FOTOS: Chegada do navio-patrulha HMS Medway ao Rio de Janeiro
RIO DE JANEIRO — O navio-patrulha oceânico HMS Medway (P223), pertencente à Marinha Real Britânica (Royal Navy), chegou hoje ao Rio de Janeiro para uma visita operacional autorizada pela Marinha do Brasil.
A escala no Rio integra a visita já iniciada pelo Medway no Brasil, que passou por Fortaleza (CE) entre os dias 4 e 5 de dezembro e permanece no Rio de Janeiro entre os dias 12 e 16 de dezembro de 2025.
Missão e perfil do navio

O HMS Medway, da classe River Batch II, é um navio-patrulha offshore de cerca de 90,5 metros de comprimento com deslocamento aproximado de 2 mil toneladas e alcance de até 5.500 milhas náuticas, projetado para missões de vigilância marítima, segurança e apoio humanitário.
A embarcação tem sido empregada pela Royal Navy em missões no Caribe, onde atua desde 2020 com tarefas como combate ao tráfico de drogas, apoio a territórios britânicos ultramarinos e respostas a desastres naturais.
Durante sua permanência no Brasil, além das atividades cerimoniais, está prevista a realização de intercâmbios institucionais e trocas de experiências entre autoridades navais dos dois países, em um movimento que fortalece a cooperação bilateral em segurança marítima e defesa no Atlântico Sul.■
FOTOS: Edson de Lima Lucas




Esse também é um tipo de navio que a MB precisa.
A MB está construindo navios patrulha de 500 ton. Com dificuldade financeira imagina navios patrulha oceânicos.
Epá com todo o respeito mas se existe coisa indispensável é os patrulhas tanto oceânico como costeiro. Saber o que se passa no seu território é uma missião prioritária de qualquer marinha. Podes não ter como responder com poder militar mas existem outros poderes diplomático, financeiro… Não saber que se passa no seu território é ser corno manso e aceitar que outros podem fazer lá o querem no seu território (não sei se este termo existe ai no brasil mas é o melhor exemplo…)
A MB pagou à BAE Systems pouco mais de US$ 200 milhões pelas 3 embarcações da classe River + a licença e detalhamento dos projetos da classe para construção em solo nacional.
E quantos foram construídos aqui?
Mais um exemplo de desperdício dos esparsos recursos disponíveis para investimento na MB.
Ola Merlin. Apenas uma correção. Um comandante da MB já explicou que os navios foram comprados novos em uma oportunidade, na não há nenhuma leve sua para construir na ijs adicionais.
O que se tem é a documentação de cada navio que inclui detalhes das instalações rjetrucas, hidráulica, etc. mas não sai plantas de construção.
Sim. Lembro que foi compra de oportunidade. Por isto os valor de aquisição ficaram mais baixos. Se nao falha a memória, iam ser destinados a Trindad e Tobago. Referente à licença, foi bastante divulgada a compra junto com as embarcações. Não lembro de uma divulgação de correção posterior. Mas, quando se compra uma licença de produção, adquire-se o DIP (Design Information Package). E sim. Vem com as plantas de construção. Vem com os detalhes que você apontou e mais, com os detalhes de cada material utilizado. Bem completo. Inclusive veio junto o suporte direto para os engenheiros da MB junto… Read more »
Realmente não possuir convoo foi um fator de peso.. Em Abril durante a LAAD 2025 a Bae systems apresentou uma proposta para o futuro Navio Patrulha Oceânico (NPaOc) da Marinha do Brasil (MB). A classe River Batch II apresentada, é uma evolução da atual oclasse Amazonas que a MB possui 3 unidades (Amazonas, APA e Araguari). Os navios da classe River Batch II receberam importantes updates, melhorando suas capacidades e características que fizeram da classe Amazonas na MB, um sucesso. equipados com canhão Bofors 40 MK4, o mesmo que equipa os Navios Patrulha de 500 toneladas (Maracanã e o futuro… Read more »
Foi um fator de peso, além das questões financeiras já conhecidas.
Talvez a BAE tenha adicionado o projeto da Batch 1 na compra pela MB por já possuir a Batch 2, que tem o mesmo nome de classe mas está um degrau acima em todas as características.
E, utilizar a versão 2 como um NPaOc, não se faz necessário, Tem um custo de operação acima do necessário para a função. Pessoalmente, penso o mesmo até da Batch 1.
A MB, com base nas necessidades e condições orçamentárias, precisa de número e que tenham custo baixo, tanto construção quanto manutenção.
