Ministro da Defesa conhece futuro NDM Oiapoque e destaca capacidade multipropósito que ampliará atuação da Marinha
Ministro acompanhou o processo de revitalização do segundo maior navio de guerra da Marinha do Brasil
Durante a agenda no Reino Unido, o Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, visitou, nesta semana, o futuro Navio Doca Multipropósito (NDM) “Oiapoque” e acompanhou as etapas finais que antecedem sua incorporação à Marinha do Brasil (MB). O navio se tornará o segundo maior navio de guerra do país. A incorporação ao setor operativo está prevista para o próximo dia 30 de junho, com chegada ao Brasil em outubro.
Na ocasião, o Ministro acompanhou apresentação sobre o estágio atual de preparação do navio, que abordou o treinamento da tripulação e o planejamento das próximas etapas do processo de incorporação. Durante a visita, destacou-se a capacidade multipropósito do NDM “Oiapoque”, que ampliará a atuação da Marinha do Brasil e contribuirá para operações de maior complexidade, incluindo missões militares, apoio logístico, ajuda humanitária e resposta a emergências. “Esse navio é verdadeiramente multipropósito; serve para a nossa defesa, para abastecimento de navios, para a área fluvial e, também, para atender a nossa população ribeirinha”, afirmou o Ministro da Defesa.
Segundo maior navio de guerra da Marinha
Com 176 metros de comprimento e 18 mil toneladas de deslocamento, o Navio Doca Multipropósito (NDM) “Oiapoque” poderá atingir velocidade de até 34 km/h. Projetado para operar até duas aeronaves de grande porte, o navio tem capacidade para transportar carros de combate, viaturas e ambulâncias, além de permitir o embarque de hospitais de campanha, alimentos e medicamentos. A embarcação poderá empregar até 290 militares na tripulação e acomodar cerca de 700 combatentes, contribuindo para missões de defesa, presença naval, apoio humanitário e proteção das águas jurisdicionais brasileiras.■



Nada de escoltas de brinde? Baterias não incluídas no brinquedo, pelo visto.
Só se os Britânicos quiserem se livrar de algumas sucatas Type23 e mandarem junto como doação.
Olha, do jeito que devem estar precisando de manutenção, eu passaria as Type 23 adiante. E me dói dizer isso porque gosto bastante daqueles navios.
Falar que a Type 23 é sucata, é forçar a barra. O Chile parece está bem suprido com as suas Type 23. Ela só tem manutenção cara mesmo..
Foi uma força de expressão, realmente as do Chile parecem estar em ótimas condições. Mas caso alguma venha para a MB serão as que foram desativadas. São navios muito usados e que originalmente não foram projetados pra durarem o tempo que estão servindo. Estão muito desgastados. Acredito que nenhuma unidade será vendida ou doada a outra marinha, vão virar sucata mesmo.
Ao andar do bonde, en pouco tempo a MB deixa de existir..
Há mais de 30 anos dizem isso e ainda não deixou de existir
O Parnaíba deve durar até lá.
Agora vai!!! 😂
Enquanto força naval crível, realmente a MB deixou de existir 30 anos atrás…
Ter um força naval forte não é prioridade política, dinheiro tem para isso.
A prioridade política é aumentar o salário dos servidor público a cima do teto constitucional na cara dura com custo de 1 bilhão.
Deus te ouça. Não faz sentido existir nos moldes atuais.
Olá João. Sem exageros. A MB tem quatro Scorpenes novos e terá quaro FCT novas. É pouco mas é significamente superior ás marinhas da região que possuem frotas um pouco maiores com navios antigos equipados com sensores de menor capacidade. A frota de navios de patrulha também está sendo recomposta. Se as duas primeiras Macé construidas no EISA já tẽm ins 15 anos, a MB tem outras 3 Macaés concluídas no AMRJ novas e uma quarta sendo fabricada. Os 3 Maerlin estão em meia-vida, assim como o Atlãntico, Bahia e agora o Oiapoque. Curiosamente, o EB foca na aquisição de… Read more »
As 2 primeiras Macaé foram fabricadas pelo estaleiro INACE em cerca de 3 anos, a EISA não produziu nenhum, os 3 que seriam EISA foram produzidos no Arsenal MB RJ. Se fosse ritmo INACE que começou 2006 e entregou em 2009 , em 2013 já estariam operacionais. O que será que aconteceu,…….
