Irã planeja exercícios navais conjuntos com China e Rússia no norte do Oceano Índico
Maritime Security Belt 2022
TEERÃ — O Irã pretende realizar exercícios navais conjuntos com a China e a Rússia em meados de fevereiro, no norte do Oceano Índico, segundo informou, neste sábado, a agência iraniana Tasnim News Agency. As manobras ocorrerão em um momento de tensões elevadas entre Teerã e Washington.
De acordo com a Tasnim, os exercícios correspondem à oitava edição do “Maritime Security Belt”, iniciativa lançada em 2019 por Teerã com o objetivo declarado de promover a segurança marítima regional. As atividades reunirão unidades da Marinha regular do Irã e das forças navais do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), além de meios navais chineses e russos.
A agência acrescentou que sete edições anteriores do exercício já foram realizadas desde o lançamento do programa, consolidando a cooperação naval trilateral entre os três países em águas estratégicas que conectam rotas vitais de comércio e de energia.
O anúncio ocorre em meio ao aumento da retórica entre o Irã e os Estados Unidos. Nas últimas semanas, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que uma “armada maciça” estaria se deslocando em direção ao Irã e voltou a pedir que Teerã “retorne à mesa” das negociações.
Autoridades iranianas reagiram advertindo que qualquer ataque dos EUA provocaria uma resposta “rápida e abrangente”, ao mesmo tempo em que reiteraram disposição para dialogar apenas sob condições que classificam como “justas, equilibradas e não coercitivas”.
Analistas observam que os exercícios “Maritime Security Belt” têm adquirido crescente peso simbólico e estratégico, sinalizando a coordenação militar entre Irã, China e Rússia em um contexto de rivalidades geopolíticas mais amplas no Oriente Médio e no Indo-Pacífico.■

É o famoso exercício de nada para coisa alguma.
Os EUA se preparando para atacar.
Se quiser e acredito que de fato queiram, vão atacar e pronto.
Ninguém vai fazer nada a respeito ..na verdade vão sim.
Berrar e chorar aos ventos.
Ainda bem né?
Imagina se China e Rússia fossem sem noção o suficiente para “fazer alguma coisa”…aí viria o tal inverno nuclear.
Mas dá pra fazer muita coisa sem sem interferência direta, só ficando na área… como coleta e processamento de dados sobre assinaturas de radar do F-35C e outras aeronaves…bem como sobre a operação dos sistemas de guerra eletrônica das aeronaves EA-18G e EA-37B.
Além de poder repassar informações de inteligência e dados de radar em tempo real para os iranianos. Como a OTAN faz na Ucrânia…
Os EUA atacar podem atacar, vai mudar o regime , vão colocar tropas em terra?
Se a resposta fro não, então os exercícios ainda podem continuar e aprimorar as forças armadas italianas, aliás que já não mais as mesmas, a guerra de 15 dias com Israel, deu muitas lições ao Irã que já deve ter modificado várias coisas na sua doutrina, fora a frequência dos seus radares!
Mas o que a Itália tem a ver com isto?
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Brincadeira, deve ter sido o corretor, sei que está falando do Irã.
Esses tipo de exercícios …são danados para mascarar outros de grande importâncias …principalmente agora que o imperador Trump fez cara feia para o regime iraniano.
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Exemplo …aquela sabotagem no gasoduto russo/alemão…nord stream 2….a concepção da operação que culminou com a explosão do gasoduto …aconteceu durante uns exercícios igual a esse.
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Ai …nesse teatro ..é bom que todos botem as barbas de molho…até aqueles que não tem….tudo pode acontecer.
Para simular a força que não tem, o Irã vai enviar aquele petroleiro carregado de aeromodelos.
Vamos traçar o seguinte cenário hipotético : Putin e o Sr.Xi decidem dar um suador naquele carrier strike do PA Abraham Lincoln, enviando 4 SNs de ataque, o cercando em pleno estreito de Ormuz . O que poderia ocorrer ? Hegseth terá um ataque de nervos? Trump liga furioso para os 2 e depois recua ?
Seriam afundados antes de chegar perto.
Vc acha que esses grupos andam assim aleatóriamente?
Tem sub nuclear e outros meios escoltando justamente preparados para reagir e proteger o PA.
Pelo que se sabe, há apenas um SN de ataque da classe virginia no carrier strike do PA Abraham Lincoln . Seria 1 contra 4 ( 2 russos e 2 chineses). Como alguém comentou ficariam próximos, mas não muito, cercando o carrier strike, e coletando dados de inteligência e posição. Eu ressaltei que seria um “suador” no comandante do PA. Seria uma ” novidade” estratégica para o qual Hegseth e sua camarilha não estão esperando. Canadenses e europeus não ficariam tristes.
É arriscado ? É, mas seria um aviso de que a política imperial de Trump tem limites.