Pelo que lembro, ela está na mesma reportagem sobre o valor da reforma do A12. Acho que era ao Roberto Lopez. Ele pergunta porque a MB desistiu da reforma do A12 por R$ 1 bilhão, da o comandante corrige que era US$ 1 bilhão eu sem garantia de dar certo. Depois ele pergunta (se lembro bem) se a MB construiria os NPaOc de 1200 com as licenças adquiridas na compra de oportunidade da Classe Amazonas e o comandante responde a MB comprou apenas os navios, sem qualquer licença de construção adicional Pensando sobre estra confusão, acho que alguém confundiu as… Read more »
Foi noticiado que iriam construir até 10 unidades para o Brasil, acho que foi no recebimento da últina unidade, e eu como Brasileiro de quase 50 anos e a 40 seguindo esse mundo de compras militares , lógicamente dúvidei,pensei se fora os 3 comprados vierem 2 estamos no lucro, a MB perdeu oportunidade de ter pedido 2 ou 3 unidades a mais, agora já estariam pagas…
Provavelmente alguém confundiu o NPaOc comprado por oportunidade com a classe Macaé.
O comandante da MB explicou que nunca houve esta opççaode construir NPaOc Amazonas adicionais no Brasil
Quando compramos os navios da classe Amazonas não adquirimos a licença para produzi-los localmente? Se tiver a licença é só conseguir a grana para fazer mais!
Temos 3 desses, a classe Amazonas, a marinha podería comprar mais, mas no momento as prioridades presidenciais e do almirantado são outras..
Eu achava que o Brasil havia comprado os 3 ( que eram pra um País, que desistiu ) mais o projeto ! O que nos daria o direito de construir outras unidades aqui.
não há licença para construir estes navios.
foi uma compra de oportunidade
MMerlin e Camargoer falam com tanta convicção que deixam dúvida ao ao leitor.
Aqui mesmo aponta que a compra incluía o contrato de licença.
https://www.naval.com.br/blog/2012/06/29/brasil-recebe-seu-primeiro-navio-de-patrulha-oceanica-amazonas/?hl=pt-BR
Como comentei, se existiu alguma outra declaração da MB que afastou essa possibilidade, desconheço.
È só procurar a entrevista do Comandante da MB, creio que aquela que ele deu para o Roberto Lopez. Está publicada aqui no Naval. É a mesma na qual ele corrige a informação que a reforma do A12 seria de US$ 1 bilhão ao invés de R$ 1 bilhão que era divulgado pela imprensa
Dei uma olhada nas duas entrevistas que foram publicadas aqui e não encontrei nada relacionado Camargo. Encontrei essas duas: https://www.naval.com.br/blog/2014/11/10/poder-naval-entrevista-o-jornalista-roberto-lopes-autor-do-livro-as-garras-do-cisne/ https://www.naval.com.br/blog/2018/10/19/entrevista-jornalista-roberto-lopes-revela-bastidores-do-fim-da-gestao-leal-ferreira/ Mas veja como recordar é viver veja se o atual momento não se encontra na mesma situação, com base nessa citação da entrevista de 2014: “PN– Faz sentido, para o senhor, ver a Marinha gastar tempo e dinheiro projetando um novo NPaOc, quando tem em mãos o projeto da classe ‘Amazonas’? Lopes – Não, não faz. A Emgepron é outro desses casos emblemáticos de falta de transparência. A empresa não divulga as suas atividades na mídia, recebe mal os… Read more »
ola Merlin. Já faz muito tempo. Vou tentar procurar quando tiver um tempo. Eu acho que foi naquela entrevista na qual o comandante explica a decisão de aposentar o A12.
Na de 2018, o que deu a entender foi que a MB preteriu a continuidade da aquisição de novas embarcações para focar no programa Tamandaré e Prosub.
Mas, a princípio (2014 e 2018), MB realmente tinha a licença de construção. Importante não confundir com comercialização.
Tentei encontrar o contrato com a BAE Systems, tanto nas publicações no DOU, ou a contração no Portal da Transparência ou Porta da Marinha e não consegui.
Contração é de chorar, rs..
Contratação.
Eu não encontrei a matéria. Lembro que o Nunão disse certa vez que foram perdidas materias em uma pane no servidor… vou continuar procurando. Posso estar enganado sobre o Roberto Lopes, mas tenho certeza sobre o esclarecimento do comandante da MB. As 3 Amazonas seriam entregues para uma nação africana que desisitu da compra. Os navios estavam novos e foram oferecidos para a MB por cerca de US$ 60 milhões cada, uma excelente oportunidade que a MB aproveitou. O reporter pergunta sobre a licença para a construção de navios adicionais e o comandante explica que apenas os navios foram adquiridos.… Read more »
Sim, eles seriam entregues a Trindad Tobago, mas eles cancelaram a compra e a MB comprou.
