o PA SP. Seria uma grande notícia. Propulsores eles têm um monte…. Em um ano ele estaria navegando novamente cheio de imponência com sua ilha Stealth, cheio de caça J20. Seria melhor do que ir para uma certa praia indiana em Bangladesh para ser demolido.

Mauro
Mauro
Reply to  Top Gun Sea
11 meses atrás

Os chineses já passaram desta fase lá em 2002, quando compraram o Varyag. Agora eles já desenvolveram um projetos próprio de NAE que, segundo especulações da mídia, inclui até catapultas eletromagnéticas.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
11 meses atrás

Caramba já que o Chile tem as melhores escoltas entre as marinhas da América do Sul, quem sabe o Chile compra o PA SP! Eu iria rolar de tanto rir da comédia da MB.

Esteves
Esteves
11 meses atrás

Devia ter feito. 1 bilhão de reais ou um bilhão de dólares…era pra ter sido feito. 15 bilhões em estádios para a Copa 25 bilhões para as Olimpíadas 57 bilhões (conta de 2016) da Lavajato 5 bilhões do Cabral 17 bilhões do metrô de SP 8 bilhões do metrô no Rio 12 bilhões do Rodoanel de SP 5 bilhões do Rodoanel de BH 1,75 bilhões de dólares da Venezuela (esse pagava o São Paulo novinho) 1,3 bilhões de dólares de Cuba (nunca recebemos o porto) E…400 a 530 bilhões de renúncia fiscal na Previdência Social causada pela desoneração da folha… Read more »

Demoad.
Demoad.
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Torrar dinheiro com copa do mundo, olimpíadas, reformar ou construir porta aviões…tudo coisa de república de bananas. Se o Brasil fosse país sério, nenhuma dessas asneiras teria sequer sido cogitada.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Esteves, todos esses valores que você citou, se fossem simplesmente liberados para investimentos estratégicos no Brasil, você me deixaria numa encruzilhada moral hehehehe. Por um lado eu gostaria sim de ter arriscado no São Paulo, até porque sobraria dinheiro para escoltas, mais escoltas, submarinos, navios-varredores, aeronaves, etc. Por outro lado poderia ser usado para passar ferrovias Brasil para tudo quanto é lado para ajudar à diminuir o custo Brasil e melhorar a integração entre as regiões, também serviria para bancar uma mega-auditoria na saúde pública para tornar tudo mais eficiente e investir pesado no que funciona e sobraria grana extra… Read more »

Marcelo
Marcelo
11 meses atrás

Ainda bem que esse plano de revitalização não foi pra frente. Se tivesse, levaríamos 10 anos pra reformar essa lata velha com um orçamento conta gotas da Marinha!
Melhor mesmo se livrar dessa sucata, mas por essa merreca de R$ 5 milhões de reais, acho mais útil usá-lo como alvo de torpedos e misses.

Marcelo R
Marcelo R
11 meses atrás

Todos sabemos que o dinheiro para modernizar a esquadra, modernizar o porta aviões São Paulo foi parar em Cuba, Venezuela, Angola e muita outras “democracias” sinistras, tudo rotulado de “contingenciamento” das forças armadas, mas o que nos interessa agora e o que será feito desse enorme navio, tem muito aço de boa qualidade, tem alumínio, tem bronze , tem muito cabo de cobre… é isso que interessa a um sucateiro agora, comprar tudo por um bom preço bem barato, desmontar tudo em blocos com mão de obra bem barata e vender tudo pra uma usina de reciclagem de aço, depois… Read more »

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Marcelo R
11 meses atrás

Análise sucinta e bem apropriada!

Mauro
Mauro
Reply to  Marcelo R
11 meses atrás

Mas também foi parar nas pensões para filhas solteiras de militares e em outras mamatas da turma de farda.

Carlos Campos
Carlos Campos
11 meses atrás

Devaneio

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Carlos Campos
11 meses atrás

Excesso de vinho e Camarão-pistola.

