Relembre a simulação ‘Operação Pólvora’: FAB e MB enfrentam o USS Nimitz
USS Nimitz (CVN-68)
No início de novembro de 2020, o então presidente Jair Bolsonaro, em discurso com tom bélico, ameaçou “usar pólvora quando acabar a saliva”, em retaliação às ameaças de sanções ao Brasil por causa das queimadas na Amazônia.
Bolsonaro não citou o nome de Joe Biden, então presidente eleito dos Estados Unidos, mas, durante o primeiro debate presidencial, o democrata disse que “a floresta tropical no Brasil está sendo destruída” e afirmou ainda que poderia impor sanções ao Brasil, pressionando-o a adotar medidas contra a devastação ambiental.
A situação inusitada nos fez imaginar um cenário hipotético em que o Brasil precisasse usar a “pólvora” contra a ameaça de um grupo de ataque de porta-aviões dos EUA, que seria enviado à costa brasileira para exercer pressão com “toneladas de diplomacia”.
Como a Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil se sairiam bem em combate a um porta-aviões dos EUA?

Porta-aviões americanos já visitaram o Brasil diversas vezes e realizaram exercícios com a FAB e a MB, por isso nossos militares já têm uma ideia do poder de fogo desses navios e do seu grupo aéreo embarcado. Além das operações conjuntas, a Escola de Guerra Naval também realiza simulações semelhantes em sistemas dedicados.
Porém, para os entusiastas e estudiosos de Defesa, outra forma de aferir essa capacidade é utilizar um simulador de combate tático comercial, como o Command Modern Operations.
Assista ao vídeo abaixo com a simulação que fizemos em dezembro de 2020.
SAIBA MAIS:
SIMULAÇÃO: ‘Operação Pólvora’ – FAB e MB enfrentam o USS Nimitz
Command: Modern Operations: A ferramenta indispensável para militares e analistas de defesa

Provavelmente esse é o derradeiro ano do Uss Nimitz. Acompanho durante boa parte da minha vida a história desse navio. Dá até uma tristeza saber que vai ser desmantelado.
Com certeza Piassa, a inativação, que em navios nucleares ocupa o lugar da cerimônia de descomissionamento de navios convencionais – o descomissionamento oficial ocorre anos depois quando o último tripulante deixa o navio – ocorrerá em maio quando completará 51 anos o que ilustra o empenho da US Navy em manter seus NAes em “boa forma” até o fim
dado o último “desdobramento” de mais de 8 meses com poucas “paradas” entre março e dezembro de 2025.
.
Esta em estudo reaproveitar os reatores nucleares para gerar eletricidade para um Centro de Inteligência Artificial, conforme publicado tempos atrás !
Que interessante a ideia de reaproveitar os reatores. É bem melhor do que ter uma sucata altamente radioativa perambulando por aí. Vai que uns goianos encontram…
Isso já foi feito antes? Com os reatores do Enterprise ou de submarinos nucleares?
Os reatores “navais” são enterrados em local próprio Fernando, no Estado de Washington e além dos submarinos também os de alguns navios de superfície
mas os do “Enterprise” ainda permanecem no casco, o “Combustível” residual foi removido, mas, eventualmente os reatores serão removidos.
Problema de usar os reatores navais para fins comerciais é que eles tem tecnologia militar sensível. Se isso for adiante, significa que o lobby das Big Techs se tornou maior do que o do Pentágono…
Não dá nem pro começo, hoje em dia seria um pouquinho menos feio por causa dos Gripens, mas continuaria bem desigual, onze Gripens, alguns F-5, R-99, E-99, talvez os AF-1 contra F-35, F-18, Growlers…
Eu continuo repetindo, só tem 2 armas hoje que poderiam deixar uma frota inimiga apreensiva: a bomba nuclear e um caça stealth.
Não há negação de espaço aéreo para os americanos, tendo em conta os F-35, B2 e etc, a única forma de retaliação é igualmente ofensiva, não tem como se defender de 150 aeronaves(como na venezuela) indetectáveis com uma suíte de guerra eletrônica das melhores do mundo.
A doutrina brasileira deveria ser ter caças furtivos aptos a levar os mísseis antinavio até a frota, e minimizar o tempo de reação, fora isso, não vejo o que fazer não.
