França encomenda seis drones de asa rotativa VSR700 para a Marinha
A Marinha da França irá reforçar suas capacidades de vigilância marítima com a aquisição de seis sistemas aéreos não tripulados (UAS) Airbus VSR700, que deverão entrar em operação a partir de 2028. O contrato foi firmado pela Direção-Geral de Armamentos (DGA) com a Airbus Helicopters e a Naval Group, responsáveis pela produção e integração dos sistemas.
De acordo com o comunicado oficial, os drones serão entregues na configuração de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR). A Naval Group ficará encarregada da integração dos VSR700 aos sistemas de combate da frota, permitindo sua operação a bordo dos navios de guerra da Marinha francesa.
O VSR700 é um drone de asa rotativa e de decolagem e pouso vertical (VTOL), derivado do helicóptero tripulado Cabri G2, da Hélicoptères Guimbal. O sistema já passou por um extenso programa de testes conduzido pela Marinha da França e pela DGA no âmbito do programa SDAM (Système de Drone Aérien de la Marine), que visa dotar a força naval de capacidades orgânicas de aeronaves não tripuladas embarcadas.
Além das missões ISR, a Airbus já demonstrou as capacidades de cooperação entre plataformas tripuladas e não tripuladas (MUM-T) do VSR700 por meio do sistema HTeaming, ampliando as possibilidades de emprego do drone em operações navais complexas.
Movido a motor diesel, o VSR700 é um sistema de uso dual, podendo também ser empregado em missões logísticas e de reconhecimento armado. Quando equipado com todos os seus sensores de ISR, o drone possui autonomia de voo de até oito horas.
O VSR700 mede pouco mais de seis metros de comprimento, possui um rotor principal de 7,2 metros de diâmetro, pode atingir velocidade máxima de cerca de 100 nós (aproximadamente 185 km/h) e possui teto operacional próximo de 20 mil pés. Com a encomenda, a Marinha francesa dá mais um passo na modernização de suas capacidades aéreas embarcadas e na integração de sistemas não tripulados às operações navais do futuro.■

É impressão minha ou ele tem rosto de smile?
Então MB, já acordou???? Ou precisa de um balde cheio de água fria????
Somente que não precisa ser nem francês, nem da Stella, e menos ainda da XMboots, tá.
Tem muita vida inteligente nesse setor, aqui no Brasil mesmo e ainda mais lá fora.
Ajudem a criar e manter a ampla, geral e irrestrita concorrência nesse setor.
Não aceitem nada daquelas empresas, que só pode se for…
a Stella é literalmente alguém relativamente pequena no setor mas é inovadora no que faz, a Xmobots por ser a maior da america latina é uma opção obvia, a marinha já usa o Nauru500, e porque comprar de fora se tem no Brasil em?
A Stella se limita à drones aéreos com pouso e decolagem convencional e precisa de pista. Razão pela qual só pode operar no NAM atlantico. A Xmobots foca em drones Vstol. Desenvolve hoje a serie 3.000 . Uma classe de drones militares com até 1.500 kg VStol de asa fixa. A MB está por trás do projeto ( alem da Embraer Def e Seg, que comprou parte minoritária da Xmobots ) porquê este drone poderá operar em todos NDMs e também no NAM Atlântico .
A Stella desenvolveu o drone pesado, o Atoba XR, que combina um pacote completo ISR, com 2 pontos duros sob a asa fixa para misseis ar solo e/ou pod para foguetes guiados à laser. É um poderoso drone de ataque, só que precisa de pista para decolar e pousar. Faz sentido operando nas mesmas bases da FAB dos A29/ A29M, como extensão de poder de ataque ao solo. Para o EB, o fato de precisar de pista, o limita.
O Atoba XR tem autonomia de 27H, ideal para operar conjuntamente com os A29 nas bases do norte do país, para patrulha aérea e ataque ao solo nas faixas de fronteira. Com misseis ar solo e foguetes guiados à laser, pode fazer um estrago grande em bases do narcotrafico ou até em blindados se for o caso, sem expor os pilotos à fogo anti aéreo. O armamento é bastante similar ao A29 quando leva combo para ataque ao solo. Mas como eu disse, é mais direcionado à doutrina da FAB. Para o EB e o MB tem o inconveniente de… Read more »
para o EB e força aérea precisar de pistas é bem mais fácil de se resolver que a marinha que precisa de drones que consigam operar em vários navios sem pista
A MB sonha com o Nauru 3000D da Xmobots. Um drone de 1500 kg Vstol que poderá conjugar pacote completo ISR com armamento da mesma classe do Atoba XR , misseis ar terra e pods com foguetes guiados à laser. Poderá ser embarcado tanto no NAM Atlântico, como nos NDMs A ideia é transformar o.NDM Oiapoque numa espécie de porta drones navais ( baseados nos drones suppressor ) e drones aéreos pesados. A CFN teria então completado seu pacote para desembarque anfíbio em TOs de alta intensidade, combinando o.SMACE + Drones ISR /Ataque pesados transportados por um único NDM .… Read more »
não existe isso de não aceitar dessas empresas, porque não aceitar da Stella se ela já está mais avançada que a maioria das outras empresas na aérea militar, mesmo tendo empresas maiores que a Stella?
Pretender reservar mercado para uma única empresa, explorar, se servir, vide Embraer e Helibrás, não é concorrência.
a sua sugestão é algo completamente ineficiente, porque acha que na área militar são tão poucas empresas de drones que atuam no setor quando comparamos com a quantidade total de empresas que produzem drones?
O EB fez uma chamada nacional e internacional para aquisição de munição vagante ( drones camicazes). 37 empresas responderam à convocação. 33 delas eram nacionais.
Das empresas conhecidas da BID, a Akaer, a Macjee, a Modirum Gespi, a Taurus, a Stella, a Xmobots eram as únicas que já tinha ouvido falar.
A taurus ofereceu munição vagante?