Royal Navy declara o míssil Martlet totalmente operacional nos helicópteros Wildcat
A Marinha Real Britânica anunciou que o míssil Martlet, desenvolvido pela Thales UK, alcançou a capacidade operacional total (FOC) e está pronto para uso em combate a bordo dos helicópteros AW159 Wildcat. Esse marco segue uma série de testes ao longo de dois anos, incluindo exercícios na costa do País de Gales e no Mediterrâneo, que demonstraram a eficácia do Martlet contra alvos aéreos e de superfície.
O Martlet é um míssil leve e supersônico, pesando aproximadamente 13 kg, com alcance operacional entre 6 e 9 km e velocidade superior a Mach 1,5. Ele é guiado por um sistema de laser semi-ativo (SACLOS) e possui ogiva de fragmentação com carga moldada, adequada para neutralizar embarcações rápidas, drones e alvos de superfície.
Os helicópteros Wildcat HMA2 podem transportar até 20 mísseis Martlet, utilizando quatro lançadores de cinco unidades cada. Essa capacidade permite que os helicópteros enfrentem ameaças como embarcações rápidas e drones de forma eficaz e econômica.
Durante os testes, os helicópteros Wildcat equipados com Martlet engajaram com sucesso drones de alta velocidade, como o Banshee, e embarcações não tripuladas, deixando “apenas destroços” após cada engajamento. O comandante James Woods, da 815ª Esquadrilha Naval, destacou que esses testes representam um avanço significativo na capacidade de ataque marítimo da Marinha Real.
Além de sua utilização em helicópteros, o Martlet também foi integrado a sistemas terrestres de defesa aérea, como o Alvis Stormer, e foi fornecido às Forças Armadas da Ucrânia, onde demonstrou eficácia ao abater helicópteros de ataque russos, como o Ka-52 “Alligator”.
A plena operacionalidade do Martlet fortalece a capacidade da Marinha Real Britânica de enfrentar uma variedade de ameaças, desde embarcações rápidas até drones, ampliando grandemente o leque de opções de combate disponíveis para os helicópteros Wildcat.■



Impressionante a versatilidade do wildcat sempre sendo atualizado e com novas armas integradas, Agora mais uma um “Martelet” 🙂
Eu olhando a foto que vc postou, parecia uma furadeira mas depois fui pesquisar e não é que é um martelete/rompendor mesmo 👍🤣
*Rompedor- corrige aí Srs. Editores escrevi errado 🥴
A MB enviou para o Reino Unido oito helicópteros Super Lynx Mk21A para modernização e conversão em Wild Lynx Mk21B, a previsão era receber os 8 até 2025…
Não tenho certeza, mas até agora parece que recebeu 5 ou 6; será que concluirá a entrega dos 8 ainda em 2025?
6. 2 cancelados.
Valeu o esclarecimento
Eu sei que sou um “pouco” chato mas foi assim que mamãe e papai me fizeram. rsss O termo “SACLOS” não se aplica ao míssil Martlet. SACLOS significa “comando semiautomático para a linha de visada” mas o Martlet é guiado por LBR (cavalgadura de feixe laser). O sistema LBR não emprega o sistema de “comando” , que implica na unidade de lançamento e controle enviar sinais eletrônicos via rádio (ou fio de cobre) para a correção de curso do míssil, bastando que o operador mantenha o alvo centralizado na retícula de mira. Isso não acontece no modo de orientação via… Read more »
Tem o Senhor do Mundo, tem o Senhor das Armas e tem o Senhor dos Mísseis.
Sim, ele se chama Bosco 💪⚓️💀☠️🏴☠️👍
Para um país cheio de pré-conceitos e achismos, informação (realmente) é tratada como chatice.. rsrs
Favor continuar a “encher o nosso saco” ! rsrs
Um míssil guiado por “comando” , seja MCLOS (manual), SACLOS (semiautomático) , ACLOS (automático) ou COLOS (comando fora da linha de visada).precisa de ser percebido pela unidade de lançamento que está também rastreando o alvo. Para que isso ocorra um míssil guiado por comando tem um dispositivo , tipo um flare (beacon) queimando na traseira , que o deixa visível para a unidade de lançamento que envia sinais para que o míssil corrija a trajetória , alinhando-a com o alvo. Uma contramedida é utilizar um dispositivo no alvo que imita o “beacon” do míssil e isso confunde a unidade de… Read more »
Continue ” sendo chato”, nós, os fora do cercado, agradecemos.
Fora do cercado… rsrs
Boa
Seria um ótimo substituto para os nossos SeaSkua.
Categoria diferente.
Marcelo,
o candidato ideal pra isso seria o Sea Venom.
https://www.naval.com.br/blog/2025/10/02/royal-navy-atinge-marco-ao-integrar-missil-antinavio-sea-venom-aos-helicopteros-wildcat/