Portugal perto de fechar compra de até €3 bilhões em fragatas; Itália e França na disputa
FREMM Languedoc, da Marine Nationale francesa
A renovação da frota de escoltas da Marinha Portuguesa entrou em fase decisiva, com os grupos navais italianos e franceses travando uma disputa aberta pelo que pode ser o maior contrato militar de Portugal nos últimos anos. A aquisição prevista de duas ou três fragatas novas, estimada entre €2 e €3 bilhões, está em foco e já supera o valor tradicionalmente associado a programas de submarinos.
Fontes portuguesas confirmam que o italiano Fincantieri e o francês Naval Group são atualmente os dois principais candidatos à licitação. O Naval Group reforçou sua candidatura com uma parceria assinada em novembro com a unidade de pesquisa portuguesa LASIGE, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com o objetivo de desenvolver soluções de I&D em tecnologia naval para apoio à construção futura de fragatas em Portugal.
Para a Marinha Portuguesa, a nova fragata representa uma atualização crítica frente aos desafios estratégicos no Atlântico — incluindo o incremento das operações do arco atlântico, submarinos, vigilância marítima e dissuasão naval. O custo estimado e o tamanho do negócio realçam a magnitude do programa: se forem contratadas três unidades, o investimento ultrapassará significativamente o valor dos submarinos anteriores adquiridos.
Ambos os concorrentes têm vantagens distintas: a Fincantieri pode oferecer rapidez de entrega e alternativas de construção em estaleiros já ativos, enquanto o Naval Group aposta em forte envolvimento em parcerias industriais portuguesas e integração de sistemas de combate de última geração. Esta combinação entre indústria local, transferência de tecnologia e capacidade de construção será um dos fatores decisivos para Lisboa.


Implicações estratégicas e industriais
O contrato não é apenas uma aquisição de navios: trata-se também de um projeto de longo prazo para a indústria de defesa portuguesa. A escolha da fragata influenciará a cadeia nacional de fornecedores, a manutenção naval, os empregos especializados e a integração com sistemas aliados da OTAN.
Além disso, para a Marinha Portuguesa, a nova fragata simboliza a modernização do seu escolta oceânico num momento em que a presença naval e a cooperação atlântica assumem crescente importância estratégica em Portugal.
Próximos passos
O processo de seleção seguirá as etapas regulamentares portuguesas, com apresentação de propostas técnicas e industriais pelos concorrentes nos próximos meses. A decisão final deverá ser tomada ainda em 2026, com contratos de construção assinados posteriormente.■



Não haverá “continuidade técnica” com as Meko portuguesas.
Sempre é tempo de inovar.
Quem oferecer o pacote melhor, com certeza vai levar.
Briga acirrada aí entre França e Itália 😰
Os armamentos navais padrão (canhão pricipal, canhões CIGS, sistemas de defesa AA , mísseis antinavios, misseis cruise LACM, torpedos leves, helicópteros, drone de reconhecimento e RHIBs) estão sendo acrescidos de drones kamikazes, drones antidrones, misseis SSM de curto alcance, UUVs, USVs, armas de energia direta (laser, HPMW).
A coisa ta ficando sinistra.
Boscão, na sua opinião, daqui a quantos anos até aparecer o primeiro Star Destroyer? 😛
Eu acho que em uns 20/30 anos tanto os EUA como a China já deverão ter bases permanentes na Lua e as primeiras missões tripuladas a Marte estabelecendo uma base permanente de cara. Em 50 anos na Lua já deverá ter colônias para umas 1000 pessoas tanto dos EUA quanto da China e bases de diversos países. Uma colônia em Marte até 2100. As rusgas terrestres serão levadas para o espaço e em uns 50 anos já deverá existir naves armadas. Em 500 anos Marte vai declarar sua independência e deverá ter uma boa frota de naves de combate, além… Read more »
Com certeza você assistiu a série “The Expanse”.
Só faltou mencionar que a Terra será unificada sob uma única liderança e que além de Marte, teremos diversas mini comunidades mineradoras no espaço.
pelo espaço. kkkkkkkkkkkk
Eu não sei o que ele assistiu, mas imagino o que bebeu. Kkk
Guilherme,
Sei da história mas só vi os 2 primeiros capítulos.
