Relatório ao Congresso dos EUA detalha plano para construir nova classe BBG(X) com mísseis guiados
Battleship Trump class
Washington — Um relatório do Serviço de Pesquisa do Congresso dos Estados Unidos (CRS), divulgado em 30 de dezembro de 2025, detalha o ambicioso programa BBG(X), que prevê a construção de uma nova classe de “battleships” equipados com mísseis guiados para a Marinha dos Estados Unidos. Caso seja aprovado pelo Legislativo, o projeto marcará o retorno desse tipo de navio à frota norte-americana desde a classe Iowa da Segunda Guerra Mundial.
O plano foi anunciado oficialmente em 22 de dezembro pela administração do presidente Donald Trump e agora está sob análise do Congresso dos Estados Unidos, que deverá decidir se aprova, rejeita ou modifica a proposta.
Segundo o relatório, os BBG(X) seriam os maiores e mais fortemente armados combatentes de superfície construídos pelos Estados Unidos ao longo de mais de sete décadas. Os novos navios teriam entre 256 e 268 metros de comprimento e deslocamento superior a 35 mil toneladas em plena carga, superando com folga os cruzadores e destróieres atualmente em serviço.
“Golden Fleet” e cronograma
O programa prevê, inicialmente, a construção de dois navios, com a possibilidade de expansão para uma classe total de 20 a 25 unidades. Os BBG(X) seriam um dos pilares da chamada “Golden Fleet”, um novo plano de estrutura de forças navais destinado a substituir o atual objetivo de frota de 381 navios da Marinha norte-americana.
Avisos de contratos para o desenvolvimento do projeto já foram publicados, com prazo estimado de seis anos para a fase de design. De acordo com o CRS, esse cronograma indica que o primeiro encouraçado poderá ser encomendado no início da década de 2030 e entrar em serviço apenas no final da década de 2030 ou por volta de 2040.
A administração Trump pretende que o primeiro navio receba o nome Defiant, dando origem à chamada classe Defiant, embora também haja a possibilidade de a classe ser informalmente conhecida como classe Trump.
Armamento e custos elevados
Os BBG(X) deverão ser navios de propulsão convencional e armados com uma combinação de mísseis, canhões, lasers e outros sistemas de armas, em quantidade superior ao conjunto atualmente embarcado nos cruzadores e destróieres da frota.
O relatório destaca, no entanto, que os custos do programa são uma das principais preocupações. Estimativas indicam que cada BBG(X) pode custar cerca de US$ 10 bilhões, valor que pode chegar a US$ 15 bilhões no caso do primeiro navio da classe, devido à incorporação dos custos de projeto detalhado.
Debate no Congresso
Parlamentares e analistas avaliam que o programa levanta questões estratégicas importantes, como o papel dos grandes navios de superfície em conflitos modernos marcados por mísseis de longo alcance, drones e guerra naval distribuída. Outro ponto sensível é a possibilidade do BBG(X) substituir o programa de destróieres de nova geração DDG(X), o que pode ter impactos significativos no planejamento de longo prazo da Marinha.
O debate no Congresso deve se intensificar ao longo de 2026, à medida que legisladores analisam se o retorno dos battleships representa uma resposta eficaz aos desafios navais do século XXI ou um investimento de alto risco em um conceito histórico adaptado à era dos mísseis.■


Mestre Dalton,
Em uma matéria anterior, quando o Trump anunciou recentemente (em dezembro de 2025) planos para construir uma nova classe de navios de guerra pesados, que ele descreveu como “couraçados”, imaginei que seriam navios assim, basicamente porta mísseis de vários tipos. Parece que a névoa sobre o assunto começou a dissipar.
O projeto BBG nasce conceitualmente no fim dos anos 1950, amadurece nos anos 1960/70 e atinge o ápice nos estudos dos anos 1980, sem nunca virar.
Fora da cabeça do Trump não virou,
Ninguém acreditava que seria possível tirar Maduro do poder, ainda mais do jeito que foi, em 47 segundos, todo mundo aqui riu, mas Trump riu por último, continuem debochando.
Teria que ser muito criativo para explanar sobre algo que não acredito irá tornar-se
realidade Alecs e mesmo que 2 sejam construídos – há outros exemplos de classes que foram canceladas após umas poucas unidades, mais recentemente a Zumwalt – tal número não teria impacto significativo no futuro da US Navy.
