NPaOc classe Amazonas
| Nome | Indicativo | Construtor | Casco | Batimento de quilha | Lançamento (1) | Incorporação (1) |
| Amazonas (ex-Port os Spain) | P 120 (ex-CG 50) | Vosper Thornycroft | 4328 (3) | 15/06/2008 | 07/08/2009 | 29/06/2012 |
| Apa (ex-Scarborough) | P 121 (ex-CG 51) | Vosper Thornycroft | ? | 16/02/2009 | 19/11/2009 | 30/11/2012 |
| Araguari (ex-San Fernando) | P 122 (ex-CG 52) | Vosper Thornycroft | ? | 25/06/2009 | 16/07/2010 | 19/06/2013 |
Deslocamento (t): 1.815 (padrão) (1)(2)(3); 2.450 (carregado) (3)
Dimensões (m): comprimento 90,5; boca 13,5; calado médio 4,5 (1)
Propulsão: 2 Motores diesel (MCP) MAN 16V28-33D de 7.350 Kw, acoplados cada um a uma linha de eixo com hélice Wärstila de passo controlado. Possui Bow Thruster (propulsores laterais de proa) (1)(2)
Geração de energia: 3 motores Caterpillar C18 acoplados a geradores Leroy Somer SR4B de 550Kw/450V/trifásico/60Hz; 1 diesel gerador de emergência Caterpillar C9 acoplado a gerador de 200Kw/450V/trifásico/60Hz
Velocidade (nós): 25 de máxima; 21 de máxima mantida; 14,5 de cruzeiro (2)
Autonomia/raio de ação: 5.500 milhas náuticas a 12 nós (1)
Tripulação: 81 militares (12 oficiais e 69 praças); instalações extras para acomodar até 50 fuzileiros
Armamento: 1 estação DS30M dotada de 1 canhão Mk 44 Bushmaster II de 30mm, 2 estações DS25M dotadas de 1 canhão Mk-242 Bushmaster de 25 mm cada; 2 metralhadoras removíveis Browing de 12,7 mm (.50)
Aeronave: convoo de 20m de comprimento capaz de receber aeronaves de até 7t; ausência de hangar (3)
Sensores: 1 radar de busca combinada (aérea e superfície) 2D Terma Scanter 4100 (banda X) com MTI; 1 alça optrônica HORUS (EOFCS) para detecção e direção de tiro integrada por câmera de TV, câmera termográfica e telemêtro laser; 2 radares de navegação Sperry Marine FT ARPA (banda X e banda S) (1)(2)(3)
Equipamentos adicionais: 2 embarcações de casco semirrígido (RHIB) Pacific 24; um guindaste com capacidade para até 16 toneladas. enfermaria com 10 leitos e sala cirúrgica (3)
FONTES:
(1) Jane’s Fighting Ships 2015-16 p79
(2) NGB
(3) Por dentro do Amazonas
Histórico
No início do século XXI a Royal Navy colocou em ação o seu plano para substituir os velhos patrulheiros da classe Island da década de 1970. O estaleiro Vosper Thornycroft, de Southampton, auxiliado pelo escritório de projetos navais Three Quays Marine, (NavalTechnology) já vinha trabalhando num novo conceito de navio de patrulha oceânica (OPV – Offshore Patrol Vessel), na época conhecido como “EEZ Management Vessel”. (Jane’s Fighting Ships 2015-16 p903) Como resultado nasceu a classe River.
Em maio de 2001 o Ministério da Defesa do Reino Unido firmou um contrato com o estaleiro Vosper Thornycroft para a construção de três unidades da classe River. Este era um contrato inédito porque envolvia não só a construção, mas também o arrendamento (“lease”) e a manutenção dos navios por cinco anos. (Jane’s Fighting Ships 2015-16 p903) Os navios foram incorporados entre os anos de 2003 e 2004. Naquela época o estaleiro Vosper Thornycroft havia passado por uma restruturação e se tornou parte do VT Group Inc. (BAE Systems)

Maiores e mais capazes que suas antecessoras, as três unidades da classe River possuem um convés à ré suficientemente grande para transportar uma série de embarcações menores, veículos terrestres leves ou uma embarcação de desembarque de veículos e pessoal, mas um convoo. A presença de um guindaste pesado dá a classe grande versatilidade para manusear contêineres de transporte de suprimentos, oficinas, unidades de descompressão para mergulhadores ou instalações médicas. (NavalTechnology)
Após a introdução das três unidades encomendadas pela Royal Navy, o Reino Unido passou a estudar uma versão maior da classe para ser empregada como navio-patrulha no Atlântico Sul, mais especificamente na região das Ilhas Falklands/Malvinas. (Jane’s Fighting Ships 2015-16 p904) Uma das principais deficiências apontadas pelos críticos era a incapacidade dos navios do primeiro lote (Batch 1) de operar com helicóptero.