Na verdade me inspirei em Arthu C. Clarke.
Excelente série!
Tem uma fanbase cada vez mais crescente, notas altas no IMDb mas foi cancelada abruptamente na 6ª temporada por altos custos e audiência baixa …
Há rumores de que a 7ª temporada irá sair em breve e pode até ser que o Bosco involuntariamente (ou não) já tenha dado spoiler do roteiro …
Dois mil anos!?
Para uma geringonça nem tão avançada quanto uma Constitution Class, que dirá Galaxy Class?
Sei não, Bosco, acho que nessa você papou mosca. Mas aí, se nós formos congelados acho que veremos o resultado, de uma forma ou de outra, mas não conto com isso não hehehehehe
Leandro,
Como a propulsao MVQL ( de dobra, subespaço, etc.) é uma fantasia científica pode ser que nunca tenhamos um star destroyer.
Na melhor das hipóteses atingiremos a 10% da velocidade da luz, o que demandaria uns 45 anos até Alfa Centauro.
Dois mil anos eu acho que até fui otimista. Rsss
“Como a propulsao MVQL ( de dobra, subespaço, etc.) é uma fantasia científica pode ser que nunca tenhamos um star destroyer.” Mas é uma fantasia cientifica baseada em conceitos científicos validos ou não? Fui pesquisar e isso foi o que achei: Existe uma base teórica científica para a propulsão de dobra espacial, principalmente no conceito do “Motor de Dobra de Alcubierre”, proposto pelo físico mexicano Miguel Alcubierre em 1994. A Teoria por Trás da Dobra Espacial: A ideia central não é mover um objeto através do espaço a uma velocidade superior à da luz (o que violaria a teoria da relatividade de Einstein),… Read more »
Marcos, Isso não é física real. É alucinação. Até eu poderia imaginar que se manipularmos o espaço-tempo criando uma bolha se poderia ultrapassar a velocidade da luz assim ou assado, mas como essa bolha seria criada? A única maneira de se manipular o espaço tempo é com massa nível buraco negro ou com velocidade próxima da luz, e ainda assim pode-se não obter os objetivos desejados. É o mesmo que alguém afirmar que podemos criar uma máquina de miniaturização que pode fazer um ser humano ficar do tamanho de um átomo, manipulando o tecido do espaço-tempo e criando uma bolha… Read more »
Não sei se a versão Francesa das FREMM é possível.
Será mais uma escolha entre a mais barata FDI e a FREMM italiana, estas ainda em produção.
Eu creio que os franceses conseguem fabricar novas Fremm com uma certa tranquilidade.
A proposta francesa não inclui Fremm, mas sim as FDI.
Os Franceses estarão tranquilos, o problema é quem tem de pagar os custos de reativar a linha de produção. E para produzir duas ou três fragatas…
Então Portugal terá três novos e belíssimos navios , visto que design italiano e francês geralmente é um colírio para os olhos.
Então, só umas pequenas atualizações: A quisição será feita dentro do programa SAFE da UE, portanto não segue os moldes de um concurso tradicional. A negociação é estado-estado e a candidatura aos fundos tem de ser feita ainda em Novembro de 2025, portanto a decisão de qual a fragata está por dias. As candidatas mais fortes são a FREMM Evo e a FDI, com a F-110 da Navantia a correr por fora. A preferida da Marinha era a FREMM com 32 VLS, porque é melhor para ASW ( propulsão mais silenciosa com CODLAG em vez de CODOD da francesa, possiblididade… Read more »
As FDI Francesas também vão ter 32 VLS, sendo as que as últimas 3, logo de inicio e as 2 primeiras, uma já entregue á Marinha Francesa e a outra a caminho de também o ser, será no fim de todas as entregas, que terão o acrescento, de mais 2 VLS cada uma.
Mais uma achega para os editores, um bocadinho off-topic. Há un rumor credível de que a curto prazo a Marinha pretende encomendar uma segunda Plataforma Naval Multifuncional (porta-drones /helicópteros), mas desta vez, militarizado, baseado num projecto da Damen)
E lembrar que esta Marinha já foi uma das poderosas do mundo, e com todos navios construídos em casa. As voltas que o mundo dá…
Já algum tempo que Portugal não fabrica navios de Guerra durante o século xx lembro me apenas duas classes.
