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Naval Group entrega os primeiros lotes de torpedos pesados ​​F21

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Torpedo F21
Torpedo F21

O Naval Group entregou os primeiros lotes de torpedos pesados F21 ​​da nova geração para a Marinha Francesa (Marine Nationale), bem como para a Marinha do Brasil

O anúncio foi feito durante a coletiva de imprensa sobre ganhos anuais da empresa em 21 de fevereiro de 2020.

Um lote inicial de 6 torpedos foi entregue à Marinha Francesa em novembro de 2019. Outro lote de torpedos F21 foi entregue à Marinha do Brasil em janeiro deste ano. O número exato de torpedos não foi divulgado. O Brasil é o primeiro cliente de exportação do F21, que será instalado a bordo dos novos submarinos da classe “Scorpène”.

Na Marinha Francesa, o F21 está programado para substituir os antigos torpedos F17 Mod.2. O F21 será instalado a bordo da frota de SSBN da classe “Le Triomphant”, os novos SSN do tipo Barracuda (classe “Suffren”) e mais adiante, a futura frota de SSBN conhecida como “SNLE 3G”. Vários SSNs atuais da classe “Rubis” receberão o novo torpedo, já que pelo menos um submarino da classe foi usado para realizar testes de validação e qualificação do F21 nos últimos anos. O requisito inicial da Marinha Francesa é para 93 torpedos pesados ​​F21, que serão conhecidos como “Artémis” no serviço.

Cerimônia de entrega do primeiro lote de (6) torpedos pesados F21 para a Marinha Francesa em novembro de 2019, na fábrica de torpedos do Naval Group em St Tropez.

F21 para a Grécia e a Índia?

INS Khanderi, submarino Scorpène indiano

O Naval Group também procura fornecer seu torpedo pesado F21 para a Marinha Helênica, que precisa equipar sua frota de quatro submarinos Type 214 e um Type 209. A necessidade é de 36 torpedos pesados ​​de de 21 polegadas (533 mm) para substituir os antigos SUT Mod0 e SST-4. Uma concorrência internacional deve ser lançada pelo MOD grego este ano.

Também existe um requisito de torpedo pesado na Índia, para os seis submarinos da Marinha Indiana da classe “Scorpène”. O Ministério da Defesa da Índia emitiu uma licitação em junho de 2019 para a aquisição de cerca de 100 torpedos pesados.

Sobre o torpedo pesado F21

De acordo com o Naval Group, o F21 apresenta desempenhos excepcionais, cumprindo os rigorosos requisitos da Marinha Francesa: modo autoguiado avançado, capacidade de águas rasas e confinadas, resistência a contramedidas de última geração e conformidade com as normas de segurança de submarinos nucleares. Graças à sua inteligência, alcance e poder de fogo, oferece uma vantagem tática incomparável, aumentando o espectro de cenários operacionais.

O F21 tem um diâmetro padrão da OTAN (533 mm), um comprimento de 6 metros e pesa 1.550 kg. Tem uma velocidade superior a 50 nós e um alcance de mais de 50 km (27 milhas náuticas). Sua profundidade de ataque operacional é compreendida entre 33 pés (10 m) e 1.630 pés (500 m).

O torpedo é guiado inicialmente por fio e, em seguida, usa busca acústica. Seu motor elétrico é acionado por uma bateria de óxido de prata de alumínio (AgO-Al). O back-end do torpedo é fornecido pela Atlas Elektronik (e provém do torpedo SeaHake mod4), que permitiu que os engenheiros franceses da DGA e do Naval Group concentrassem totalmente seu tempo e orçamento durante a fase de pesquisa e desenvolvimento na inteligência, orientação e recursos de rastreamento do F21.

Torpedo F21 sendo embarcado em um submarino
Torpedo F21 sendo embarcado em um submarino classe Scorpène

FONTE: Naval News

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Vitor Silva
Vitor Silva
4 meses atrás

Faço ideia, deve custar uma pipa de massa……
A industrias de material bélico devem ser muito lucrativas, e conseguem sempre inovar e manterem-se na vanguarda da tecnologia, conseguindo assim não só sobreviver , como realizar novas vendas.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Vitor Silva
4 meses atrás

Deve custar essa “pipa” para desenvolver também… Depois procure a relação do “bom barato rápido”! Abç

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Vitor Silva
4 meses atrás

Galante, ótima matéria, precisa e detalhada. Parabéns.

Mateus
Mateus
4 meses atrás

O F21 é um novo torpedo, a última foto é um Black shark. Qual a ligação entre os dois? Pelo que eu entendi, a França desfez a parceria com a Itália e resolveu fazer um torpedo do 0

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Galante nao tem ideia de quantos a marinha comprou ?

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

vixe entao deixa rsrsrs

Jeff
Jeff
Reply to  Leonel Testa
4 meses atrás

Kkkk

joel eduardo soares
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Então vc sabe Galante, cuide-se, desconfie de todos e tudo! kkk!

JT8D
JT8D
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Fala aí Galante. E pode matar ele, não tem problema

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Fala… fala… fala…

hahahah

brincadeirinha…

Fala baixinho para nós, ninguém irá escutar.