Um grupo de 18 caças stealth com capacidade antinavio já seria considerável
12 subs convecionais + 1 nuclear é bastante pra manter qualquer marinha do mundo inclusive eua longe das aguas brasileiras , porem precisa de mais caças no minimo 120 da fab e uns 40 da marinha e uns 12 baterias anti aerea , e precisa da abin e seus espiões estarem afiados pra conseguir antecipar o ataque e se proteger melhor, hoje a abin está comprometida pois o ramagem fugiu pra la e pediu passaporte de x9 em troca de informações sigilosas a abin esta comprometida e segredos do brasil foi comprometido com esse pessoal de direita que entregou tudo… Read more »
1 sub nuclear vale uns 8 convencionais. Pessoal esquece da velocidade em marcha de um sub nuclear. Um sub convencional demora coisa de 5-6 vezes mais que um sub nuclear para cobrir uma área. Sem falar que o nuclear tem a vantagem óbvia de não precisar emergir.
A Inglaterra nas Malvinas colocou a esquadra da Argentina no porto com 2 sub nuclear. E a costa Argentina é imensa.
Havia mais do que 2 embora os argentinos não soubessem quantos na época , mas, o que importava mesmo era o entorno das
Falklands/Malvinas e em último caso às proximidades da maior base naval argentina onde os principais meios navais estavam baseados
não importando o restante da imensa costa.
.
Um “sub convencional” pode ser empregado para emboscar uma força naval adversária e os britânicos mostraram grande preocupação
com os 2 submarinos convencionais argentinos – não sabiam eles dos problemas que afligiam ambos – obrigando a uma série de medidas que tornaram a jornada mais difícil e custosa.
.
Tem o artigo aqui mesmo nesse site do submarino argentino que ficou no meio da esquadra britânica. Se os torpedos dele estivessem bons ele teria feito um estrago nos ingleses.
Ele foi lá, ficou no meio deles, lançou torpedos e foi embora sem ser detectado. Infelizmente para os argentinos nenhum torpedo funcionou.
A Abin se compromete sozinha, nem precisa de traidor. Tem agente da Abin que coloca no Linkedin que é agente da Abin.
Esqueceu do submarino de ataque. E todas as vezes em que enfrentamos países da OTAN em exercícios, não fizemos um trabalho nada mal.
Brasil precisa urgentemente de mais uns 7 scorpenes. E por mim a união tinha que mexer no orçamento e colocar logo no mar o subnuc. Só isso seria um bom motivo pra afastar qualquer frota inimiga (obviamente dos EUA) das nossas águas.
Justo, mas aí há de se considerar que a infraestrutura de suporte para os submarinos seria atingida, muito provavelmente, no 1° dia. Os submarinos não atingidos, convencionais, teriam pouco tempo de sobrevida após isso, restante o nuclear, que poderia operar com mais autonomia e de maneira independente.
Uma crise se constrói no tempo, esse negócio de ataque surpresa é extremamente raro. Existem várias etapas até a hipótese de guerra começar a ser vista como inevitavel. O Brasil tem uma enorme tradição diplomática, a gente com certeza tentaria exaurir essa avenida.
Por isso o importante é ter o sub-nuc ele poderia ser deslocado com meses de antecedência.
O “problema” é que mesmo a permanência de um submarino nuclear no mar é limitada pela quantidade de víveres para a tripulação então uma hora ele precisará retornar para a base sendo substituído por outro que eventualmente terá que ser substituído e assim por diante. . Dada a necessidade de manutenção de rotina e com o passar dos anos manutenções mais complexas e demoradas números de submarinos importam e um dos meios para mitigar essa indisponibilidade é ter duas tripulações para ao menos parte da força de submarinos como os franceses empregam em seus “SSNs” já que para “SSBNs” todas… Read more »
Em teoria, um submarino convencional só precisa de um lugar para aprontar e ser reabastecido com comida e diesel, então qualquer porto serve, só o rearme de torpedos e mísseis que seria complicado!
Vc deve estar brincando …ou não. Para deixar “uma frota inimiga” apreensiva, como diz vc, só existem duas armas: Submarinos autóctones, modernos e mísseis anti navio, lançados de terra (lançadores móveis) e aeronave, com bom alcance e modernos.
Mísseis antinavio de que tipo? Convencionais, subsônicos? E as Arleigh Burke que tem uma centena de maneiras de interceptar um alvo que não seja hipersônico, a gente esquece? Eles tem dezenas delas.
