Visitamos o Navio-Aeródromo Multipropósito ‘Atlântico’ no Porto de Recife (PE)
Por Valter Andrade* (Reportagem e Fotos)
Visitamos hoje, no Porto do Recife, o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico (A140), em escala programada no âmbito da Operação “Aspirantex 2026”, que segue até o dia 30 de janeiro e envolve cerca de 2.400 militares em treinamento no mar. Acompanhando o Atlântico, estava também a fragata Defensora (F41).
A ação, que integra um dos mais importantes exercícios anuais da Esquadra, tem como objetivo aprimorar o adestramento dos meios navais e aeronavais e proporcionar vivência prática da rotina embarcada a futuros oficiais, colocando em prática treinamentos operativos e de guerra.
Além do Atlântico e da Defensora, a operação envolve uma variedade de meios navais, como o Navio Doca Multipropósito Bahia, outras fragatas, corvetas, navios-patrulha, submarinos e aeronaves da Aviação Naval, todos empenhados em exercícios que incluem operações de superfície, guerra antissubmarino, defesa antiaérea, guerra eletrônica e cibernética.
Durante o período de operação, os navios da Esquadra realizam escalas em diversos portos do Nordeste brasileiro, como Cabedelo (PB), Recife (PE), Maceió (AL), Salvador (BA) e Vitória (ES). Nesses portos, além das atividades militares, as embarcações são abertas à visitação pública, proporcionando à população local a oportunidade de conhecer de perto o trabalho da Marinha do Brasil.
A “Aspirantex 2026” também reúne cadetes de outras instituições de ensino militar — incluindo a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM), a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e a Academia da Força Aérea (AFA) — que embarcam para participar das atividades e ampliar sua formação profissional.
Para os aspirantes da Escola Naval em fase final de formação, a comissão representa uma etapa decisiva, pois é nessa etapa que muitos têm a oportunidade de aplicar, no mar, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de orientar decisões importantes sobre sua carreira na Marinha.

NAM Atlântico (A140)
O Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico (A140), atualmente Capitânia da Esquadra, é o ex-HMS Ocean da Royal Navy, adquirido em 2018. Ele foi projetado para as tarefas de controle de áreas marítimas e de projeção de poder sobre terra, mar e ar. É apropriado também para missões de caráter humanitário, auxílio a vítimas de desastres naturais, evacuação de pessoal e operações de manutenção da paz.
Pode operar até 7 helicópteros em seu convés de voo e 12 no hangar. Também é capaz de transportar de 500 a 800 Fuzileiros Navais e projetá-los por meio de movimentos de helitransporte ou por superfície, empregando suas quatro lanchas de desembarque. Possui, ainda, diversas salas de planejamento para uso do Estado-Maior.
É dotado de um Sistema de Combate que integra o Sistema de Comando e Controle LPH CMS, quatro canhões de 30 mm DS30M Mk2, dois Radares 1007, um Radar 1008 e o moderníssimo Radar Artisan 3D 997, com elevada capacidade de detecção e de acompanhamento.
Aeronaves
O NAM Atlântico está com quatro helicópteros a bordo.
- UH-15A Super Cougar para missões de SAR e transporte.
- AH-15B Super Cougar para missões ASuW (Guerra antissuperfície), com capacidade de levar o míssil AM39 Exocet.
- SH-16 Seahawk, para ASW (Guerra Antissubmarino) e ASuW (Guerra antissuperfície).
- IH-18 Airbus H125 Esquilo B3e, utilizado em missões de instrução.
UH-15A e AH-15B Super Cougar do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2)
SH-16 Seahawk do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1)
IH-18 (Airbus H125 Esquilo B3e) do 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1)
*Valter Andrade é jornalista, fotógrafo, escritor e pesquisador de história militar, freelancer, com diversos trabalhos publicados no Brasil e no exterior.
AGRADECIMENTOS: Comandante da Capitania dos Portos de Pernambuco, Capitão de Mar e Guerra André Luiz dos Santos Costa; tenente Raquel Beserra, da Comunicação Social da Capitania dos Portos de Pernambuco; primeiro-tenente Larissa Vieira; segundo-tenente Whately; e cabo Antunes.