Abraço!

Roberto Pinheiro
Roberto Pinheiro
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Pode falar a quantidade Galante!
Depois você mata ele!
kkkkkkkkk

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Fala, Fala, Fala!!!
kkkkk

Será que um dia o Brasil, terá uma doutrina de defesa de fato?? No Papel não basta, … Ter no papel e não de fato, é o mesmo … infelizmente, têm sido assim no Brasil!!

Dimas Santana de Souza
Dimas Santana de Souza
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Como vai Senhor Alexandre Galante. Foi publicado recentemente , já em 2020, uma notícia que muito engradece o Brasil. Uma importante Agência de Classificação de Ranking Militar posicionou o Brasil no 10º lugar entre as potências mais bem armadas. Demos um salto do 13º lugar para o 10º lugar. Sendo mais esclarecedor esta notícia foi veiculada no renomado site SPUTNIK . BRASIL . Diante disso venho parabenizar o Senhor , seu famoso site , os seus analistas militares atentos ,

Renato
Renato
Reply to  Dimas Santana de Souza
4 meses atrás

Amigo, se a agência que vc não menciona for a GLOBAL FIRE, esquece.
Critério zero!
Classificar a Marinha da Bolívia (que não tem mar) a frente de outras sulamericanas é brincadeira.
Vcs acreditam em tudo q veêm e tudo q ouvem.
Acorda!

Jhon
Jhon
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Fala, pra nós e mata ele.

Gustavo
Gustavo
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

vai morrer de decepção de qualquer maneira mesmo… kkk

Veiga 104
Veiga 104
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Rsrsrsrs

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Na verdade foi divulgada essa informação há um bom tempo. São 30 torpedos.
Porém ao longo dos anos A MB deve ter assinado novos contratos e o número de torpedos deve ter aumentado.

Filipe
Filipe
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Na última foto é um blackshark chileno.

Kemen
Kemen
Reply to  Filipe
4 meses atrás

É um F21 que esta sendo embarcado para teste. Provavelmente a pintura é um pouco diferente do modelo final comercializado, porque é um torpedo identificado como para testes, observe o sistema traseiro de propulsão nas fotos do site e compare os pequenos detalhes com o Blackshark.

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Kemen
4 meses atrás

Não é um F21. A foto é de, pelo menos, julho de 2011. Nem existia maquete de F21 nessa época.

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Kemen
4 meses atrás

Acabei de encontrar notícia de 2008 com essa foto…definitivamente não é um F21.

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Desculpe, mas na última foto é representada a faina de embarque de um Blackshark em um Scorpéne chileno. A foto é de, pelo menos, julho de 2011. Nem existia maquete de F21 nessa época.

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Alexandre Galante
4 meses atrás

Acabei de encontrar notícia de 2008 com essa foto…definitivamente não é um F21.

willhorv
willhorv
Reply to  Mateus
4 meses atrás

Se entregaram 6 pra França, pra nós veio 1, e olha lá!
Tipo assim…temos, não nego, mas não o usaremos por um bom tempo.
Brincadeiras a parte, não deve ser muita coisa não, se é que não é uma unidade mesmo, para adestrar, qualificar e colocar os sistemas do Riachuelo em sintonia. A medida que forem sendo lançados os demais subs e a entrega do Riachuelo for completada, devemos receber mais…uns 2 eu diria. Kkkkkk

Mateus
Mateus
Reply to  willhorv
4 meses atrás

E a Naval Group deveria entregar um lote de ossinhos para você pela viralatisse

Kemen
Kemen
Reply to  willhorv
4 meses atrás

Eu diria que pelo menos serão 6 por cada um dos 4 submarinos, podendo chegar a 18 por sub se não forem adquiridos misseis. O ideal seriam uns 10 torpedos podendo executar 5 disparos duplos, e uns 8 misseis por sub, sem minas maritimas.

Beserra(FN)
Reply to  willhorv
4 meses atrás

Foram adquiridos no primeiro contrato cerca de 30 unidades, porém, tivemos adendos nos contratos que aumentaram as quantidades, o que inclui também os despertadores e mísseis Exocet da versão “S”.

Xerem
Xerem
Reply to  Beserra(FN)
4 meses atrás

Beserra (FN ) quanto e o custo da unidade ? E que e despertadores ?Esse Exocet “S” e o míssil que sai do submarino pelo mesmo local do torpedo com o mesmo submerso naquela capsula ne ? Desde ja agredeço !

Mauricio Pacheco
Reply to  Xerem
4 meses atrás

Despertadores são aparelhos que servem para acordar os marinheiros para assumir o quarto de hora!

Mauricio Pacheco
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Brincadeira….. Eu também não seio o que podem ser ¨despertadores¨, acredito que ele queria escrever despistadores!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

Essa entrega em Janeiro vai ajudar no programa de testes do Riachuelo, e quando ele entrar em operação já vai ter os seus torpedos pesados. Pelo que vejo a Índia finalmente esta correndo atrás de um torpedo pesado para os seus Scorpène, foi um absurdo os submarinos indianos entrarem em operação sem um torpedo pesado!

