Destróier Ted Stevens (DDG 128) conclui testes de aceitação e avança para entrega à Marinha dos EUA
Ted Stevens (DDG 128)
A HII anunciou no dia 21 de novembro que o destróier Ted Stevens (DDG 128), da classe Arleigh Burke Flight III, concluiu com sucesso os testes de aceitação (Acceptance Trials), última etapa antes da entrega oficial à Marinha dos Estados Unidos.
A equipe de Testes e Provas da Ingalls Shipbuilding passou vários dias no porto e em mar aberto realizando uma série abrangente de avaliações supervisionadas pelo Board of Inspection and Survey (INSURV) da Marinha. Os resultados confirmaram que o navio demonstrou integralmente todas as capacidades operacionais exigidas.
Marco decisivo rumo à incorporação
“Nosso objetivo é entregar os navios de guerra mais avançados e capazes para a frota o mais rápido possível, atendendo às crescentes necessidades de segurança nacional dos EUA e de seus aliados”, declarou Brian Blanchette, presidente da Ingalls Shipbuilding.
Segundo ele, o sucesso nos testes é reflexo do “trabalho em equipe e da habilidade que definem o programa de destróieres da Ingalls”.
A entrega do DDG 128 deve ocorrer nas próximas semanas.
Navio de última geração
O Ted Stevens é o segundo destróier Flight III construído pela Ingalls e representa a nova geração de combatentes de superfície da Marinha americana. Entre suas principais características, destacam-se:
- Radar AN/SPY-6(V)1, o mais avançado da categoria
- Sistema de combate Aegis Baseline 10, preparado para ameaças modernas e futuras
- Maior capacidade de defesa antimísseis, guerra aérea e operações de alta intensidade
A classe Flight III é considerada essencial para a renovação da frota de escoltas da Marinha, oferecendo maior poder de detecção, processamento e combate.
Produção contínua em ritmo elevado
Até o momento, a Ingalls Shipbuilding já entregou 35 destróieres Arleigh Burke à Marinha. Além do DDG 128, outros cinco navios Flight III estão em construção:
- Jeremiah Denton (DDG 129)
- George M. Neal (DDG 131)
- Sam Nunn (DDG 133)
- Thad Cochran (DDG 135)
A Ingalls, maior empregadora industrial do Mississippi, projeta e constrói destróieres há 87 anos, consolidando-se como um dos pilares da indústria naval militar americana.
Sobre a HII
A HII é o maior construtor naval militar dos Estados Unidos e um dos principais fornecedores globais de soluções de defesa multidomínio. Suas capacidades abrangem desde navios de guerra até sistemas não tripulados, ciber, ISR e treinamento sintético, apoiadas por uma força de trabalho de 44 mil profissionais.■


Semana passada foi entregue o penúltimo Arleigh Burke da versão Flight IIA o PCU Harvey C.Barnum Jr e também mais um submarino classe Virgínia o PCU Massachusetts que serão comissionados no início do próximo ano – quando passarão a ter o prefixo USS – após receberem algum equipamento ainda não instalado e o restante da tripulação, mas, é justamente a entrega não o comissionamento que faz o inventário girar. . O “Ted Stevens” e outro submarino classe Virginia o “Idaho” estão prestes a ser entregues também juntamente com o último “LCS” o “Cleveland” da versão Freedom. . Parece bom, o… Read more »
Bom dia Dalton;
Não tem mais, Phalanx na proa ?!
Ampliando a foto (frontal) percebi 2 sensores abaixo da asa do Passadiço tanto por BB e BE disparados.
Vc saberia dizer o que são aqueles sensores ?!
Não há mais “Phalanx” dianteiro Burgos para as novas unidades e no caso de vários que ainda o possuem o localizado na retaguarda está sendo substituído por um “SeaRAM” com 11 mísseis mais recargas e em breve se verá um “RAM” com 21 mísseis mais recargas, há outras diferenças de armamento e sensores que tornam os mais antigos ainda relevantes. . Quanto aos “sensores” recomendo que leia matéria aqui do “PN” sobre o USS Pinckney o que ficou “bochechudo” quando visto de frente, lembra ? . Pois então ele e outros receberam, receberão o “SEWIP Block 3” . O que… Read more »
Sim me lembro da matéria eu li sobre a AB “bochechuda”.
É evolução do equipamento então ?! 👍
O RAM que vai substituir o Phalanx ?!
E depois virá e versão “Super RAM”
Pois é, tudo evoluindo lendo a outra matéria do submarino com reator permanente me lembrou o da série de ficção “Star trek”.
Logo logo vão chegar ao reator de matéria/anti-matéria 👀
E posteriormente dominar a dobra espacial.
No caso de novas unidades o “Phalanx” de ré continuará existindo já que a política é “esparramar” pelas unidades “coisas boas” e não concentrar em algumas poucas, então, se terá unidades mais antigas equipadas com o “RAM” outros com o “SeaRAM”, mísseis “NSM”, canhões de 30 mm no lugar dos de 20 mm, armas laser na posição dianteira antes ocupada pelo phalanx, etc.
*Na verdade no lugar dos de 25 mm.
Verdade Bosco 2 de 30 mm no lugar dos 2 de 25 mm; estava com
“phalanx” de 20 mm na cabeça 🙂
Bom dia a todos;
Meio fora do tópico, mas alguém tem alguma notícia dos testes da Tamandaré?!
Se já voltou, está atracada ou saiu de novo ?!
Da última notícia publicada aqui , ela tinha saído pra testes e depois não divulgaram mais nada (nem filminho dela entrando no canal).
A última que li foi essa.
https://ndmais.com.br/transportes/fragata-tamandare-realiza-testes-em-alto-mar-em-sc/