A prisão e captura do Maduro devolveu a aurea de invensibilidade as Forças Militares dos EUA…
Vencer é com C, palavras derivadas do verbo continuam com C: invenCibilidade. Desculpe.
Que nada, o Tio Sam utilizou sua arma mais poderosa, a máquina de imprimir dólares!!
Exatamente, e, diga-se de passagem, ninguém acreditava, tiveram que engolir , aproveitem e bebam bastante água.
Navio grande… alvo grande…. numa guerra moderna domindada por drones quanto tempo será que um mostrgo desses sobreviveria?
Qualquer navio de combate é grande. Por mais que usem um design furtivo até mesmo uma corveta ou fragata leve é um grande alvo. Este navio será bem maior, mas caso use design furtivo talvez tenha RCS equivalente à navios menores De qualquer maneira a maior parte da proteção de um navio de guerra não esta em sua furtividade e sim na sua capacidade de defesa e ataque. Mesmo sozinho este navio terá sensores como radar e Sonar de última geração e altíssimo desempenho o que lhe garantirá uma consciência situacional bem maior do que da maioria dos navios, detectando… Read more »
Esse é um dos pontos fracos desse projeto; a dependência de um grande número de escoltas e da sobrevivência em um cenário de grande integração e cooperação.
Os BB eram encouraçados lentos e vulneráveis. Os BBG(X) – experimentais – ainda precisarão provar.
Ou prova ou afunda.
Não eram lentos, não: a classe Iowa fazia ~33 nós (daí serem chamados de fast battleships). Duas classes anteriores, a South Dakota e North Carolina, faziam ~28 nós. As classes mais antigas, Colorado, Tennessee, New México, etc, faziam ~21 nós. A procura por encouraçados rápidos foi em parte pra que eles pudessem acompanhar como escudo de defesa antiaérea dos porta-aviões de frota, sejam os Lexington, convertidos de cruzadores pesados ou de batalha, ou os das classes Yorktown e Essex (os porta aviões leves, classe Independence, convertidos de cruzadores leves por intervenção de Roosevelt, faziam ~31 nós mas não eram unidades… Read more »
Ok.
Mas, a velocidade não era prioridade. O foco era blindagem extrema, plataforma de tiro e batalhas contra outros BB.
Quanto custou mover um gigante de 60 mil toneladas?
Não era prioridade, embora tenha tido efeito retor porque o próprio encouraçado rápido, blindado e super armado já estava quase obsoleto como mostrou a superioridade aeronaval associada aos radares. Houveram pouquissimas batalhas encouracado-encouracado no teatro do Pacifico, ao passo que os rapidíssimos destroieres, tin can, pouco armados (5″ guns), inclusive de escolta, provaram várias vezes seu valor nos vários âmbitos da guerra naval (ASW, SuW, AAW até EW). Os Arleigh Burke são os herdeiros da boa fama dos destroyers da WWII, assim como os CVN dos CV/CVA e, de certa forma, os SSBN/SSN dos BBs.
¨Houveram¨ não, houve, por favor não assassine a língua portuguesa. Você corrigiu o coleguinha lá em cima e me solta uma dessas ? Imperdoável.
Além do que o Alex trouxe, outras nações na década de 1930 também projetaram encouraçados velozes, os “lentos” eram sobras da I Guerra, alguns construídos um pouco antes ou um pouco depois da mesma. . Se eles eram “vulneráveis” então mais ainda teriam sido os cruzadores que não contavam com a blindagem, nem o armamento ofensivo e defensivo e muitos dos “antigos” especialmente dos EUA foram modernizados/reconstruídos recebendo armamento AA adicional e modernos radares como modelos em metal que tenho que apesar de pequenos, ainda assim é possível visualizar. . Mas, eram caros de construir, manter, exigiam enormes tripulações, então… Read more »
Ótimo.
O que entendi é que os encouraçados eram/foram navios para uma guerra que deixou de existir.
Eles se tornaram:
> lentos: porque o peso da proteção e do armamento impunha limites.
> vulneráveis: porque novas tecnologias atacavam onde a blindagem não podia proteger.
> onerosos: custavam quase o mesmo que um porta-aviões, entregavam menos flexibilidade estratégica.
O BB virou caro demais para perder e grande demais para esconder.