Opa. Você tem razão. A memoria pregou uma peça. O Inace conclui as duas Macaé e o Eisa faliu, deixando os cascos tortos de 3 navios inacabados. Obrigado pela correção. O Eisa faliu. Deixou um monte de gente sem emprego e sem salário. Foram dois problemas que juntos destruiram o Inace. Primeiro, a má gestão. German Efromovich faliu todos os empreendimentos que teve. Talvez o seu grande negócio seja mesmo falir as empresas. Talvez ele saiba ficar rico falindo as próproias empresas. Eu tenho fortes suspeitas sobre este tipo de histórico. Apesar de suas dívidas serem maiores que seu patrimônio,… Read more »
Blábláblá….e o dinheiro para isso tudo? Ora, por favor…papel aceita qualquer coisa, até orçamento fictício…
Por coincidência, semana passada estive num prédio alto que dava para ver o INACE quase por completo. As coisas parecem bem paradas lá, até pensei se o estaleiro tinha falido.
As Type 23 que ainda estão boas eles estão usando e vão usar até se acabarem. As disponíveis não valem o tempo e o custo de colocar me condições de uso. Assim como tu, também sinto não termos operado esta classe, são navios excelentes.
Vai vir limpo? Sem as defesas padrão da classe?
Provavelmente deve vir com os dois 20mm (canhão simples) e metralhadoras leves. Pode ser que sejam instaladas algumas .50.
Que bom, finalmente assim podemos invadir…. o que mesmo? Ah…mas tem as tragédias..pelo menos tiramos alguns da escrivaninha e botamos no mar…se é que vai ter rancho para todos…
Agora só falta a entrega dos Traders.
Waves, onde estão vocês?
No vinagre!!!rs
Bom… o vinagre é um ótimo conservante, kkk
Tem censura aqui? Publiquei e não apareceu. O assunto era a capacidade que ganhamos, com esse buque, de invasão e assalto.
Nota da moderação:
Em vez de escrever besteiras, leia as regras para comentários:
https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/
Caros Editores, na cara não, senão estraga o velório…
Hauhauhauhauhau!!!
Pois é, a tal da “opinião”. Achou que era censura, era moderação… Regulamentação é isso.
EDITADO
Olha só…tu escreveu essa groselha e teve teu comentário publicado…que coisa, não?
O texto cita, mas palavras do ministro, um dos usos do navio em apoio às populações ribeirinhas. O calado do navio é de pouquinho mais de 7 metros. Vale arriscar um navio desse tamanho, com mais de 175 metros de comprimento e esse calado em operação fluvial, com o perigo sempre presente de tocos submersos e bancos de areia?
Cara, realmente eu não sei. Fiquei um pouco com a pulga atrás da orelha com isso também. Talvez na foz do Amazonas, mas não sei se muito mais além disso seria uma possibilidade.
Prezado Leandro, é possível que faça APOLOG e passe por Belém e Manaus, daí essa menção ao “fluvial” (embora eu desconfie que o MinDef não saiba disso)… cordial abraço.
Obrigado pela info, XO!
Lembro de um Transporte Classe Custódio de Mello navegando no Rio Amazonas. Mas era bem menor de tamanho e calado.
Olá XO. Fiz uma pesquisa simples. O RIo Negro permite a navegação de navios com calado de 10 metros até uns 10 km acime de Manaus. Talvez isso explique a escolha do local onde Manaus foi fundada. È o limite navegável de grandes navios. O rio Solimões permite tem uma navegabildiade de mais 50~100 km acima de Manaus dependendo da época do ano. Para além de Manaus, o calado de segurança é 5 m ou menos. Estes navios de menor calado podem navegar muito além de Manaus De qualquer modo, a distãncia entre Manaus e a Foz do Amazonas são… Read more »
Tudo isso é em que época do ano? Com troncos gigantescos descendo a correnteza ou não?
