DGA cria exercício de alta intensidade para a Marinha Francesa com cenário realista envolvendo Rafale, AASM e Aster 30
Rafale lançando AASM
A Direção Geral de Armamentos (DGA) desenvolveu um novo treinamento de alta intensidade para a Marinha Nacional francesa que reproduz, com grau de realismo elevado, um engajamento ar-mar envolvendo um Rafale Marine e uma fragata da classe FDA.
No cenário concebido pelo organismo, um Rafale dispara um míssil AASM subsônico a Mach 0,84 contra um alvo marítimo, enquanto a fragata reage neutralizando a ameaça com um disparo de Aster 30 instrumentado.
Para aproximar ao máximo as situações de treino das condições operacionais reais — sem comprometer a segurança de pessoas e equipamentos — a DGA concedeu à Marinha margens de manobra ampliadas sobre parâmetros críticos do exercício: altitude e velocidade do avião lançador no momento do disparo, orientação angular entre a fragata e a ameaça AASM, distanciamentos relativos no instante de cada lançamento (entre o avião e o navio) e a separação entre o navio disparador e as antenas de recepção de telemetria instaladas na ilha do Levant.

Segundo a DGA, operar com esse “grau de liberdade” em velocidades e altitudes elevadas exige um significativo enquadramento logístico e humano, com meios mobilizados em terra e no mar — incluindo equipas embarcadas na fragata — para monitorar em tempo real os parâmetros telemetrados e as trajetórias radar do Aster instrumentado, do AASM e do Rafale.
Os dados recolhidos nestes ensaios, destaca a DGA, são mais representativos da realidade operacional e serão utilizados para orientar futuras evoluções e adaptações dos sistemas de armas envolvidos. A direção sublinha, ainda, que apenas a sua especialização em ensaios e segurança permite conceber um cenário desta complexidade que satisfaça simultaneamente os critérios de representatividade para as forças em treino e os exigentes níveis de segurança necessários.■

Alta intensidade… só se tiver uns J-10C e AWACS paquistaneses envolvidos…
Muito legal, exercicios mais próximos do combate real deveriam ser feitos com mais frequencia, as vezes acreditar na propaganda do produto dá problema, como foi no caso da índia, no papel o Rafale tinha como se defender dos mísseis do J10, Radar, IRST, RWS e EW, no final perderam alguns aviões.
Mas ainda não perceberam que foi o awacs e os mísseis Chineses, que fizeram a diferença?
Os Chineses fizeram um exercicio igual na China, tudo igual, só que em vez do Rafale estava um J-20 e foi igualmente abatido.
Quanto a este exercicio Francés, foi um teste ás fragats e aos Aster 30, acima de tudo, mas também já tinham feito outro exercicio, onde o Rafale disparou um míssil Mica a grande altitude e uma fragata Fremm DA disparou um Aster 30, que também abateu o Mica.
Mesmo que tivesse oAWACS, o Rafale em tese saberia da presença pelo modo passivo do radar, o RWR deveria ter dito que ele estava sendo uliminado, a não ser que o LPI da radar da SAAB seja tão bom que o Rafale não percebeu, mas tem o radar do J10 que em teoria esse sim tem LPI e é tão bom que o rafale não percebeu que estava sendo iluminado
Pelos vistos o J-20 também não percebeu, assim como o SU-30 MKI Indiano.
E se fosse assim, como dizes, os awacs não davam grande vantagem, aos caças da sua força aérea, ao contrário do que dizem todos os militares e pilotos de caças.
Depois, foram os próprios Paquistaneses, que disseram ter sido os awacs Suecos a grande diferença, bem como a EW e todos os sistemas de guerra estarem centrados.
Muito estranho essa bomba francesa AASM Hammer.
Não há nenhum vídeo mostrando ela acionando o motor foguete. Não há sequer uma foto disso.