Mauricio R.
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

” foi um absurdo os submarinos indianos entrarem em operação sem um torpedo pesado!”

Então dê uma olhada:

(https://en.wikipedia.org/wiki/Varunastra_(torpedo))

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Mauricio R.
4 meses atrás

Ele foi projetado para ser usados nos meios de superfícies destroyers e corvetas e anunciaram em 2017 que estavam desenvolvendo uma versão para os submarinos Kilo. Então apesar deles terem esse torpedo para os seus navios os scorpenes estão esperando um torpedo pesado moderno.

https://www.naval.com.br/blog/2019/01/31/submarinos-scorpene-da-india-ainda-estao-sem-torpedos-modernos/

Nostra
Nostra
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

DRDO torpedoes list 1. Varunastra ship launched heavy torpedo currently in production and also exported. 2. DRDO EHWT (Electrical Heavy Weight torpedo) submarine launched torpedo. Currently under development. 3. TAL ( torpedo advanced light ) , ship and helicopter launched light torpedo currently in production and also exported. 4. ALWT ( advanced light weight torpedo ) ship , helicopter and missile launched light torpedo currently under development. It will be the payload of the 650 km range SMART ( supersonic missile assisted release of torpedo ) missile. 5. Shakti thermal heavyweight torpedo, it runs on monopropellant fuel which burns without… Read more »

Nostra
Nostra
Reply to  Mauricio R.
4 meses atrás

comment image

DRDO EHWT (Electrical Heavy Weight torpedo) submarine launched torpedo. Currently under development.

Calibre : 533mm x 6.4m
Homing : active / passive
Guidance : fiber optic wire guided with Ring Laser Gyro INS guidance and additional GPS based guidance incase of countermeasures.

Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
4 meses atrás

Also has autonomous guidance mode in addition to fibre optic wire guidance mode.

Nostra
Nostra
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Who said there is no torpedoes onboard Indian navy scorpene

They carry upgraded SUT torpedoes , the same was used to test the scorpene torpedo FCS during sea trials.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
4 meses atrás

Resta descobrir a quantidade total desses torpedos encomendados pela Marinha do Brasil e em quantos lotes serão entregues ao Brasil.

Se eu fosse dar um palpite eu diria algo em torno de 36 deles em 06 lotes.

Mas eu espero estar errado e sejam mais unidades …

Nilson
Nilson
Reply to  Entusiasta Militar
4 meses atrás

Conforme o que já foi publicado aqui no Naval, o contrato assinado em 2009 previa a aquisição de 30 torpedos e 50 despistadores: “Três grandes acordos deram origem a contratos comerciais, organizados entre janeiro e setembro de 2009, assinados entre a Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM) e diversos parceiros comerciais, que integram o Prosub: Contrato nº 1 – assinado com a DCNS e com a Itaguaí Construções Navais (ICN), empresa da Odebrecht Defesa e Tecnologia (trata-se de uma Sociedade de Propósito Específico, formada pela DCNS e Odebrecht), que trata da construção de quatro submarinos convencionais (S-BR) e é dividido… Read more »

Diego
Diego
Reply to  Nilson
4 meses atrás

Eu realmente chutaria 30, acho que na época da aquisição dos mk48 foram 30

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Entusiasta Militar
4 meses atrás

Se você for militar, talvez saberá. Se não é, dificilmente terá uma informação precisa. Sobre paiol não se fala.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Filipe Prestes
4 meses atrás

Somente o público brasileiro não sabe. França sabe quantos são e por tabela toda UE e EUA também sabem quantos torpedos são. Provavelmente eles também sabem o real alcance do MTC-300, enquanto nós somente especulamos. Essa cerinha que os militares brasileiros fazem escondendo quase tudo mais atrapalha que ajuda.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Entusiasta Militar
4 meses atrás

Esse número geralmente é mágico…

Allan Lemos
Allan Lemos
4 meses atrás

E aquele projeto do torpedo pesado nacional?Mais um que acabou antes mesmo de começar?

Nilson
Nilson
Reply to  Allan Lemos
4 meses atrás

Notícia de 2015 sobre o torpedo pesado nacional. Ainda estava nas mãos da Mectron, que quebrou. Não me lembro de notícia de que alguma empresa tenha assumido esse projeto, ou seja, se ninguém assumiu, parado está (ou suspenso, ou sobrestado, ou engavetado): https://www.naval.com.br/blog/2015/11/11/avanca-o-desenvolvimento-do-torpedo-brasileiro-pela-mectron/

Xerem
Xerem
Reply to  Nilson
4 meses atrás

Nao quebrou foi vendida para Israel como tudo estratégico nesse pais !