A única maneira de infringir algum dano é saturar a frota, e pra saturar uma frota da US Navy, temos que comer muito feijão com arroz
Tem que ter o submarino nuclear de ataque e artilharia de costa. O inimigo virá pelo mar invariavelmente. Não existe cenário em que o inimigo use bases na AS sem que o exército brasileiro possa fazer alguma coisa. O motivo é simples, para mobilizar 150 mil soldados pra guerra do Iraque os EUA levou quase 1 ano. Então o EB teria mais do que tempo para lançar uma operação enorme de supressão desse suposto aliado da super potência extra regional. Sem falar que no nosso caso seria de 500 mil soldados pra cima para ter ganhos bem localizados. A tríade… Read more »
Akhinos, outra coisa é que 150 mil soldados para um país do tamanho do Brasil é algo que pode ser pequeno, dependendo de qual seria seu objetivo. Generalizam muito em ‘tomar a Amazônia’ mas fisicamente isso é praticamente impossível, mesmo para as maiores potências Mundiais. Tomar uma parte, pequena, da Amazônia é mais possível. Uma reserva indígena ou algo assim é perfeitamente factível, mas ela como um todo? É muita raça de gente e logística e grana. Simplesmente não é possível. Concordo com o que postou acima, que uma crise acontece ao longo do tempo e os sinais de alguma… Read more »
É a mesma máxima para o Iran, “grande território, como os EUA vão fazer isso?”. Pois fizeram, levaram dezenas de bombardeiros e atravessaram o mundo. Não precisaram colocar as botas no chão, e deram um recado estarrecedor.
Senhores, se os EUA quiserem enterrar qualquer coisa no Brasil, eles vem e enterram, e hoje, não temos meios de dissuadir isso.
1 submarino nuclear é bom, mas eles tem 70, não se esqueçam disso; eu continuo acreditando que a salvação é uma bomba nuclear, e os caças stealth.
O Brasil é aproximadamente cinco vezes maior que o Irã. É tudo uma questão de objetivos. Quais os objetivos? Tomar uma parte do território, destruir alguma coisa, entrar, fazer alguma coisa e sair em seguida? Bombardear conseguem sim, qualquer parte do território. Mas entrar e tomar? Bem mais difícil. 1 submarino nuclear é pouco. Se for para ter algum sub nuclear temos que ter mais do que um. Eles podem ter setenta, mas deslocam quantos para cá? Bomba nuclear nos torna alvos em defintivo, e ainda por cima não temos dinheiro para usar e manter a arma. Mesmo se aumentarem… Read more »
Dissuasão convencional, vamos lá. Supondo que consigamos lograr êxito e afundamos 2 navios em uma eventual investida, o céu cairia sobre nós, seria um verdadeiro inferno. A única coisa que os americanos respeitam é nuclear, se não a Coreia do Norte ja teria caído há tempos.
A capacidade Nuclear da Coréia do Norte é muito recente.
Por que a Coréia do Norte não foi massacrada, invadida e dominada quando apreendeu o Pueblo?
Leandro, a Coreia do Sul teria sido vitimada se os EUA tivessem atacado a Coreia do Norte, seja pelo “Pueblo” ou alguma outra coisa como incidentes de fronteira ou aviões abatidos, que ocorreram. . De certa forma a Coreia do Sul é um “calcanhar de Aquiles” para os EUA, cálculos já foram feitos do que à artilharia norte coreana faria à Seul por exemplo. . É bom sinal que a Coreia do Sul continue armando-se dependendo menos dos EUA – que reduziram em muito as forças lá – embora o que restou continue funcionando como meio de dissuasão, mas, ambos… Read more »
A doutrina nuclear dos EUA é que eles podem lançar um ataque nuclear se tu afundar um carrier. Tem muito alvo importante nesse cenário além do carrier que é o mais bem defendido. A começar pela esquadra de apoio logístico, eles sim seriam um alvo extremamente importante.
A US Navy só venceu no pacífico na WWII pq eles pensaram numa esquadra de logística, enquanto o Japão só investia em escouraçado de 70 mil toneladas e largava tropa desassistida em ilha morrendo de fome e sem munição.
Dissuação existe para evitar a fase que você menciona. Ela torna os planos de invasão ou ataque intimidatórios mais incertos, mais complexos, com possibilidades de perda. A dissuação age antes da ação propriamente dita, ainda na fase de planejamento do ataque. É quando haverá a decisão política de atacar ou não. Os estrategistas informarão ao órgão decisório das dificuldades e riscos da ação.