Os próprios estaleiros privados portugueses não estão muito interessados nenhum quis construir o d João II.
Por isso é que este acordo é importante vai permitir quem ganhar reabilitar os estaleiros do estado o arsenal do Alfeite é uma das contrapartidas…
Isso foi à muito tempo atrás. Neste momento o que se está a construir em “casa” são a terceira série dos NPO (6 navios).
A West Sea já tem o calendário totalmente preenchido com paquetes de luxo para vários armadores e os NPO para a Marinha.
De referir quem ganhar este concurso vai poder estar na frente na próxima aquisição já que a classe Bartolomeu Dias têm 31 anos e daqui a 10 anos vai ser substituída… Por isso é bem apetecível
Eu realmente espero que a Marinha consiga convencer o Governo Federal da importância de dar continuidade a construção de + 1ou 2 Submarinos Riachuelo (Se possível com melhorias como Baterias de Litio e AIP ou que seja possível realizar a troca durante um MLU futuro) e ao menos + 2 Fragatas Tamandaré (Antes de se iniciar a construção de uma classe melhorada e maior). Eu duvido muito que o ICN manterá toda sua força de trabalho uma vez que concluir os 4x Riachuelo, e que a garantia financeira seja um empecilho pro Sub Nuclear. O Preço do Aço está em… Read more »
Tá sabendo que depois das declarações do primeiro ministro alemão / chanceler o governo brasileiro resolveu paralisar todos os futuros negócios de compra militar com a Alemanha?
O Brasil não cansa de perder oportunidade. Pra piorar o estaleiro está em estado governado pela oposição, mas um motivo pra entrar em desgosto na Brasilândia.
O que tem acontecido no Brasil em processos de aquisição é uma das razões pela qual eu olho com muito pessimismo para valores avultados que envolvam transferências de tecnologia. Transferência para o que, ao certo? Vamos fazer mais, vamos pegar no projeto e modificar para uma classe seguinte? Nada disso ocorre, então, a prioridade dever ser pagar o menos possível pelo melhor possível, entregue o mais rápido possível e com contrapartidas normais de negócios de grande envergadura, apenas. A MB está com os quatro scorpene entregues ou lançados, por exemplo, se não vai fabricar mais, podemos apenas presumir que daqui… Read more »
FREMM, só se forem italianas, porque ainda mantém as linhas de fabrico.
Francesas faz mais sentido as FDI.
Outra hipótese são fragatas usadas.
Não sei é como vamos pagar isso.
é menos do que uma TAP…
Mas a TAP, ainda dando prejuizo, dá empregos e impulsiona a economia com o turismo.
As fragatas dão emprego aos franceses e ajudam a economia francesa.
Essa treta de investir no Alfeite, só se for para o transformar em um hotel. 🤣
Para ser explorado por uma cadeia de hoteis francesa.
Mas, se é para haver marinha de guerra, pelo menos que tenha meios de jeito.
O Alfeite faz a manutenção dos navios da marinha sem ele ias dar dinheiro ao estrangeiro como foi o Zaire que fez a manutenção em espanha e custou perto de 1 milhão de euros…
Além disso têm a capacidade de construir pequenas embarcações como a classe Argos ou classe vigilante do instituto socorros a náufragos…
“O maior navio construído no Arsenal do Alfeite foi o petroleiro Gerês, com 191,7 metros de comprimento e 35.625 toneladas de deslocamento leve. O Arsenal do Alfeite também construiu outros navios de grande porte, como os petroleiros Sameiro, S. Mamede e Erafi. ” e existem desenhos de navios do próprio AASA (Arsenal do Alfeite Sociedade Anónima) e sempre podes ver uma apresentação do AASA “Arsenal do Alfeite 2013”
Por curiosidade, pode-se ver o salva-vidas “sempre em pé” que volta sempre à sua posição inicial.
Tem os que pode pagar. E a “Tap dá empregos e impulsiona a economia” e as forças armadas defendem a economia, as empresas, hospitais, tribunais e toda a infraestrutura do país, assim como as pessoas. Basta olhar para a Ucrânia e ver que as forças armadas, são o garante de tudo, em um país, que está sendo invadido, pois adianta muito pouco, nessas alturas, se esta ou aquela empresa puxa pela economia, quando sem forças armadas, ficarás sem tudo, incluindo a economia e se pertencemos á UE e Nato, temos que dar o nosso contributo, para não passarmos a falar… Read more »
Defendem o quê ? Território ? Infraestrutura?