O contrato para a construção de um classe River melhorado foi firmado em fevereiro de 2005 com o estaleiro VT Group (sucessor da Vosper Thornycroft). Batizado HMS Clyde, o navio serviu à Royal Navy também no regime de arrendamento a partir de 2007. No entanto, ao contrário das unidades do primeiro lote, o HMS Clyde retornou para o estaleiro ao final do contrato (2019). Na mesma época surgiram especulações de que ele seria transferido para a Marinha do Brasil. O Brasil declinou da proposta e o Clyde foi negociado com o Bahrein, onde foi batizado com o nome Al-Zubara. Curiosamente o Clyde/Al-Zubara nunca foi chamado de Batch 2 (segundo lote), apenas como uma unidade do Batch 1 melhorada. Mas o Clyde deu o pontapé para o que viria a ser a grande mudança na classe.

Novas Encomendas
Na mesma época em que o Clyde era incorporado ao serviço ativo da Royal Navy, o VT Group assinava com a Guarda Costeira de Trinidad e Tobago um contrato para a aquisição de três unidades modificadas da classe River/Clyde. Era um projeto que ainda guardava o “DNA” dos seus antecessores, mas incluía diversas modificações, incluindo a tão desejada capacidade para operar com helicópteros. O comprimento do casco aumentou (de 80 para 90 m), assim como o deslocamento (que passou de 1.7000 t para 2.000 t), permitindo a operação com helicópteros do porte de um EH101 Merlim (mas sem hangar). A proa foi redesenhada para oferecer uma resistência muito mais baixa na formação de ondas, aumentando a eficiência do consumo de combustível e melhorando o conforto da tripulação. (NavalTechnology)
O armamento principal que existia no Clyde (um canhão de 30mm) foi mantido, mas as duas miniguns Mk 44 foram substituídas por duas metralhadoras de 25mm em cada bordo, sendo todas estas três peças acionadas remotamente a partir de um Sistema de Gestão de Combate (CMS) integrado, algo que os River Batch 1 originais não possuíam. As duas estações para metralhadoras de 12,7 mm foram mantidas.
A parte de sensores foi revista e atualizada, sendo que a principal diferença está no radar de vigilância aérea e de superfície mais avançado, um Terma SCANTER 4100. Além de melhor armadas e com sensores mais atualizados, elas ganharam motores mais potentes, que fornecem velocidades de até 25 nós (comparadas aos 20 nós do Batch 1).
Com todas as modificações propostas pelo estaleiro, a nova versão da classe River encomendada por Trinidad e Tobago se tornou definitivamente um “patrulheiro de mar aberto” com grande autonomia e capaz de atuar muito distante da costa ou da base de apoio. Nascia assim a classe Port of Spain.
Os navios foram lançados ao mar entre os anos de 2009 e 2010 e estavam prontos para serem transferidos, mas devido a mudanças políticas no governo de Trinidad e Tobago e questões financeiras o contrato foi formalmente encerrado em setembro de 2010. (Jane’s Fighting Ships 2015-16 p903)
Outro contrato de exportação do OPV derivado da classe River foi assinado em junho de 2009. A Real Marinha da Tailândia encomendou uma unidade a ser construída em estaleiro local. Naquela época o VT Group tinha formado uma “joint venture” com a BAE Systems chamada BVT Surface Ship e pouco tempo depois se tornou parte integral do grupo BAE Systems. (Manufacturer) O navio foi construído num estaleiro de Bangcoc (capital da Tailândia) com transferência de tecnologia. A diferença maior em relação às unidades construídas para Trinidad e Tobago estava no armamento, sendo que a Tailândia preferiu um canhão principal de maior calibre (76mm) (Jane’s Fighting Ships 2015-16 p903). Uma segunda unidade foi contratada em 2016, sendo que mesma recebeu lançadores de mísseis mar-mar Harpoon, transformando o navio praticamente numa corveta.