No caso específico da Venezuela, a informação passada era de risco zero para FT dos EUA.
Os EUA só respeitam quem tem a bomba, fora isso é conversa, ou faz ela ou aceita ser governado por eles – diretamente – em breve.
Acho a estratégia de camuflagem, dispersão pelo território mais eficientes, acho que deveríamos ter 3 caças fake para cada caça real e espalhar em número de 2 ou 4 por lista de pouso no Brasil, se tivermos 120 caças, seriam 120 possíveis alvos no mínimo, e meios de comando e contro móveis ou dispersos e camuflados pelo país!
Eu conheço muita gente do Rio Branco, acho que existe esse erro de as vezes a mídia e as pessoas superestimarem o impacto dos ministros das relações exteriores ruins que tivemos nesse período que tu cita. E eu vou ser bem democrático aqui em ambos matizes ideológicos eles foram péssimos. Mas a questão é que o Rio Branco tem muita independência, e continua o mesmo tem coisa de mais de 100 anos já. Sobre o que tu falou, o problema de sub nuclear é entregar o protótipo, depois o processo fica bem ordenado e as entregas costumam ser bem rápidas.… Read more »
Eu tinha alguns contatos no Itamaraty, mas isso já tem bastante tempo. O problema são as grandes decisões feitas pelos caras que sentam na cadeira máxima lá dentro.
Mas uma coisa eu concordo com você. Ambos os lados dessa disputa ideológica fratricida foram péssimos.
Sobre o submarino nuclear, eu gostaria de acreditar que podemos operar 5 ou 6, mas tudo vai depender de construírmos o primeiro e reservarmos grana para não apenas operá-los como também financiar o resto do que a Marinha precisa, inclusive meios de superfície.
E eu realmente não tenho otimismo o suficiente, ou mesmo esperança.
Eu não tenho nenhuma esperança que façam esse SN, simplesmente o Brasil não quer soberania nem nada…aliás esse é um dos motivos pelo qual estou perdendo a vontade de continuar lendo sobre geopolítica e defesa.
150 mil foi o que a Rússia usou em 2022 para tomar aquele toquinho da Ucrania, que deve ter o tamanho de metade de SC.
Colocaria submarinos nucleares.
Essa abordagem implica em comprar caças da Rússia ou China, coisa que nossas forças armadas nunca farão, o mais provável e fazermos como sempre, equilibrar com a diplomacia, ao ponto de no caso dos EUA, a Rússia ou a Chine vierem em nosso auxílio ou negociar um meio termo de forma diplomática!
Nuke não é nada além de um artefato caríssimo sem meios pra entregar.
E sem mísseis anti-navios!
Levando em consideração as últimas ações dos americanos no Irã e na Venezuela, nós Deveríamos evitar a todo o custo esse hipotético conflito. Mas se realmente fosse inevitável, acho que um bom número de submarinos poderia dar um pouquinho de dor de cabeça neles.
Seria talvez nossa única esperança de causar algum dano na US Navy.
Só com saturação teríamos alguma chance. Torpedos, Exocets, Robot 17 (Rb 17)…
Impressionante. Um verdadeiro massacre! Um ataque suicida. A única chance de defesa do BR e nunca enfrentar essas situações. Que bizarro.
kkk A esquadra brasileira integralmente afundada! E acham que 12 misseis das Tamandaré dão conta desse massacre. A melhor defesa nesse cenário é proveniente dos submarinos da MB.
A maior arma que os estadunidenses usariam …é a velha e infalível corrupção…o que tem de MAGAs tupiniquins na alta sociedade brasileira para fazer o serviço sujo para o governo estadunidense…. é incrível….basta verificar o nível de certos políticos que adoram bater continência à bandeira do tio San…eles demostram essa veneração em plena rua para quem quer vê.
.
Quem não lembra do dia 7 de setembro na avenida paulista ?…descaramento e falta de patriotismo….. em plena luz do dia…e até hoje … pedem que o Trump intervenha militarmente no Brasil.
Será que vc iria para o combate??? Brasil infelizmente não tem espírito de nação. Hoje se realizasse um plebiscito propondo a divisão do pais em Norte e Sul tenho certeza que a maioria votaria a favor
Ah mano, pára com isso. Tudo pra vcs viram política. Até pouco tempo atrás vcs nem sabiam o significado das palavras soberania e patriotismo. Só entrou no dicionário de vcs para proteger um ministro do STF de uma sanção americana..
