Marinha dos EUA mira lançamento de nova fragata em 2028 após cancelamento da classe Constellation
Fragata baseada no National Security Cutter (NSC) da Guarda Costeira dos EUA
WASHINGTON — A Marinha dos Estados Unidos pretende colocar sua nova fragata “na água” já em 2028, anunciou nesta segunda-feira (9) Jason Potter, diretor interino de aquisições do serviço. A meta representa uma aceleração importante após o cancelamento recente da problemática classe Constellation.
Falando durante o Defense Forum Washington, Potter afirmou que a estratégia agora é adotar um modelo de aquisição que separa a finalização do projeto do início da construção, prática usada no novo programa de navios de desembarque médio. A abordagem busca evitar as falhas que atrasaram e encareceram o desenvolvimento da Constellation.
Fragata será baseada em projeto americano — possivelmente o National Security Cutter
A decisão ocorre semanas depois da Marinha rescindir o contrato da Fincantieri Marinette Marine para quatro das seis fragatas Constellation previstas. O estaleiro receberá trabalhos menores de outros programas para manter a capacidade industrial, enquanto a Marinha avança na criação de uma nova classe.
No último fim de semana, durante o Reagan National Defense Forum, o Secretário da Marinha, John Phelan, reforçou que a nova fragata será baseada em um projeto americano e que qualquer alteração de projeto terá de passar pessoalmente por ele — resposta às críticas de que mudanças excessivas deterioraram o cronograma da Constellation.
Segundo duas fontes ouvidas pelo Breaking Defense, Phelan já indicou em um jantar privado que o navio será uma versão modificada do National Security Cutter (NSC), embarcação construída pela HII para a Guarda Costeira dos EUA. A empresa havia proposto um derivado do NSC na competição original que originou a Constellation, oferecendo um modelo “letal, de baixo risco e acessível”.
Em nota, a HII afirmou estar acompanhando os desenvolvimentos, embora sem comentar diretamente o NSC. “Vamos construir o que a Marinha decidir que precisa”, declarou um porta-voz.
Seleção de projeto ainda indefinida
Potter evitou detalhar como será o processo para selecionar o novo projeto e os estaleiros responsáveis, mas destacou que Marinha e Guarda Costeira estão “muito próximas” em temas de construção naval.
“Estamos em comunicação contínua com a Guarda Costeira. Ainda é cedo demais para fazer afirmações definitivas”, disse.
Se o cronograma for mantido, a nova fragata poderá começar a ser construída antes mesmo da conclusão total do projeto — uma inversão da estratégia usada na Constellation e um esforço para acelerar a renovação da frota de superfície dos EUA em meio ao aumento da competição naval global.■




“Segundo duas fontes ouvidas pelo Breaking Defense, Phelan já indicou em um jantar privado que o navio será uma versão modificada do National Security Cutter (NSC), embarcação construída pela HII para a Guarda Costeira dos EUA. A empresa havia proposto um derivado do NSC na competição original que originou a Constellation, oferecendo um modelo “letal, de baixo risco e acessível”. Finalmente fazendo o minimamente óbvio. Não é preciso ser uma “mini Arleigh Burke”. Já tem uma classe ( NSC ) já comprovada, é só “esticar”, colocar alguns sistemas de ponto, mais mísseis anti-navio, e alguma capacidade AA. Coisa que, aliás,… Read more »
Se a Barroso fosse um projeto viável ela teria sido escolhida pela MB.
Sim, eu sei que a Barroso era problemática decido a seu projeto, por isso eu disse acima que as próximas seriam a evolução dela, corrigindo seus defeitos e abrindo “espaço” pra evoluções conforme novas versões fossem saindo.
Não valia a pena. A MB acertou com a Meko, uma classe consagrada e plenamente desenvolvida.
Deveria ter escolhido os suecos, mas agora já são águas passadas…felizmente.
A Barroso não tem espaço para isso (Sistema de ponto) teria que alongar a popa pelo menos em mais 10 metros para tal finalidade.