Luís Henrique
Luís Henrique
11 meses atrás

Se o orçamento melhorar, a opção nova e moderna mais barata para a MB, é a construção de um LHD Trieste em parceria com os italianos. Custo de cerca de U$ 1,1 bi. E 16 caças F-35 B. Outra opção que a MB poderia investigar é a possibilidade dos americanos nos transferir 1 navio classe Wasp. O primeiro da classe completou 30 anos agora em 2019. Se conseguíssemos um acordo estratégico envolvendo outros equipamentos para as 3 forças e o Wasp viesse de graça com o custo de um PMG e/Ou modernização, talvez uns U$ 200 mi sairia um Wasp… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Luís Henrique
11 meses atrás

Com todo o respeito, mas discordo,
A MB deveria esquecer esse negócio de pensar em NaE e caça embarcado pelos próximos 20 ou 30 anos e se concentrar fortemente em submarinos diesel-elétricos / nucleares e em navios de escolta. Isso nos daria MUITO mais dissuasão do que um NaE sem escoltas

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Willber Rodrigues
11 meses atrás

Sim, concordo devido ao nosso orçamento. Submarinos SSK mais baratos para construir e para operar e excelentes para melhorar nosso poder dissuasório. Por isso eu disse SE o orçamento melhorar. Um Nae, mesmo pequeno, e caças de alto desempenho fazem uma diferença brutal em algumas missões navais fundamentais. E uma marinha que não possui esta capacidade dificilmente consegue enfrentar uma que a possui.
Portanto é sim um objetivo muito importante de ser atingido. Nos falta vergonha na cara, senso do ridículo, vontade política. E provavelmente vai continuar faltando por muito tempo ainda.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Luís Henrique
11 meses atrás

Seria outro São Paulo. Não vale a pena reformar um navio de trinta anos com essas características para navegar 10.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Top Gun Sea
11 meses atrás

Esses navios duram mais. E não seria igual. O São Paulo está chegando em 60 anos, não 30. E com a modernização operaria mais 20, chegando em quase 80.
Com um classe Wasp com 30 anos, uma revitalização e modernização para operar mais 20, o navio chegaria em 50.
Uma idade relativamente comum em Navios Aeródromos.
Veja o Nimitz está com 44 anos e em operação. Foi feito uma grande revitalização e modernização quando estava com 25 a 28 anos de uso.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Luís Henrique
11 meses atrás

Ou se compra um novo com caças novos ou esquece essa praga de vez ! Chega de comprar sucata usada, ja tem o SP e os tantos outros meios de segunda mão caindo aos pedaços.

Pedro
Pedro
11 meses atrás

Os franceses nos venderam essa carcaça podre, só de raiva enviamos o Neymar pra eles… 🔪💀🤣🤣🤣🤣🤣🤣

victor hugo pietnozka rodrigues
11 meses atrás

acho uma pena com os investimentos em material e pessoal (pilotos). tínhamos que ter um plano b. agora pra achar outro no mercado, vai ser difícil. somente um novo. isso requer muito dinheiro e investimento. defesa no nosso pais nunca será prioritário.

Sincero
Sincero
11 meses atrás

Esse navio é um elefante branco, caro pra manter, pra reformar e até pra desmontá lo pois precisam de um dique totalmente isolado do mar e técnicas especiais por conta do revestimento de amianto que usaram em praticamente todo o interior dele. Pesquisem “clemenceau scrap england” e vejam a mão de obra que foi demolí lo. Foi um erro ter comprado esse porta aviões.