SAIBA MAIS:
A história do Porta-Helicópteros HMS Ocean na Royal Navy, agora NAM Atlântico na Marinha do Brasil






























A embarcação Capitânia da Esquadra mais desarmada do mundo.
Debatido exaustivamente.
Faltam.
> Sistemas de mísseis de curto alcance
> CIWS dedicado
> Suite moderna de guerra eletrônica e decoys
> Integração completa sensores–armas
Um navio capitânia/anfíbio como o A140 com Artisan 3D tem boa consciência situacional, mas sem sistemas ativos de contramedidas (decoys) integrados ao CMS ele detecta a ameaça e…detecta a ameaça.
Navio humanitário.
A única diferença dele no usa da MB do que nos tempos da marinha real e retirada do canhão phalanx que só era um, dedicado a defesa anti-missil terminal, de resto dependência do quê tem hoje e das escoltas, mas acho muito imporvavel dele se submeter a ameaça de um ataque de míssil na Marinha do Brasil e sem as escoltas!
É pouco provável que um navio humanitário seja atacado.
Mas…
Mas em caso de TOs mais agressivos, os próprios Helis de Ataque anti superficie e anti submarinos que o NAM levaria , se constituem numa defesa, além, óbvio, das escoltas que dariam cobertura anti aérea, anti superfície e anti submarinas.
Só lembrando que os CAMM + Radar AESA das FCT foram projetados tanto para neutralizar aeronaves de ataque, como misseis anti navio subsônicos, transônicos e supersônicos, além de drones.
Sim, para isto basta duas Tamandaré, um de cada lado do Atlântico para prover defesa anti-missill, visto que os mísseis tendem a atacar a lateral dos navios, teria que acertar uma Tamandaré antes de chegar ao Atlântico!
Hoje em dia e mais provável um navio humanitário ser atacado por um drone aéreo ou naval camikase do que um míssil anti-navio!
Qual o melhor? Phalanx ou Sea Snake, que estão sendo montados nas FCT ?
Já ouvi um rumor de que o NAM Atlântico e o NDM Oiapoque serão equipados futuramente com o Sea Snake 30mm para defesa de ponto.
Padronização é a palavra de ordem nas FAs . Sea Snake para defesa de curta distância nas FCT e nos NDMs . CAMM / CAMM ER no EMADS e nas FCTs. Radares AESA no EMADS, FCTs e F39E/F, e todos eles se comunicando através do link Br2.
Faltam sistemas de AAe de médio/longo alcance, visto que CIWS já forneceriam a defesa de curto alcance.
Navio humanitário foi ótimo.
Depende do ponto de vista.
Para o propósito original dessa belonave, sim. Está totalmente desarmado.
Mas no contexto da nossa Marinha, e de acordo com o propósito dele aqui, no caso do “Multipropósito” (Ajuda humanitária, heliponto, Apoio para SAR, e embuste naval), ele está até mais equipado do que deveria.
Para enfrentar drones aéreos e navais, os canhões de 30mm dele são os ideias, quanto a ameças mais robustas, a função das Tamandarés e cuidar delas!
Muito boa matéria, com fotos idem. Só um pequeno reparo: embarcados, tem um AH-15B e um UH-15A, não UH-15. Os UH-15 tem matrículas começando em 7101, os UH-15A tem matrículas a partir do 7201 e o AH-15B iniciam em 4101. A diferença é que os UH-15A possuem lançadores de chaff e flare, RWR, LWR e MAWS, equipamentos que não estão presentes na versão básica, UH-15, que conta somente com a torreta FLIR (presente em todas as versões).
Obrigado pelo reparo, Santamariense! Abs.
Sim fotos lindas, matéria legal. Uma dúvida para defesa do navio quais sao as contramedidas, mísseis terra ar? Curiosidade mesmo
Só dispõe dos 4 canhões de 30mm, tinha como complemento um canhão phalanx 20mm, mas foi retirado ficando só com os 4 canhões de 30mm ,más em todo caso, necessita sempre de escolta!
Valeu, Galante! Abraço.
Esse das fotos tá soltando uma fumaça tão espessa que manchou toda a pintura da lateral esquerda, parece caminhão diesel desregulado…
Esse problema acontece em todas as aeronaves. Depende do local onde se localizam os bocais de exaustão dos motores. Os A-29 da FAB tem esse mesmo problema de manchar a pintura.