Na época o Centro de projetos Navais apresentou um projeto para concorrer com as FCTs, mas não ganhou e tinha esse sistema de ponto na popa 🤷♂️
Projeto CVO3 ?
“Na época o Centro de projetos Navais apresentou um projeto para concorrer com as FCTs, mas não ganhou e tinha esse sistema de ponto na popa”
Aí depois sou obrigado a ver fardado e engravatado com conversinha fiada de BID e “ressucitar a indústria naval nacional…”
Patrulhão disfarçado de Fragata 😏
Achei ela “pelada” de Armamento para uma fragata😰
Ela tem até mais armamento que as FCT. Na minha opinião são bem adequadas para TO que não exigem um AB.
Não é muito difícil ser mais armada que as FCT.
Exato. Além da “International Frigate” ser maior assim oferecendo mais espaço para melhorias, mais combustível e mais espaço para carga/pessoal.
O negócio é preservar o casco e o design geral, trocando apenas os equipamentos, armas e sensores. Os EUA podem hoje simplesmente construir uma centena desse navio se quiserem para dar suporte à frota e estar em qualquer lugar do mundo sem os CBGs.
Capaz Burgos, 1/76mm; 48 ESSM(50km); RAM (21); 8 Harpão; 2TT; x.50; 1 Helicop.
Não são 48 ESSM, são 12.
Não são 21 mísseis RAM são 11.
O canhão não é 76mm é 57mm.
São 12 células quad, 4 mísseis por célula. Se não me engano o RAM é 21 e o Sea RAM é 11. Tem no projeto a substituição do 57 pelo 76.
Piassarollo,
Não são não. Se for o sistema VLS Mk-56 é só um míssil por célula.
Putz, então o colega Luis tem razão, é pouco.
Pois é 😏
E tem gente aí se gabando que é mais armada que uma FCT 🤦♂️
A US Navy pode modificar e alterar quantidades de mísseis, etc.
Mas a Fragata demonstrada na matéria com as especificações fala em:
12 lançadores MK56.
O MK-56 é menor que o MK-41 e não abrig mísseis pesados.
É somente 1 ESSM por célula, 12 células = 12 mísseis.
O RAM tem 21 mísseis, mas o divulgado é o SeaRAM, este com 11 mísseis.
Tens razão
eles vão usar o MK56 não o Mk41, o MK56 não tem quad pack
O mesmo sistema que estava no projeto da CV03….detalhe a FCT pode receber um módulo maior com 16 células….
Não acredito que troquem o Bofors de 57 mm, mas o navio pode receber um MK41 de 8 células para 32 (eles falam 28, estranhei…) ESSM. Acho que a decisão é a melhor agora, um navio de baixo custo que gerará milhares de empregos nos EUA e ajudará a recompor a frota da USN diante da PLAN.
No desenho falam em 12 células do Mk-56 , específico do Sea Sparrow/ESSM. E do canhão Mk-110 de 57 mm.
Na maquete parece ser 16 células do Mk-41 e o canhão parece ser o de 76 mm Super Rapid.
Na maquete parece muito com os lançadores Mk-41 que foram instalados em algumas fragatas OHP , que sobressaiam no convés. Se essa nova fragata baseada no NSC tiver 16 células do Mk-41, 1 SeaRAM ou RAM (Mk-49), 8 mísseis NSM, 2 lançadores triplos de torpedos (Mk-36) e um canhão de 57 mm , ela estará muito bem armadas. O canhão da maquete parece ser um SR 76 mm , mas é pouco provável que a USN retorne a esse calibre já que adotou o Mk-110 de 57 mm. A opção do 57 mm é por conta de ser mais efetivo… Read more »
Na versão básica, mas troca o TRS3D pelo TRS4D AESA e mete um Mk41 com ESSM que a coisa já normaliza.
O “problema” é que vão querer enfiar 32 células do Mk-41 no projeto.
E tomara que não queiram enfiar um sistema de radar faseado.
Se tiver 1 canhão de 57mm, 1 CIWS SeaRAM, 8 NSMs e 32 células do Mk-41 pra ESSMs e Tomahawks/SM-6, já estará de bom tamanho.