Valeu!
Depende Navios maiores vão da foz até Manaus, transatlânticos, petroleiros, grandes navios vão a Santarém, Juruti (carregam bauxita) navios de carga, agora claro vias “secundárias não têm como”, mas 5 minutos de pesquisa no google você vê que é possível. Passei toda minha vida navegando como passageiro nesses rios entre Pará/Amapá e Amazonas.
Pensei nisso até lembrar do Amazonas, Rio Negro, Solimoes e outros rios da regiao amazônica. Belen recebeu transatlânticos durante a COP. Na baixa, estes grandes rios chegam a ter 60 m de profundidade e na cheia supera 100 m.
Exatamente professor, o amazonas tem profundidade média de uns 50m, em alguns trechos não se enxerga a outra margem, é algo gigantesco.
Pelo que apurei, o problema é acima de Manaus. Tanto o RIo Negro quanto o Solimões não possuem um canal navegável previsível. Eles formam bancos de areia que desaparecem e surgem em ourtos locais. Ninguém sabe como conduzir um navio de grande calado subindo os rios depois de Manaus. A partir dai, são barcos de menor calado para garantir a segurança.
Pois é…parece mais um discurso para a platéia.
Acho que foi papo de político… só acho.
Faria sentido para apoio em grandes cidades costeiras, com portos compatíveis com navios deste tamanho. Em rios o calado de 7 metros realmente seria um risco
Durante períodos de cheia, navios com calados maiores (cerca de 11 a 12 metros) podem operar no Amazonas, enquanto na seca, restrições reduzem essa capacidade para cerca de 7,30 a 8 metros. Segundo Google…
Olá Nunes.
Segundo o que apurei, navios com 10 metros de calado podem chegar a Manaus em qualquer época do anos. Acima de Manaus apenas navios com calado de 5 metros. Tanto o Solimões quanto o RIo Negro impedem a navegação de navios com grande calado mesmo na cheia porque ele forma bancos de areia no fundo que mudam periodicamente. Não há um canal navegável para navios com calado maior que 5 metros acima de Manaus.
Estes rios são um completo mistério da natureza
Na verdade é a expressão sempre usada para que a turma da caneta na mão libere o $$$ para as aquisições militares. Ahhh vai servir pro social, pra tragédias etc, ae recebe o dindin, outro motivo pelo qual compramos sempre e somente helicópteros utilitários, os quais podem receber armamento e servir ,alguns modelos, para reconhecimento armado e tal, lembrando que os Sabres, ex FAB, podiam levar uma quantidade pequena de soldados.
Prezado Santamariense, é realmente estranho… mas, a princípio, deve conseguir subir o Amazonas até Manaus… no máximo entra no Solimões até a altura do TSOL… cordial abraço.
Valeu! Obrigado!
Me parece que existem rios em outros países com condições de navegação fluvial, não? O próprio Tâmisa, inclusive.
Olá José. Tudo dedepende do calado. O Amazonas permite navios de grande calado até Manaus. Depois, os navios são limiados a 5 mestros. O Rio S.Francisco é um caso interessante. Ele tem uma corredeira em Pirapora (MG). Então, os barcos podiam navegar vindo do interior até Pirapora. Dai, as pessoas desembarcavam, andam um trecho, e pegavam outro navio. No livro Vidas Secas, durante a seca, o sertanejo andava até Pirapora e fazia o exame de tuburculose. As pessoas sadias, ganhavam a passagem de trem para chegar ao Rio de Janeiro para servir de mão-de-obra. Muita gente seguia do Rio de… Read more »
Não diga?! Sério?! Mas, tu queres comparar o Tâmisa com o solimões, Negro, etc? Ora, vai pentear macaco…
Pelo menos até Manaus o calado é de 11,90mt. O problema do navio não é esse. O problema é: para que precisamos de um navio de desembarque de tropas? Em que cenário verossímil na nossa estratégia nacional, a missão militar de desembarque de tropas é prioritária? Quem invadiríamos?