E olha quem é que vcs estão protegendo… basta ver as notícias.
E a ‘indígena’ que foi pedir sanções contra o Brasil na Europa em 2019 devido as queimadas ? Isso lhe parece patriotismo ? A mesma é ministra de Estado hoje.
Na foi nesta que perdermos por 47 segundos?
Antes dos ataques de pit de certos blogueiros aqui, me digam , hoje, quantos países no mundo podem enfrentar de igual para igual um Carrier Strike?
Supertrunfo!!!
Acredito q o ideal para o Brasil seria uma força de submarinos similar a da Turquia ou da Coreia do Sul q operam algo em torno de 20 submarinos cada. Ambos possuem PIB inferior ao Brasil. É mto dispendioso anular uma força de submarinos desse porte. Seria necessaria uma operação com muitos navios de superficie para varredura, aeronaves em terra como os P-8 (q demandaria esforço diplomatico para tal, devido ao envolvimento de nações vizinhas para utilizaçao de bases), linhas de suprimento seriam ameaçadas demandando escolta em comboios, etc. Isso é dissuassão real já q faria com q uma solução… Read more »
ps. além do mais a China é uma nação pacifica e benevolente.
Fonte: vozes da minha cabeça
Pacífica??? Kkkkk
benevolente kkkkk
Está lá taiwan, japão e coreia do sul acuados com toda essa bondade.
Pacifica e benevolente 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Começou bem, fez um 180 e saiu correndo na direção oposta!
Os Filipinos e Vietnamitas mandaram lembrança!
Combater um Carrier Strike é dificílimo, quase impossível, mas pode- se dificultar um pouco pra eles. Teria que ser uma combinação de meios de defesa, contra atacando em conjunto, coordenadamente . Exemplo: ( alguns meios ainda não estão disponíveis) 1) Defesa cibernética robusta, para evitar o ataque inicial como no caso da Venezuela e Irã. Hoje o BR dispõe de um comando centralizado de defesa cibernética das 3 forças em Brasilia. Deverá ser defendida pela EMADS + Kronos( M200MM AESA + CAMM ER sediado em Brasília 2) Os radares AESA no EMADS, nas FCT ,e nos Gripens evita grande parte… Read more »
Só um detalhe: a Venezuela não foi “pega de surpresa” tudo indica que Maduro foi entregue.
O Nimitz (e as escoltas que normalmente o acompanham) em algum lugar da costa entre Rio e SP. Em 24 horas, já teria bombardeado todas as bases militares no Rio-SP, a fábrica da EMBRAER, os aeroportos de Guarulhos, Congonhas, Viracopos, Santos Dumont e Tom Jobim e a Ponte Rio-Niteroi, de modo que a “esquadra” brasileira, não teria como sair da baía ou fundear nela. Punha o Brasil de joelhos antes de um dos moderníssimos A-4 Sky Hawk alçar vôo! Não digo isso em demérito as FFAA, porque elas são equipadas e treinadas para patrulhar, não para guerrear. Fora isso, graças… Read more »
O Brasil não é uma nação séria. Você tem a certeza disso quando mora fora do país…
Concordo Fábio. Basta que olhemos a História. Todas as vezes em que entramos em Guerra nós não estávamos minimamente preparados para isso. Tivemos sorte até agora.
bem isso, tivemos sorte, não juízo!
A galera escreve como so EUA fosse nosso inimigo. Que inimigo e esse que e o maior investidor dado pais, sendo que o investimento americano e 2 x maior que o segundo colocado os países baixos e 10 x mais que a China
O Trump quer tomar a Groelândia na mão grande da Dinamarca, que é país de 1° mundo, muito rico, branco como a neve, membro fundador da OTAN, da qual os EUA é nominalmente membro. Trump declarou para os soldados dinamarqueses cairem fora da Ilha enquanto é tempo, porque a vara vai torar. A Suécia, já avisou que enviará soldados e equipamentos militares para lá . A Alemanha afirmou que está reunindo meios para ” proteger a Ilha) Obs : Ótima oportunidade para ver os Gripens com IRST e meteor enfrentando os SuperHornet . EMADs com radar Sueco, deverá ser testado… Read more »
Tal qual a Groelandia. Se ele resolver implicar com a Amazônia, estamos na mesma canoa!