No ano de 2013 o governo de Londres anunciou a aquisição de unidades complementares da classe River. Seriam três novos navios contratados junto à BAE Systems, mas bastante modificados em relação às unidades do Lote 1. Em verdade, os novos OPV eram muito próximos dos navios encomendados por Trinidad e Tobago. Pequenas modificações nos sensores foram feitas para atender especificações da própria RN, mas itens principais como o radar Terma Scanter 4100 foram mantidos. Em relação ao armamento, a RN decidiu não instalar as duas metralhadoras de 20mm.
Venda para o Brasil
Rumores sobre o interesse do Brasil pelas unidades recusadas por Trinidad e Tobago começaram a circular poucos meses após o encerramento do contrato com a BAE. Naquela época a Marinha do Brasil estava focada no PROSUPER, um amplo programa de modernização da força de superfície que incluía escoltas, navios de apoio e patrulheiros oceânicos. Ao longo do ano de 2011 foi intensa a discussão sobre a negociação de navios de patrulha já prontos em paralelo ao programa PROSUPER. Antes do apagar das luzes do ano de 2011 a Marinha bateu o martelo e resolveu aceitar a proposta da BAE Systems por quase 134 milhões de libras esterlinas.
Além de ser uma “compra de oportunidade” com valor reduzido o contrato incluiu a possibilidade de navios semelhantes serem construídos no Brasil. O primeiro navio foi batizado com o nome Amazonas. Após a assinatura do contrato, foi composto o Grupo de Recebimento do Navio Patrulha Oceânico Amazonas (GRNPAM), enviado no final de abril de 2011 para a Inglaterra. O GRNPAM negociou com a Royal Navy a passassem do Amazonas pelo Flag Officer Sea Traning (FOST), um programa de treinamento que visa atestar e qualificar a tripulação de um determinado meio para as missões voltadas à patrulha e ações antipirataria.
Em cerca de seis meses após o acordo, o Brasil já recebia a sua primeira unidade, o Amazonas (P 120). Tanto ele como a segunda unidade da classe, o Apa (P 121) ficaram subordinados ao 1º Distrito Naval no Rio de Janeiro. A terceira e última unidade, o Araguari foi designado para o Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste.
Distribuição dos NPaOc por OM
| Organização Militar | Unidades subordinadas |
| Com1ºDN (Rio de Janeiro/RJ) | Amazonas e Apa |
| Com3ºDN (Natal/RN) | Araguari |
Armamentos, sensores e Sistemas de Dados Táticos
As três unidades da classe possuem o mesmo arranjo. Na proa está instalado o principal armamento do navio. Trata-se de uma torreta DS30M Mk2 produzida pela MSI Defence Systems Ltd. Ela contém um canhão Mk 44 Bushmaster II de 30mm, com arco de tiro de 180º. O armamento secundário é composto por dois reparos singelos DS25M com uma metralhadora M242 Bushmaster de 25mm cada. Ambos também foram produzidos pela MSI Defence Systems Ltd. Instalados em cada um dos bordos estes reparos ficam posicionados na superestrutura, à ré do passadiço e possuem um arco de tiro de 60º.
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Tanto o armamento principal como o secundário, assim como os sensores principais (alça optrônica, radar de navegação e radar de busca combinada Scanter 4100) estão integrados ao sistema tático OSIRIS, desenvolvido pela Ultra Electronics (atual Ultra Maritime do grupo Choban). O sistema está instalado no COC ( Centro de Operações de Combate) dos navios, e faz o acompanhamento do quadro tático, exibindo as informações em três telas de plotagem. (Correa 2014)
Em relação à alça optrônica original (Horus) para direção e acompanhamento de alvos, a Marinha do Brasil resolveu integrar aos navios da classe Amazonas um equipamento similar de origem nacional produzido pela ARES chamado ATENA. O contrato de aquisição e integração foi firmado em novembro de 2023. A mudança muito provavelmente está associada à padronização deste equipamento na esquadra, uma vez que a Marinha adquiriu 14 alças optrônicas ATENA para a instalação em seus navios de maior porte.