Mas um NDM só serve para desembarque de tropas ? Pelas suas próprias características, pode- se utiliza- los como porta drones, tanto aéreos, como navais de superfície e subaquáticos. Esta vai ser uma das missões dos NDMs da MB. Serão como Hubs em alto mar para os veículos não tripulados. Os NDMs, o NAM Atlântico inclusive, e incluindo as plataformas off shore da Petrobras como ponto de apoio, comando e controle para drones. A Petrobrás inclusive já está financiando o desenvolvimento de drones militares da MB, tendo a Xmobots defense como desenvolvedora.
Operar drones aéreos nesse navio? Que nem hangar tem?
Para operar com drones vc não precisa necessariamente de um hangar. Um amplo deck com pontos de fixação e reabastecimento é suficiente. Normalmente ( pelo menos no caso dos drones Vstol da Xmobots defense) são modulares e desmontáveis. Você pode guarda-:los desmontados nas oficinas do NDM e monta- los no deck. A manutenção seguiria este roteiro. No caso do Nauru 500D que a MB já opera funciona assim. Mesmo conceito para o Nauru 1000D que o EB opera. Ele segue desmontado para a região onde deve atuar e é montado lá Não saberia dizer se este conceito vai continuar para… Read more »
Meu caro, grande parte do que você escreve é divagação de canal de YouTube. Não tem ligação com a realidade.
Esse é o maior problema, no meu entendimento. Já tendo o Atlântico e o Bahia, o CFN precisa tanto assim de um navio desse tipo? Enquanto isso, temos um único navio-tanque, que mesmo tendo passado por PMG já vai para 35 anos de operação.
Se fosse para gastar com navios de apoio, um classe Wave seria muito mais útil. Mas, não passa de minha opinião.
Eu concordo com você. Esse Oiapoque é um baita navio, mas precisamos mesmo dele? É mais um navio que precisa de manutenção, etc.
Nem sempre o “Atlântico” e o “Bahia” estarão disponíveis ainda mais com o passar dos anos e caso o “Atlântico” seja aposentado antes dos 40 anos – irá completar 28 anos em setembro – até por conta das tais “feições mercantes” ou outro motivo qualquer o “Oiapoque” servirá como um “seguro”. . A marinha também precisa de um “NT” maior que o “Almirante Gastão Motta” para permitir que um número mais significativo de unidades permaneça mais tempo no mar, mas, não há urgência e “compromissos internacionais” que justifiquem, então, na minha opinião, foi acertada a compra do “Oiapoque” antes de… Read more »
Dalton, entendo em partes tua posição, mas o Oiapoque não faz o que o Atlântico faz, já o Bahia ele pode substituir bem. Mas, enfim…já que compraram, que usem no máximo de suas potencialidades.
Não pode, mas, a probabilidade de encontrar um similar ao “Atlântico”
de segunda mão em bom estado é praticamente nula e de maneira geral o “Oiapoque” é superior ao “Bahia” assim, mais indicado para
mesmo que temporariamente ser a futura nau capitânia.
Um navio muito necessário para ampliar a presença e dissuasão de nossa marinha. A única coisa que fará falta são as defesas de ponto modernas.
Discordo. Navio muito desnecessário. Para que precisamos de navios de operações ofensivas de desembarque? Em que cenário iriamos desembarcar tropas? No litoral de quem? A Missão militar a que se destina não se encaixa na estratégia nacional de defesa. Sua utilidade é meramente humanitária, o que jamais deveria ser o foco principal de uma aquisição militar. Mais um meio para suporte ao nosso incompreensivelmente enorme CFN. Para que a MB precisa de um corpo expedicionário (força eminentemente ofensiva) do porte do CFN com efetivo na casa dezenas de milhares?