Se eles quiserem colocar Mk41 ela vai ficar bem cara. Na variante CG já tá saindo por >$700mi.
Mas vão querer prover uma defesa AA mais robusta e duvido que queiram o Mk-56. Vão acabar tentando enfiar o Mk-41. Nem que sejam só 16 células.
Exatamente, o MK41 é o mais confiável. O MK56 seria para exportação.
Eu adicionaria ai os torpedos e um sonar rebocado, essa fragata tem muita cara de escolta para navios de transporte.
Dalton para qual missão seria essas fragatas ?
Num hipotético combate ela não iria pro combate direto contra um destroyer chinês ou russo.
Então ela será usada para escolta de navios mercantes ou para operar de forna independente?
Não sou o Dalton mas vou dar meu pitaco. rsss Dependendo das armas ela pode sim combater diretamente com destroieres chineses num mano a mano. Se tiver o lançador Mk-41 ela poderá lançar mísseis Tomahawk Block V e SM-6, ambos com capacidade antinavio de longo alcance. E futuramente contará com o LRASM e com o SM-6 Block IB. Todos são compatíveis com o lançador Mk-41. Mesmo num mar fechado ainda pode contar com o NSM ou Harpoon (mais provável seria o NSM) e com o SM-2 Block IIIC, numa faixa de até 250 km. Ou seja, em tendo o lançador… Read more »
O conceito de plataforma qualquer para lançamento de mísseis sofisticados é o que vem ganhando força, especialmente na Europa. Vide o projeto da Damen.
Um outro exemplo desse conceito é lançador Mk-70 instaláveis nos LCS.
O desenho aí tá mais para corveta
Ela é maior que as FCT.
Na versão GC tem 120m, e provavelmente vão esticar mais alguns metros. Chuto um navio de 130m.
Fui pesquisar a classe do Cutter da GC e têm 127m de comprimento e 4700T. Se esticarem o projeto deve chegar perto dos 140m
Você experimentou olhar os desenhos que ilustram a matéria? Não tem diferença de comprimento (nem de boca) entre o NSC e a Internacional Frigate, ambos (projeto e manufatura) da Huntington Ingalls Industries, antigamente Northrop Grumman Ship System. Igualmente, os deslocamentos Full são semelhantes. Como conseguiram essa mágica depois de socar VLS e o escambau?
Alex,
O VLS da proposta é o Mk-56 , que só calça o ESSM.
E são só 12 unidades. Isso não seria pesado.
Eu só acho que por mais que a USN queira simplificar e baratear ela não vai abrir mão do sistema Mk-41, multimissão.
Com certeza, pelo menos 16 células, ou eu mudo meu nome pra “Nabuco”.
Verdade, mestre Bosco. O Mk-56 12 células, cheio, pesa pífias 10,5 toneladas. Se existisse um módulo Mk-41 de 3 células (12 ESSM, comprimento de autodefesa) ele pesaria, vazio, 4,7 toneladas ou, cheio, 8,1 toneladas.
Verdade, só olhei depois os desenhos, passou batido.
Acho um tamanho adequado, bom peso e tem a simplicidade construtiva americana, o que ajuda na manutenção e nos custos de construção. É o navio certo para eles. Tem cara de navio americano em toda sua essência.
Concordo plenamente
Alguns colegas aqui já haviam falado sobre isso, e ao meu ver, é uma escolha acertada. Um projeto pronto, robusto e já testado.