Foxtrot
Foxtrot
4 meses atrás

A Índia tem uma demanda de 100 torpedos pesados, isso que é uma compra de respeito. Acredito que o lote inicial da MB deve ter sido o mesmo da França, ou seja 6 torpedos. Mas já é um grande avanço para a capacidade de ataque da MB. Só gostaria de saber como anda (ou se anda) o desenvolvimento do torpedo pesado nacional? Mesmo que ele tenha uma capacidade semelhante a torpedos um pouco mais antigos (classe anterior aos atuais torpedos modernos), ainda assim será um gigantesco feito e incremento para a defesa do Brasil. Esse projeto (assim como outros) deveriam… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Foxtrot
4 meses atrás

Vamos fazer uma aposta. Acho que foi comprado um torpedo para cada um dos Scorpenes que temos. “Despois nóis copia.” Esse tipo de arma é muito sofisticada e deve ter proteções do tipo célula fotoelétrica que detona sob luz, no caso de abrirem para bisbilhotar. Tambem deve ter compostos químicos para determinar uma vida útil limitada. Como certos equipamentos eletrônicos com salinidade controlada para reduzir o ciclo de validade.

Ten Murphy
Ten Murphy
4 meses atrás

O Brasil adquiriu a transferência de tecnologia deles? Porque caso não tenha, realmente não entendo a cabeça de quem efetua essas compras. Submarino sem a tecnologia do torpedo, avião de caça sem a tecnologia do motor e radar. Ah, mas não tem escala! A questão não deveria ser preço, escala nem nada disso. Aprnas soberania e independência naquilo que pode deixar as FFAA de calças curtas num conflito eventual.

JT8D
JT8D
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Cê tá de brincadeira, como diria o “craque” Neto. Comprar caça com transferência de tecnologia de motor e radar é mais ou menos como eu comprar um Onix e a GM me dar o projeto do carro. Sem contar que em geral o fabricante do caça não projeta o motor nem o radar, então ele não poderia transferir essa tecnologia nem que ele quisesse

Esteves
Esteves
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

A questão é exatamente essa.

Não há segredo em construir e montar turbinas para jatos. Temos projetos nas universidades.

Também não somos inúteis a ponto de não conseguir montar radares. Ou torpedos.

Indústria precisa de volume. Indústria precisa de pedidos frequentes. (1) Indústria precisa comprar a pesquisa, transformar em produto, encontrar cliente, conseguir as encomendas, entregar e receber.

Como não existe isso (1) aqui, compramos pronto.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Nada, é tudo fácil, mas é de boca.
A India anda à anos para construir um motor a jacto nacional, e para já está difícil, e radares, torpedos, é aos montes, os países que o conseguem. #sqn

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Obrigado pela resposta JT8D e Esteves. De um ponto de viata econômico ficou claro e concordo plenamente. De um ponto de vista de independência tecnológica e industrial para uma situação de conflito onde estivermos embargados, continuo discordando. A segurança nacional deveria rever isso. De um ponto de viata geopolítico e as chances do Brasil entrar em conflito, ainda sou do tipo que cresceu nas ruaa e sempre trabalhou com segurança: não existe lugar seguro nem pessoas ou paises confiáveis. A lei de Murphy predomina. Melhor ter e não precisar por mil anos que não ter e precisar qualquer que seja… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Uma vez…

A alguns perguntamos quanto $$$ deveríamos pagar para o concorrente X não entrar na relação de fornecedores do cliente/parceiro.

A outros oferecemos $$$ ao cliente/parceiro para ficarmos exclusivos.

Quem ficou de fora foi reclamar na ONU, digo CADE.

Tradicionalmente confiamos na nossa diplomacia. Sabemos que ela não sustentará nossas fronteiras. Nem o desejo europeu de nos partir em 4 será enfrentado sem dureza.

Leia sobre a Fordilandia.

Penso que somos conduzidos pelo diabo.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Isso do desejo Europeu, acho que já virou foi desejo vosso, que isso fosse verdade, mas não é, por mais que continuem tentando passar essa mentira, para ver se os vossos políticos, se assustam, e desatam a comprar armamento, como vocês tanto desejam, nem que para isso, cortem em saúde e educação, como já li por aqui, e tenham que inventar inimigos imaginários, mas continuem, pelo menos alguns seguidores têm.

André Luís
André Luís
4 meses atrás

O Brasil fabrica torpedos?

JT8D
JT8D
Reply to  André Luís
4 meses atrás

Você já leu os conentários?

André Luís
André Luís
Reply to  JT8D
4 meses atrás

Não li nenhum “conentários” não, rs! A sua vontade de lacrar é tanta, que até digita errado….rs!

JT8D
JT8D
Reply to  André Luís
4 meses atrás

André, o Nilson postou até um link com a última notícia do blog sobre esse assunto, com informações sobre o desenvolvimento da Mectron. Mas realmente parece que você não leu

André Luís
André Luís
Reply to  JT8D
4 meses atrás

Vou ver o link. Valeu!

Davi
Davi
Reply to  André Luís
4 meses atrás

Não. Havia um projeto de torpedo nacional, porém estamos sem notícias há muito tempo.

André Luís
André Luís
Reply to  Davi
4 meses atrás

Obrigado.

Jundiaí
Jundiaí
4 meses atrás

Nao sei porque essa frescura de esconder o número comprado, sou eu quem está pagando.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Jundiaí
4 meses atrás

KKK eles só escondem de nós aqui, UE, EUA e até a Rússia, com certeza eles sabem quantos são esses poucos.