Rodrigo
Rodrigo
11 meses atrás

Só quem já teve um Peugeot, saber a raiva que a Marinha passou com esse Na…Bomba francesa

Control
11 meses atrás

Srs Se a situação econômica melhorar nos próximos 2 a 3 anos é a MB sacar da gaveta o programa de aquisição de NAes e fechar um contrato de uns 10 bilhões de dólares com TOT para a construção de um NAe tupiniquim, quem sabe incluindo um estaleiro por uns 5 bilhões a mais. E, provavelmente, ainda com os franceses. E o triste da história é que muitos dos críticos da manutenção/modernização do A12 irão achar maravilhoso, porque será novo. A história do A12 é a crônica do incapacidade da MB de estabelecer objetivos factíveis e buscar com persistência sua… Read more »

Control
Reply to  Control
11 meses atrás

Corrigindo:
Se a situação econômica melhorar nos próximos 2 a 3 anos o mais provável que pode acontecer é a MB sacar da gaveta …..

Greyjoy
Greyjoy
Reply to  Control
11 meses atrás

Compra tudo isso num ano e no ano seguinte não tem mais dinheiro para operá-lo pelos próximos anos.

Control
Reply to  Greyjoy
11 meses atrás

Jovem Greyjoy É o que estamos fazendo no Prosub, ou você acredita que manter um subnuc é barato? Por isto que citei os 10 bilhões, pois é o que nos custa apenas o contrato com os franceses. Estamos a achar maravilhoso o Prosub esquecendo quanto está custando e como que faremos para manter um subnuc que será experimental com poder militar praticamente nulo. A crítica é pela incapacidade da MB em planejar e realizar corretamente o planejado. O A12 foi comprado dentro de um projeto que visava recuperar a capacidade da MB em operar aviação embarcada de asa fixa, projeto… Read more »

Greyjoy
Greyjoy
Reply to  Control
11 meses atrás

A questão entre um e outro tem lá suas ressalvas. O submarino nuclear não tem nem de longe capacidades bélicas quase nulas. Sim, é o nosso primeiro submarino nuclear e terá lá seus ares de experimental. Mas a vantagem dele em relação a um PA é que este não precisa de escolta. Um navio como o Atlântico é até justificável. Pode ajudar em crises humanitárias, pode oferecer uma excelente base pros nosso helicópteros, etc. Além da falta de gestão, as Forças Armadas brasileiras padecem de um quadro de pessoal bastante elevado. Quase a totalidade da verba recebida vai pro pagamento… Read more »

TeoB
TeoB
11 meses atrás

Eu acho que a marinha deveria ir LHD igual ao da Austrália, caberia no nosso orçamento 2 desses e investiria no F 35 de prateleira, 12 aviões por navio estaria de bom tamanho para nós. claro isso depois de escoltas novas.

Juarez
Juarez
Reply to  TeoB
11 meses atrás

Cidadão, o orçamento da MB até 2022 ou 23 nao da para construir nem aquela maquete do SP, nem uma canoa a remo sequer.
Qual o planeta que vocês habitam. Leiam o orçamento, principalmente para entender de uma vez por todas que ter, comprar ou mesmo modernizar não significa poder manter e operar.
Pousem a Anv ” sonhos” de vocês no planeta “realidade”.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Juarez
11 meses atrás

Pequeno com mania de grandeza. Eu também não sei onde esse pessoal vive.
As prioridades deveriam ser de imediato navios de escolta e submarinos para dissuasão estratégica, depois que já estabelecido esses programas é que deveríamos embarcar em navios maiores com maior capacidade como LHD ou um NAe de porte menor.
Mas não, eles querem NAe da classe Nimitz, querem LHD classe Wasp e assim em diante.
Cuidado Juarez, vão nos chamar de pessimistas.

TeoB
TeoB
Reply to  Juarez
11 meses atrás

Bem o orçamento de muita marinha mias equipada que a nossa tem o orçamento bem menor que o da MB, o que falta a devida gestão.
olha o que a FAB esta fazendo…

Tomcat4.0
11 meses atrás

Minha opinião. Se fôssemos um país que leva a sério a defesa, esta modernização total teria sido feita mas ,ainda nesta época éramos governados por apátridas(ainda tem uma boa quantidade de resto mas vai rodar ainda em eleições futuras pois o povo está abrindo os olhos aos poucos). Os ganhos em conhecimento e qualificação já seriam empregados na construção do futuro NAe mas…..