Acredito que seja por conta da qualidade ou tipo do querosene de aviação utilizado.
Não deveria.
Fuligem visível não é normal em turbinas aeronáuticas. Pode acontecer:
> Má atomização do combustível
> Bicos injetores sujos
> Regime anormal de operação
> Avião voa pouco
> Avião em patrulha lenta com baixa potência nos motores
“moderníssimo Radar Artisan 3D 997”
Exagero ufanista.
As primeiras unidades foram instaladas e entraram em serviço a partir de 2012–2013 nos navios britânicos.
O Artisan 3D 997 é de tecnologia do início da década de 2010. Capaz.
Desde quando um radar com 13 anos de uso é considerado obsoleto??.
Aonde está escrito obsoleto?
A Fragata Defensora (F41) tem como missão executar tarefas de escolta a comboios e outras unidades, realizando proteção contra ameaças aéreas, de superfície e submarinas.”
Vamos ajustar o texto.
A Fragata Defensora (F41) tem como missão principal a escolta de comboios e de unidades navais, com ênfase na guerra antissubmarino, mantendo capacidades de defesa contra ameaças aéreas e de superfície.
Significa que a prioridade doutrinária da F41 é a guerra antissubmarino (ASW).
A “Defensora” já teve um “Sonar de Profundidade Variável”, um excelente, para a época míssil antissubmarino o “Ikara” e um lançador duplo de foguetes antissubmarino “Boroc”
retirado dela e inativo nas demais, então, passou a ser uma fragata de emprego geral.
Sim. Passou a ser.
“O NAM Atlântico está com quatro helicópteros a bordo.”
O A140 não mantém um grupo aéreo fixo. A quantidade e o tipo de helicópteros variam conforme a missão.
Faltou publicar foto do costado. Pra saber se estão amassando o navio.
Não que eu seja chato e procure defeitos…mas é bom mostrar se amassam.
Ótima matéria. Os leitores do Poder Naval agradecem! 👏🏽👏🏽👏🏽
Verdade. Parabéns aos autores.
Visitei o A140 em Santos há alguns anos.
Estou ansiovo para visitar o Oiapoque.
Um dia verei. E visitarei.
Uma pena que não tenha defesa de ponto nenhuma.
Creio que o A140 tenha trẽs lançados duplis de mísseis mistral
Creia não.
Tem 4 canhões de 30mm, dá uma pesquisada!
Será que vira a Maceió? , hoje visitei o Bahia e o independência
Boa noite, lindas fotos. Na 13° foto, de cima para baixo, no helicópteros Europeu de matrícula N 4103 bem que poderia ter um míssel anti navio ou um torpedo sob aquele trilho.
Na Aspirantex, helicópteros normalmente não embarcam mísseis nem torpedos reais.
O objetivo é instrução, navegação, rotina de bordo e operações aéreas básicas, não adestramento de combate.
Prezado Esteves, “adestramento de combate” não fica limitado a lançamento de mísseis e torpedos… na verdade, o programa de eventos da Aspirantex prevê diversas operações e ações de guerra naval exatamente para que os Aspirantes tenham a experiência do que fazemos no dia a dia em outras comissões operativas… cordial abraço.
Grato.
O Mutiproposito Atlântico adquirido em 2018 desde 2024 tem feito uma operação por ano.
– operação Taquari – 2024;
– operação Atlas – 2025;
– operação Aspirantex 2026.
Muito pouco uso, levando em consideração quando utilizado pelos ingleses quando, HMS Ocean, com histórico de operações relevantes.
Realidade da nossa Defesa: um parto pra comprar e ausência de recursos para operar.
Prezado Nilo, talvez essas comissões que você citou chamem mais a atenção, mas é fato que o A140 esteve no mar em outras oportunidades, como a Operação ADEREX… resumindo, o navio está empurrando água… cordial abraço.
Prezado, faltou, Aderex 2023 – RJ – Santos, treinamento que retratam emprego real, ocorreu diversas vezes durante o ano, em período diurno e noturno, Mas é bom quando se vê o emprego efetivo também incorporado com interesses do Estado, não houve até hoje missão externa afinado com política externa do Estado brasileiro.
Acredito q vc desconhece o número de operações…
Carlos, os AH-15B não levam torpedos, “apenas” mísseis AM-39 Exocet.
Boa noite, grato pelo ensinamento.