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Jundiaí
4 meses atrás

Jundiaí, bom dia.

Trata-se de informação classificada. Em caso de conflito um possível inimigo não precisa saber quanta munição temos em nossos estoques.

Ao contrário do que alguns foristas comentam, poucos sabem quantos foram encomendados. No entanto, posso garantir que o número inicial é suficiente para nossas necessidades.

Uma observação fora do tópico. O submarino Humaitá, segundo de sua classe, está com o cronograma em dia, devendo iniciar testes no segundo semestre do ano corrente.

Esteves
Esteves
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Não precisa perguntar a quem comprou. Pergunta a quem vendeu.

Se venderam 30 ou 40, mesmo descontando testes, é com essa quantidade que os “inimigos” contam.

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
Reply to  Jundiaí
4 meses atrás

Sinceramente, para que sabermos quantos? Os nossos Sub’s nem estão operacionais ainda, e torpedos são bem mais fáceis de se fabricar do que submarinos inteiros… Então é bom que saibam que temos tal capacidade, se por acaso houver algum conflito que mereça encomenda de 100 torpedos desses, será feito pois a MB saberá como operar eles! Simples assim… Vale a pena manter uma grande quantidade de qualquer arma, míssil ou bomba hoje em dia? Ou vale a pena ter uma quantidade de prontidão e em casos de conflito adquirir mais delas? É assim que funciona com outras armas também: MAR-1… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Douglas Rodrigues
4 meses atrás

Sabes construir subs??? Então porque compraram a tot da França??
Gastaram dinheiro para nada. E quanto ao não precisar de propagandear, pois, para quê? Não é preciso, pois vocês não querem exportar.
Pensam que estão a falar para meninos…

Adler Medrado
Reply to  rui mendes
4 meses atrás

Comprou a TOT para saber, ué. E antes disso comprou da Alemanha. E vocẽs que fabricam pecinhas do KC-350 e propagandeiam que são os desenvolvedores do produto e ninguém fala nada? Baixa sua bola aí, campeão.

Adler Medrado
Reply to  Douglas Rodrigues
4 meses atrás

“Ademais, o Brasil vai caminhando a passos firmes para ter forças armadas capazes e do tamanho que realmente precisa!”

Parece que temos um sonhador aqui. Tem que diminuir muito para as FAs terem o tamanho que realmente precisam.

Renan
Renan
4 meses atrás

Chuto mais que 1 e menos que 4

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Renan
4 meses atrás

xuto quatru

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

OFF – O navio MV Stellar Banner que abasteceu no porto da Vale no Maranhão e que iria para a China esta adernando e corre risco de afundar!

http://portaljg.com.br/noticia/15226-navio-cargueiro-aderna-no-mar-a-140-km-do-litoral-maranhense

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
4 meses atrás

É obrigatório um submarino navegar com todos seus torpedos ou somente acontece em caso de guerra ?

Li que o submarino tem seis tubos de torpedo…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
4 meses atrás

Acho que ainda cabem mais 6 atrás para uma recarga.

Dalton
Dalton
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
4 meses atrás

Basicamente o armamento completo é embarcado quando o submarino inicia uma fase mais séria de treinamentos, antecedendo uma missão e ao retornar dela o armamento retorna para o paiol em terra ou é transferido para outro submarino sendo certificado. . A capacidade do “Scorpene” é para até 18 “armas”, necessariamente nem todas as 18 sendo embarcadas, seja 18 torpedos ou uma combinação de torpedos e mísseis, sendo comum o embarque de ao menos 4 mísseis ou até 32 minas caso ao menos um par de torpedos não seja embarcada para proteção e tudo isso a ser lançado pelos 6 tubos… Read more »

Mauricio Pacheco
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
4 meses atrás

Meu caro, servi por pouco tempo em um submarino da classe Oberon, mas precisamente o S 22 Riachuelo, não lembro de ter visto mais do que quatro torpedos embarcados, na maioria das vezes torpedos de exercício!

Dalton
Dalton
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Acredito em você Maurício, ainda mais se o “Riachuelo” não estava completamente certificado para missão nem havia uma em vista, sendo assim, não havia necessidade de muitas armas a bordo o que também ocorre em outros submarinos de outras marinhas que passam um bom tempo em treinamentos de rotina e certificações antes de passarem a uma fase mais séria de treinamento quando então são municiados. . O que descrevi de maneira resumida acima sem inferir em uma rotina de uma marinha específica é como se pode municiar um submarino que em breve passará a fazer parte da marinha com tipos… Read more »

Ozawa
Ozawa
4 meses atrás

“O Naval Group entregou os primeiros lotes de torpedos pesados F21 ​​da nova geração para a Marinha Francesa (Marine Nationale), bem como para a Marinha do Brasil.” “O Brasil é o primeiro cliente de exportação do F21, que será instalado a bordo dos novos submarinos da classe “Scorpène”. A Naval Group é uma empresa de defesa de um país contra o qual o establishment do pensamento estratégico-militar brasileiro conjectura, em sua minuta-de-rascunho-de-proposta-de-análise-de-defesa, ser nossa maior ameaça futura … Nas luzes (ou trevas?) desse pensamento kafkiano veremos, assim, F-21s x F-21s num duelo entre submarinos de projetos igualmente franceses naquele futuro… Read more »

Mauro
Mauro
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Argentina usou bombas inglesas para atacar e afundar, navios ingleses. Matou ingleses também, com essas bombas.