Zorann
Zorann
11 meses atrás

A falta de planejamento na marinha salta aos olhos. – Primeiramente fizeram um PMG no Ceará, que não deu em nada, e a Marinha se viu obrigada a comprar um outro navio com doca alagável e acabou comprando um navio usado, com quase 20 anos de uso, o Siroco (Bahia), um navio que passou por uma revisão rápida antes de ser entregue a MB… e que em alguns anos, precisará de um verdadeiro PMG. – Depois resolvem modernizar o São Paulo, oque mostrou-se inviável, já que a MB nunca fez um verdadeiro PMG no navio e os problemas foram se… Read more »

Bardini
Bardini
11 meses atrás

Ninguém leva isso em consideração, mas os custos de compra do HMS Ocean somam boa parte do que seria gasto na modernização dos sistemas básicos do NAe São Paulo, para que ele pudesse rodar e operar como um LPH… Deixando de lado a parte cara, que envolveriam custos de modernizar sistema de geração de vapor, sistema de catapulta e parada e elevadores. . Isso sem levar em consideração também que o dinheiro do HMS Ocean foi enviado em sua totalidade para o exterior, ao passo que uma modernização do NAe São Paulo feita aqui, manteria boa parte dos valores aqui,… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini, com o que pagar pelo Oceano não dava nem para comprar o conjunto motores e turbina com caixa de redução para o SP.
A catapulta dele, uma adaptação da classe Essex, teria que ser feita artesanalmente, por quem mesmo????
Cara, o consumo de combustível dele em 30 dias de missão consumiria 80% do orçamento de óleo da marinha para um ano.
Esquece, deleta, foi erro caro, lesado e idiota.

Ten Cel Paz
11 meses atrás

Como ter um porta aviões se nem meios para protege-lo nos temos.
soframos tanto com falta de navios de escotas e patrulhas, vejo o PMH Atlantico navegando so por ai. Inviável isso infelizmente no nosso pais as coisas chegou a esse ponto, pela economia que tempo erra pra termos uma marinha, um exercito e uma forca aérea top digna de uma potencia mundial

MFB
MFB
11 meses atrás

Mais dinheiro público jogado no lixo. Precisamos arrumar a casa, fazer bem o básico, antes de sonhar com um equipamento desses.

Davi
Davi
11 meses atrás

Falar mal da MB é como chutar cachorro morto. Cansei de bater e o bixo não ressuscita.

LUIZ FERNANDO TRESSINO
11 meses atrás

Pessoalmente, apesar dos pesares, já que sentamos-no-patê em mais de 100 milhões de dólares e considerando que o principal (casco e superestrutura) foi considerado em ótimo estado, creio que deveríamos ter realizado a reforma. Hoje poderia estar quase no final e poderíamos dar utilidade a esquadrilha Falcão, toda revitalizada, que permanecerá em terra e sub-utilizada. Sem falar que o retorno a ativa do NAe-12 poderia suprir de alguma forma a lacuna da nossa força de submersíveis, atualmente quase toda docada nos estaleiros da MB para reforma/revitalização.

Guga
Guga
11 meses atrás

Ainda bem que não houve modernização! Não teria dinheiro para terminar, muito menos para operar…

Victor Filipe
Victor Filipe
11 meses atrás

Não tinha dinheiro nem pra fazer a maquete inteira… isso já era presagio…

PAULO CESAR LOPES
Reply to  Victor Filipe
11 meses atrás

E q so ia modernizar aquele pedaço kkkk

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Victor Filipe
11 meses atrás

kkk

Delfim
Delfim
11 meses atrás

Se valesse a pena reformar os franceses não teriam vendido.
.
Antes de planejar fazer algo, planeje arrumar dinheiro para fazer este algo.
.
Que a FAB, com a adoção do F-39 e o abandono das gambiarras, sirva de exemplo para a MB e o EB. Chega de gastar com velharias que tenham substitutos modernos (sim, o B-52 é uma velharia mas não tem substituto).