Você esta limitando as possibilidades desse e de outros NDMs. Navios como este, com amplos decks para Helicópteros, oficinas, grandes docas inundáveis, bons radares, poderão ser ótimos hubs para drones em mar aberto . As docas inundáveis podem abrigar vários drones navais como os da classe suppressor da tediwise/ engepron, e serem pontos para operação de drones aéreos de grande porte como o Nauru 3000 D da xmobots defense de 1.500kg. Não é ficção. Estes drones existem. Estão sendo projetados e testados pelas empresas e pela MB. Operar com drones é a saída mais lógica e menos custosa , para… Read more »
“…os recursos serão suficientes para adquirir e operar centenas de drones aéreos, navais de superficie e subaquáticos.”
Centenas? Menos, meu caro, bem menos. O convoo desse navio opera até 3 helicópteros do porte do H225M, mas não tem hangar, o que em grandes comissões é um limitador para operações contínuas e operar drones a partir dele só se justifica se forem de grande porte e aí entra a mesma limitação do uso de helicópteros.
Esquece essa história de drone. Ele só fala disso.
Pera aí. Jogar no mesmo saco um Sikorsky e um Xmobots defense é arriscado. Concordo que ambos voam e são Vstol ,mas a comparação para por aí. O conceito, a concepção de engenharia, modularidade, propulsão, etc é totalmente diferente, mesmo se vc colocar o Nauru 3000D, que tem 1.500 kg na jogada. A Xmobots desde o inicio, projetou drones que poderiam ser montados, desmontados e manutenidos em campo. Campo mesmo, no meio de uma enorme plantação de soja por exemplo. No caso de um Sikorsky, qualquer avaria, no motor por exemplo, toca pra oficina autorizada. E tem que ser assim,… Read more »
Cara, volta para realidade. No dia que a MB fizer o que você diz que ela pensa, pretende, quer, deseja… voltaremos a conversar…
Não existe Nauru 3000. A MB trouxe um navio logístico.
O Oiapoque não é combatente.
Mestre, Não só missões de logistica. Missões prolongadas ISR ele também fará.
Como o Nauru 3.000 D não existe ? Existe tanto quanto o Mansup, o Mansup ER e a golden Fleet. …provocação kkk
Que dissuasão que este navio traz para o Brasil? Elabore por favor.
É um navio grandão.
O outro não vai vir? O Albion
Não pelo que li. Provavelmente o navio está sem condições de navegar. O Oiapoque tinha sido modernizado
Isso não é texto de apresentação de um navio de guerra, mas sim texto para um navio humanitário / navio hospitalar. Basicamente a MB virou apoio humanitário, nem requisitos de guarda costeira ela atende!!!
“Segundo maior navio de guerra da Marinha
Com 176 metros de comprimento e 18 mil toneladas de deslocamento, o Navio Doca Multipropósito (NDM) “Oiapoque” poderá atingir velocidade de até 34 km/h. Projetado para operar até duas aeronaves de grande porte, o navio tem capacidade para transportar carros de combate, viaturas e ambulâncias, além de permitir o embarque de hospitais de campanha, alimentos e medicamentos.”
A MB tá virando a “Cruz vermelha” do mar 😏
Como o próprio Min. da Def. Elucidou em sua Leitura de texto 🤦♂️
Isso que da colocar gente burra em Ministérios (só fazem e falam m#*^•).
Políticos sendo Políticos, não acredito em mais nenhum deles
O país não está em guerra. Não tem inimigos declarados. Tem vizinhos nervosos e temerosos da pouca coisa que a MB faz, como o prosub e as FCTs e além disso, tem uma relação complicada e cheia de dedos com os EUA. Então a fala de Mucio é ajustada à isto tudo. A assessoria dele escreveu o discurso, em linha com a orientação do Itamaraty. Mucio poderia ter dito mais, mas se limitou ao discurso previamente acertado. A ida dele até o Iapoque já é uma indicação da importância do navio para a MB e o MD. Está de bom… Read more »
Não tenho político de estimação, se vc tem o problema é seu 👍😏
Coragem chamar uma pessoa com o currículo dele de “Burro”
Discordo.
Conheço N doutores (com d minúsculo mesmo).
Não chamei ele de Burro chamei a todos os Ministros do atual Governo de burro e o Congresso não passa de um tremendo passador de pano para essas bestas humanas
Qual é a parte que ele é burro que vc não entendeu 😏
De bom tamanho para o Brasil.
poderiam além desse trazer também um navio tanque da classe wave que tem casco duplo . O nosso atual tem casco simples e não pode fazer viagens internacionais.