👍🏻😉
Desculpem o desvio do assunto, mas alguém aqui pode confirmar o deslocamento de um esquadrão de eurofighers, aviões radares e reabastecedores alemães para bases próximas à Groelândia? Muitas informações estão chegando sobre deslocamento de armamentos e tropas para lá. Tenho amigos brasileiros na Finlândia e há boatos de convocação de reservistas nesse país nórdico e em outros.
Pelo que li a Alemanha já fugiu com o rabinho entre as pernas.
Trump é um homem capaz de assumir riscos políticos, o que ele está da fazendo é fustigar os europeus com propostas de compra da Groelândia, provocar mais ainda desgaste nas relações, não havendo negociações, acredito que Trump deva anexar, encontrará justificativa para entrada de militares americanos na Groelândia. Em 1º de julho de 1868, quando a doutrina Monroe e o desejo de libertar o continente da influência europeia ganhava fôlego, jornais americanos noticiavam que o então secretário de Estado William Seward estaria prestes a concluir a compra da Groenlândia, ou seja não é exclusividade de Trump estas investidas.
Existe diferença entre fazer negócio com russo ou europeu?
Acredito que nós teremos oportunidade de saber, agora mais do que nunca o que é fazer acordos comerciais com os europeus em virtude do acordo Mercosul-Europa, de antemão posso dizer, a posição de negociação com um europeus se faz com um sul americano de uma posição histórica, confiante, profissional, de reputação, hierarquicamente superior. Dizem analistas que as cotas criadas pelos europeus, em alguns itens são menores que as quantidades atualmente exportadas, a rigidez e tão grande que alguns itens representa um percentual extremamente pequeno da nossa produção anual, criaram monitoramento de preço, fitossanitário, selo proteção ambiental, é uma série de… Read more »
Havia 15 bases norte americanas na Groelândia durante a guerra fria. Fecharam 14.
Trump reclama de que ? Bastaria reabri- las, se o motivo for apenas a ” segurança do ártico “. A Dinamarca já concordou com a reabertura delas, contanto que mantenha a soberania sobre a ilha.
Concorda? Já concorda?
Esqueça a justificativa de defesa, e só conversa, o que interessa e a localização geográfica e os recursos naturais que ela tem, ganha-se dinheiro com a mineração e a rota comercial!
Sua observação é uma demonstração que a intenção de Trump não é uma questão de segurança, assim como o apoio da Europa com a Ucrânia não é uma questão de segurança, da possível invasão da Rússia a Europa.
Mais ou menos, já que metade da Rússia e europeia e a outra metade e asiática.
Desculpa, não resisti! Kkkkk
Hoje apareceram videos onde navios militares estão circulando no litoral da Groelândia. Não deu muito bem pra ver que tipo eram ou sua bandeira, porquê havia denso nevoeiro e caindo muita neve. Mais militares estão chegando por lá.
Muito legal a matéria, parabéns. Nosso A140 está inteiraço, show!
Gosto do esquema de cores dos helicópteros da Marinha, não entraram ainda na paranoia da identificação de baixa visibilidade, com tudo minimalista e monocromático. É um esquema meio retrô, que bom que alguém resiste.
Nunca trabalhei no convés de um navio, mas quando se trata de navios-aeródromo, fico só imaginando como deve ser pesado estar ali: no sol escaldante, o convés deve virar uma frigideira, imagina a sensação térmica?
Deve ser terrível.
“Gosto do esquema de cores dos helicópteros da Marinha, não entraram ainda na paranoia da identificação de baixa visibilidade…”
Nós helicópteros, sim. Mas, nos AF-1 as marcações são em baixa visibilidade.
“…no sol escaldante, o convés deve virar uma frigideira, imagina a sensação térmica?”
Depende. Se for em alto-mar, mesmo com sol tem sempre vento, o que ajuda a aliviar a sensação de calor.
E na parte do convés onde os aviões transitam tem algum tipo de revestimento especial ou é metal puro mesmo?
O convoo recebe uma cobertura de tinta epoxi resistente que contém materiais que aumentam sua resistência e oferecem características anti-derrapantes.
Beleza, obrigado!
👍🏻😉
Pelos relatos, vira sim, fica muito quente. Exceto quando o navio se volta contra o vento para lançamento de aeronaves. Aí fica bem fresco.
