EDGE avança para a próxima fase do programa antidrone com a Marinha do Brasil

Com base em uma carta de intenção assinada em abril deste ano, a EDGE — um dos principais grupos globais de tecnologia avançada e defesa — e a Marinha do Brasil avançaram para a próxima fase do sistema antidrone desenvolvido em conjunto para emprego em locais estratégicos.

Um grupo de trabalho conjunto, composto por especialistas técnicos de ambas as partes, já foi estabelecido, e uma demonstração está programada para dezembro. O primeiro pacote de capacidades está previsto para entrega em 2026. Esta é a primeira etapa de um processo mais amplo com a Marinha do Brasil, que pode evoluir futuramente para o desenvolvimento de escudos antimísseis.

O acordo foi assinado por Hamad Al Marar, Diretor-Gerente e CEO da EDGE, e pelo vice-almirante Carlos Henrique de Lima Zampieri, Diretor de Sistemas de Armas da Marinha do Brasil, durante o Dubai Airshow 2025. O anúncio marca o avanço da parceria entre a EDGE e a Marinha do Brasil, dentro de uma colaboração mais ampla voltada para aprimorar a eficácia operacional das forças e fortalecer suas capacidades de combate a drones.■


 

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Fabi

“Escudos antimísseis” kkkk. O nome disto é comer sardinha e arrotar bacalhau

Mário

A IACIT já fabrica. Não tem necessidade de reinventar a roda.

Willber Rodrigues

“Com base em uma carta de intenção assinada em abril deste ano, a EDGE — um dos principais grupos globais de tecnologia avançada e defesa — e a Marinha do Brasil avançaram para a próxima fase do sistema antidrone desenvolvido em conjunto para emprego em locais estratégicos.” “Esta é a primeira etapa de um processo mais amplo com a Marinha do Brasil, que pode evoluir futuramente para o desenvolvimento de escudos antimísseis.” A gente tá tão acostumado a ver as FA’s BR com conceitos, doutrinas e equipamentos atrasados em décadas, que quando vê uma notícia dessas, até se espanta. De… Read more »

Mauricio R.

Outra empresa daquela turma do “só pode se for…”

Burgos

Daqui a pouco o Istivis aparece e começa o modo irônic on: “Mansup/Mansup negão, cadê vc ?! “
Não fizeram um ainda, e tão querendo fazer o outro ?! 🤷‍♂️

Esteves

Não mostram. Contam.

Parece turma de bar.

Gui

Mansup acabou de passar pelas filipinas segundos dados de satélite da NASA. Um dia ele encontra o alvo…

Alex Barreto Cypriano

Opinião pessoal, suscetível a trovoadas e chuvas: as corporacoes do Estado e empresas privadas brasileiras deviam cuidar de não ter associação com empresas de Estados patrocinadores de genocídio ou escravidão. O EAU subsidia e equipa as RFS (rapid response force), cujas ações genocidas no Sudão produzem um mar de sangue visível até do espaço, por satélite; segundo estimativas da Global Slavery Index, havia nos EAU, em 2.021, numa população de menos de 10 milhões de pessoas, mais de 130 mil trabalhadores escravizados, muitos sob o pavoroso sistema kafala. Ainda, segundo a GSI, penas a Arabia Saudita tem maiores indices de… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Esteves

Países que adotam a kafala e/ou práticas semelhantes são quase 40. Não sobrariam muitos para fazer negócios.

  1. Arábia Saudita
  2. Catar
  3. Emirados Árabes Unidos
  4. Kuwait
  5. Bahrein
  6. Omã
  7. Líbano
  8. Jordânia
  9. Japão
  10. Coreia do Sul
  11. Malásia
  12. Singapura
  13. Hong Kong
  14. Taiwan
  15. Estados Unidos
  16. Canadá
  17. Austrália
  18. Nova Zelândia
  19. Iraque
  20. Israel
  21. Brunei
  22. Tailândia
  23. Vietnã
  24. Myanmar
  25. Bangladesh
  26. Nepal
  27. Índia
  28. China
  29. Rússia
  30. Turquia
  31. Líbia
  32. Sudão
  33. Eritreia
Paulo

Esteves, assim vc quebra a turma kkk. Multiculturalismo na veia vicia.
As últimas notícias dão conta de que Arábia Saudita e Catar estão ” maneirando” na Kafala tradicional ( pra não dizer medieval ), introduzindo certos ” ajustes” modernizadores “, afim de fugir da alcunha de servidão pura e simples. Os brutos ( e príncipes esquartejadores) também amam, ou não.

Paulo

Não podemos esquecer que tem uma renca de deputados e senadores do congresso que praticam alegremente uma espécie de ” kafala tropical ‘ em suas fazendas, perdidas ai no sertão. E também não podemos esquecer do tratamento ” vip” dispensadas às empregadas domesticas, não raro, em nossas cidades, pelos ” cidadãos de bem”. O MP e agentes do MT, não raro descobrem casos assim.
Kafala na veia aqui também.

Alex Barreto Cypriano

Corrigindo: onde se lê ‘RFS (rapid response force)’, leia-se ‘RSF (rapid support forces)’. Obrigado.

Diego

Escudo antimisseis kkkkkk, não tem nem navio direito tem duas míseras fragatas leves( Tamandaré é boa, não estou criticando o navio) mas só tem duas de um total de 4 e sem muita previsão de mais. A prioridade da marinha deveria ser em ter pelo menos uns 15 navios escolta para depois pensar em qualquer coisa.