Teria dinheiro para encher de combustível?
Olá.
Certamente é mais caro, ou aparentemente mais caro, mas os estaleiros brasileiros podem construir um navio tanque.
Concordo.Para estaleiros que constroem navios para transpetro, construir um navio tanque não parece ser um desafio grande demais.
200 milhões de dólares para construir no Brasil.
Custo.
Um petroleiro com casco duplo tipo Panamaz deve custar uns US$ 70 milhões. Provavelemte um navio para a MB demandará outras coisas, como sistemas de abastecimento, sensores, etc… coloca um teto de US$ 100 milhões.
Eu acho que custaria menos. da ordem de US$ 90 milhões
Eu vi esses números também. 120 milhões. Acrescentei 40% em razão da MB ter pedido mais 30% para as Tamandarés e dos passivos fiscal, tributário e trabalhista que toda atividade deixa no Brasil.
Aço. Lembro que enquanto debatíamos a construção dos Riachuelos, o aço ia subindo.
Tem energia, combustíveis e os custos para manter a mão de obra. Terminada a tarefa…o que o estaleiro faria? Demitiria?
Moeda. Queda do poder econômico.
Custos. Não sei sobre as margens de estaleiro e por quanto seria vendido para a MB.
O problema das FCT estava relacionado com a desvaloriação o dolar. O contrato foi assinado quanto o dolar era da orde de R$ 4,50 considerando 40% de nacionalização. Considerndo o aporte de R$ 9 bilhoes, significa que foram reservados cerca d R$ 5,4 bilhões para o pagamento da parte em dolar. Quando o real desvalorizou de para cerca de R5 6,50, seria necessário um aporte de cerca de R$ 3 bilhões Como o dolar está desvalorizou para R$ 5,5, significa que a necessidade de um aporte adicional é menor, como minha estimativa é que com a SELIC a 15%, o… Read more »
De fato “multipropósito” e a US Navy encontrou outra missão para os similares “LPDs” da classe San Antonio que será recuperar a capsula e os quatro astronautas que irão a Lua em março, caso não haja outro adiamento, em uma jornada de 10 dias que incluirá orbitar a Lua.
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Se a MB Estivesse substituindo as Niterói pelo NDM Oiapoque, poderiam dizer o que escreveram. O NDM Oiapoque é o tipo de navio que o Brasil mais usa no mundo real, muito mais do que fragata e submarino em tempos de paz. Ele serve pra apoio humanitário (enchente, crise, evacuação), transporte de tropas e veículos, hospital embarcado/apoio médico, helis operando com liberdade, desembarque anfíbio, logística pesada na Amazônia e litoral e missões de presença e soberania. Principalmente, é um navio costeiro de projeção e logística em um país continental com um litoral de mais de 9 mil km de extensão… Read more »
Concordo. E está em linha com os planos da MB de ” dronizar” a esquadra. O.Oiapoque tem tamanho para missões mais longas e distantes, como a região do mar da margem oriental do Amazonas. Como possui um deck grande, pode operar o futuro drone Nauru 3000D Vstol multiproposito da Xmobots defense. Um drone que consegue permanecer no ar por 12 horas. Com 2 desses drones, o Oiapoque, servindo como hub, pode fiscalizar uma área de mar muito grande em torno dele, 24 horas por dia. Qual o heli que teria autonomia de 12 horas ? E a que custo ?… Read more »
Pois é.
Todos sabem do que o navio é capaz. Fazer o que faz e fazer além do que faz depende exclusivamente do orçamento da MB.
Querem defesa de pinto, ops, ponto. Querem canhão de tiro rápido. Até pode receber como o Makassar recebeu, um canhão na proa.
Claro que os vizinhos iam perguntar: que tiro foi esse?