O que é mais fácil, usar os dolares que eles tem ao montes e sair com tudo que precisam daqui até com NF ou fazer uma movimentação gigantesca de meios militares, concentração e um ataque com risco de perder homens e gastar uma grana alta? Lembrando que venezuela e irã são pareas há decadas e sempre ameaçando os americanos e levaram embargos enquanto o máximo que levamos foi essas tarifas do ano passado. Se o Lula é esperto faz um bom acordo $$$ com os americanos que precisam de recursos nossos e não nos recusamos a vender. E outra amazonia… Read more »
O mínimo, mas o mínimo que devemos fazer, é oferecer alguma dissuasão. EUA, Russia e China, só podem ser vencidos numa guerra entre eles mesmos, os de fora, como o Brasil, tem que oferecer resistência, porque é o mínimo que o conceito soberania exige. E mesmo para negociar com um maluco feito Trump, se deve ter alguma capacidade de dissuasão, porque ele é adepto da teoria de que deve bater primeiro e negociar com o adversário tonto. O Brasil não representa a mesma situação que a Venezuela, é mais próximo da situação da Groenlândia = ele pode incomodar pelo prazer… Read more »
O problema é que Trump se iludiu com a vitória fácil e sem baixas sobre a venezuela. Ele contrata frentes demais. Me lembra a vitoria rápida e fulminante da blitzkrieg nazista sobre a França. Hitler delirou de contentamento, e sua confiança foi aos céus. Achou que a Inglaterra cairia de joelhos igual aos franceses. Foi à luta e perdeu a 1° batalha, a da Inglaterra. Resolveu deixar a Inglaterra de lado e partiu com o msior exército do mundo contra a URSS. Aí se ferrou. Trump acha que pode dobrar a Europa, e também a China/ Russia com uma tacada… Read more »
Se Trump ataca a Dinamarca afim de tomar militarmente a Groelândia , destroi a OTAN. E num segundo confronto contra China. se engana quanto a Putin. Ele iria apoiar a China do qual é dependente financeira e industrialmente. Além disso, não terá apoio algum da UE. Resta saber pra onde iriam os arsenais nucleares da Coreia do Norte, Índia e Paquistão. Calculos errados costimam acabar no abismo. Lá estão Nápoleão e Hitler.
O que eu acho engraçado é que ele vive bajulando Putin e a Rússia, os maga então vivem dizendo que o inimigos deles é a Europa e não a Rússia. Ao mesmo tempo Trump quer tomar a Groelândia com o argumento de que ela seria vital para defender os EUA da… Rússia.
Na mesma, não, em outra canoa, muito menor, mais velha e com muitos, muitos buracos…
Esse mundo onde os EUA eram aliados e estáveis, política, jurídica e financeiramente, acabou em 20 de janeiro de 2024. A ordem mundial que eles mesmos criaram, eles mesmos estão destruindo. A lei agora, infelizmente, é a força bruta.
Seria bom fazer a outra, dessa vez com os Gripen usando os mísseis Meteor.
Quem gosta dessas simulações sabe que a China já tem um antídoto para carrier strike e que não é lá caríssimo como falam. Sub nuclear + artilharia de costa com saturação de longo alcance + caça stealth. O Brasil poderia facilmente operar essa tríade, tem pib pra isso. Quem acha que não tem tá louco. Primeiro tem a ineficiencia absurda das FAs brasileiras, além disso o exército tem um excesso de orçamento vis-a-vis as outras forças. Além disso, precisa reformar todas as FAs, acabar com esse delírio de linha Maginot Tabajara chamado Sisfron, seria o começo. Com um orçamento de… Read more »
Akhinos o SisFron é muito mais um sistema de monitoramento do que defesa física em si. É uma boa idéia e deveria ser reforçado. Monitorar significa saber onde usar as forças, etc.
Artilharia de costa nós temos. O problema é que são sistemas ASTROS com foguetes não guiados e geralmente operando de locais fixos. É a receita para o desastre. Precisamos de mísseis guiados de longo alcance lançados à partir de qualquer ponto da nossa costa.