Acho que é por aí Esteves, com exceção de que eles não eram lentos já que a velocidade máxima média dos encouraçados projetados no fim da década de 1930 era de 28 nós. . Vulnerável, todo tipo de navio era e é, mas, os encouraçados podiam resistir a mais danos que navios com blindagem menor e ao menos na US Navy a única que manteve um número significativo deles ainda em 1944, um ano antes do fim das hostilidades, eles foram parte importante dos Grupos centrados em NAes. . Com o fim da guerra, o cruzador, e eventualmente os grandes… Read more »
A maioria das fragatas e destroyers possuem capacidades para se defenderem de forma autônoma, porém a defesa fica muito mais forte quando em conjunto com outros navios, principalmente quando possuem caças e aeronaves de patrulha e AWAC´s ampliando de forma considerável a consciência situacional e o alcance das armas. Não entendo esta dependência de um grande número de escoltas para sobreviver. Uma Fragata menor e menos armada, atuando sozinha, será um alvo ainda mais fácil. Este Battleship operando sozinho terá provavelmente o melhor radar, o melhor sonar e centenas de mísseis para se defender, além de vários CIWS. Então mesmo… Read more »
Navio grande: grande capacidade de levar drones embarcados, laser anti-drone, mísseis de vários calibres e bons canhões automáticos rápidos contra drones.
NAes são ainda maiores, então, depende de onde e como seria empregado, se por exemplo, fazendo parte de um “Grupo de Ação de Superfície” contando com cobertura
aérea seja de um NAe próximo e/ou de aeronaves baseadas em terra e em mar aberto
a taxa de sobrevivência seria maior.
Sendo que ele terá defesa laser, vai durar bastante
Apesar de muitos acharem ruim, mais e perigoso um único navio desse destruir toda nossa defesa…
Tenho a mais absoluta certeza que ele não só afundaria 4 Tamandarés com a mão nas costas, mas 8 delas, além das Niteróis tudo junto, o que daria mais trabalho seria o 4 Scorpené, mas o sistema de guerra ASW de um monstro desse deve conseguir proteger muito bem o navio contra ameaças submarinas também
mas não é nada que 5 Arleigh Burke(ou uma classe substituta) não faça melhor, por isso que não é visto com muitos bons olhos, porque com 10 bilhões de dólares da para construir vários navios com uma capacidade parecida que fazem a mesma coisa. e tem o fato de que se perder 1 você não perdeu algo de 10 bilhões(quase o preço de um Gerald Ford)
Tem a questão que o mais caro em navios de combate são os sensores e os armamentos e não o aço ou material utilizado na “carcaça”.
Sendo assim, um Battleship com 35.000 toneladas fortemente armado será obviamente mais caro que um DDG(X) com 14.500 toneladas e menor armado, mas talvez a diferença não chegue a tanto para se comparar 5 por 1.
Talvez 2 por 1, mas além do tamanho maior terá mais mísseis, mais canhões, etc.
A marinha teve que cancelar o contrato das Constellation pq viajaram demais nas alterações, com essa aí vai sair mais barato jogar dinheiro na lareira.
“O plano foi anunciado oficialmente em 22 de dezembro pela administração do então presidente Donald Trump…”
Por que o termo “então presidente”? Ele não é mais presidente?
Corrigido 😊👍
Vício jornalístico. Forma de redigir que vai sendo copiada…copiada…copiada.
Com os EUA assumindo o controle da VNZ, Trump mudou seu cargo pra Golden Imperator of Americas… Foi presidente só até o dia 2 de janeiro…
Como diriam os cassetas, “Golden Imperator Tabajara. Agora na cor laranja.”
Pois é 👀
Eu tinha falado isso em posts anteriores que esse projeto ufânico não ia vingar pq tem um tal Congresso pela frente, falei também que era mais jogo e sensato investir no projeto DDG(X) 👍
Que também é um ótimo projeto que foi criado para iniciar a substituição das AB.
Alguém não te escutou…
Nunca vão me escutar 😏
Burgos, se emplacar o BBG(X) acaba o DDG(X). Aliás, se você olhar bem, a superestrutura do BBG(X) se parece com a do DDG(X) ‘esticada’. Acho que a USNavy dobrou a meta escorada na vaidade frívola do MASGAmaster…
S disso eu sei;
Mas se o BBG(X) não emplacar eles vão de DDG(X) que seria uma ótima solução é mais em conta e já começava a substituir os mais antigos AB.
Tudo indica Burgos que os mais antigos “AB” serão substituídos pelos da versão III, já que não se pretende dar baixa em nenhum antes de 2031, porém, depois disso será inevitável e o “DDG(X)” só entraria em serviço no fim da década de 2030 de qualquer maneira.