Então, extingue a MB e cria uma coisa que poderíamos chamar de Força de Navios de Apoio para Catástrofes, Atendimentos Médicos e Humanitários. Já que usamos mais navios da MB em ações subsidiárias do que na atividade-fim, não há porque manter a MB como está hoje. E aproveita e cria também uma Guarda Costeira, com navios bem pequenos e armados com metralhadoras.50 para fiscalizar a pesca, tráfico, etc, já que esse “… é o tipo de navio que o Brasil mais usa no mundo real, muito mais do que fragata e submarino em tempos de paz.”
Boa gaudério.
👍🏻👊🏻
Uma coisa não tem a ver com a outra coisa. Assim como a FAB e o EB, a MB subutiliza seus meios por conta da carência orçamentária. Se. Se existissem recursos seria diferente? Temos autonomia na construção de navios logísticos e/ou combatentes? Poderíamos participar de missões, exercícios, simulações? No contexto, qual navio tem maiores demandas? Navio multimissao, humanitário, logístico, anfíbio, com forte presença JAC foi construído assim ou navio combatente que os críticos dizem não prestar porque não defende a si nem os próximos? Esse ponto que tu coloca traz uma reflexão e outra inflexão. Como consequência do 1% do… Read more »
Marinha de Guerra foi. Hoje não é. Lutar contra a realidade é uma discussão esquizofrênica.
Então? Leia teu comentário com calma e pense um pouco. Vai perceber que você concordou com meu comentário sobre acabar com a MB.
Totalmente desnecessário. A MB acha que é a USN, projetando poder pelo Mundo com seu CFN/Marines.
Se tivessemos uma faixa de litoral pequena, talvez seu comentário fosse pertinente, mas com a extensão que temos da faixa litorânea à fiscalizar e proteger, que agora se extende até à fronteira marítima da Guiana Francesa, com a quantidade de plataformas off shore que temos ( cerca de 150 e aumentando ), e também as ilhas oceânicas sob guarda da MB, tem muita coisa que os mecs da CFN tem de cuidar.
Se você pensar bem, o Br e seu mar territorial, com tudo que tem dentro dele, plataformas, ilhas oceânicas, foz de rios imensos, etc , é um continente inteiro. O CFN é até pequeno pra tudo isto. Não precisamos, ainda, pensar em aventuras expedicionárias. Tem muito trabalho por aqui.
Vou citar apenas uma missão: Vai ser exigido cada vez mais da MB, que seja mais ” pró ativo ” na repressão ao tráfico internacional de drogas por via marítima. Quem fará este trabalho ? Óbvio que o CFN, embarcado nos NDMs. São treinados pra isto.
Paulo, percebe-se que você não é da caserna e desconhece a realidade. O CFN não faz nenhum trabalho de repressão ao tráfico internacional de drogas por via marítima e creio que nunca o fez. Essa é uma das atribuições dos Navios Patrulhas espalhados pelos Distritos Navais. Normalmente, o CFN embarca em NDM/NDCC para desembarque/projeção anfíbia.
Olá João. O problema são os EUA afundarem barcos suspeitos de tráfico usando um porta-aviões… mas isso é outra história. Eu também sou contra o uso das forças armadas como forças de segurança, exceto nos casos previstos em lei para GLO, e mesmo elas precisam ser bastante justificadas. Houve quem defendesse uma GLO durante as invasões em Brasilia. Teria sido um erro e foi desnecessária (alias, quase ocorreu um enfrentamento entre as forças de segurança do DF e as forças armadas). Por outro lado, o papel das forças armdas nas calamidades do RS foi fudamental para salvar vidas. Outros exemplos… Read more »
Hehehe…que viagem!!!
Será que o Oiapoque poderá ser usado como Navio Escola? O Brasil já está no fim do ciclo de vida útil também. Exceto, se a MB decidir aproveitar o casco da FCT e construir um nova navio escola, mas isso vai demandar tempo
Da pra usar muito bem como “universidade flutuante” para fuzileiros e esquadra.
Que da, da.
As Niteroi vão sendo aposentadas na medida em que as FCT entrem em operação. Pode ser que uma delas, em melhores condições que a fragata Brasil, talvez aquela que sofreu reforma por último, possa substitui-la.