Bardini
Bardini
Reply to  Delfim
11 meses atrás

“Se valesse a pena reformar os franceses não teriam vendido.”
.
Na época em que venderam, o planejamento era construir um navio irmão do CDG… Logo, modernizar o Foch não fazia o menor sentido.
.
E dar (pq foi bem dizer dado…) e ainda lucrar com a modernização do navio e a manutenção de seu ciclo de vida, fazia muito, muito sentido para a DCN.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Bardini
11 meses atrás

De sucata só se aproveita a sucata mesmo. Querer usar para reforma é utópico. Usar como modelo para engenharia reversa até poderia se tivéssemos condições de desenvolver o projeto dai decorrente. Acho que queriam o Foch para dar passeios no mar e dizermos que temos um NAER. Só esqueceram de verificar os sistemas de vapor de alta pressão e acidentes gravíssimos aconteceram. A industria é forçada, por lei, a inspecionar suas caldeiras e tubulações e obter laudos de segurança operacional. A MB esta dispensada, estatal que é daí acontecer essa perda.

NICOLAS RODRIGUES MANIS MACHADO
11 meses atrás

Legal, e os aviões? Escolta? Etc? Essa MB é uma vergonha. É tipo vende tudo que tem na vida para comprar de luxo, mas não ter para pagar seguro, gasolina e manutenção.

Heber21Leandro
11 meses atrás

Preferia ver esses 1.5 Bilhão investidos nas fragatas e submarinos. Hoje precisamos de um Navio Aeródromo, pois o perfil deles são de projetar poder. Precisamos sim de um maior investimento em projetos exclusivos de Defesa Naval como Fragatas, Corvetas ou até mesmo Destroiers. Também precisamos de investimos nos sistemas de defesa Antiaéreo de médio e longo alcance. Precisamos de investimentos em helicópteros de ataques. No meu modo de pensar, devemos concentrar na Defesa até melhor nosso orçamento para pensar em projetar força destinada ao exterior. Valeu amigos! Comentem meu ponto de vista! Vamos ver seu ponto de vista!

Heber21Leandro
Reply to  Heber21Leandro
11 meses atrás

O corretor me lascou. Quis dizer que não precisamos de um Navio Aeródromo

Gabriel
Gabriel
11 meses atrás

Ainda bem que tomara a sábia decisão de desativar esse troço, que por sinal, nunca deveria ter vindo para cá!!!

Henrique
Henrique
11 meses atrás

Bom eu fiquei triste qdo da desativação do SP, acho que se poderia gastar até dois bilhões de reais, para sua reforma e ficar com ele por mais vinte anos, faria um acordo com a Saab para uns trinta aviões navais, respeito a opinião de todos, mais o custo benefício valeria a pena, abraços a todos

Juarez
Juarez
Reply to  Henrique
11 meses atrás

E mesmo…. Quem iria pagar o desenvolvimento da versão naval de um caça cuja a versão baseada em terra só vai estar operacional plenamente em 2023??Papai Niel, Coelhinho da Páscoa, o Gizmo ou quem sabe a fada Sininho….

Henrique
Henrique
Reply to  Juarez
11 meses atrás

O correto seria o Brasil, mais quem sabe mãe Juarez, a que tudo sabe tudo vê, vou parar por aqui, porquê DR só faço na cama com minha namorada, abraço a todos

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Juarez
11 meses atrás

O projeto do Sea Gripen não parou no estágio inicial, ele avançou até quase o estágio do protótipo físico. Então não aparenta faltar ou custar muito. Teme-se aparecer o compradorp

Guizmo
Guizmo
Reply to  Juarez
11 meses atrás

Eu nao, ta louco…..kkkk

colombelli
colombelli
11 meses atrás

basta ver quem governava o pais e se entende o que estava envolvido no fundo nesta modernização…..

