Fincantieri inicia construção do oitavo navio-patrulha multipropósito PPA da Marinha Italiana
Riva Trigoso (Gênova), Itália — A Fincantieri realizou, em 4 de fevereiro, a cerimônia de corte da primeira chapa de aço do oitavo Navio-Patrulha Multipropósito (PPA 8), no estaleiro integrado de Riva Trigoso, marcando oficialmente o início da construção da nova unidade e constituindo um marco relevante para o programa PPA da Marina Militare Italiana.
O PPA 8 será construído na configuração Full, a mais avançada da classe, projetada para operar com elevada eficácia em todos os principais domínios de guerra naval — antiaéreo (AAW), antissubmarino (ASW) e antissuperfície (ASuW). Essa versão incorpora capacidades avançadas de sistemas de combate, garantindo alto nível de prontidão, flexibilidade operacional e adaptação a um amplo espectro de missões.
Durante a cerimônia, representantes da Marinha Italiana (cliente do programa), da OCCAR (autoridade contratante) e da Fincantieri (prime contractor) acionaram conjuntamente a máquina de corte a laser, simbolizando o início da fase produtiva do navio e evidenciando a estreita cooperação entre todas as partes envolvidas.
A construção do PPA 8 consolida o avanço do programa e reafirma o compromisso dos parceiros em entregar plataformas de última geração, capazes de sustentar as operações navais da Itália por décadas. O programa PPA é considerado central para a modernização da frota de superfície italiana, combinando modularidade, capacidade multimissão e tecnologia de ponta para responder aos desafios de segurança marítima atuais e futuros.■





Essa classe é uma maravilha da engenharia. A Marinha Italiana está de parabéns!
Eu não era simpático em relação ao estilo, mas o PPA mostra que forma e função sim existem no estilo italiano. Agora, possuem um navio para propósitos mais amplos que simplesmente a velha doutrina da escolta…
Uma corveta disfarçada de navio patrulha…
Corveta? É uma fragata, e das ótimas! Maior, com mais deslocamento e mais bem armada que as Tamandaré.
Mas as Tamandaré só são fragatas pelo peso e pela vaidade da MB, o armamento é de corveta, obedecendo a licitação cujo propósito era de uma corveta, e esta ok, esse era o propósito.
Ninguem chama as Niteroi de corveta, as Tamandaré são quase mesmo tamanho e peso, diferença muito pequena….quesito armamento elas poderiam ter uns 18 misseis antiáereos, 12 pouco,mas ok p tamanho da embarcação,nos antinavios já sabemos que podem ampliar tranquilamente.
Tem deslocamento de Corveta, tem tamanho de Corveta, tem velocidade de Corveta, tem armamento de Corveta, tem preço de Corveta, você olha e vê uma Corveta, mas a MB chama de Fragata. Podia até chamar de Contra Torpedeiro Nuclear.
Corveta couraçada
Comandant Riviére manda lembranças
Onde vês outra corveta c 6.000T., c mísseis antí-aéreos com mais de 150km alcance, com capacidade anti mísseis balísticos de médio alcance, com torpedos, com mísseis anti-navio e ataque a terra com quase 400km alcance, com canhão de 127 mm c capacidade para munições guiadas Vulcano, outro canhão 76mm p munições guiadas stralles e mais canhões menores???
Pelo tamanho nem seria uma corveta americana dos anos 50 com rabo de peixe e V8 big block…
Esses italianos no quesito design são formidáveis!
A classe italiana Thaon di Revel (PPA) apresenta um design radical de “proa dupla” ou “rostro” poliédrico que funciona como uma extensão da proa inferior do casco, em vez de um bulbo de proa tradicional. Isso maximiza o comprimento da linha d’água para melhorar a velocidade, a eficiência de combustível e a estabilidade, reduzindo o arrasto e permitindo um formato de casco mais esguio.
Era estranho a princípio, mas os italianos conseguem conquistar mesmo com o distinto emocional
certamente tal design deve influenciar na velocidade e na economia de combustível do navio,se tal inovação tiver dado alguns nós a mais a embarcação,é algo para se comemorar.
E nas primeiras sete PPA, 2 já são Full, 3 Ligth-plus e 2 Ligth.
Das 3 Ligth-plus venderam 2, que serão substituídas por Full.
Excelente negócio. Renovam a frota, mantem a produção ativa, desenvolve tecnologia, emprega gente e depois de usar ainda pode vender para os amigos, que se tornarão futuros clientes.
Um lucro sempre leva a outro.
Tudo o que a MB não tem: patrulhas modernos, projeto, linha de produção permanente, estaleiros experientes para esse propósito, visão e prática combinados com efetividade.
Poderia, mas… Se dependesse de nós, hoje uma delas já estaria em Santos no final da visita pública.
MMI só os recebe se o Brasil ou outro país assim o quiser… Roma e a Fincantieri estão em busca de oportunidades. Os dois repassados ainda na linha de montagem para um cliente externo pode ainda levar consigo uma produção localizada. Aqui, Vard Promar by Fincantieri.
Aqui na MB se juntariam tranquilamente as (agora) 8 Tamandarés e seriam classificadas como CT´s. Que navio espetacular