Será modificado. Será um outro navio. Sendo outro navio, o argumento da qualidade precedente é um erro lógico ou conversa (retórica) de vendedor. Exatamente como aconteceu nas Constellation…
O último NSC classe Legend foi cancelado e a classe, que opera desde 2.008 e sofreu uma série de problemas construtivos e operacionais, estava sendo canibalizada pra poder operar, o que aponta pra falta de partes de reposição. Aqui: https://news.usni.org/2025/06/05/ingalls-coast-guard-scrap-11th-national-security-cutter-over-contract-impasse-says-hii A USCG tem esperança em ser bem aquinhoada com os fundos que Trump declaradamente empenhará em military shipbuilding – embora a USCG esteja, em tempo de paz, sob a autoridade do DHS, ela é um ramo dos militares. Os NSC atingem nível 1 de padrão de sobrevivencialidade, o mesmo (ou um pouco menor que o) dos LCSs. Qualquer variante fragata… Read more »
Tinha dito isso qdo cancelaram a Constellation, que a USN precisa de uma fragata mais simples para missões ASW e escolta de comboios. O foco seria tentar recriar a filosofia das OHPs para baratear a construção e permitindo aquisições em maiores quantidades. Pra essa futura fragata 1 canhão de 76mm/57mm, 2 VLS Mk.41 Tactical Module para 32 ESSM + 8 VL ASROC, 8 NSM, 1 SeaRAM e 2 tubos triplos de torpedos já cumprem sua missão. A USN com a classe Constellation, acabou seguindo a filosofia europeia, em q sua principais classes de combates são as fragatas, e por essa… Read more »
O secretário da Marinha promete fiscalizar pessoalmente todas as tentativas de esticar ou meter mais armamento na fragata pé-de-boi. Já vi isso acontecer em paísses muito pobres e sem quadros técnicos intermediários bem preparados. Ninguém quer decidir nada por a)medo de errar e levar uma mijada; ou b) incapacidade mesmo; ou ainda c) todo mundo quer mudar alguma coisa no projeto e não há quem tenha autoridade e decisão pra bater o martelo quando precisa. Aí qualquer decisão é rolada para cima, até chegar no diretor máximo ou o chefão que seja. Nada anda pra frente e os projetos morrem… Read more »
Conversa mole do Phelan querendo se retratar como um grande capitão (de indústria) – o quê um fulano da área da economia e companhia de investimento entende de fragata, marinha e guerra? A jogada é o bait do build to print: como saber se o design tá completo ao ser repassado ao construtor se o designer e o construtor são o mesmo? Como saber se não está acontecendo redesign (pelos motivos de sempre: requerimentos de excelência da USNavy) na fase de manufatura se uma pode encobrir defeitos e vícios da outra sob alegações falsas? Como garantir rapidez e qualidade se… Read more »
Pensei nisso também, os secretários das forças armadas por lá são políticos ou civis da enorme burocracia pentagonal.
Devem entender tanto de engenharia naval (ou aeronáutica ou outra) quanto eu de previsão do tempo.
Mas é exatamente por isso.
https://youtu.be/GWQYsFNjSw4?si=EL29NuRjORiFvctA
😂🤣😂
Se eu entendi essas não serão substitutas das Constellation, e sim uma fragata barata, as substitutas das constellations serão definidas futuramente?
Essas são as substitutas das Constellation. A Constellation ficou muito cara, uma “mini Burke” mas, como disseram acima, sem a persistência da mesma. Então decidiram fazer um navio mais simples, consequentemente mais barato, para ter em maior quantidade.
Duvido que o preço de um NSC fragatizado não bata 1,1 bilhões de dólares, por baixo, o que vai dar um custo médio por tonelada de deslocamento full igual ou maior que o das Constellation apagadas. Go forward, Sucupira!
Essa Fragata foi oferecida para a US Navy uns 15 anos atrás por cerca de U$ 400 mi. Se eles não exageraram nas mudanças, talvez substituindo o MK-56 de 12 células por 16 células do MK-41, mantendo o canhão de 57mm, mantendo o SeaRAM e substituindo os 8 Harpoon por 8 NSM, adotando um radar mais simples sem colocar o AEGIS, acho que da para manter o um custo bem menor do que esse. Talvez na faixa de U$ 600 mi à U$ 800 mi. Isso daria para a US Navy adquirir 2 Fragatas dessa no lugar de 1 Constellation.… Read more »
O décimo NSC foi orçado em 2018 por 695 milhões de dólares. A inflação acumulada de lá pra cá bateu 29%, o que elevaria o custo (em 2025) pra uns 900 milhões de dólares. Com a suíte de sensores, comunicação e sistemas de armas específicos, acho que meros 200 milhões de dólares a mais sobre os 900 seria uma pechincha. E olha que a proposta da International Frigate tá outdated: tem pouca ou nenhuma margem de geração de eletricidade pra armas de energia dirigida… Olha só: já tô querendo transformar o bote na nova Death Star. 😂
Eles não querem mais “baratas”. Querem quantidades de projetos nativos.