Camargoer
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Olá Ozawa. Daqui a pouco alguém vai dizer que os franceses cederam os códigos dos exocet argentinos… então a MB corre o risco deles cederem os códigos do F21 para…. a Venezuela?

Welder
Welder
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Esse argumento não e valido para isentar, muito pelo contrario.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.
Sun tzu.

Veja esse trecho que retirei da guerra das malvinas.

https://www.naval.com.br/blog/2016/10/07/submarinos-na-guerra-das-malvinas/

“Mas o ARA San Luis não conseguiu realizar nenhum ataque bem-sucedido, por falhas nos torpedos.”

Jhon
Jhon
4 meses atrás

A conta é simples, 4 submarinos e 6 torpedos por submarino; 6×4=24, mas como não tem $$ a quantidade deve ser 12 unidades dois lotes de 6 unidades + 4 unidades para teste de tiro um para cada sub.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Jhon
4 meses atrás

Se não estou enganado, Um submarino tipo Scorpene pode transportar ate 18 torpedos, então é somar 04 scorpenes + 01Subnuc + 01 SubS34 = 88 torpedos no total.

Tem espaço pra melhorar esses numero de só 12 torpedos que o senhor comentou.

Beserra(FN)
Reply to  Jhon
4 meses atrás

Foram encomendados 30 torpedos durante assinatura do Prosub, porém, nos adendos do contrato as quantidades foram aumentadas e também firam adquiridos despistadores e mísseis anti navio.

Camargoer
4 meses atrás

OFF-TOPIC. Um navio de minérios corre o risco de naufragar no litoral brasileiro. Segundo a noticia no UOL “Navio contratado pela Vale corre risco de naufrágio no litoral do Maranhão” a tripulação foi resgatada. Isso me fez lembrar dos vazamentos de óleo no litoral brasileiro. Ninguém sabe ninguém viu.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

F 21para 214e 209 Helenicos ?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

Com o Edrogan cheio de ambições pela região os gregos tem que se preparar mesmo.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
4 meses atrás

Dente para os nossos “tubarões”. Fico feliz em saber que abandonamos a cultura do “Belo Antônio”.
Bravo Zulu!

Guacamole
Guacamole
4 meses atrás

Uma pergunta é porque precisa abrir o submarino pra carregar o torpedo?
Eu achava que carregavam torpedos pelos tubos de lançamento. Vá lá saber…

Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  Guacamole
4 meses atrás

Sob a agua amigo?

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Henrique de Freitas
4 meses atrás

Exato. Solução de engenharia… Atraca o submarino ao lado de qualquer cais em qualquer porto de outro país até, e sem mais complicação (necessário um guindaste apenas) recarrega para dentro os dentes faltando.
Pode até parecer estranho, mas é o mais lógico.

Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  Farroupilha
4 meses atrás

Vc esta sugerindo molhar o torpedo na agua salgada e depois armazenar?

Guacamole
Guacamole
Reply to  Henrique de Freitas
4 meses atrás

Pois é, não tinha pensado nisso.
Já imaginou se alguém inventasse uma película fina de plástico apenas para proteger o torpedo da água enquanto coloca o mesmo pelos tubos?
Que engenharia moderna seria se existisse, não é?

Esteves
Esteves
Reply to  Guacamole
4 meses atrás

O nome disso é preservativo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Guacamole
4 meses atrás

recarregar torpedos em um submarino é um processo lento.

Eles possuem uma portinhola que dá acesso direto do conves superior para a sala de torpedos onde ficam armazenados atras dos tudos. Isto é feito um a um.

existem ssk´s pequenos ( abaixo de 800 ton) em nem espaço para isto possuem. Então, os torpedos ficam alojados diretamente dentro dos tubos de disparo. São tubos sem recarga.

Uma vez utilizados, o pequeno SSK necessita voltar a base onde os torpedos serão novamente inseridos.

Mauricio Pacheco
Reply to  Guacamole
4 meses atrás

Alguns subs possuem escotilhas própria para embarque de armamento, outros embarcam pelos tubos de torpedos superiores, acho que é o caso dos IKLs, alagam os tanques de lastro da popa, deixando a proa um pouco mais alta para facilitar o embarque!
agora não abrem o sub para embarcar os torpedos, retiram aquela estrutura, geralmente de material composto, para terem acesso a escotilha própria para o embarque dos armamentos!

Dalton
Dalton
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Exato Maurício ! No caso de submarinos da US Navy onde os tubos de
torpedos não ficam na proa e sim na lateral do casco a “portinhola” para
carregar os torpedos fica a ré da “vela”.

Guilherme Poggio
Reply to  Mauricio Pacheco
4 meses atrás

Perfeitamente, Mauricio Pacheco. A solução dos Scorpene segue o padrão mais comum. Os torpedos são embarcados por uma escotilha própria cujo acesso se dá pela remoção de parte da estrutura do casco externo (não pressurizado).