Sim;
6 anos passam rapidinho 👍
Inevitável;
Depois disso de qualquer maneira eles vão ter que dar um jeito de haver um projeto em pauta para iniciar a substituição o que poderíamos dizer que por enquanto foi “engavetado” 🤷♂️
Digamos assim 😏
Mas o que eu quis dizer foi que eles tem essa viabilidade de passar para um projeto menos “ufânico” mais pé no chão e já visando a substituição das AB futuramente . Caso o Congresso não aprove essa “Megalomania” dele (Laranjão)
Acho que isso não passa, mas, de qualquer forma, um projeto “mais pé no chão” não chegaria a tempo de substituir os primeiros Arleigh Burkes que darão baixa a partir de 2031, então os da versão III
substituirão os remanescentes “Ticonderogas” até 2029 e passarão a substituir os da versão I.
.
Deverá ser algo parecido com o que aconteceu com o plano de substituir o “Hornet” pelo “F-35C”, mas devido ao atraso deste o
“Super Hornet” teve que faze-lo.
A matéria contém um erro ao afirmar que “o projeto marcará o retorno desse tipo de navio à frota norte-americana pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial”. Os couraçados da classe Iowa que haviam sido postos na reserva em anos variados da decada de 40 e 50, após a Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Coreia, voltaram ao serviço ativo notadamente em meados dos anos 1980. O Iowa foi reativado em 1968 durante a Guerra do Vietnã e depois em 1984, dando baixa em 1990. O New Jersey voltou à ativa em 1982, participou da campanha do Líbano,… Read more »
“…à medida que legisladores analisam se o retorno dos battleships representa uma resposta eficaz aos desafios navais do século XXI”. Pelo amor de Deus, os navios não serão construídos com tecnologia de 1940, eles serão construídos como que há de mais moderno em engenharia e armamento. Se a ideia vingar, a China ou construirá os dela para enfrentar os couraçados americanos ou desenvolverá uma classe específica para combater o Defiant e os projetistas americanos tem que se antecipar a isso prevendo as reações nas outras marinhas como a russa e a chinesa. Sim, porque os rivais não irão ficar parados… Read more »
Um bote desses de 35 mil toneladas (o mesmo deslocamento padrão de um BB South Dakota, o mais compacto design de encouraçado da USN pela restrição do Tratado Naval de Washington) vai precisar de 180 mil SHP ou 130 MW pra fazer ~30 nós. Vai precisar de ao menos quatro turbinas a gás RR MT-30 ou GE LM2500+G4 (ou GE LM6000) em mechanic drive de quatro eixos. Se for electric drive e IFEP vai precisar mais GT. Acho que vão voltar pra propulsão a vapor 😂🤣
O texto menciona 35.000 a plena carga Alex, enquanto o “South Dakota” a plena carga
deslocava cerca de 45.000, talvez seja o caso de rever os cálculos 🙂
Verdade, Dalton. Não tinha calculado, apenas estimado por semelhança de deslocamento (que você, corretamente, alertou como inexistente). Fiz os cálculos e deu bem menos, uns 105.000 bhp (para motores com eixo próprio, a potência é medida por um freio no eixo do motor e não no eixo de transmissão aos hélices, onde teríamos potência shp) ou 77 MW pra 800 pés de LWL, 35 mil toneladas de deslocamento e 30 nós de velocidade. Pra fazer 33 nós, já precisaria aumentar a potência em ~1/3 (de 105.000 pra 140.000 bhp). De qualquer maneira, no primeiro caso, uma potência de propulsão semelhante… Read more »
Mais essa e a grande vantagem dos americanos em relação ao resto do mundo, sua capacidade de desenvolver nova tecnologia e inovação…o sistema educacional totalmente interligado com a iniciativa privada promove isso.
Aqui temos algo parecido em escala muito menor que seria o ITA e sua parceria com as indústria de aviação (principalmente a Embraer).