Vê se acordas para a realidade.
Invadidos já fomos. Mas, ou não deves sair à rua, ou vives em outro país.
A sorte nisto tudo, é que Portugal só paga uma parte, o resto vem do fundo europeu de defesa. E mesmo assim, a parte portuguesa vai ser paga, com falta de médicos e a teres que trabalhar até cair.
França, Alemanha, Inglaterra e EUA, é que arranjam as confusões com a Rússia, e nós pagamos.
Mas já que é para gastar, espero que seja equipamento de jeito.
E onde são fabricados os Airbus da TAP?
Se é para queimar dinheiro pelo menos que se queime em algo que possa queimar os outros…
Não estou muito preocupado com a compra, altura em que os políticos têm muito a ganhar, mas quando for preciso fazer o MLU na altura prevista, fazer manutenções o mais rápido possível em vez de estarem anos parados, sistemas de armas em qualidade e quantidade, etc.
e como irá afetar outras aquisições…
Quando for para fazer MLU, vão fazer aos estaleiros onde foram feitos.
Basta ver o MLU, das fragatas holandesas.
Os airbus, não são comprados, são alugados.
A empresa na sua actividade, vai pagando o aluguer e depois ou tem lucro ou prejuizo. E neste capítulo a TAP, não se saiu mal.
Entre compra de navios de guerra e a TAP, não há comparação possível em termos económicos.
Serio isso? Os navios quase todos os anos precisam de manutenção e vens falar de MLU? Cada um por aqui. Sim existe comparação com a tap fazer a manutenção anual dos navios e submarinos da marinha custa milhares de euros!
Estamos a falar de mais de 30 navios! Acho se fosses governar ias ser pior que o Sócrates
Maus exemplos que dás. Os aviões Airbus da TAP, 53 foram comprados e posteriormente cinco foram “alugados”. No caso da nova empresa a ser constituída pela AASA e pela Naval Group, pode dar um novo folgo aos estaleiros da AASA (Arsenal do Alfeite Sociedade Anónima) e tendo por exemplo os estaleiros da ENVC (Estaleiros Navais de Viana do Castelo) que agora são da West Sea e agora têm o calendário cheio para a construção de navios cruzeiros (para cruzeiros até a Antártida) e para a construção de seis NPO2000.
Pagar? então o estado português pediu um empréstimo de 5,8 milhões é com esse dinheiro, a vantagem ao contrario da tap, é que esse dinheiro é pedido pela UE que têm um ranking de AAA e por isso com muito menos juro
Foram pedidos 5,8 mil milhões euros , ao abrigo do programa SAFE , para os três ramos das forças armadas portugueses. Serão para aquisição conjunta de fragatas, sistemas Caesear 155mm Mkll,, sistemas AA curto e médio alcance, blindados Boxer Artec 8×8….em relação a FAP pouco sei para além satélites e drones matitimos longo alcance….talvez drones ARX da Tekever e aviões lus222 tbm fabricados em Portugal
Tu já paraste para pensar, na barbaridade que acabaste de escrever ?
Que interessam os rankings de dívida, quando se sabe, que a riqueza que se cria, não é suficiente para pagar o que se deve ?
Continuo a dizer, espero que o custo justifique a aquisição de meios de combate, às actuais ameaças.
Não é suficientemente? Então Portugal deveu 136% do PIB na altura da crise e actualmente deve 90% e a riqueza não é suficientemente para pagar? O amigo é nem têm noção que diz…
A dívida pública portuguesa está prevista para 90% do PIB no final de 2025 mas em 2015 era de 130%, Os empréstimos feitos pela Comissão Europeia fica muito mais baixo do que qualquer empréstimo feito no mercado de capitais.
Se existe um estaleiro que pode fazer transferência de tecnologia, é o Fincantieri, que possui estaleiros em todo o mundo, da Noruega ao Vietnã! E isso é demonstrado pelo navio logístico LSS classe VULCANO adquirido pela França e pelo projeto DDX da marinha italiana, ao qual a França quer se juntar! Quanto ao sistema de combate de Leonardo, ele é incomparável; também foi testado há alguns meses em um exercício da OTAN e seus radares, incluindo o radar de face fixa, que foi o primeiro do tipo na Europa!