Guizmo
Guizmo
11 meses atrás

A MB querer ter um NAe Catobar e colocar A-4 sem capacidade antinavio, sem ter escoltas, sem ter submarinos operacionais em qtde razoável e outros meios seria exatamente o mesmo que a FAB querer comprar UM (01) B-2 Spirit com bombas burras de queda livre e ainda mantendo o F5 como caça

Régis Athayde
Régis Athayde
Reply to  Guizmo
11 meses atrás

Aliás, o que vamos fazer com os A-4 que modernizamos? De que adianta caças-bombardeiros navalizados se não há navio pra usarem? Não seria melhor vendê-los também e usar o dinheiro para as Tamandarés ou mesmo os Gripens?

Nilson
Nilson
Reply to  Régis Athayde
11 meses atrás

Se você fizer a conta direitinho, vai perceber que os 6 A-4 modernizados vão corresponder a 25% da frota nacional de aviões a jato de ataque ar-solo (caças bombardeiros). Os AMX já estão no osso, poucos foram modernizados, pelo que tenho visto se houver 18 em condições de combate é muito. Então, se estamos tão mal de meios de ataque ao solo, por que venderíamos os A4, que são parte do quase nada que temos e que adquiriram grande capacidade de lançar suas bombas com precisão?? Ruim com eles, muito pior sem eles. Além disso, o dinheiro deles não daria… Read more »

Douglas
Douglas
11 meses atrás

Já não compensava fazer outra revitalização acredito que o SP seja um dos porta avioes mais antigos operante (talvez o mais antigo) pois foi construído em 1957 chegou ao Brasil em 2001 pra substituir o MG esteve a serviço da marinha francesa em operações na em conflitos na África Balcãs é Iraque lê dessem continuidade ao projeto em 2039 ele estaria com praticamente 85 anos

Fernando
Fernando
11 meses atrás

Sorte de quem teve a oportunidade de pousar e decolar embarcado.

Gabriel BR
Gabriel BR
11 meses atrás

Isso é sonho ou pesadelo? Coisa de gente séria não é…

Isamu
11 meses atrás

É pra manter a doutrina, diziam. Me faz pensar no porta helicópteros. É necessário realmente? Que helicópteros irão operar no navio? Existem helicópteros para operar no navio? Tem orçamento para isso? Com o que se gastou não teria sido melhor investir em navios patrulha, fragata ou acelerar o programa do MANSUP? O efetivo das Forças Armadas condiz com os meios físicos disponíveis, digo, equipamentos? Enfim, talvez seja outra doutrina a que se referiam. Vai saber.

Nilson
Nilson
Reply to  Isamu
11 meses atrás

Sob seu ponto de vista, a melhor aquisição foi um porta-helicópteros, pois as asas rotativas são a parte mais atualizada e suprida da Marinha. Para ataque naval há os SeaHawk armados com Penguin e haverá os Caracal armados com Exocet. E vários Caracal e Super Puma para desembarque de fuzileiros.

Penske
Penske
11 meses atrás

Alguém saberia informar se já houve alguma decisão daquele projeto em ceder o São Paulo para aquela instituição transformá-lo em museu ?

Nilson
Nilson
Reply to  Penske
11 meses atrás

Deve ter melado, afinal, conforme matéria anterior, o casco do ex-A12 vai ser leiloado ainda nesta semana.