Ponto.
O gargalo é sempre a capacidade de produção do(s) estaleiro(s). Por enquanto, o construtor é, como foi com os NSC classe Legend, a HII (sem levar em conta outros estaleiros menores, no interior ou próximos aos grandes rios, fabricando blocos mais simples pra posterior montagem final num dos dois estaleiros HII, na Virgínia ou no Mississipi). Será que eles têm essa capacidade toda? Cada fragata de 3.400 toneladas (leve) deve precisar de uns 1,5 a 2 milhões de hh, vinte delas, 30 a 40 milhões de hh… Praticamente o mesmo que se consome pra construir um CVN Nimitz ou Gerald… Read more »
O projeto Constellation poderia ter usado as F-100 da Navantia como base. Mas preferiram pegar a FREMM italiana, entupir de equipamentos, instalar o sistema Aegis, aumentar em demasia o peso e resultar em um fracasso.
F100 e F110 são basicamente navios americanos nascidos na Espanha… kkkk
Eu só acredito vendo
“Se o cronograma for mantido, a nova fragata poderá começar a ser construída antes mesmo da conclusão total do projeto — uma inversão da estratégia usada na Constellation…”
Isso aí é a receita do fracasso.
Acho que a Lockheed mandou uma conversa de enrolar general dessas com o F-35, não foi? O exemplo não recomenda nem anima…
Uma fragata NSC com MK41, RAM, Harpoon e o armamento padrão, além de SH60 e drone, pode botar de 50 a 60 navios e ainda a HII poderia ampliar a coisa com mais um estaleiro americano. E mais… a nova classe catapultaria uma variante de exportação via FMS para aliados.
Fragata de 5/6 mil tons. Não tem cliente pra isso. Não em volume.
Os EUA não exportam projetos.
O exemplo acima seguiria os princípios básicos do projeto OHP, também feito fora dos states. Sobre os clientes, sim, existem poucos mesmo, ainda mais com KR e TR conseguindo clientes até em locais inesperados, como a Romênia… Aqui, eu falo mais do contexto histórico, não da política atual.
E se os norte americanos, seguindo o exemplo australiano, adotassem a fragata japonesa “Mogami” 06FFM?
(https://www.navalnews.com/event-news/indo-pacific-2025/2025/11/upgraded-mogami-at-indo-pacific-non-zero-change-shipbuilder-makes-move/)
É mais fácil comprarem Honda Accord ou Toyota Camry para uso nas bases navais que Mogami.
Mas se ficar difícil, ainda tem esse projeto aqui:
(https://www.navalnews.com/event-news/indo-pacific-2025/2025/11/gibbs-cox-unveils-new-corvette-at-indo-pacific-2025/)
O problema não é só o projeto, é quase que apenas a base industrial militar vivendo de monopólio (resultado da chamada consolidação que gera preços exorbitantes, falta de opções) e financeirização (recompra de ações pra valorização especulativa, política de privilegio a altos executivos e acionistas). Duvido que isso mude apenas com promessas politicas e encomendas fraudulentas. A USNavy tem seu novo esquema pra entregar punição ao inimigo prescindindo de numerosas plataformas tripuladas. É a velha fórmula da automação/robotização associada com IA pra autonomização. Não vai dar certo mas vai girar a caixa registradora. Por um tempo.
Eles precisam de volumes para tocar a financeirizacao dos orçamentos.
É o que sugeri no comentário anterior. De 50 a 60 navios já seria um volume importante, embora diante de uma China com “linha de montagem” de navios, 99 seria um número bonito após alguns Flights
Este projeto está ainda mais para navio patrulha, ou seja, um Cutter. Não vejo a USN indo nessa direção. São menores e mais limitados.