Radares de navegação. FOTO Ícaro |
Radar Scanter 4100. FOTO Ícaro |
Alça optrônica ATENA da ARES. FOTO ARES |
O armamento secundário também pode ser operado manualmente. Já as duas metralhadoras de 12.5mm de emprego geral não estão integradas ao COC e a operação é essencialmente manual. Removíveis, elas podem ser instaladas em reparos situados na superestrutura à vante do passadiço. Ambas servem para a defesa dos navios contra ameaças assimétricas como, por exemplo, pequenas embarcações.
Equipamentos e convoo
A classe Amazonas possui como equipamento padrão duas embarcações de casco semirrígido (casco em
fibra de vidro e flutuadores de borracha infláveis) ou RHIB (Rigid-Hulled Inflatable Boat) do modelo Pacific 24. As embarcações do tipo RHIB são de projeto mais moderno e apresentam vantagens significativas em relação às embarcações tradicionais (lanchas, escaleres e baleeiras). Os bordos com flutuadores de borracha inflável ajudam na redução do peso e permitem aparelhos de carga menos robustos e mais leves, elas são de manuseio mais rápido e fácil (rapidamente retiradas do berço e colocadas na água), podem operar em condições de mar piores, desenvolvem velocidades superiores à maioria das lanchas tradicionais e apresentam boa manobrabilidade. (DPC)
O lançamento ou o recolhimento dos RHIB através dos turcos pode se dar em condições de estado do mar 5 (mar grosso com ondas entre entre 2,5 e 4 metros de altura) (NavalTechnology) e com o navio em deslocamento com velocidade de até 12 nós. (SILVA 2017 p50) Cada Pacific 24 possui capacidade para até 8 pessoas (dois tripulantes e seis passageiros (SILVA 2017 p50)) e velocidade máxima de 40 nós. Elas podem ser empregadas em diversas tarefas como abordagem de embarcações ou desembarque em locais de manobra restrita.
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À ré da chaminé existe um guindaste de múltiplas funções com capacidade máxima de carga de 16t e lança telescópica de até 14m. Ele permite o carregamento no convoo de até seis contêineres de 12 pés. Através de cabeamento elétrico trifásic0 os contêineres podem ser refrigerados.
O convoo em si possui 20m de comprimento e é capaz de receber aeronaves de até sete toneladas. Na Marinha do Brasil a classe Amazonas costuma embarcar um destacamento aéreo composto por uma aeronave UH-12 (Esquilo) ou AH-11B (Super Lynx). A iluminação do tipo LED é compatível com NVG (óculos de visão noturna).
SÉRIE “MEIOS NAVAIS DA MARINHA DO BRASIL”











Uma pena que a antena do radar principal nunca mais foi consertada. ( P120)
Parece que do Amazonas ainda tá fora o terma scanter 👀
Onde vc leu isso?
Saiu essa notícia de radar estragado há muito tempo atrás
Não sei exatamente se a MB vai substituir o radar do P120 por um igual ao original, ou substitui- lo pelo radar Gaivota X nacional. O gaivota está sendo testado desde 2018, mas parece que a MB não estava satisfeita com os testes de campo dele. ( soube que foi testado através de um conteiner no NDM Bahia várias vezes. As últimas notícias sobre ele dão conta de que a MB resolveu contratar a Embraer Defesa & Segurança para termina- lo, e também realizar upgrade tanto do hardware como do software dedicado dele. A Embraer ( como sempre ) propôs… Read more »
Eu pesquisei sobre o Gaivota tempos atrás e não encontrei nada relacionado a ele.
Eu também sempre fiquei curioso em questão do status desse projeto e nunca mais se ouviu falar nada.
https://www.marinha.mil.br/dgdntm/Marinha_impulsiona_Projeto_Radar_Gaivota_parceria_tecnologica
Marinha impulsiona o Projeto Radar Gaivota com parceria tecnológica
Publicado em 15/12/2025 – 08:00
Atualizado em 15/12/2025 – 08:52
O Gaivota enquanto radar operacional e de serventia as necessidade da MB, sequer existe. A MB não tem que esperar pelo que a Embraer pretende fazer, escondida atrás dessa reserva de mercado branca. Se o radar atual Terma SCANTER 4100 operacionalmente não está agradando a MB, o que eu acho bastante difícil, esta que faça uma concorrência para um radar em produção e uso, compre-o, instale-o e use-o! Não tem que ficar esperando a Embraer, pra nada. “…e não esconde a ambição de se converter numa Boeing ou Airbus dos trópicos.” Parece, ao menos por enquanto, que esta ambição digna… Read more »
Desculpe aí , mas sua má vontade com a Embraer é notória . Uma empresa de mais de 50 anos, e que tem contribuído enormemente com o país. É fator de orgulho para os brasileiros, e inveja de argentinos e mexicanos. Francamente, não consigo entender sua posição .