Carvalho2008
Carvalho2008
11 meses atrás

Deveriam ter reformado apenas os cabos de parada, grupo motriz, geração elétrica e somente isto. Arranca toda a tubulação vapor e as catapultasse e põe uma skijump de 12o. Estaria assim montado um Stobar por orcamento muito mais barato. Caberiam ainda assim um Sea Gripen ou até F35 caso um dia as coisas melhorassem. Acho quero A4 talvez não pudesse operar lá por falta de potência, mas haveria ainda opções como o Tejas e MIG29k . O problema real nunca foi o navio e sim a grana para fazer o conjunto completo. O S2t também tenho a quase certeza de… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
11 meses atrás

Para quem defende ssks com muito boa razão, também sou minimalista em benefício da quantidade. Ssks menores que os já diminutos IKLs poderiam atuar como lanchas missileiras. Eles podem ora se aproximar de navios que estejam próximo da Costa e lançar seus mísseis ou mesmo atuar como baterias de artilharia de Costa stealth uma vez que atuam e se movem submersos. Com tudo isto ainda poderiam ser pequenos? Lógico que sim!!! Mísseis e munição inteligente estão muito pequenos. Uma seção de 85 toneladas poderia abrigar 112 GLSDBs com 120km de alcance. Bastariam de 2 a 4 tubos 533 de carregamento… Read more »

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Carvalho2008
11 meses atrás

Eu tbm penso nisso, uma estratégia a-lá Iran.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Um subnuke é uma Orca, inteligente, rápida e veloz que persegue a vítima onde estiver Um Ssk é um crocodilo, que se posiciona furtivamente por dias onde a presa irá passar O sub que desenhei é uma piranha, que ao cheiro do inimigo, vai rápida e sorrateiramente até ele e o ataca e volta para reabastecimento e remuniciamento Penso nele como uma bateria Astros submersa, de construção simples como um classe Yono ou Gadhir, com tamanho suficiente apenas para chegar e descarregar o arsenal Sendo pequeno, poderia ser abastecido de forma dispersa. Um IKL consome 180 ton diesel. Um Ssk… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Carvalho2008
11 meses atrás

O alcance de detecção de um submarino contra um alvo de superfície é menor que o alcance de um engajamento superfície-superfície a não ser que o sub seja auxiliado por outro meio e se exponha para receber os dados, o que acaba com sua maior vantagem, ele não tem esse alcance. isso poderia ser mitigado por uma maior velocidade porem isso degradaria sua furtividade fora o que poderia fazer o tamanho do mesmo aumentar por causa do consumo….Isso considerando nosso T.O. No mediterrano, OM e parte do pacifico essa sua tática tem maior chance de sucesso já que o alcance/tempo… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Flávio Henrique
11 meses atrás

Mestre Flávio , Como uma exemplificação de um mini sub missileiro pode ser comparado e trazer à tona uma conversa sobre um classe Ohio com 154 tomahawk??? Ele não deve ser comparado nem a um Ssk clássico! Nem mesmo a um já diminuto ikl 209. São equipamentos diferentes para funções diferentes e que operam de forma muito diferente O mais próximo que poderiam ser comparados seriam a lanchas missileiras, tal como elas, não possuem função principal de patrulha. Saem com endereço quase certo para o RAID. Não tem longa duração de mar e focam no cinto litorâneo, na área interna… Read more »

Deivid Campos
Deivid Campos
11 meses atrás

Eu fico me perguntando, um país como o nosso, é tão impossível construir um porta aviões!!!! Eu fico indignado com isso olha se sair às Tamandarés já vai ser de bom tamanho. Sonho um dia em lançarmos ao mar nosso próprio porta aviões!

Carta Branca
Carta Branca
11 meses atrás

Na visão pessimista, ficamos até pelo menos 2040 sem um porta-aviões, que é sim um meio estratégico interessante dentro do nosso cenário operacional. Entretanto, na visão otimista, não torramos uma dezena de bilhões (realisticamente é por aí) em uma sucata, e agora temos esses recursos para economizar e direcionar para um porta-aviões novo e que dure bem mais que 20 anos além de trazer investimento aos estaleiros nacionais. A marinha real britânica escolheu trabalhar com menos para economizar e investir em uma marinha mais forte no futuro, por que isso é problema por aqui? Simples, porque não existe dinheiro que… Read more »

Jhon
Jhon
11 meses atrás

Quem ia modernizar, Odebrecht? De $1bilhao passaria para $2 bilhões com atraso só ficaria pronto em 2024