Quando embarquei no Minas não senti esse calor todo. Mas não tenho experiência pra afirmar nada.
E sim, a Marinha antigamente utilizava um esquema de pintura de mais visibilidade, em cinza muito claro e branco como cores predominantes.
Ok, obrigado!
Nossa “Força” poderia estar combatendo a pesca ilegal que ocorre diuturnamente, feita pela frota chinesa em especial! Mas a MB não tem condições logisticas para fazer, salvo quando é montada toda uma “operação”, a exemplo da Ágata!
Já falei aqui algumas vezes e repito: Enquanto a sociedade continuar enaltecendo essas velharias e romantizando esse oficicalato que mais parecem “encouraçados”, vai continuar desse jeito.
Marinha “atracada para fazer foto”…
Prezado Marcos, enquanto essa operação da Esquadra está em andamento, as Forças Distritais estão executando patrulha e inspeção naval, missões voltadas para combater a pesca ilegal, dentre outros ilícitos… cordial abraço.
Eu estou confuso. Toda hora aparece aqui algum comentário engraçadinho dizendo que a Marinha é a ‘Marinha do Rio de Janeiro’ e que nunca saem daqui. Aí quando saem, quando aproveitam a oportunidade para que a população de outras regiões conheça os meios da Marinha, reclamam também. Eu nunca vou entender isso. Mas a MB é como a FAB. Quando você vê uma mobilização para um exercício estilo Cruzex da vida, as aeronaves de alerta continuam de alerta em suas bases. A operação não pára. É 24hrs. Da mesma forma que a Marinha não deixa de cumprir suas obrigações enquanto… Read more »
Expor opniões pessoais, e que emgrande parte é baseada em fatos, soa engraçadinho para você? Como qualquer apaixonado por marinharia, eu também queria e quero ver a MB em condições mínimas. Mas isso não vbai acontecer enquanto ela não for colocada a prova e se expor. Talvez assim, e com grande pressão popular, os “encouraçados” do alto clero da MB façam menos coqueteis e mais fainas!!!
É sim. Tragicômico.
Dúvida, após a desativação das fragatas Niterói, é possível utilizar o sistema Aspide em bases fixas (terrestre), para proteção de bases ou instalações criticas ?
Possível é, mas, não valeria a pena, seria um gasto inútil de recursos já limitados ainda mais que parece não haver intenção de continuar comprando mais desses mísseis que
devem – especulação minha – estar aproximando-se do fim de vida útil.
Obsoletos.
Para guerra de hoje os Aspide 2000 são realmente quase inúteis. Guerra cibernética e eletrônica que chama.
Esta proteção de instalações críticas será realizada pelas baterias EMADS + CAMM ER + Kronos (.M200MM AESA).
A sujeira (fuligem) no A140. Eu até mandei limpar, mas na época…Nunao disse que não tem jeito.
O mastro/suporte do radar (e outras estruturas altas próximas) fica dentro da pluma dos gases quentes.
O suporte fica enegrecido (algo comum em fotos recentes). Não compromete o radar, desde que
haja lavagens periódicas, manutenção com pintura térmica e anticorrosiva.
Esse helicóptero com a cauda (suja de preto), refere-se aos gases do escapamento ou da própria operação em alto mar?
Nem o Mar Negro é preto. Nem.
Gases do escapamento. Operação no mar não tem nada a ver com sujeira.
Obrigado
Navio-Aeródromo Multipropósito ‘Atlântico’.Um dos propósitos é matar os inimigos de risadas!
Porque poder real de combate… esquece!
Há braços
é um porta helicópteros/drones, ou seja não é feito para combate direto e isso é o normal
E olha que o nick dele é “Patriota”….
Então para você patriota é ser conivente com essa situação de navios indefesos?
Para você, ser patriota é rezar para São Pirelli?
É fazer como o almirante com nome de shampoo, colocar a tropa à disposição de crime de golpe de Estado? Isso é ser patriota?
Há braços
Aprume-se. Ajeite-se. Está explicado que o Atlântico A140 não é um navio de combate.
Mantenha algum respeito.