Foi a melhor compra de oportunidade na história da MB👍⚓️
Agora a área do 1º DN vai ter que pesquisar pra ver o que vai fazer a partir de 2028 e qual tipo de Padronização adotar em relação a Patrulhas 1800/500 ton no seu efetivo pois a vida útil de alguns vai chegando ao fim principalmente os de 250 ton
Foi ótima mesmo Brugos.
A única compra de oportunidade que acredito concorrer com esta foi a do A-140 antigo HMS Ocean.
Esta última está em praticamente todos os exercícios e operações da MB.
Sua disponibilidade é a antítese da que teve o A-12 São Paulo.
Infelizmente seus custos de produção, mesmo da primeira versão, não se encaixa no orçamento da MB, que precisa de navios patrulhas mais baratos e em maior número.
Da segunda então, que sai quase o dobro, nem se fala.
Exatamente, prezado Burgos… uma combinação de NPaOc desse porte e outros de ao menos 500 ton atenderia, a meu ver, adequadamente, as demandas de Patrulha Naval, Inspeção Naval, SAR e eventualmente, salvamento… cordial abraço…
A compra das 4 fragatas T-22 B1 e de 3 navios varredores classe River que foram adaptados como Navios Hidroceanográficos – um dos quais o “Amorim do Valle” voltará
a ser um “varredor” – superou essa Burgos.
Para se ter uma ideia do montante de recursos ( não oriundos do MD ) que a Embraer defesa & segurança alavanca só levando em conta os projetos que citei, chegam à casa de R$ 1 bilhão ( recursos basicamente da FINEP ( financiadora de estudos e projetos do MCT ). Não são recursos do ministério da defesa, são recursos do ministério da ciência e tecnologia. Muitas vezes há contribuições importantes de universidades públicas federais e estaduais junto aos projetos da Embraer, como Unicamp, USP, S.Carlos, UFRJ, etc e aí a grana vem de outras fontes. Isto normalmente não é… Read more »
Lembro q haviam corvetas baseadas nessa classe ,inclusive estavam paradas na Inglaterra a venda, porém tinham um pé direito interno bem baixo,baseado na altura media dos marinheiros da nação que encomendou….
A Venezuela fez corvetas com este modelo de navio
Acho que os venezuelanos são baseados em OPV da Espanha. É um país do oriente médio que tem corvetas baseadas nesses OPV, acho que é Omã, elas tem mísseis anti navios e antiaéreos, mas não tem torpedos
As corvetas às quais você deve estar se referindo são as da Classe Khareef de Oman, sendo derivadas do projeto River II.
Elas não tem capacidade anti submarino
Essas mesmo,mas lembro que estavam na mesma situação das amazonas quando o Brasil comprou, construidas e paradas por falta de pagamento , esperando algum comprador, são muito bonitas, no meu ponto de vista,uma evolução delas dariam ótimas corvetas, por base da qualidade dos patrulhas river II.
Precisamos de mais navios desse tipo para patrulha do litoral em vez dos navios patrulhas de 500 toneladas que a marinha esta investindo, deveríamos fazer algo desse do tamanho dos Amazonas, temos condições de projetar e construir, em vez de insistir em navios de 500 toneladas sem heliporto, mesmo sem hangar a possibilidade de um helicóptero pequeno poder pousar e decolar de um navio patrulha é muito importante!
Toda marinha e/ou guarda costeira necessita de unidades de até 500 toneladas, números são importantes e há missões onde o custo x benefício de se usar unidades até essa faixa de tamanho é compensador, a guarda costeira dos EUA, por exemplo, está investindo em unidades da classe Sentinel de 350 toneladas. . A marinha brasileira conta principalmente com 12 classe Grajaú de 200 toneladas e 4 classe Bracuí de 700 toneladas e estes últimos já chegaram aos 40 anos, então , eventualmente terão que ser substituídos e de preferência que haja um número maior de substitutos já que claramente o… Read more »
Gosto dessa classe, mas acho que podemos aproveitar o projeto seja da CV03 ou mesmo da Barroso como OPV