Todo mundo comentando, alguns duvidando, outros acreditando. Deveríamos fazer um rol dos argumentos e testar um a um. Ryan McBeth aponta que o EM railgun na proa é a grande estrela capaz de atingir alvos a 100 mn com HVP (hypervelocity projectile, uns 13 kg voando a Mach 7 atingindo +30 MJ de energia cinética). Os mesmos HVP podem ser disparados das Mk45 5″ Guns só que com menor alcance, umas 30-40 mn, e velocidade, Mach 3 (abaixo de Mach 5 não é hipersônico), o que deve reduzir em muito a energia cinética no impacto. Acho pouco vantajoso frente a… Read more »
Some isso a quantidade de energia que você mesmo estimou anteriormente apenas para movê-lo e, sendo propulsão convencional, ele vai precisar de um navio tanque acoplado a ele quase o tempo todo.
No final a capacidade de geração de energia que esse navio vai ter vai dar na casa de 1.21 Gigawatts. Great Scott.
A missão é sempre o farol… então, qual será a missão dessa classe de navios ? O debate teria de começar por aí…
Talvez XO – se de fato forem construídos – uma extensão da missão dos 3 “Zumwalt” que serão baseados em Pearl Harbor e que serão por muitos anos os únicos combatentes de superfície capazes de embarcar os novos e grandes mísseis em desenvolvimento sem detrimento de uma boa capacidade de defesa A/A já que os 80 silos verticais serão mantidos alguns dos quais com 4 mísseis ESSM Block II e eventualmente seu substituto
além de outras armas e sensores mais capazes que só um maior tamanho permite.
Prezado Dalton, é uma possibilidade… o meu ponto é que, sendo “semelhantes” aos BB, necessitariam de escolta, o que iria comprometer a disponibilidade dos AB… melhorando a minha questão: qual é a missão desses navios que não possa ser atendida satisfatoriamente pelos meios navais e aeronavais disponíveis ou em projeto ? Cordial abraço !
Só se considerar que esse projeto “fantasioso” não terá meios de defender-se sozinho, não necessariamente contra todo tipo de ameaça, mas independente disso, provavelmente não iria operar sozinho de qualquer forma. . Um conceito pouco visto hoje em dia é o “Surface Action Group” um dos últimos que lembro foi formado por um “Ticonderoga” um “Arleigh Burke” e uma “Oliver Perry” cada um tendo seu papel, um “escoltando” o outro e se necessário dividindo-se para cobrir uma área maior, então, não trata-se de um navio que simplesmente necessita “escolta” e sim um que irá complementar os demais eser complementado. .… Read more »
Creio que esses Battleships entram na missão dos Ticonderoga. Antes eles tinham 22 e usavam 2 por FT, se não me engano. Depois aposentaram metade da frota e ficaram com 11 e usavam 1 por FT. O Ticonderoga tinha mais espaço e capacidade para missões de controle e comando do que os AB. Creio que os novos Battleships terão missão semelhante, além de aumentarem o poder ofensivo e defensivo da FT. Os AB block I serão substituídos pelos AB Block III como você disse, mais no futuro os Block II serão substituídos por um novo DDG(X) e no futuro mais… Read more »
Como sempre há um NAe passando por modernização de meia vida de em média 5 anos e outro revitalizado de forma mais extensa de quase 2 anos, talvez administrativamente tenha sido usada a fórmula de 2 “Ticonderogas” para cada um dos 11 NAes, de qualquer forma li sobre isso apenas em uma fonte, décadas atrás. . Os “Ticonderogas”, 7 ainda ativos, dos quais 2 deverão ser retirados esse ano já começaram a ser substituídos como “coordenadores da defesa AA” para NAes por Arleigh Burkes IIA pelo menos meia dúzia deles são comandados agora por um “Captain” com um “staff” ao… Read more »
Bons pontos, prezado Dalton… tenho minhas ressalvas quanto ao projeto, precisaria entender qual o emprego pretendido para ter um melhor juízo de valor… talvez, no final, o martelo seja batido exatamente em função da questão da limitação de recursos, como você bem trouxe… bom debate, agradeço… cordial abraço.