A Brasil não é fragata. É navio escola. Mesmo que tendo sido produzido usando as fragatas Niterói por base, ainda assim não é um navio de combate.
JAC a Tamandaré substituirá a Niterói…o Brasil poderia licenciar a construção de uma MEKO “escola”.
Mas o custo para construir um navio de combate não combatente seria demasiado para a função. Melhor usar uma Tamandaré…nesse caso a instrução ocorreria dentro da frota ou um OPV grande projetado como navio de instrução.
As Niterói são mais velhas e estão mais usadas que o navio escola. Ele foi feito bem depois das fragatas e pela própria natureza da missão foi menos exigido. Não creio que uma fragata da classe Niterói tenha condiões de substitui-lo
Arrisco dizer Camargo que o “Brasil” incorporado em 1986 tem mais dias de mar do que as fragatas por conta das Viagens de Instrução de Guardas Marinha anuais.
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Não há a menor possibilidade de se usar uma das fragatas que terão 50 anos de
vida ou mais quando finalmente forem retiradas de serviço para então exigir
viagens de volta ao mundo, a “Constituição” por exemplo ganhou uma sobrevida
mesmo assim, apenas para funções mais limitadas.
Ola Dalton Bem, talvez o NE Brasil tenha navegado mais ou menos ou tanto quanto, mas que também acho que o navios navegou demais. Já é momento de pensar um substituto, que não será nenhuma das velhas Niterói. Certa vez conversando com o Nunão (sinto falta dele), discutimos a possibildaide de uma Makassar que teria uso dual.. seria um navio escola e podeia atura como desembarque anfibio entre as missões ou em caso de demanda real, até porque supor que a MB mandaria um navio escola para o exterior nos momento de crise ou com o país em guerra seria… Read more »
Também sinto falta dele e lembro de se ter discutido a compra de um ou mais “Makassar” para também atuarem como “NE” de forma semelhante como os franceses fazem com seus 3 classe Mistral anualmente na Operação Jeanne DArc.
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O “problema” é que durante uma “crise” um navio especializado na função Escola como o “Brasil” não faria falta já um “Mistral” ou “Makassar” fariam, exigindo talvez a interrupção da missão para voltar à atuar na missão principal, então tem o lado bom e o ruim.
O Nunão (você, o Rinaldo e outros tantos) foram pessoas que conheci na trilogia e aprendi a admirar e estimar.
Sub-colônia tributária é isso mesmo: adquire o que não precisa pra não ter que adquirir o que precisa (porque vai gastar muito mantendo o mimo da sub-metrópole). Enquanto isso, vai entregando sem resistência o que a verdadeira metrópole demanda entre sorrisos e ameaças – é pra isso que a metrópole quer o braço forte da sub-colônia submetido a sarcopenia. Segue o enterro que a verba das carpideiras já está aprovada.
Essas histórias que contam sobre navios de guerra.
Que Marinha precisa de classes e de tipos. Qual o sucesso da China? Copiar ingleses e norte-americanos.
O Brasil foi o 6º maior mercado de vendas de automóveis no mundo em 2024. E? O que Maria levou para detrás da horta?
Por falar em história contada, amigo Esteves, andei estudando povos precolombianos da mesoamerica: há uma notável semelhança entre o que os EUA fizeram no XX até hoje e o que os Aztecas fizeram desde a fundação de Tenochtitlan e o advento de Cortês: refiro-me a expansão imperial submetendo estados vizinhos com o uso de colônias militares e tributação. O procedimento trumpiano de seduzir diplomaticamente e ameaçar militarmente pra obter um acordo vantajoso para a América é simplesmente a versão moderna da diplomacia guerreira Azteca.
Esses cara são realmente apaixonados pela Marinha!
Esse navio vai passar uns 10 ou 15 anos, navengando 15 ou 20% desse tempo, se ficar! Vai sofrer com falta de peças de reposição, falta de equipamentos e outros.
Mas uma coisa é certa: Vai tirar muita foto e vai ser palco de muito coquetél…
As vezes esqueço que estou no Brasil. Essa realmente vai ser a realidade.