Mas já foi testado Astros + Mansup com a bateria do CFN. Ela inclusive foi reformada pela SIATT recentemente e vai testar o Mansup ER. Nada impede que outras baterias Astros sejam convertidas em lançadores do Mansup ER. A SIATT já simulou um ataque simultaneo de uma bateria Astros + Mansup ER com uma FCT com o mesmo Mansup ER atacando um destroyer Aegis. Os 2 misseis seguiram direções opostas e após várias manobras evasivas a baixissima altura acertaram o Destroyer à bombordo e a estibordo simultaneamente.
Fonte, por favor. De preferência do tal teste atacando um DDG Aegis.
O segredo para neutralizar uma DDG Aegis não é ter um unico meio de ataque maciço, mas multiplas plataformas de ataque agindo simultanea e coordenadamente. A MB tem hoje 3 meios diferentes para os misseis anti navio : Fragatas, HA 15B e Sbr riachuelo. Deverá ter mais 2 : Baterias Astros moveis de costa, F39 E. Não é preciso ter muitos meios. A diversificação de plataformas de ataque, atacando simultanea e coordenadamente é efeito multiplicador poderoso e desestabilizador. Com a introdução dos Mansup ER ( capazes de comunicação de dados bidirecional, permite que um sistema gerenciador ( sisgazz), através de… Read more »
“Se você muda o cenário para FCT, F39E( IRST ), Sbr Riachuelo, AH15B e baterias de costa com misseis anti navio, você introduz furtividade, Radares AESA , contra medidas eletrônicas e múltiplos meios de ataque simultâneos e coordenados na equação. Para uma FT, mesmo dos EUA, a liberdade absoluta, a tranqulidade de operar livremente acaba.”
.
Da mesma forma Paulo, os EUA introduziriam outros meios e em maior quantidade para lidar com novas ameaças.
Esta é a primeira consequência da dissuação. Forçar o adversário à gastar mais, concentrar mais meios, diversificar vetores, tornando a Operação cada vez mais cara, mais complexa e com mais variáveis, retirando meios mais sofisticados alocados em TOs de alta intensidade, onde são mais necessários, afim de cobrir buracos estratégicos. Tudo isto força a uma análise mais demorada e com consequências políticas. Veja, para dar conta do TO da Venezuela, a USNAVY alocou 1/3 de sua frota, incluindo o maior porta aviões dos EUA. Levando – se em.conta as variáveis estratégicas que introduzi na equação, a USNAVY iria locar metade… Read more »
Quando o agente político exige zero perdas para autorizar uma operação, as coisas se complicam e muito. Foi o caso da operação na Venezuela. A USNavy foi obrigada a locar 1/3 de seus meios para isto. Dependendo das variáveis introduzidas, onde pode chegar ?
Os EUA podem muito militarmente, mas não são deuses. Não há onipotência aí. Toda vez que uma força se considera invencível, ela está fadada ao fracasso. Napoleão e Hitler que o digam.
De minha parte, nunca escrevi que os EUA são onipotentes e acredito que eles mais do que nós sabem que não são, tanto que estão tendo que “correr atrás do prejuízo” depois de duas décadas de letargia
onde na falta de adversário à altura, priorizaram Coreia do Norte, Irã
e terrorismo, os meios e doutrinas para lidar com eles e redução do arsenal e investimentos.
Paulo, já é a segunda vêz que vc escreve “a USNAVY alocou 1/3 de sua frota”.
Isso simplesmente não é verdade…..ou vc não faz idéia do tamanho da US Navy (o que não é nenhum problema) ou está espalhando fake news.
Uma simples pesquisa na internet pode te fornecer o número exato de qualquer marinha……mas pelo jeito os jovens de hoje não gostam de ler e nem de pesquisar.
Eles deslocaram 11% da frota para a Venezuela. Tem um site que fica atualizando onde as frotas americanas estão. Isso saiu na mídia americana esses dias, como eu acompanho muito mídia especializada de lá, acabei vendo. Acabei esquecendo onde exatamente, mas posso achar e mandar aqui.