Internamente o que se vê é um tubo centralizado, logo acima dos tubos de lançamento. A foto a seguir eu tirei durante uma visita a Itaguaí quando o Riachuelo ainda estava em construção.
comment image

Na foto abaixo um exemplo desta faina.
comment image

Leonardo Araujo
Leonardo Araujo
Reply to  Guacamole
4 meses atrás

Não é preciso abrir o submarino. No Scorpène chileno visto na foto, o Blackshark é embarcado desmontando algumas chapas hidrodinâmicas para a montagem dessa plataforma amarela vista na foto e para ter acesso ao tubo de embarque.
Nos classe Tupi os torpedos são embarcados pelos 2 tubos superiores. O submarino recebe uma pequena inclinação para deixar os tubos fora d’água e então também é montada uma plataforma na proa para o embarque dos torpedos.

Farroupilha
Farroupilha
4 meses atrás

Pois é, mesmo que alguns discordem, as táticas de guerra submarina estão evoluindo, e não paradas no tempo da WWII, temos o F21 com alcance classificado de mais de 50km, que municiará nossos Scorpenes.
Além de outros com mais de 150km, já em uso por Marinhas europeias.
Armas de longo alcance são a tendência mesmo na guerra submarina.
Periscópio está ficando em segundo, terceiro, plano.
Já existe periscópio 100% furtivo aos radares?

Esteves
Esteves
Reply to  Farroupilha
4 meses atrás

Discordo.

Submarino foi feito para disparar torpedo.

Nada de novo.

Bosco
Bosco
Reply to  Farroupilha
4 meses atrás

Farroupilha, Os sensores acústicos de um submarino permite uma consciência situacional ao redor dele de cerca de 80 km contra unidades de superfície. Dai mísseis antinavios lançados por submarinos serem práticos. Contra outro submarino silencioso (em baixa velocidade) essa distância cai geralmente para perto de 20 km usando o sonar passivo. Torpedos na sua distância máxima teórica é lançado contra navios já que combates entre submarinos se dá em distâncias bem menores. Nenhum torpedo europeu tem alcance maior que 50 km. O torpedo de maior alcance da atualidade é o russo Type 65 com 100 km de alcance . Os… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
4 meses atrás

O Contrato 3 do PROSUB indica 30 Torpedos F21 e 50 Despistadores de torpedos do modelo Canto.
Ao longo dos anos a MB firmou novos contratos e o número pode ter aumentado.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Achei um contrato aditivo de 2017. O número e torpedos não foi alterado. Permanece sendo 30 Torpedos. Mas alteraram o cronograma e incluíram aquisição de Simuladores de Torpedos. Segue: Contrato 03 Número: 40000/2009-008/00 – Assinado em 03/09/2009. Descrição Resumida: Contrato de compra e venda de torpedos. Em 2017 foi assinado o seguinte Termo Aditivo: Termo Aditivo 02 – Assinado em 22/12/2017, possibilitou as seguintes alterações contratuais: – Implementar as modificações das Especificações Técnicas acordadas pelas Partes; – Adequar o Plano de Aceitação de Marcos, a Garantia e a Curva de Pagamento correspondente aos marcos, em decorrência da implementação de novo… Read more »

Nilson
Nilson
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Bela pesquisa, Luís.

Leonardo Rodrigues
Leonardo Rodrigues
4 meses atrás

Acredito que é um erro estratégico abrir mão de seguir o desenvolvimento do projeto do TPN assim como foi deixar atacar as empresas responsáveis pelo desenvolvimento do país como a Odebrecht. Empresas não cometem crimes, pessoas físicas cometem. Nenhum país sério se desfaz ou prejudica empresas estratégicas, aliás governos salvam-nas por interesses soberanos. Os exocets franceses foram o exemplo pra Argentina na guerra das Malvinas e deveria de servir de exemplo pra nós.

Esteves
Esteves
Reply to  Leonardo Rodrigues
4 meses atrás

Mudou.

A jurisprudência atual não admita mais a teoria da dupla imputação.

“Atualmente, a teoria mais aceita na doutrina e jurisprudência é a TEORIADA REALIDADE, segundo a qual a pessoa jurídica é um ente autônomo e distinto
de seus membros, dotado de vontade própria. A CF/88 admitiu a responsabilidade penal da pessoa jurídica nos crimes contra: a) a ordem econômica e financeira; b) a economia popular; c) o meio ambiente.”

O TPN, acho, como qualquer outra iniciativa industrial precisa de encomendas. A França e parte das potências europeias tem interesses ultramarinos. São vendedores de armas.

Nilson
Nilson
Reply to  Esteves
4 meses atrás

A capacidade da Marinha é limitada para tocar muitos projetos inovadores ao mesmo tempo. O mesmo ocorre com FAB e Exército, no hay Plata, expertise e demanda para muitos projetos ao mesmo tempo. Não vejo como tocar ao mesmo tempo o TPN e o Mansup, creio que foi boa medida priorizar o míssil em detrimento do torpedo.