Estejam descansados opinadores Brasileiros , nós Portugueses já foi escolhida a Fragata são 3 e iram custar 4,100 Milhões de € e a vencedora é a FREMM EVO Italiana !
As Fragatas serão entregues em Novembro de 2027 DUAS e uma em 2028 Novembro , as contrapartidas a modernização dos estaleiros do ALFEITE e grande incorporação de equipamentos Portugueses Junto com 10 Pratulhas Atlanticos já em Produção Nacional, 12 Barcos Patrulha Costeiro Produção Nacional 2 Reabastecedores de Armada em Construção na TURQUIA e um Navio Polivalente de Drones em Construção na Roménia, mais um Submarino para avaliação além das 3 Fragatas Vasco da Gama Meko 200 a serem modernizadas para a MEKO A-400 AMD na Alemanha !
A MEKO A-400 AMD Características Principais:
O Governo escolheu as fragatas italianas FREMM EVO para reforçar a Marinha Portuguesa, apurou a CNN Portugal e confirmou o DN junto de fonte bem colocada no processo. No total, serão três fragatas, num negócio que deverá rondar os três mil milhões de euros. As FREMM (Fragata Europeia Multi-Missão) EVO, consideradas das melhores do mundo, vão ser fabricadas pela empresa italiana Fincantieri, que tem um dos maiores estaleiros a nível mundial e é uma fornecedora habitual de navios para a Marinha norte-americana. Os patrulhas atlânticos de Portugal são realizadas pela Marinha Portuguesa com os seus Navios Patrulha Oceânicos (NPO), principalmente da classe “Viana… Read more »
Portugal está a renovar a sua frota com novos Navios de Patrulha Oceânicos (NPO) para a Marinha e navios de patrulha costeira para a GNR, focando-se em tecnologia avançada, propulsão elétrica, drones, capacidades antisubmarinas e multifunções (pesca, salvamento, combate à poluição), com o primeiro NPO (o “Dom João II”) previsto para 2026 e os da GNR a chegarem entre 2026-2027, reforçando a segurança e fiscalização marítima. Novos Navios da Marinha Portuguesa (NPO – Navios Patrulha Oceânicos): Número: Doze novos NPOs de 3ª geração. Características: Design inovador, propulsão elétrica (mais ecológica), quase automatizados, com tripulação reduzida (13 militares), porta-drones (aéreos, de superfície, subaquáticos), capacidade para missões científicas, antisubmarinas,… Read more »
MEKO A-400
O NRP D. João II é a nova Plataforma Naval Multifuncional (PNM) da Marinha Portuguesa, um navio de última geração focado em vigilância, investigação oceanográfica e apoio a emergências, com capacidade para operar drones aéreos, de superfície e subaquáticos, sendo um investimento estratégico financiado pelo PRR. Construído pela Damen na Roménia, deverá entrar ao serviço em 2026, reforçando a capacidade de monitorização do Atlântico e a “economia azul” de Portugal. Principais Características e Funções: Multifunções: Projetado para missões de vigilância marítima, investigação científica (biologia, geologia), monitorização ambiental e meteorológica, e apoio a catástrofes. Plataforma de Drones: Primeiro navio português porta-drones, capaz de lançar e recuperar veículos aéreos… Read more »
Capacidades Pista para veículos aéreos não tripulados com 94 metros; Deck para aterragem de helicópteros pesados como os EH101 da Força Aérea Portuguesa; 1 hangar capaz de receber um helicóptero; 1 hangar/oficina para os veículos aéreos não tripulados (drones); Catapulta para lançamento de drones; Capacidade para receber 18 viaturas/ 18 contentores ou 10 lanchas; Hangar inferior com gruas e calhas para movimentação de contentores; Capacidade para transportar 4 lanchas; Porta lateral para a entrada de viaturas; Grua com capacidade de 30 toneladas na ré; Rampa para desembarque de embarcações; Hangar lateral para operar um veículo subaquático operado remotamente (ROV) com um elevador de carga; Zona para receber 100 pessoas/militares com alojamentos e… Read more »
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