Pra mim só existem dois tipos de navios, os submarinos e os alvos rsrs
A OTAN como a conhecemos tem data para acabar. Daqui à 2 meses Trump prometeu tomar a Groelândia da Dinamarca, se for preciso, à força. A 1° ministra da Dinamarca, que é membro fundador da OTAN, já avisou que não aceitará tal atitude, ⁹que isto implodiria a organização. Á Dinamarca resta uma única opção de manter a Ilha sob sua administração: Rogar à algum país amigo que a proteja de Trump. Qual seria este país amigo poderoso o suficiente para barrar os EUA ? Rússia e China estão fora de cogitação porque a Dinamarca os considera inimigos da Europa e… Read more »
A França tem 5 submarinos “táticos” o que não significa todos disponíveis para cobrir toda a enorme Groelândia, então, além de impraticável não deteriam os EUA, até porque possuem outras formas de chegar lá, como tropas aerotransportadas e paraquedistas, algumas dezenas de milhares bastariam e não seria surpreendente se em questão de dias, houvesse mais militares dos EUA do que toda a população incluindo idosos e crianças. . Não acredito que isso vá acontecer, mas, no caso, tanto “Inglaterra” como a França irão protestar, com razão, mas, arriscar uma guerra com uma potência cuja Frota do Atlântico – menor e… Read more »
Você e eu não sabemos o que ocorrerá. A França possui submarinos estratégicos que são bem mais intimidadores .
Vamos falar a verdade meu caro. Trump é um Átila da vida. É um bárbaro que possui focinho no lugar do nariz
Tem de haver um “Aecius” para dete- lo nos ” campos catalúnicos”.
Sim, mas, os 4 “estratégicos” dos quais normalmente um está sempre pronto para lançar seus mísseis não serve para patrulhar ao redor da Groelândia, na
verdade ao redor de lugar algum e sim navegar distante de tudo e todos bem lentamente apenas aguardando ordens que torcemos nunca cheguem aliás como fazem todos os “estratégicos”.
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Na minha opinião a renovação do Congresso no fim do ano – algo admirável – que são as eleições de meio de mandato, deverão “aplacar” essa “anomalia”
que é o Trump…assim, espero.
O Trump só será “barrado” pelos seus conselheiros e pelo congresso americano.
Caso isso não seja suficiente e ele use o poder militar, a França é um mosquito contra um Leão, não possuem nem 1% de chance de sucesso contra a US Navy.
Não farão nada militarmente, apenas reclamarão diplomaticamente.
Pistas de Aeroportos podem ser explodidas . Submarinos nucleares armados com o torpedos F21 Ártemis ( como os da classe Tamandaré ), podem afundar Destroyers Aegis e porta aviões nucleares. Seria a glória unificadora da Europa e uma barreira para o bárbaro Trump que seria obrigado à voltar ao seu covil.
Classe tamandaré = classe riachuelo
Acho que você quis escrever ” torpedos F21 como os da classe Riachuelo” não “Tamandaré”, mas, duvido que os EUA ficariam apenas assistindo enquanto os submarinos franceses “fariam a festa”.
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De qualquer forma a França jamais irá declarar guerra aos EUA pela Groelândia
seria necessário algo muito mais sério.
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É possível que com esse falatório do Trump alguma concessão seja feita e os EUA tenham mais acesso a bases, etc, porque aparentemente a OTAN ainda precisa mais dos EUA do que o contrário.
Primeiro os franceses nunca enfrentariam os americanos, segundo que eles só em 5 subs de ataque, vocês acha mesmo que dá para enfrentar os americanos ?
Só saberemos se esse conceito é válido, se a China copiá-lo. Porque, pelo menos para um leigo como eu, parece mais uma loucura megalômana do que algo com aplicação prática.
Que viagem hein? Imagina a China: ” Ah gostei dessa idéia!!!!
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Fabricados com aços modernos, 35mil toneladas sem as 3 torres com 3 canhões de 16 polegadas que pesavam milhares de toneladas cada torre, estarão presentes em cada grupo tarefa da USNavy, com ou sem porta-aviões de batalha.
Não creio que um Exocet perfure seu casco.
“Aiiinnn a China está lançando muitos navios” pelo desempenho dos radares e sistemas chineses e russos na Venefavela, não há motivo de preocupação.
Tudo bem que é outra época, outro contexto e outro cenario, e nós nao conhecemos ainda direito o projeto, as especificaçoes e a missao do navio, mas ja seria prematuro chamar esse navio de “Yamato do seculo 21”?
Por causa da inevitável comparação entre o que o foi o maior encouraçado já construído o Yamato e a pretensão de se querer construir o maior combatente de superfície já visto, maior até que as unidades da classe Kirov soviética, sim ! . Mas a similaridade termina por aí, pois o “Yamato” foi um fracasso, e era ridicularizado pelos próprios japoneses que o chamavam de “Hotel Yamato”, além do mais apenas 2 entraram em serviço. . Esse projeto de um grande navio com espaço para receber o que há de melhor em sensores e armas, inclusive mísseis maiores de longo… Read more »