Paulo, não foi 1/3 da Frota alocado, inclusive alguns meios que não estavam destinados para nada muito importante foram convocados. O “Ticonderoga” USS Lake Erie, encontra-se na fase terminal que como outros nos últimos meses de vida destinam-se apenas à uma última missão contra o narco tráfico; o submarino Newport News retornando de sua última missão – 36 anos – passou pelo Caribe, o USS Sampson, um Arleigh Burke já estava destacado para missão contra o narco tráfico meses antes, etc. . Mesmo o USS Gerald Ford, o maior, mas, não com a Ala Aérea mais capaz não estava fazendo… Read more »
Colega, eu acho que o Sisfron é um sistema caduco pra ser bem honesto. As soluções de monitoramento deveriam usar drones de longo alcance e satélite. O problema do Sisfron é que ele basicamente tem uma lógica estranhissima de se construir postos de controle e batalhão de floresta que engolem dinheiro a rodo. A grana para manter infraestrutura no meio da floresta é absurda. Poderia fazer sentido 25 anos atrás em um cenário de baixa intensidade e tecnologias simples. Eu acho que um ponto importante de destacar é que drones mudaram completamente a guerra moderna. Eles são uma mudança muito… Read more »
O Sisfron, pelo menos os esquemas todos que eu vi, combinavam infraestrutura já existente, com integração de sensores, e com isso quero dizer drones, radares (inclusive móveis) e o que mais puder se fazer presente no momento. Houveram propostas de drones ‘tethered’ seja para energia ou dados. Não acho que deve ser muito fácil operar drones guiados por fibra em boa parte da fronteira amazônica, por exemplo, mas nada impede que possam ser usados aonde possível. Seria legal ter satélites, mas você sabe como isso anda à passo de lesma preguiçosa com sono. Mas o advento do Link BR2 vai… Read more »
Se analisarmos profundamente o ataque à Venezuela, o fato de ter possuido uma defesa aérea baseada em solo, complexa, em camadas e teoricamente bem estruturada, não trazia segurança real porque tinha pontos frágeis: Vulnerável a ataques cibernéticos e de interferência eletrônica. Os radares dos sistemas russos e chineses eram extremamente potentes, porém convencionais. Não eram AESA. Provavelmente muitos das baterias anti aéreas estavam inoperantes por falta de peças e / ou falta de manutenção especializada. Faltou integração desse sistema de defesa em solo, com um sistema de defesa aérea baseada em aviões radares de alerta aéreo antecipado, drones ISR e… Read more »
Só esqueceram de simular que todos os caças e navios seriam destruídos em solo e nos portos por uma tempestade de tomahawks e jassms lançados a grande distância. Não dá nem pra simular esse combate, ele acaba antes mesmo de começar.
Para nações como o Brasil, somente com meios assimétricos: mísseis balísticos antinavio lançados de plataformas móveis e submarinos com torpedos. Muitos mísseis e muitos submarinos. E os meios para protegerem eles e seus centros de comando e controle, cineticamente e ciberneticamente.
Não são garantia de sucesso, mas mudam a equação.
Em relação à proteção cinética de estruturas críticas, o EMAD + Kronos( M200 MM AESA )+ CAMM ER vai ser a resposta do MD/EB. Em relação à proteção cibernética de estruturas criticas já há o ComdCiber ( desde meados do ano passado ) . Comando integrado de defesa cibernética, operado por membros das 3 armas, sediado em Brasília. Seria exaustivo comentar sobre ele e suas capacidades. Há boas descrições dele na web. Só colocando, que possui cerca de 194 estações de combate, além de estações especializadas tb. Opera 24 horas por dia. Quanto à poder de ataque naval , importa… Read more »
Mísseis navais contra Aegis só se forem hipersônicos e de extremo longo alcance. Por isso falei de mísseis balísticos antinavio, como o DF21 chinês. Qualquer coisa com alcance de menos de 500Km não vai ter nem chance de ser lançado. No mínimo o Brahmos indiano. E acho muito pouco um único sistema AA baseado em mísseis de médio alcance, teria que ser uma defesa completa em camadas e em rede. Qualquer coisa menos que isso será destruída antes de detectar qualquer coisa, vide a Venezuela. Quanto a descentralização e coordenação, é o único caminho mesmo. Por isso gosto dos Gripen,… Read more »
Até onde eu andei lendo na mídia, a Venezuela não tinha nada. Eles tem o equipamento, mas não operavam porque não tem pessoal qualificado e faltava peças. Além disso segundo as informações, a Rússia cagava para manutenção dos equipamentos venezuelanos pois não estava afim de criar muita briga com os EUA. Acho que tu devia pensar mais no caso do Irã. Eles sim são uma boa demonstração de como esses sistemas fazem água diante de aviões stealth, mas mesmo assi, foi amplamente informado na mídia que o Mossad infiltrou toda a estrutura decisória do Irã, tinha agentes em terra e… Read more »