Trinidad end Tobago
Sim. A classe Amazonas. É que realmente, três é pouco.
Verdade. Se a MB tivesse vários desses, não seria tanto essa Marinha de terra que é hoje.
Já temos. É praticamente um “Amazonas”.
Eu achava que não se usava mais essas “dazzle cammo”. Mas ficou bem bacana.
Conforme li tempos atrás o motivo dessa camuflagem foi dar a esses navios que operam em territórios britânicos distantes por prolongados períodos de tempo uma identidade própria em reconhecimento aos serviços prestados, apelando-se para o aspecto histórico desse padrão de camuflagem desenvolvido na I Guerra Mundial, mas, de pouco ou nenhum valor nos dias de hoje.
Geralmente essas visitas fora de hora servem como propaganda para a clientela.
Vai que….
Fui mais cedo tentar vê-lo, mas está atrás da Escola Naval.
De onde eu estava deu pra ver o P-120 Amazonas; lindo como sempre!
Agora fez sentido. Não estava conseguindo identificar o navio até ler essa matéria. Há um Navio Hidrográfico com ele, assim como o Cisne Branco e um submarino da Classe Tupi (ou o Tikuna) também, além de vários veleiros em volta (provavelmente são veleiros da Escola Naval).
Bati umas fotos à distância agora.
Ah, putz! Hoje é 13 de Dezembro! Faz sentido!
Consegui tirar uma boa foto do Tupi com o Cisne Branco mais cedo, mas não há a opção de postar, infelizmente.
Galante e Nunão, sei que tem gente que abusa desta funcionalidade, mas o recurso de anexar fotos é muito bacana e enriquece o espaço.
Reconsiderem, por favor! 🤝🏻
O problema dessa classe é que não tem hangar para heli.
Salvo engano, a Batch I não possui porém a Batch II sim.
O “Medway” é um “Batch II”, sem hangar também.
Batch II possui convoo mas não possui hangar.
E se tivesse – dentro desse tamanho – necessariamente teria menos espaço para outras coisas importantes já que além do helicóptero teria que ter acomodações para a tripulação e pessoal de manutenção, combustível, peças, munição.
.
Há utilidade para ambos os tipos, com ou sem helicóptero orgânico, até para “caber dentro do bolso” do interessado.
E hoje o interessado ainda pode optar por drones. Menores, mais baratos e que ocupam menos espaço no navio e que fazem quase a mesma coisa que os helicópteros em se tratando de patrulha.
Nesse ponto a MB até que tem investido no desenvolvimento de drones marinhos com empresas nacionais!
O modelo River I desloca ceca de 1200 ton. O modelo River II com deck para helicóptero desloca quase 2 mil ton. “Esta diferença faz diferença”, como diria o Louro José.
Apenas uma correção aí Camargo.
A batch 1 possui um deslocamento de 1700 toneladas.
A falta do hangar fez a diferença mas a perda de espaço, como apontou o Dalton, traria consequências.
O convoo, que fez parte já na origem da versão Batch 2, é amplo.
Não a toa, esta classe tem um comprimento 11 metros maior (não apenas devido ao hangar).
E como tudo tem suas consequências, o valor unitário da nova versão é quase o dobro comparando com a primeira.
Não cabe no orçamento da MB pensando em uso como navio patrulha.
Só um reparo, o batch II não possui hangar, apenas convoo.
Ele vai voltar para o Caribe ou esta indo para as Falklands ( Malvinas )?
Falklands.
O que éaquele cabo, ou mangueira, ou outra coisa, que passaram da bochecha de BE até o escaler?
É para ligar o roteador na internet
Cabo de reboque de emergência.
Em navios de patrulha e combate leve é comum deixar esse cabo pré-passado externamente, para reduzir o tempo de resposta numa emergência no mar.
É o cabo de leva da lancha, serve para quando a lancha é arriada na água para “levar” essa para o “Pau de Sorriola”, esse é rebatido quando fundeado deixando a lancha em segurança não batendo no casco do Patrulha👍
Obs: toda embarcação militar possui essa cabeação rebatida pelo costado agilizando a faina em caso de emergência para arriar a embarcação na água
Fazendo uma pesquisa gramatical, verifiquei que se escreve também “Pau de Sarriola” ou Surriola, mas na MB chamávamos de “Sorriola”.
Como sempre falo:” aí fica a gosto do cliente”👍
Agora aguenta a choradeira argentina…
Sgtº Moreno
OFF TOPIC
O Sumbarino Tonelero S-42 está agora na Baía de Guanabara. Nunca tinha visto um dessa classe antes. Bicho até é bonito. Rola um contraste interessante já que ontem eu vi o Tupi quase que no mesmo lugar.