Prezado Esteves, Fique ciente de que está falando com um experiente construtor naval de navios de combate! Eu já trabalhei na montagem de diversos couraçados, cruzadores, porta-aviões, porta helicópteros e até de submarinos! Só para citar alguns: North Carolina, Tirpitz, Bismark, Scharnhorst, Gneisenau, porta aviões Ark Royal com um destroyer de escolta, porta-helicópteros Moskwa, HMS Belfast (cruzador) etc… Tudo isso da Revell, ou seja, de excelente qualidade! Também tenho ampla experiência no super trunfo de navios de guerra. Já percebi que este fórum está infestado de patriotas de São Pirelli e usuários do boné MAGA, e que se incomodam com… Read more »
Ele e um navio para operações anfíbias, foi projetado para isso, a única alternativa de negação do mãe que o Brasil pode ter são os submarinos!
Prezado, o que seria “poder real de combate” ?
É só colocar uma bateria de Astros no convoo que tudo muda. Pode lançar míssil antinavio e míssil de cruzeiro. Defesa de ponto? Defesa aérea? A mesma coisa.
Legítimo comentário de um Patriota; que não possui conhecimento sobre os propósitos da embarcação. Lamentável.
A função dele, até na marinha real era a de transporte e desembarque anfíbio, a marinha do Brasil e que quis incrementar colocando helicópteros de guerra anti-submarinos e helicópteros capazes de lançar mísseis anti-navios pesados a mais de 100km dele, para a nossa região e África está ótimo, para além se fossemos, só teria utilidade original, operações anfíbias!
Navios civis foram usados pelos ingleses na guerra das Malvinas, estavam engajados na guerra dando suporte, essas é a Função do Atlântico, a questão é que a Marinha inglesas, tinham doutrina, treinamento, tinham navios, aviões, e submarinos capaz e suficiente de oferecer proteção.
Belíssimo trabalho!!!! Show!!!
4 helicópteros. Pela imagem do hangar, ta sempre cheio de espaço vazio.
A capacidade total de operação de helicópteros no Atlântico é de 19 aeronaves, sendo 12 no hangar e 7 no convoo.
Considerando a frota total de 15 UH-15/UH-15A/AH-15B e 6 SH-16 e considerando uma disponibilidade ótima de 75%, teríamos entre 15 e 16 aeronaves. Isso deixaria todas as aeronaves disponíveis embarcadas no navio e nenhuma disponível em suas bases, como São Pedro da Aldeia e Belém. Os UH-12 e IH-18 também operam embarcados, mas tem missões de apoio e resgate. Claro que o navio também pode operar com aeronaves da FAB e EB, como já exercitado em várias oportunidades.
A MB possui somente 21 helicópteros?
Hangar cheio de ar! Ou brisa marinha…
Há braços
Fotos muito boas!
Essa ponte do Atlântico projetada para o lado é a coisa mais bizarra que já vi, com certeza o “arquiteto” estava com diarreia quando desenhou isso.
É feia, mas aumenta a área de segurança em relação à rotores e aumenta o campo de visão.
Navio museu. Navega quase na praia, e vive sendo visitado pelo público. A
Eu pergunto, e as ilhas como são Pedro e são Paulo, Fernando de Noronha. Esse navio era para estar PATRULHANDO junto com duas fragatas e dois submarinos de apoio.
Mas parece que o navio já virou museu de tanta agenda de visitas.
Prezado Luis, o A140 não realiza “patrulha”, isso é tarefa das Forças Distritais… empregá-lo dessa forma seria “ação de presença”, algo que você mesmo critica ao escrever que ele “navega quase na praia”… não custa também lembrar que a doutrina de emprego de submarinos não prevê a realização de “apoio” a meios navais de superfície como você sugeriu… cordial abraço.
E dizer que sses helicópteros muito bem equipados e todos novos, com certeza com capacidade de voô noturno e em chuva, ou em qualquer tempo, como tem se lido, não podiam salvar as vítimas da tragédia das enchentes do Rio Grande do Sul. Por que será? Parece que houve ingerência do próprio lula. Que teria colocado a desculpa de não arriscar as tripulações e aéronaves. A esposa dele e a imprensa fiaeram um auê por causa de um cavalo, que muito serviu como cortina de fumaça. Quantas pessoas morreram sem resgate? Quantas famílias ficaram dias sem água potável para beber… Read more »
Esse não é o papel das FFAA’s, Cristiano. É papel da Defesa Civil. Os militares podem, e devem, ajudar, mas eles não podem nem se mexer se não tiverem uma ordem lá de cima.