Esteves
Esteves
Reply to  Nilson
4 meses atrás

Pois é.

Para fazer tudo que precisaríamos, teríamos que entrar em um cenário de ameaças, exportação de armas, guerras.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Sr. esteves concordo com seus comentários e principalmente como último parágrafo deste. UM adendo: e a nossa força de minagem e varredura? Outra: li um comentário do Sr. sobre belonaves de pequena tonelagem que poderiam ser úteis para nosso mar territorial. Poderia fazer um breve resumo? Obrigado. desculpe o incômodo.

Esteves
Esteves
Reply to  sergio ribamar ferreira
4 meses atrás

Sérgio, Eu respondi (apesar do comentário não ter sido feito ao Esteves) uma afirmação do Leonardo sobre imputabilidade das empresas. O entendimento das cortes mudou e nova jurisprudência sustentada pela CF de 1988 e pela realidade atual está em vigor. Estiquei o comentário. Nossa Base Industrial de Defesa precisaria de pedidos e contratos. Mas não há ameaças tangíveis, não existem inimigos nem ideológicos, não somos sócios de nenhum clube exportador e padecemos do isolamento latino. Não entendo patavina de navios. Antes de entrar aqui eu pensava que reator era resfriado, que máquinas diesel produziam gás e que o Papa era… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Concordo com suas respostas. por isso das perguntas. Já disse tudo. Seu ponto de vista está de acordo. realmente. Gestão, economia, logística, propaganda e perturbação pesada ao congresso . cada semana um general, almirante ou brigadeiro perturbando o presidente da Câmara e o do Senado. e também enchendo a paciência do Executivo. Já leu a respeito da viúva que de tanto perturbar um juiz que não temia rei nem Deus este concedeu os benefícios aquela. é bíblico. Propaganda pesada . Informar a população da prioridade sobre defesa. Fiz um comentário para mestre Dalton sobre isso na reportagem sobre o navio… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leonardo Rodrigues
4 meses atrás

Caro Leonardo.
Poderia compartilhar onde leu sobre o fim do projeto do Torpedo Pesado Nacional?
Eu não li nada a respeito.

Em 2015 foi divulgado que a Mectron estava desenvolvendo com apoio da Atlas Elektronic da Alemanha. Com funcionários lá na Alemanha aprendendo, recebendo Tot, etc.
E a duração do projeto iria de 2014 até 2023.

Qual empresa ou empresas assumiram este projeto tpner Torpedo Pesado Nacional?
Ou foi cancelado?

Nilson
Nilson
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

A conclusão de que o projeto está cancelado ou suspenso “sine die” ou engavetado decorre da falta de notícias sobre o mesmo (mais de 4 anos) combinada com os fatos de que a Mectron, que puxava o projeto, não está mais em atividade e nenhuma outra empresa foi noticiada como responsável pelo projeto.

Alex prado
4 meses atrás

Ué? A França não tava bravinha com o nosso governo, destruidor da natureza? Querendo internacionalizar amazônia brasileira? Não entendo mais nada.🤪🤪🤪🤪🤪🤪

Esteves
Esteves
Reply to  Alex prado
4 meses atrás

Dinheiro fala mais alto.

Há contratos.

Nilson
Nilson
Reply to  Alex prado
4 meses atrás

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Circunstâncias políticas são passageiras, contratos entre empresas e nações são para serem cumpridos.

joel eduardo soares
4 meses atrás

Prezados bom dia duas perguntas?
Qual o custo unitário dos torpedos F21 mesmo que aproximado?
Os atuais torpedos existentes nos submarinos do Brasil podem ser utilizados nos novos submarinos?
Sds

Teórico
Teórico
4 meses atrás

Querem saber o número de torpedos adquiridos pela MB ?

Na hora do almoço vá no boteco em frente à fábrica e pergunte para o peão cachaceiro que trabalha na expedição kkkkkk

Fernando Vieira
4 meses atrás

Pessoal mais entendido poderia me tirar duas dúvidas?
1) quando se embarca torpedos no submarino é necessário cortar as chapas para ele entrar? Ou o submarino tem uma “porta” para embarque de torpedos?
2) tem espaço para mais torpedos do que tubos de lançamento? Ou um submarino com seis tubos de torpedo só pode levar seis torpedos? Se cabem mais, como a tripulação coloca esse monstro no tubo?

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando Vieira
4 meses atrás

Fernando…há submarinos que contam com uma escotilha para embarque de torpedos e mísseis, pode ser adiante da vela ou mesmo atrás dela e como já explicado, no caso de submarinos “IKL” alemães ou “Kilo” russos e mesmo outras classes,os torpedos e mísseis são embarcados através dos tubos superiores que ficam acima da linha da água. . Além dos torpedos e mísseis que ficam nos tubos, há espaço para armas extras, em prateleiras laterais e mesmo no centro da sala de torpedos, sendo que normalmente um tubo e uma prateleira ficam vazios para facilitar a troca de armas inclusive para manutenção… Read more »

Fernando Vieira
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Obrigado pela resposta! Inclusive bem complementada por outros comentários aqui. Já posso dizer que aprendi algo novo hoje.