No caso da Venezuela, Rússia e China não reagiram ( militarmente), respeitando as zonas de Influência colocadas pelo próprio Trump. Mas o Irã, não faria parte dessa ” zona de influência “. Há ligações mais fortes entre Irã, China e Rússia. Se Putin assegurar à Israel, que o Irã não a atacará, no caso de um conflito com os EUA, e se as posições de Putin na Ucrânia estiverem consolidadas, uma ação desse tipo poderia ser tentada. Aí seria um jogo de Poker nuclear. Quem iria piscar primeiro. Quem iria recuar primeiro.
Quando vão ver que o Maduro foi entregue? E que o regime chavista está bem vivo ainda?
Isto realmente não importa. Importa que a Venezuela virou satélite dos EUA, e só fará comércio de petróleo com quem os EUA aprovarem. A CIA está lá e não me deixa mentir.
Não há nenhum submarino fazendo parte de um “CSG” já faz quase 20 anos e o “site oficial da US Navy, levou anos para corrigir essa informação porque simplesmente não era viável “amarrar” um submarino desde a fase de treinamento, passando pelos 6 meses de missão – 7 meses passou a ser a meta raramente cumprida – até o retorno e fase de sustentação. . O que ocorre é que normalmente há um submarino próximo de onde o “CSG” irá operar e se necessário um ou outro mais pode ser enviado se necessário. . Não sei o que chineses e… Read more »
Acho mais fácil para Russia deslocar 2 SN táticos do que a China, baseando – se no n° que cada marinha mantém ativos. A Russia dispõe de 21 e a China, apenas 6, como disse, baseando se nas informações disponíveis. Talvez a China mantenha a frota com mais subs disponiveis do que a Russia. Então, o que imaginei é absolutamente hipotético, e com muitos condicionantes, inclusive geopolíticos, como a situação de Israel e Ucrânia, mas, vejo que alguma coisa tem de ocorrer para parar Trump, depois do.que ocorreu na Venezuela. A impressão que fica, é que ele se animou com… Read more »
A Rússia não dispõe de “21” SSNs/SSGNs – na verdade o inventário é até um pouco maior – assim como os EUA não dispõe de “53” porque muitos, no caso russo mais ainda, estão de tal forma indisponíveis que não importa se uma guerra iniciar semana que vem, ficarão onde estão porque anos se passarão até estarem devidamente certificados.
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E não acho que Trump compare a Venezuela com o Irã, ele pode ser histriônico, mas, sabe até onde pode ir, tanto que vive mudando de ideia como … “la Donna é mobile” .
Existe uma guerra ou conflito que todo mundo vê, que é aquele que vemos na midia, mas existe um outro nível do mesmo conflito, que está oculto da mídia e do público em geral, travada pelas agências de inteligência. É parecido com a internet . Há a internet que a grande maioria opera, mas existem outros níveis, ocultos, que poucos acessam, como a dark web por exemplo. No conflito oculto, os contendores são outros : SVR, CIA, MOSSAD, MI 7, Etc. É lá entre eles, que os conflitos reais são ” administrados”. Acertos são feitos, ataques são delimitados e às… Read more »
Desculpe : MI 5 = MI 7
Desculpe novamente : MI5 é o serviço secreto interno do Reino Unido . O M16 é o externo .É este que participa da guerra “oculta “.
Muitas vezes um país pode querer que seus submarinos sejam vistos como o “”SSGN” que navegou/navega perto do Irá e outras vezes, imagens de satélite permitem saber se um ou outro submarino deixou a base, como ano passado quando o USS Harry Truman esteve na Noruega e 3 classe Yasen – não necessariamente todos devidamente certificados – foram para o mar. . Se submarinos não podem ser vistos ou nem desconfia-se da presença deles – lembrando que mesmo submarinos de propulsão nuclear são limitados pela quantidade de víveres a bordo incluindo o necessário para a ida e a volta, não… Read more »
E os outros meios americanos que estão na região, ficariam parados?
O lugar é um vespeiro de bases com soldados americanos e com apoio de países do oriente médio.
Esse cenário eu só acreditaria se fosse sei lá próximo da russia, caso contrário a desvantagem da China e Russia em qualquer lugar do globo é pequena ou nula.
Certos meios militares, não precisam de bases, nem de apoio, porque são autônomos, e agem basicamente sozinhos, e na maioria das vezes encobertos. É justamente o caso dos SN de ataque.
Muitas bases militares na região, podem ser boas e podem ser ruins, porque viram alvos de retaliação óbvias, já que são fixas. Mas podem se tornar ” negociáveis ou sacrificaveis “, em um eventual acerto secreto.
Você jogava muito super trunfo.
Quando a mídia divulga que houve ataques ” limitados ” a determinado alvo em outro país, pode acreditar que isto foi acertado antes, no conflito oculto. Militares são treinados para aniquilar o máximo possível, o inimigo, à não ser que recebam ordens superiores para não faze – lo.
Ele não opera no estreito de ormuz.
É tipo aquela festa onde o primo pobre leva o guardanapo….
Em um treinamento entre China, Rússia e Irã, qual é o idioma falado por eles?????? Inglês?????
Se a marinha Iraniana existir até meados de fevereiro vai ser um exercício legal!